Ingredientes
Massa:
-2 copos de leite
-1/2 copo de óleo
-3 ovos
-2 xícaras de farinha de trigo
-1 colher (sopa) de fermento em pó
-Sal a gosto.
Recheio:
-500g de carne moída
-1 cebola pequena
-1 tomate
-1 cheiro-verde
-Orégano
-Pimenta
-Queijo ralado
-Margarina ou manteiga para untar.
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes da massa no liquidificador. Para o recheio, frite a carne, com a cebola, o tomate cortados em tamanhos pequenos. Misture com a carne moída e ainda com o fogo aceso, coloque o cheiro-verde picado, o orégano e a pimenta a seu gosto. Unte uma assadeira média com margarina e farinha de trigo. Coloque metade da massa, por cima o recheio já frio e depois o restante da massa. Leve ao forno por aproximadamente 40 minutos. Retire e sirva. (Com Bonde)
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Elegância, charme e estilo. Essas são características que ajudam a definir a camisa feminina, uma peça coringa e clássica no guarda-roupa de qualquer mulher. Ela é a escolha perfeita para uma reunião de negócios ou para compor um look mais casual, quando usada com um short ou saia.
A versatilidade das camisas femininas dá grande liberdade à mulher para criar visuais mais elaborados, ousando nos tecidos, modelos, cores e estampas. Por isso, saber como usar as camisas femininas de moda é tudo que uma mulher precisa para estar bem vestida, elegante e confortável em qualquer ocasião.
Do clássico ao moderno: looks para se inspirar com a camisa feminina!
Não importa qual seja o seu estilo, algum tipo de camisa feminina, ou a forma de usá-la, com certeza se encaixa na sua personalidade. Confira algumas inspirações e truques que vão te ajudar a transformar a camisa feminina na sua cara.
Camisa maxi
As camisas com pegadas mais larguinhas são ideais para quem vê no conforto o caminho certo para o estilo. Elas têm cara de que foram “roubadas” do namorado e ficam ótimas quando combinadas com calças mais justas, as skinny, ou com corte mais reto.
Uma dica para usar esse tipo de camisa é colocá-la pra dentro da calça ou saia, puxar na frente e deixá-la mais folgadinha.
Camisa como sobreposição
Ela pode ser a terceira peça que vai deixar seu look completo! Usá-la aberta ou com alguns botões abertos por cima de uma blusa deixa o look um charme. Dá pra usar com vestidos, calça, saia e shorts.
Esse estilo se adapta bem à qualquer estação, já que no verão dá pra usar camisas de tecidos mais fininhos e, nos dias mais frios, dá pra ousar naquela camisa xadrez flanelada cheia de estilo ou com um suéter por cima.
Camisa jeans
Essa é, com certeza, uma peça que merece um lugar no seu guarda-roupa. É uma camisa atemporal que pode ser utilizada em qualquer estação. Nos dias mais frios, ela pode ser usada por baixo de um suéter ou com coletes, por exemplo.
Para os dias de verão, a camisa jeans pode ser amarrada na cintura com um vestido. Além disso, o look all jeans, com a camisa e uma saia ou calça, também de jeans, fica super moderno. Você pode usar diferentes tons de jeans sem medo.
Camisa estampada
As camisas estampadas marcam presença e dão mais charme aos looks. E, nesse caso, não tem como errar: o combo camisa estampada + parte de baixo lisa é infalível! Se a ocasião for mais formal, opte por estampas pequenas e delicadas.
Dicas de acessórios e estilo para camisas
Veja dicas incríveis para complementar um look feito com camisas:
Nó
Dar um nozinho nas pontas da camisa deixa o look mais cool e moderno. Para isso, basta deixar o último botão da camisa aberto e fazer um nozinho. Ela fica mais curta, mas não se transforma em um cropped.
Maxi colar
Esse acessório dá novas características às camisas mais sociais e “sem graça” de escritório. Se a camisa tiver cor neutra, como o branco ou cinza, o maxi colar deixa o look mais descolado e moderno.
Colarinho pra cima
Essa é uma boa forma de deixar o visual mais estilizado. Mas, é preciso tomar cuidado para que o look não fique parecendo desleixado.
Mangas à mostra com blazer
Para deixar o visual mais moderno, puxe as mangas do blazer para cima e deixe um pouco da camisa aparecendo.
