5 dicas para usar o WhatsApp com mais privacidade

Um dos aplicativos de mensagens mais usados do Brasil, o WhatsApp também é dos que mais exige atenção com a privacidade.



Além de servir como meio de troca de informações sensíveis, a plataforma também costuma dedurar algumas coisas que o seu usuário está fazendo. Segundo o Olhar Digital, é possível proteger sua intimidade em alguns passos.

 

Saiba como aumentar a sua privacidade no WhatsApp escondendo suas atividades e protegendo seu bate papo.

 

 

1. Não ser visto online

 

Logo abaixo de seu nome, o seu status fica visível para os seus contatos, sendo possível ver quando você está online ou a última vez em que foi visto. Veja como desativá-lo:

1- Toque no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações;

2 - Vá em “Conta > Privacidade”;

3 - Em “Visto por último”, marque a opção “Ninguém”.

 

2. Desmarcar confirmação de leitura

 

Quando você instala o app, ele vem configurado para que os seus contatos saibam quando você leu uma mensagem. Mesmo que seja útil, essa opção não é positiva, pois talvez você não queira que as pessoas saibam quando você suas mensagens foram lidas. Aprenda a desabilitar o recurso:

1 - Siga os passos que foram realizados acima para acessar as configurações de privacidade;

2 - Deslize a tela para baixo e desmarque a opção de “Confirmação de leitura”.

Vale ressaltar que, ao desabilitar este recurso, você também não verá quando os seus contatos lerem as suas mensagens.

 

3.Esconder a foto de perfil

 

Você sabia que a sua foto de seu perfil pode ser definida para que apenas os seus contatos a vejam? Siga os passos:

1 - Acesso, mais uma vez, a tela de configurações de “Privacidade”;

2 - Vá na opção “Foto do perfil” e marque "ninguém".

 

4. Esconder as fotos e vídeos da galeria

 

Quando o usuário participa de grupos no WhatsApp ou até mesmo em conversas individuais, é comum receber muitas imagens e vídeos de seus contatos. Todo este conteúdo recebido pelo mensageiro acaba sendo exibido em sua galeria, o que pode não ser conveniente. Descubra como tirá-lo de lá:

1 - Baixe um explorador de arquivos como o ES File Explorer na Play Store;

2 - Abra o programa, navegue até a pasta do WhatsApp e entre em “Media > WhatsApp Images”;

3- Clique no ícone com “três pontos” e vá em “Novo > Arquivo”. Coloque o nome de “.nomedia”;

4 - Repita os passos acima para a pasta “WhatsApp Videos”.

Caso resolva que quer as suas imagens e vídeos de vola na galeria, basta apagar o arquivo “.nomedia” criado.

 

5. Desabilitar o backup de conversas

 

O WhatsApp pode armazenar suas conversas em serviços da nuvem como o Google Drive e o iCloud para facilitar a sua restauração depois. Para a sua privacidade, você talvez não queira isto habilitado. Se este é o seu caso, siga estes passos:

1- Dê um toque no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações;

2- Vá em “Conversas >Backup de conversas”;

3 - Clique em “Configurações do Google Drive” e marque a opção “Nunca”.

Para realizar a operação no iPhone, ao invés de ir em “Configurações do Google Drive”, toque em “Backup automático”.

 

 

 

Falar sobre desejos faz parte de um bom relacionamento

Um dos grandes geradores de conflito entre os casais é a comunicação, ou melhor, os ruídos causados por ela.

 

Tendemos a acreditar que o outro é capaz de compreender exatamente o que estamos querendo dizer, inclusive aquilo que está oculto na mensagem e que, inúmeras vezes, nem falamos por imaginar que está subentendido.



É perceptível a diferença entre homens e mulheres em termos de comunicação, tanto ao emitir quanto ao receber uma mensagem. Eles são mais diretos, dificilmente falam algo querendo dizer outra coisa. A palavra é um instrumento muito importante para os homens, ela é verdadeira e não há o que interpretar.

