O molho de pimenta dica ótimo com carnes, mas você também pode colocar no arroz e nos legumes. Conheça uma das receitas mais rápidas deste tempero picante, saboroso e aromático.
Ingredientes
200 g de pimenta dedo-de-moça
200 ml de azeite extra virgem
1 cabeça de alho
1 mão de salsa desidratada
1 mão de orégano
1/2 lata grande de extrato de tomate
1 cebola e 1/2 (roxa)
500 ml mais ou menos de vinagre de álcool branco
1 colher rasa de sopa de sal
3 folhas de louro
1 pitada servida de noz moscada
100 g de azeitona (opcional)
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Modo de preparo
Bata tudo no liquidificador e coloque em um vidro esterilizado
Deixe na geladeira e depois é só consumir.
A fabricação excessiva do sebo do couro cabeludo deixa o cabelo com aspecto sujo e sem volume, tudo por conta da oleosidade. Isso pode gerar complicações, como dermatites, caspa e queda capilar.
Além de possíveis alterações hormonais, há outros fatores que colaboram para o estímulo das glândulas sebáceas a produzirem maior oleosidade. Por isso o 'UOL' publicou nove mandamentos para acabar de vez com esse problema. Siga os passo e fique livre de uma vez desse problema.
1. Mantenha os fios limpos
A rotina de higiene é importante. Há quem faça poucas lavagens ou aposte na limpeza diária. Os dois modos podem incentivar a oleosidade. O mais indicado é investir em lavagens em dias alternados para conservar um equilíbrio.
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2. Diga adeus à ducha quente
Culpada pelo ressecamento dos fios e por estimular a produção de óleo, a água em uma temperatura alta está fora de cogitação. Lave os fios com água fria para que fiquem mais saudáveis e sem frizz.
3. Use os produtos certos
Existe um motivo para o mercado oferecer xampus e condicionadores específicos para cada tipo de fio. Nesse caso, opte por itens com tensoativos que funcionam como um agente desengordurante removendo todo o óleo. Mas atenção caso só a raiz seja oleosa. Se for assim, use um produto assim apenas nessa região e outro com fórmula para cabelo misto para comprimento e pontas.
4. Tire todo o produto dos fios
O acúmulo de substâncias no cabelo também colabora para deixá-lo pesado e seboso. Deve-se redobrar a atenção porque os resíduos podem provocar a proliferação de fungos. Isso acontece, principalmente, com quem exagera na aplicação de creme sem enxágue, por exemplo, que acaba obstruindo os poros. Portanto, água em abundância nunca é demais.
5. Manter distância da raiz
Muitas pessoas cometem o erro de passar condicionador na raiz, sendo que o correto é aplicá-lo apenas no comprimento e pontas. O mesmo deve ser feito com os aparelhos quentes, como secador, prancha ou babyliss. O calor também ativa a produção de óleos no couro cabeludo. Então, mantenha sempre uma distância razoável. No uso de secador, ele deve ficar no mínimo 20 cm longe da raiz.
6. Tenha o xampu a seco por perto
Não deve ser usado com frequência, mas é um excelente quebra galho, caso surja um evento de última hora e o cabelo precise de um trato. O xampu a seco tem um efeito como talco, absorvendo bem a oleosidade.
7. Aposte em táticas de emergência
Se você está sem tempo e precisa driblar aqueles fios grudados na testa, uma dica rápida e eficaz é lavar só a franja na torneira com xampu. O restante do cabelo pode ganhar um penteado, como coque ou rabo de cavalo. Outra maneira é simplesmente mudar a risca do cabelo de lugar e tirar o foco da parte oleosa.
8. Invista num tratamento profundo
Ao menos uma vez por mês, principalmente para quem apresenta uma raiz muito oleosa, vale ir ao salão para fazer um detox no couro cabeludo. Além de uma limpeza mais profunda na região, o profissional pode realizar uma avaliação mais detalhada para saber se deve aplicar outro tipo de tratamento, como reposição de aminoácidos.
Muitos usuários do Instagram e do Snapchat já devem ter percebido que atualmente não é mais possível adicionar GIFs ás suas “histórias” nos aplicativos.
É que no último fim de semana, as duas redes sociais decidiram retirar a função após a descoberta de um gif racista! Segundo o site ‘TechCrunch’, quando efetuada a busca com o termo “crime”, aparecia uma imagem que simula um contador de mortes de negros rodado por um macaco. No gif, um homem branco pedia para que o animal continuasse trabalhando já que os números não paravam de aumentar!