Lenço
Dá um toque chique e estiloso ao visual. Para usar com as camisas lisas, opte por um lenço estampado para destacar o seu look.
Lingerie à mostra
Para um look mais sexy, deixe os primeiros botões da sua camisa abertos e coloque sua lingerie ou strappy bra pra jogo. Esse look é pra quem gosta de ousar e dá aquele toque fashionista.
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Em determinado momento, você já deve ter escutado que os cachorros possuem a “lágrima ácida”, certo? No entanto, não é bem assim que funciona. Determinadas raças como o cachorro Shih Tzu, Pug e Pequinês possuem um formato ocular específico, promovendo uma lacrimação muito maior, gerando manchas no rosto do pet.
Às manchas causadas por essa secreção, que sai tanto dos olhos de cães, como de gatos, ao contrário do que se fala, não é ácida. Mas, isso não significa que não faça mal aos animais de estimação. Por esse motivo, vamos explicar um pouco mais sobre o assunto, para você evitar que isso ocorra com o seu companheiro de quatro patas.
A lágrima dos animais de estimação é ácida?
Em termos químicos, se formos analisar o pH da lágrima de um animal de estimação, sua composição está mais próxima dos compostos alcalinos do que ácidos. No entanto, a popularização desta nomenclatura se dá, já que substâncias ácidas, geralmente, são corrosivas e as manchinhas causados nos rostos de cães e gatos é bastante similar a um machucado.
Geralmente, em pets com os pelos mais claros, é possível notar que a lágrimas desses animais é um pouco mais escura que a nossa. No entanto, o problema não está na lágrima em si, e sim, na não absorção pela pele, a qual damos o nome de epífora.
Por que ocorre a epífora?
Como dissemos, algumas raças possuem o formato do olho com uma predisposição maior ao excesso da produção de lágrimas. Um dos componentes da lágrimas é a lactoferrina e, quando produzidas em grandes quantidades, faz com que a pele do animal tenha dificuldade em absorvê-las, o que, como consequência, gera as manchas no rosto.
Algumas causas da epífora são:
- Obstrução do canal lacrimal, impossibilitando a absorção da lágrima;
- Excesso de pelos na região;
- Pálpebras mal posicionadas;
- Anatomia ocular específica,
- Excesso da produção de lágrimas.
A epífora pode acarretar em diversos problemas em um pet, principalmente, por manter a pele do animal úmida, facilitando a proliferação de fungos, bactérias e micróbios. Por isso, sempre que notar que a área próxima aos olhos está mais escura, é fundamental procurar um veterinário o quanto antes.
Como tratar a epífora?
A epífora pode ter diversas causas, logo, o primeiro passo a ser tomado é procurar um especialista para descobrir o que de fato ocorre com o pet, para iniciar o tratamento adequado. Caso um dos motivos para as manchas no rosto do cão seja a obstrução do canal lacrimal, na maioria dos casos, o especialista encaminha o pet para uma correção cirúrgica.
Já, para a retirada das manchas da pele e dos pelos, alguns medicamentos são indicados. No entanto, como todo remédio, não devem ser utilizados por conta próprias e devem ser recomendados por um especialista. Além de amenizar a coloração escura, alguns produtos também auxiliam no combate a infestação de bactérias e aliviam o desconforto na região.
Se você possui um cão em casa que tem esse problema, aqui vão algumas dicas para amenizar a situação. No entanto, não deixe de levá-lo a um especialista para o diagnóstico e o tratamento adequado!
- Mantenha a região sempre limpa, com uma gaze ou um pano. Não utilize algodão para efetuar a limpeza e a secagem do pet;
- Faça massagens nos olhos do pet, a fim de evitar o entupimento do canal lacrimal;
- Mantenha o pelo do rosto sempre limpo e em um tamanho adequado — quanto à tosa, é necessário verificar com um veterinário qual a ideal para o seu animal,
- Não utilizar secadores após o banho.
Com essas dicas, ficou mais fácil entender o que são as manchas escuras no rosto do seu pet? Sempre que notá-la, busque ajuda o mais rápido possível! Seu animal de estimação merece o que há de melhor, afinal, não é sempre que temos seres tão especiais ao nosso lado!
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Ter algumas peças-chave no guarda-roupa é o segredo para estar sempre bem elegante. E a saia lápis é um dos itens fundamentais das roupas clássicas que merecem um espaço no armário de toda mulher. A peça tem um formato mais justo que vai afunilando da cintura até as coxas, se adequando ao corpo de cada mulher.