 

O que vale é a expressão verbal do sentimento. Falar o que pensa é mais importante do que se preocupar com o que os outros irão pensar. A mesma facilidade eles têm para dizer de forma objetiva o que desejam.

 

A comunicação e o comportamento masculino são, basicamente, coerentes. Do outro lado, as mulheres. Quase sempre deixando algo nas entrelinhas para ser descoberto, elas esperam que eles percebam o que querem, adivinhem seus pensamentos sem verbalizar os desejos claramente. Mais sensíveis aos sinais não verbais da comunicação, muitas vezes, elas fazem uma leitura completamente equivocada ao tentar entender o que estaria por trás do comportamento masculino, tomando o seu como referência.

 

 

Atitudes antagônicas na hora de se comunicar levam homens e mulheres a cometer erros de compreensão. Se ela estiver triste e disser que está tudo bem, provavelmente ele irá acreditar e ficará espantado no momento em que a verdade aparecer.

 

Na percepção feminina, o relacionamento ideal, com uma sintonia absoluta, estaria pautado na troca de olhares e na observação da linguagem corporal, sem necessidade de palavras. Mas, para manter e fazer prosperar uma relação, é necessário muito mais, é preciso empreender esforços para evitar desentendimentos, frustrações e discussões. O caminho é a transparência e objetividade na comunicação.

 

Ansiedade e insegurança na hora de expor os desejos só trarão frustrações. Se as reais expectativas não forem verbalizadas, nunca irão se concretizar. Bruna K., universitária, 24 anos, há seis meses fez o seu cadastro como Sugar Baby no site de relacionamentos Meu Patrocínio depois de uma grande decepção com o ex-namorado.

 

Quando questionada por ele sobre o que gostaria de presente de aniversário, respondeu “nada”. O que ganhou? Nada, exatamente como pediu. “Ele deveria ter percebido que eu esperava que ele procurasse um presente legal, algo que partisse dele e que tivesse a ver comigo. Aprendi a lição, agora digo exatamente o que quero”, comenta.

 

No relacionamento sugar, homens bem-sucedidos e economicamente poderosos – os Sugar Daddies - unem-se a mulheres mais jovens e atraentes para uma relação verdadeira e transparente, com propósitos alinhados desde o início, ou seja, uma convivência alicerçada em uma comunicação clara, sem joguinhos do tipo “adivinhe o que estou pensando e satisfaça a minha vontade”.

 

A comunicação é essencial nos relacionamentos e deve ser considerada uma aliada para alcançar os objetivos e transformar a relação em algo mais saudável e duradouro. Através dela é possível expressar verdadeiramente sentimentos e pensamentos. Se for eficaz, transparente e direta impedirá a criação de fantasias e expectativas que jamais serão atendidas.

 

 

 

Aprenda a fazer uma sopa detox verde para se aquecer sem sair da dieta

Nesse frio, uma sopa cai muito bem.

 

Apesar de ser considerado um prato leve, a sopa não é, sempre, a opção mais saudável, tudo depende da escolha dos ingredientes na hora do preparo.

 

Para unir nutrição e sabor, é possível preparar uma sopa detox e ajudar o organismo a eliminar as toxinas acumuladas no dia-a-dia, e ainda dar ao organismo muitas vitaminas. Confira a receita do site "Dicas de Mulher":

 

 VEJA COMO É SIMPLES PERDER DE 3 A 5KG EM APENAS 15 DIAS!



Ingredientes

 

½ maço de espinafre

½ talo de salsão

½ maço de escarola

½ maço de salsa

½ maço de acelga

½ abóbora japonesa

1 beterraba

1 abobrinha

1 chuchu

1 dente de alho picado

2 colheres (chá) de sal

1 colher (chá) de azeite extravirgem

1 litro de água

Pimenta do reino a gosto

 

Modo de fazer

 

Refogue o alho no azeite, adicione a água e deixe ferver. Adicione os demais ingredientes, deixe ferver por 30 minutos em fogo médio. Após esse tempo, acerte sal e pimenta. Você pode bater tudo no liquidificador e transformar a sopa em um creme ou deixar tudo em pedaços, fica a seu critério.

