O que comer e o que evitar durante a fase de amamentação

A fase de amamentação é um momento muito importante para mãe e para o bebê. Segundo a nutricionista Mariana Costa, “a alimentação durante essa fase já é fator primordial no que diz respeito aos hábitos alimentares da criança”. Você sabia que desde a fase do aleitamento o bebê já pode sentir os sabores e aromas dos alimentos consumidos pela mãe?

 

É fundamental que a mulher cuide da alimentação, buscando sempre consumir receitas saudáveis e equilibradas, além de beber muita água, pois isso vai ajudar o corpo a produzir leite materno com os nutrientes que o bebê precisa. Confira a seguir o que comer e o que evitar durante a fase da amamentação:

 

De acordo com a nutricionista Mariana Costa, a dieta da mulher deve ser variada e rica em frutas, legumes, verduras e cereais. Deve-se dar preferência a alimentos in natura e evitar os processados e os ultraprocessados. Além disso, é necessário beber bastante água. Confira a seguir exemplos de bons alimentos:

 

Sucos de frutas naturais

 

O leite materno é composto em 80% por água, por isso é muito importante que a mulher esteja muito ligada à sua rotina de hidratação, sempre tomando bastante água. Tomar suco de frutas é uma boa forma de repor líquidos de maneira saudável e saborosa. Invista em frutas ricas em água como melancia e melão, por exemplo, mas cuidado com o excesso, pois você pode acabar ingerindo muitas calorias de uma só vez.

 

Água de coco


Na fase de amamentação, a água de coco é uma forma de repor os líquidos para estimular a produção de leite materno, além de trazer muitos benefícios e nutrientes como sódio e potássio, que ajudam a equilibrar os líquidos do corpo.


Sopa de legumes


É essencial que a mãe lactante cuide bem de sua alimentação, consumindo sempre muitos vegetais. Sopas de legumes são formas incríveis de consumir nutrientes de maneira prática, com bastante líquido, o que ajuda o corpo a metabolizar o leite materno com mais facilidade.

 

Alimentos integrais


Alimentos ricos em fibras, como os cereais integrais, são fontes de bons carboidratos que vão garantir energia para a mãe e, através disso, colaboram para a produção de leite. Além disso, esses alimentos estimulam o funcionamento do intestino e melhoram a digestão.

 

Alimentos ricos em ferro

 

Alimentos ricos em ferro como carnes magras, feijões e folhas verdes são essenciais para quem está amamentando, pois o ferro estimula a produção de hemoglobinas, que baixam significativamente depois do parto. Além disso, esses alimentos são importantes para saúde do bebê, pois o ferro é o nutriente que previne a anemia infantil.

 

Alimentos que devem ser evitados durante a amamentação

 

Álcool


Mulheres em fase de amamentação não devem consumir álcool, uma vez que o álcool é rapidamente metabolizado e absorvido pelo leite materno, fazendo com que o leite tenha a mesma concentração de álcool que foi ingerida pela mãe. A partir disso, o bebê também consome essa substância, mas não pode metabolizá-la. Além disso, o álcool desidrata a mãe, atrapalhando a produção de leite.

 

Alimentos ricos em cafeína

 

Alimentos ricos em cafeína como café, chá-verde e preto, refrigerantes de cola e energéticos devem ser evitados pois a cafeína é um estimulante que pode atrapalhar o sono do bebê, deixando-o mais irritado. A recomendação é tomar no máximo 2 xícaras de café por dia ou tomar café descafeinado.

 

Alimentos ultraprocessados

 

Alimentos industrializados e ultraprocessados como enlatados, embutidos, refrigerantes, biscoitos e sorvetes devem ser evitados. Como são alimentos pobres de nutrientes, cheios de açúcares e gorduras saturadas, atrapalham a produção de leite.

 

Com dúvidas sobre como alimentar-se durante a amamentação? Procure um nutricionista e não esqueça de fazer acompanhamento médico. (Com MSN/TudoGostoso)

 

 

 

 

 

 

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Utensílios de plástico na comida quente são tóxicos; entenda

Os cuidados com a saúde para uma alimentação saudável na cozinha não terminam na escolha dos alimentos. Sabe quando esquentamos a comida em vasilhas de resina ou utilizamos aquela espátula de plástico velha para mexer algo na panela? Isso pode estar fazendo mal à sua saúde sem você saber.