Para te ajudar na compra de roupas femininas on-line, separamos algumas dicas que, junto com a história dessa peça, vão fazer você se encantar pela versatilidade e elegância do modelo.
Saia lápis: uma história de como e quando usar a saia lápis?
A saia lápis é um criação do estilista francês Christian Dior, da década de 1940. A inspiração para o modelo veio de duas situações muito relevantes para a época.
A primeira é de que a mulher europeia queria se reinventar após o final da Segunda Guerra Mundial. E a segunda, é que os altos preços dos tecidos nessa época fizeram com que o estilista focasse em modelos que usassem uma menor quantidade de material.
O modelo foi rapidamente difundido por todo o mundo e caiu no gosto de famosas, como a atriz Marilyn Monroe e Audrey Hepburn, que ajudaram ainda mais na divulgação da peça. A popularização fez com que a saia fosse utilizada no ambiente de trabalho e ganhasse o apelido de “saia secretária”.
E seu sucesso foi tanto, que a peça já conquistou espaço entre todos os estilos de mulher. Veja as combinações que fazem a saia lápis perfeita para qualquer ocasião:
1. Saia lápis com blazer
Esse é o look perfeito para qualquer mulher que deseja passar confiança no ambiente de trabalho. Foi um look muito usado por secretárias, mas cabe em qualquer ambiente profissional. O blazer é uma peça que complementa a formalidade da saia lápis.
Nesse caso, você pode optar por saias de alfaiataria ou tweed, um tecido perfeito para o inverno. Os sapatos de salto e bico longo são ideais para tornar o look ainda mais elegante.
2. Saia lápis listrada
Quem deve optar por esse modelo são as mulheres mais altas e magras, já que as saias listradas, principalmente na horizontal, tendem a dar mais volume ao quadril. São saias que podem usadas em ocasiões mais casuais, com camisas e tênis. Mas nada impede de combiná-las com camisas e acessórios, formando um look mais formal.
3. Saia lápis de couro
Atualmente, a saia lápis é muito mais versátil e se adapta a qualquer estilo de mulher. Por isso, a saia de couro foi feita para mulheres mais ousadas que desejam ter um look mais sexy. O couro ajuda a compor um look mais moderno, excelente para quem gosta de sair à noite, por exemplo.
Você também pode investir em saias de couro um pouco mais curtas e, para dar um toque final no visual, as regatas paetês são perfeitas.
4. Saia lápis com sapatos baixos
É a cara do look moderno despojado. Para quem quer montar um look mais casual com a peça, basta investir em sapatos baixos, como tênis e sapatilhas, por exemplo.
O resultado dessa combinação é um look que vai do trabalho ao passeio com amigos, basta adaptar a blusa e acessórios a cada tipo de ocasião. Você mantém a elegância e ainda adiciona um toque de conforto.
Quem pode usar a saia lápis?
A verdade é que qualquer mulher pode usar a peça. Mas, algumas dicas ajudam a montar um look ideal para usar a saia lápis da melhor maneira possível. Veja como cada estilo pode tirar proveito da versatilidade da saia lápis:
Saia lápis para mulheres altas
Usar o modelo abaixo do joelho é o mais indicado para mulheres altas. Isso porque, esse tipo de corte dá a sensação de redução do tamanho das pernas e ajuda a encurtar a silhueta. Outra dica é sempre usar a blusa ou camisa para dentro da saia, ajudando a marcar a cintura.
Saia lápis para mulheres baixas
Engana-se quem pensa que as baixinhas não devem investir nesse modelo. Para quem quer dar a sensação de mais altura, as saias lápis acima do joelho são ideais para isso. Esse estilo de corte ajuda a alongar as pernas. Já as blusas ou camisas podem ser usadas para fora da saia. Assim, é como se houvesse a continuação da cintura sem a marcação da saia.
Saia lápis para mulheres de quadril estreito
As mulheres muito magrinhas devem tomar cuidado com a saia lápis, pois o modelo afina ainda mais a cintura. É interessante investir em saias estampadas, em cores mais claras que, ao contrário das cores mais fechadas, costumam aumentar o volume.