 

 

 

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Estudante brasileiro é campeão de estresse

Os números são assustadores: 56% dos alunos brasileiros estão entre os que ficam mais estressados pela alta carga horária de estudos.

 

Além disso, o país ocupa o segundo lugar no ranking de 180 países pesquisados, no quesito ansiedade.

 

A pesquisa foi apresentada pelo Programa de Avaliação Internacional de Estudantes da Organização para Cooperação Desenvolvimento Econômico (OCDE). O pior desse cenário é que esses transtornos continuam com a entrada dos jovens nas universidades.

 

De acordo com a pesquisa divulgada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), 30% dos alunos das Universidades federais do Brasil procuram atendimento psicológico e 10% fazem uso de medicamento psiquiátrico. Além disso, as tentativas de suicídio aumentaram, segundo a Lei de Acesso à informação.

 

 

Assim, fica a pergunta como equilibrar vida pessoal, estudantil e profissional dos nossos jovens? O período da infância para o Ensino Médio passa muito rápido e esse estudante tem a pressão de escolher a sua carreira com 17 anos de idade.

 

É fato que é preciso “correr atrás”, estudar, e etc, mas o lazer e ter bons relacionamentos nessa transição é o que fará esse jovem ser feliz antes de tudo e conseguir optar por uma profissão que realmente faça sentido para ele.

 

Logo, pais, professores, dirigentes estudantis, e os próprios alunos(a) podem adotar algumas ações para tornar mais benéfico o convívio entre responsabilidades e qualidade de vida.

 

Augusto Jimenez,psicólogo da Minds Idiomas, ressalta que o importante é cuidar do corpo e da mente. “As vezes não fazer nada é necessário”, afirma. (Com Bem Paraná)

 

 

 

Lasanha e ravioli juntinhos no mesmo prato

Acho que você nunca imaginou unir dois pratos tipicamente italianos em um só.

 

Mas sim, é possível e fica uma delícia. Anote a receite e arrase!



INGREDIENTES

 

- 4 xícaras de queijo muçarela
- 1 pacote de ravioli fresco de queijo parmesão
- 2 colheres de sopa de farinha de trigo
- 500 ml de leite
- 1 folha de louro
- Pimenta do reino a gosto
- 1 ½ xícara de molho de tomate
- 2 dentes de alho picados
- Azeite de oliva para refogar
- 1 cebola picada + ½ cebola inteira
- 400g de carne bovina moída
- Sal a gosto
- Folhas de manjericão fresco a gosto
- 3 cravos da índia
- 2 colheres de sopa de manteiga
- noz moscada a gosto
- 1 pacote de ravioli fresco de quatro queijos
- ½ xícara de queijo parmesão

 

MODO DE PREPARO

 

- Em uma panela quente, com um fio de azeite, refogar 1 cebola até que fique dourada, juntar o alho e quando começar a soltar perfume juntar a carne moída e refogar até que fique bem dourada.

- Juntar o molho de tomate e deixar ferver até que o molho fique bem preso a carne. Temperar com sal, pimenta do reino e folhas de manjericão. Reservar.

- Pegar a ½ cebola e prender uma folha de louro nele com o auxílio de 2 cravos da índia. Dica: A cebola piqué é utilizada no molho branco pois, além de não transferir cor ao molho, ela é retirada inteira da preparação deixando só seu aroma e sabor. Também é utilizada em outras preparações de sopas e caldos.

- Dispor a cebola piqué no leite e deixar em fogo baixo até começar a levantar fervura. Retirar a cebola pique. Reservar o leite em outro recipiente.