 

Isso porque os utensílios que usamos - como aqueles feitos de plástico, podem conter resina de melamina e formaldeídos, e serem liberados quando aquecidos. Em determinada quantidade, essas substâncias são tóxicas se ingeridas pelo corpo. E exatamente quando estão dentro do microondas ou em panelas quentes, podem ultrapassar os limites recomendados pelo "Federal Institute for Risk Assessment".

 

Plástico no microondas e em temperaturas altas

 

Em temperaturas até 70ºC, o plástico libera a melamina numa quantidade ainda considerada segura para o corpo. No entanto, acima disso e durante um período de tempo longo, o valor pode ser mais alto e então prejudicar a saúde.

 

Vale lembrar que o limite de melamina na comida é de 30 mg/kg, de acordo com Regulamentação da União Europeia. E, para evitar essa quantidade, a temperatura da panela não é a única coisa a se manter atento.

 


Segundo o BfR, a degradação desse material plástico pode ser ainda maior com alimentos que contém algum ácido, principalmente frutas e vegetais. Por conta disso, a camada externa do plástico fica mais frágil e a liberação da melamina se torna mais rápida.

 

Melamina: por que faz mal?


De acordo com American Journal of Nephrology, existem efeitos colaterais da ingestão e inalação de melamina, que pode ocorrer, inclusive, durante o cozimento de alimentos.

 

Ela pode levar a problemas respiratórios, no aparelho digestivo também complicações renais. Isso acontece porque a substância pode causar irritação e até atrapalhar o funcionamento de órgãos.Veja os sintomas:

 

Ingestão

diarréia
náuseas
vômitos

 

Inalação


irritação ocular
irritação do trato respiratório (Com Minha Vida)

 

 

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Existe um tipo de vinho que é mais saudável; veja

Diferente do que muitos imaginam, o vinho pode ser uma bebida que oferece diversos benefícios à saúde mesmo sendo uma bebida alcoólica. Porém, existe um tipo de vinho que pode ser mais saudável que os demais.

 

Essa variação acontece entre o vinho suave e o vinho seco, sendo este último o mais saudável. Segundo a nutricionista Maria Cláudia Santos, ele é mais saudável porque o vinho seco é preparado com uvas nobres. Entre as espécies mais comuns ela destaca: Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay.

 

"Na fabricação do vinho seco não há o acréscimo de açúcar durante o preparo. Dessa forma, o sabor levemente adocicado é conferido pelo açúcar da própria fruta, cerca de 3 gramas por litro", explica a nutricionista.

 

Por outro lado, o vinho suave é feito com uvas comuns, como a Niágara e a Concord. Ambas passam pelo processo de adição de açúcar na sua fabricação, com teores superiores a 20 gramas por litro.

 


Como escolher o vinho

 

Então, a sugestão da nutricionista é priorizar o consumo dos vinhos secos. A sugestão é ainda maior para pessoas que sofrem de diabetes, pois estas precisam gerenciar o consumo de açúcar.

 


Nesses casos, o nutrólogo José Marcelo Natividade recomenda que os pacientes com diabetes, mesmo optando pelo vinho seco, fiquem atentos aos níveis de açúcar das opções entre essa categoria. De acordo com ele, as melhores opções são: Tempranillo, Tannat e Tinto de Riojas.

 

Benefícios do Vinho

 

Vinho reduz ansiedade, é antidepressivo e não é pelo álcool

Substância encontrada no vinho pode ajudar a emagrecer

Vinho pode ser eficaz contra o câncer de próstata  (Com Minha Vida)

 

 

 

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Torta de abóbora com frango: faça com apenas 3 ingredientes

A nutricionista Carol sapucaia publicou em seu Instagram uma receita super fácil de fazer, com poucos ingredientes que serve como uma refeição completa. Veja como fazer a torta de abóbora com frango:

 

Ingredientes

 

200g de abóbora amassada
100g de frango desfiado temperado
1 ovo

 

Como fazer

 

Para preparar: amasse a abóbora com um garfo, misturei com o ovo e depois com o frango. Coloque em um refratário e asse por 30 minutos. (Com Minha Vida)

 

 

 

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8 alimentos proibidos para comer antes de dormir

Uma das preocupações ao se alimentar antes de dormir é que alguns alimentos podem atrapalhar o sono. Mas existem outros efeitos que comer antes de ir para a cama pode causar.