Saia para mulheres com quadril largo
Para quem tem essa parte do corpo mais larguinha precisa tomar alguns cuidados na hora de usar a saia lápis. Dependendo do tecido, a peça pode ir subindo quando se anda, o que pode ser bem desconfortável. No mais, invista em peças nas cores mais escuras e modelos com corte reto, que não afunilam no quadril. Uma boa escolha são as saias lápis de fundo escuro, com estampas menores.
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A casa própria é o sonho de muitos brasileiros, que optam pela compra financiada ou à vista para conseguir alcançá-lo. No entanto, após a compra, intempéries podem ocorrer, e torna-se necessário realizar um empréstimo com garantia de imóvel.
O refinanciamento é basicamente um empréstimo feito com uma fiança de pagamento, neste caso o imóvel. Esta é uma modalidade muito aplicada por bancos e financeiras.
Os valores oferecidos podem variar de acordo com o valor venal do imóvel. Essas operadoras realizam ofertas de empréstimos e enchem os olhos do consumidor com o valor que pode ser concedido com essa garantia.
Este pode chegar perto de 70% do preço do bem. Mas em quais casos o refinanciamento torna-se uma opção correta?
Casos em que o empréstimo com garantia de imóvel é eficiente
É preciso muita análise de cada caso isoladamente, pois, colocar um bem como garantia é um risco que nem todos estão dispostos a correr. Isso inclui qualquer trâmite financeiro que coloque o imóvel como parte da abonação.
A grande diferença entre o empréstimo e o refinanciamento é o custo dos juros. Para os refinanciamentos de imóveis, ele é muito mais baixo, assim como o financiamento, diferentemente das outras opções de concessão oferecidas pelas instituições financeiras.
Caso o proprietário venha a adquirir uma dívida muito alta, que por meses e anos não conseguiu quitar essa pode ser uma opção plausível. Afinal, os juros são baixos e as parcelas mais estendidas.
Nos casos onde o imposto sobre a dívida é maior que oferecido no refinanciamento também se torna uma boa jogada. Assim como, o uso do valor do imóvel para empregar em um negócio.
Os empresários que possuem negócios recentes necessitam investir para aumentar o caixa da empresa, mas nem todos os bancos estão dispostos a arriscar seu dinheiro em empréstimos instáveis. Mas podem oferecer essa modalidade como uma opção diferenciada de conceder um certo valor.
Avaliação de taxas
Essa concessão é realizada pessoalmente na sede da financeira, mas pode ser cotada pela internet ou pelo telefone. Antes de iniciar esse processo, é imprescindível consultar as taxas em diferentes instituições.
Alguns sites realizam a cotação e até mesmo uma simulação das parcelas, facilitando a tomada de decisão e mostrando as expectativas reais que envolvem esse processo.
A escolha da taxa também inclui a idoneidade da empresa que está prestando o serviço. Deve-se evitar os nomes desconhecidos ou que possuem uma reputação baixa entre seus clientes.
É melhor optar por juros mais elevados a correr o risco de se envolver com empresas inaptas e que não se preocupam com a satisfação do consumidor. Estas não oferecem o suporte necessário durante o pagamento das parcelas e reduzem a possibilidade de renegociação.
Observações importantes antes de realizar o refinanciamento
Quando o cliente mostra interesse em realizar esse trâmite, o banco prontamente oferece uma quantia maior que a requisitada. Isso faz com que o proprietário do imóvel veja uma vantagem em pegar mais do que o valor necessário. Pode parecer tentador, mas é uma decisão incorreta.
O risco que envolve a aquisição desse dinheiro é a perda do bem, já que se atrasar algumas parcelas, o banco já pode levá-lo a leilão. Mas é possível evitar isso com a renegociação.
Sempre que houver a possibilidade de atrasos, é fundamental esclarecer para a instituição e renegociar a parcela. Outro adendo é que durante esse processo o imóvel só pode ser vendido após a quitação da dívida, portanto, o valor da compra deve superar o preço final acrescido das taxas.
A transação também altera o score e as possibilidade de novos financiamentos, esse tipo de empréstimos mantêm a classificação de financiamento no histórico financeiro de uma pessoa.
Se não for para quitar totalmente uma dívida, o refinanciamento de imóvel não é indicado. Ele pode criar uma grande "bola de neve" e agravar os problemas financeiros.
Este deve ser pensado como um último recurso e utilizado com cautela. Antes de qualquer decisão, é necessário realizar uma análise sobre o caso, procurar auxílio de um profissional financeiro também pode ser benéfico.