- Em uma panela, derreter a manteiga, juntar a farinha e sempre mexendo adicionar o leite. Mexer até engrossar e temperar com sal a gosto e noz moscada. Reservar.

- Em uma travessa, dispor uma porção de molho branco ao fundo e cobrir com ravioli de queijo parmesão.

- Dispor o queijo muçarela ralado, o molho com carne por cima e mais uma camada de ravioli quatro queijos.

- Cobrir com queijo muçarela ralado, molho branco e mais uma camada de ravioli de parmesão.

- Cobrir com queijo muçarela, molho com carne e fazer uma última camada de ravioli de quatro queijos.

- Cobrir com o molho branco e o queijo muçarela ralado. Dispor o queijo parmesão por cima e levar ao forno 200 graus por 30 minutos.

 

 

 

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54% das crianças acima dos 2 anos já têm equipamentos eletrônicos

O seu filho(a) tem algum aparelho eletrônico? Você precisa adverti-lo(a) para que saia da frente do computador, tablet, televisão etc.?

 

Saiba que este é um problema que atinge milhares de crianças em todo mundo.



Segundo a pesquisadora Ana Lúcia Pinto de Camargo Meneghel, em seu estudo A infância não é virtual, quando a criança passa muito tempo entretida com equipamentos eletrônicos deixa de fazer o que é importante para o seu desenvolvimento como estudar, socializar com outras crianças, praticar esportes, entre outras atividades.

 

O trabalho de Ana Lúcia constatou que as crianças passam de 4 a 6 horas em média em frente a equipamento eletrônicos: “Alguns especialistas orientam que até seis anos de idade a criança pode ficar até uma hora em frente a esses equipamentos e até 12 anos e mais idade, duas horas em contato com os eletrônicos.”

 

A tecnologia não é apresentada no artigo da pesquisadora como vilã, mas o seu mau uso, fazendo com que a criança deixe de brincar, explorar e de se relacionar com outras crianças. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou em 2016 um manual ‘Saúde de Crianças e Adolescentes na Era Digital’ e dentre as recomendações está o de desencorajar, evitar e até proibir a exposição passiva em frente às telas digitais no caso de crianças com menos de 2 anos de idade, principalmente nos momento das refeições e antes de dormir.

 

Outra recomendação é a de que os responsáveis pela criança e adolescente monitorem os sites, programas, filmes e vídeos a que se expõem e principalmente, fiquem atentos à troca de mensagens nas redes sociais.

 

Crianças e Eletrônicos – Estudo 2018

 

O site Trocando Fraldas desenvolveu o estudo Uso de Eletrônicos por Crianças. Entre os dias 10 e 14 de março foi disponibilizado um questionário e quase 3 mil mães e pais de crianças pequenas de todo o Brasil participaram do levantamento. O estudo mostrou que 54% das crianças acima dos 2 anos de idade já têm algum equipamento eletrônico. Outro dado importante é que 1 em cada 7 crianças menores de 2 anos e com mais de 6 meses já possuem algum aparelho próprio.

 

Dentre as crianças pequenas, o celular é o aparelho mais comum, um terço das crianças acima de 2 anos já têm o eletrônico. Depois do celular, a pesquisa mostra que o tablet é o aparelho mais utilizado, 1 em cada 4 crianças de 2 anos ou mais já têm o próprio equipamento.

 

O tempo em frente aos aparelhos eletrônicos também fez parte do questionário da pesquisa e ficou provado que 66% das crianças pequenas passam mais de uma hora por dia com equipamentos eletrônicos e 1 a cada 20 crianças passa mais de 6 horas com os aparelhos.

 

O que os pais acham disso?

 

A pesquisa do portal também mostra que os eletrônicos que chegam às crianças porque elas pedem representam o percentual de 30%. As crianças que têm eletrônicos porque os pais consideraram adequado representa o percentual de 31%. Sete em cada 8 mães e pais afirmam que estimulam os seus filhos a brincar ao ar livre.

 

 

 

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