 


Em conversa com a nutricionista Débora Copelli Lima, alguns alimentos podem prejudicar o descanso durante a noite e até levar ao ganho de peso não-intencional. Por isso, a especialista recomendou evitar comer à noite alimentos estimulantes e calóricos. São eles:

 

Cafeína: presente no café, chá mate e refrigerantes a base de cola
Termogênicos como: canela, gengibre e pimenta
Açúcar, de doces em geral
Gorduras, presentes na carne vermelha, pizza e pastéis, por exemplo
Frituras, como batata frita e salgadinhos
Alimentos calóricos, tipo pães, massas, tortas, salgadinhos industrializados
Pratos pesados, como lasanha, feijoada
Excesso de líquidos, que podem te fazer acordar muitas vezes durante a noite para eliminar o excesso.
Esses alimentos podem acelerar o metabolismo, ou porque se configuram como estimulantes ou porque fazem o nosso organismo gastar mais energia para digeri-los.

 

Comer à noite engorda?

 

Uma pesquisa da Universidade de Oregon constatou que comer tarde da noite engorda, pois consumir alimentos calóricos perto da hora de dormir predispõem à estocagem de energia. O Dr. Steven Shea, autor do estudo, explicou que "nós simplesmente não gastamos tanta energia depois de uma refeição noturna em comparação com as refeições matinais".

 

Ele ainda afirmou que ao guardar energia, a pessoa dorme menos e ambas as práticas contribuem para o ganho de peso. A nutricionista Copelli também aconselha a evitar alimentos calóricos e gordurosos antes de dormir, como lasanhas, feijoadas e frituras.

 

Dormir cedo, descansar tempo suficiente e substituir alimentos altamente calóricos por aqueles de baixa caloria ao jantar tarde da noite pode contribuir para a perda de peso, segundo a pesquisa.

 

Outros riscos

 

A prática de comer muito durante à noite também está relacionada com diversos perigos à saúde, como aumento do colesterol, risco de infarto, hipertensão e diabetes.

 

Um estudo publicado num jornal da Sociedade Europeia de Cardiologia associou problemas cardiovasculares a hábitos alimentares ruins, como pular o café da manhã e comer tarde da noite.

 

Inclusive, pessoas que já tiveram um infarto possuem de quatro a cinco vezes mais chances de sofrerem outro episódio ou ter dores no peito depois de trinta dias de alta, se possuírem tais costumes.

 


Além disso, outra pesquisa, da Universidade da Pennsylvania, sugere que comer tarde da noite está associada com ganho de peso não-intencional, aumenta os níveis de insulina, o que implica no desenvolvimento da diabetes, e aumento do colesterol e triglicérides, que estão associados à doença cardíaca. (Com Minha Vida)

 

 

 

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10 alimentos que não são o que você imaginava

Você sabe do que realmente é feito o que você está comendo? Às vezes, os alimentos que compramos em mercados ou comemos em restaurantes nem sempre são o que pensamos.

 

Eles podem ser misturas de outros produtos, podem ter substâncias nocivos ou até mesmo serem falsos. O site WebMD listou alguns alimentos que não são exatamente o que aparentam. Confira:

 

1. Azeite

 

Nem todo azeite é azeite de verdade, com 100% óleo de oliva. Muitas vezes, estes óleos são misturados com outros, como o óleo de amendoim. Vale à pena ficar atento ao rótulo, porque isso prejudicar quem possui alergia.

 

Lembrando que o azeite de oliva pode ser muito saudável ao organismo. É um aliado ao combate a doença cardíaca, previne o câncer e a diabetes, fortalece os ossos e melhora o funcionamento do cérebro.

 

Azeite falso

 


Entretanto, em 2019, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), proibiu a venda de seis marcas de azeite. Isso porque, após a fiscalização, descobriram que os alimentos estavam fraudados e impróprios ao consumo. Em 2018, foram 46 marcas reprovadas por vender o produto adulterado.