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Durante o ano todo, existem alguns — muitos — impostos a pagar. O recolhimento é feito pela Receita Federal, responsável por administrar e controlar a arrecadação em todo o país. Com o volume de tributações anual, é comum aguardar a restituição do Imposto de Renda, na esperança de parte do pagamento ser devolvida.
No entanto, nem todos têm direito a esse estorno: existem situações específicas e é fundamental estar atento ao procedimento exigido pela receita para garantir a restituição do valor. Tudo isso é definido durante a declaração do Imposto de Renda, também conhecido como IRPF.
Quem não sabe ainda se pode ou não receber esse benefício precisa, antes de tudo, compreender quando e como ele ocorre. Para isso, é importante conhecer também como o Imposto de Renda funciona, não apenas no período da declaração, mas durante todo o ano.
O que é Imposto de Renda e como ele funciona?
Como o próprio nome diz, o IR é uma tributação cobrada anualmente de acordo com os ganhos de cada um. Assim, seu valor é definido de acordo com os rendimentos declarados: quem ganha mais precisa pagar um imposto maior, aqueles que ganham menos pagam um valor menor.
O Imposto de Renda de Pessoa Física, em específico, incide sobre a renda de todos os contribuintes que recebem recursos no Brasil, ou que moram no exterior, mas ainda possuem fontes brasileiras. Esse valor é descontado direto dos rendimentos tributáveis, como salários, investimentos e até prêmios da loteria.
Ainda que seja um tributo pago de forma proporcional, ainda existe uma parcela da população isenta dessa cobrança, por possuírem renda tributável mensal menor do que o limite estabelecido pela Receita Federal — em 2019 (referente ao ano calendário 2018), esse valor é de R$ 1.999,18.
Todo mês, o IR é retido no salário dos brasileiros com carteira assinada. Mas é durante a declaração do imposto, de 7 de março até 30 de abril, que a Receita Federal verifica se o contribuinte está pagando menos ou mais impostos do que deveria; caso tenha pago a menos, é preciso compensar.
Tudo é feito de forma bastante simples, assim que a declaração é terminada. Assim caso seja necessária a compensação, é possível emitir um boleto bancário ou pagar por débito automático. Do contrário, é feita a restituição do Imposto de Renda.
O que é e como é feita a restituição?
Como dito anteriormente, se o contribuinte despendeu um valor maior do que o necessário ao Fisco, é feita a devolução dessa quantia pela Receita. Isso ocorre com mais frequência quando, por exemplo, uma pessoa recebe um aumento no meio do ano calendário e o valor é retido na fonte somente em alguns meses do ano.
Além do fato de o declarante não atingir a renda mínima para o pagamento do tributo, ainda existem valores e casos em que o valor do pagamento pode ser reduzido. São eles:
- pensão alimentícia: este é um caso de dedução. Ainda que o titular não esteja apto para o estorno, os valores do pagamento de uma pensão decidida judicialmente podem ser abatidos para diminuir a base do cálculo da alíquota;
- despesas médicas e com educação: outro caso de dedução, os gastos com serviços relacionados a educação e saúde podem ajudar na diminuição da base de cálculo, assim como a pensão. No entanto, para dispêndios com educação, o máximo abatido é de R$ 3.561,50,
- dependentes na declaração: são reduzidos R$ 2.275,08 por cada dependente incluído na declaração. Em alguns casos, o valor pode levar a uma restituição do imposto.
De todo modo, é durante a declaração do imposto que todos os rendimentos e pagamentos devem ser informados. Depois do preenchimento, basta fornecer também os dados bancários para receber a restituição, caso tenha direito; se houver algum problema com esses dados, ou mesmo com a conta corrente, o contribuinte tem um ano para disponibilizar um nova conta para recebimento.
A Receita Federal, por sua vez, faz a restituição entre julho e dezembro, a cada 15 dias. Assim, quanto antes for feita a declaração, mais cedo o dinheiro será devolvido à conta corrente. Nesse processo, quem faz a declaração na primeira semana acaba recebendo o valor em julho, no primeiro lote; quem a faz na última semana recebe apenas em dezembro.
De maneira geral, ainda que não tenha direito à restituição, é fundamental fazer a declaração do IRPF o quanto antes, para ter tranquilidade, tempo e evitar não apenas receber multas por atraso, mas, principalmente, cair na malha fina.
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