 

A proibição das seis marcas veio da operação realizada pela polícia de Guarulhos (SP), que descobriu fábricas clandestinas que produziam azeites falsificados, misturados com outros tipos de óleos e sem a presença da oliva.

 

Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da época, Glauco Bertoldo, o azeite de oliva é o segundo produto mais falsificado do mundo, perdendo apenas para os pescados, de acordo com nota ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 

2. Lagosta

 

Ao pedir uma lagosta num restaurante, por exemplo, você pode acabar recebendo um lagostim, que possui gosto e textura similar. Na verdade, o lagostim é um animal diferente, e custa metade do preço de uma lagosta. O lagostim, diferente da lagosta, não possui antenas e é bem menor, porém, também possui pinças.

 

A matéria da WebMD afirma que restaurantes americanos acabam vendendo pratos que no cardápio constam como lagosta, mas ao serem submetidos à testes, tais pratos são feitos, na verdade, com carne de lagostim.


Além do preço, há diferenças nutricionais entre os dois alimentos. Em 85 gramas de cada, há mais colesterol no lagostim, cerca de 115mg, do que na lagosta, que possui cerca de 80 mg. A lagosta também apresenta maior quantidade de calorias, 76 cal, enquanto que o lagostim possui 51 cal. Entretanto, ambos possuem quantidades semelhantes de proteínas.

 

Benefícios dos frutos do mar

 

Os frutos do mar são muito benéficos à saúde, por serem ricos em proteínas, principalmente a lagosta, camarão e siri. Eles oferecem aminoácidos responsáveis por construir novos tecidos, formar enzimas, anticorpos e hormônios.

 

A nutricionista Roberta Stella afirma que, em excesso, os frutos do mar podem fazer mal, uma vez que possuem altas taxas de colesterol, que precisam ser controladas. Tal substância está relacionada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

 

3. Mel

 

Apesar de ser um adoçante natural muito utilizado, o mel pode possuir resquícios de antibióticos utilizados pelos apicultores em suas abelhas. Isso não causa doença, mas pode agravar problemas de saúde pública relacionados com a resistência à antibióticos.

 

Inclusive, o mel em sua forma pura, possui propriedades interessantes ao combate de doenças, pois é um potente antioxidante e possui ação antimicrobiana por si só. Ainda conta com nutrientes como potássio, magnésio, sódio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, cobalto e outros minerais.

 

Riscos do consumo

 

Porém, o alimento também possui outros riscos à saúde. Existe uma toxina que pode estar presente no mel e que é responsável pelo botulismo, uma forma de intoxicação alimentar rara, mas que pode ser fatal.

 

Por isso, o mel industrializado pode ser mais seguro nesse sentido. Mas isso se ele tiver passado pelo processo de pasteurização, que garante menor risco de intoxicação por bactérias.

 


4. Enlatados

 

Tem costume de comprar comidas enlatadas de supermercado, que dizem possuir sabor natural? Fique atento porque não há nada de natural neles. Segundo a Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA), vinculada ao Departamento de Saúde, já proibiu alguns aromas sintéticos que mostraram ter efeito negativo em animais de laboratório.

 

Os efeitos destes tipos de químicos de alimentos industrializados, corantes e conservantes, ainda são desconhecidos ao sistema digestivo. Porém, é comprovado que o consumo excessivo sobrecarrega o fígado e está diretamente ligado com agravamento de quadros de TPM, enxaqueca e gastrite, já que muitos irritam a mucosa do estômago.

 

5. Temperos

 

Também segundo a FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos, existe uma quantidade de resquícios de insetos ou pelos de roedores que são permitidas em temperos. Seus padrões são de até 1250 pedacinhos de inseto para cada 10 gramas de tempero. A boa notícia é que a maioria dos produtos estão bem abaixo deste padrão.

 

Outro perigo é a utilização de temperos prontos. Muitos deles possuem excesso em sódio, gordura trans e saturada, e componentes como glutamato monossódico, que é um realçador de sabor e em excesso, pode trazer prejuízo à saúde. Por isso, invista em temperos naturais, que possuem diversos benefícios.

 

6. Chocolate branco

 

O chocolate branco, apesar de ser delicioso, não é exatamente chocolate. Segundo a FDA, para ser considerado chocolate, o produto tem que possuir pelo menos 10% de licor de chocolate, que é obtido quando o grão é moído. Mas o chocolate do tipo branco, na verdade, é feito com manteiga de cacau, leite e açúcar, sem licor de chocolate.

 

Chocolate faz bem à saúde?

 

Outros chocolates, como o amargo, proporcionam diversos benefícios à saúde, se consumido em quantidades moderadas. Protege o sistema cardiovascular, controla o colesterol, reduz a pressão arterial, tem ação antioxidante e proporciona sensação de bem estar.

 

Entretanto, o oposto também é verdade. O excesso de chocolate pode trazer malefícios. Pode causar reações alérgicas, contribui ao ganho de peso não-intencional, acne, doença do refluxo gastroesofágico e até diarreia para quem passa do limite.

 

7. Suco de fruta

 

Muitas vezes, o suco de fruta também não é 100% suco de fruta. Cheque a lista de ingredientes e, se ela for longa, pode ser uma dica de que o suco em questão não é exatamente o que você espera. Mesmo os que possuem "100% de suco" podem não ser verdadeiros e podem conter outros sucos mais baratos como de maçã e uva verde.

 

Além disso, a frutose, presente em alguns sucos industrializados, pode ser prejudicial à saúde. Este tipo de açúcar pode causar obesidade, hipertensão e diabetes, por exemplo. Sucos como os de maçã e pêra são ricos em frutose e pobres em vitamina C. Por isso, antes de comprar, analise os rótulos e evite os que possuem frutose de xarope de milho.

 

8. Baunilha


O aroma de baunilha é muito diferente do extrato de baunilha, então é importante ficar atento. Enquanto o extrato é feito com vagens de baunilha e um álcool simples - o etanol, o aromatizante é quase sempre feito com extratos de petroquímicos ou polpa de madeira.

 

Outra diferença entre esses produtos é que o extrato de baunilha não possui data de validade, enquanto que o aromatizante sim. Como se trata de um produto sintético, ele possui qualidade inferior que o extrato puro, por isso, a conservação é diferente.

 

9. Suco de laranja

 


O suco de laranja que não é concentrado acaba sendo pasteurizado, um processo que tira o oxigênio da bebida. Porém, este mesmo processo também tira muitas substâncias naturais que dão o sabor.

 

Além disso, o produtor pode armazenar este suco por mais de um ano, por isso, eles contratam empresas para fazer pacotes de sabores e adicioná-los para parecerem frescos. Entretanto, eles não são listados como ingredientes porque muitas vezes são feitos a partir da essência de laranja ou óleo.

 

Já a laranja in natura, por sua vez, é grande aliada para o organismo. É fonte de vitamina C, potássio, magnésio e betacaroteno, nutrientes que ajudam a prevenir problemas cardiovasculares e também o câncer.

 

O suco de laranja também possui tais propriedades e não é tão calórico como muitas pessoas pensam. Um copo de suco de 200ml possui 86 kcal para 20 gramas de carboidrato. Então, se está fazendo dieta, não é preciso cortar, mas ele precisa ser contabilizado.

 

10. Wasabi

 

Muitos restaurantes servem wasabi, porém, algumas vezes ele pode ser falso. Alguns podem servir uma mistura de rabanete e raiz de wasabi com farinha de mostarda, óleo, vinagre, xarope de milho rico em frutose e corante alimentício.

 

O wasabi real vem da raiz da planta wasabia. Cresce naturalmente em lugares frescos e úmidos e pode ser muito difícil de encontrar e colher. É preciso ralar a raiz na hora de comer, porque o sabor geralmente só dura cerca de 15 minutos após ralado.

 

Benefícios do wasabi

 

A culinária japonesa é muito saudável e traz benefícios à saúde. O wasabi verdadeiro é rico em nutrientes como potássio, cálcio, magnésio, fósforo e vitamina C. É considerado um alimento termogênico, que acelera o metabolismo, por isso ajuda na digestão, explica a nutróloga Paula Cabral. (Com Minha Vida)

 

 

 

 

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