Procurados pelo ‘Tech Crunch’, ambos os aplicativos informaram tratar-se de uma suspensão temporária. Um representante do Snapchat disse que os gifs ficarão de fora enquanto a equipe do “Giphy” – serviço que fornece essas imagens para ambas as plataformas – não resolver a questão.
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O Giphy permite que seus usuários adicionem imagens animadas ao catálogo, mas deixa explícito em suas diretrizes a intolerância a gifs ofensivos e obscenos. Em comunicado enviado ao site Engadget, um porta-voz do serviço explicou que houve um erro nos filtros de moderação de conteúdo e que o mesmo já foi revisto.
“Um usuário descobriu um adesivo GIF ofensivo em nossa biblioteca, e nós imediatamente removemos por nossas diretrizes de conteúdo. Este adesivo estava disponível devido a um bug em nossos filtros de moderação de conteúdo que afetam especificamente os adesivos GIF. Corrigimos o erro e re-moderamos todos os adesivos GIF em nossa biblioteca.
O pessoal da GIPHY também está revisando cada adesivo GIF manualmente, num processo que deve ser concluído em breve. Nós assumimos a responsabilidade total por esses eventos recentes e sinceramente pedimos desculpas a quem possa ter se ofendido“, finalizou.
Quem nunca ficou preocupado com o vazamento de suas senhas na Internet?
O LastPass é um cofre digital de senhas que oferece uma maneira simples de saber se suas informações foram expostas.
O TechTudo explica que o serviço funciona por meio de um plugin para Google Chrome. O recurso faz uma varredura nas suas credenciais cadastradas na plataforma e compara com bases de dados conhecidas de dados vazados.
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A funcionalidade está oculta na função "Desafio de Segurança", modo de checagem de logins que também permite alterar senhas automaticamente na web.
A publicação listou o passo a passo de como usar o LastPass no PC. Saiba se a sua senha já vazou na web:
1. Faça o download e instale a extensão do LastPass para Chrome ao clicar em “Usar no Chrome” e, em seguida, escolha “Adicionar extensão”;
2. Abra o ícone da extensão na barra do navegador e faça login na conta do LastPass. Se ainda não tiver uma conta, crie uma nova. Para analisar suas senhas é preciso configurar o cofre digital e incluir dados de login manualmente no serviço;
3. Clique em “Mais opções”;
4. Acesse o item “Desafio de segurança”;
5. Clique em “Mostrar minha pontuação” para iniciar a análise das suas credenciais armazenadas no LastPass. O serviço deverá pedir a redigitação da senha master para prosseguir;
6. O LastPass fará uma aálise e pedirá permissão para comparar os seus e-mails com bases de dados de logins vazados na internet. Marque os itens que deseja investigar e vá em “Continuar”;
7. Se não houver detecções, o LastPass irá emitir uma mensagem de sucesso em inglês (“Great News!”);
8. No entanto, se houver algum problema, a página mostrará uma lista de serviços com senhas que foram vazadas e precisam ser alteradas imediatamente. Marque os itens desejados e clique em “Atualizar agora” para iniciar o alterador automático de senhas do LastPass;
9. O serviço irá abrir os sites um por um em novas abas e executar a alteração de senha automaticamente, com substituição das informações anteriores por sequências fortes, difíceis de serem adivinhadas. Deixe as abas do navegador abertas enquanto o processo está em execução.
Após trocar as senhas, a informação é atualizada no cofre digital para ser usada pelo preenchimento automático do LastPass no PC ou no celular. Embora os códigos possam ser consultados na busca da plataforma, o serviço fará futuros logins por conta própria, sem interferência do usuário.
A professora de Psicologia da Universidade da Flórida Laurie Mintz, revelou a ligação existente entre a qualidade da vida sexual e a duração do sono.
Os resultados da pesquisa foram publicados na revista 'The Conversation'.
Mintz apontou que cada terceiro norte-americano adulto não dorme horas suficientes. Com isso, 31% dos homens e 45% das mulheres estão insatisfeitos com sua vida sexual.
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A investigadora acredita que estes indicadores estão interligados. E não apenas porque as pessoas dormem e fazem sexo no mesmo lugar — na cama. Mas também porque mau sexo e mau sono têm a mesma causa — o estresse.
Segundo Mintz, as pessoas entram em um círculo vicioso: sexo ruim leva a problemas no sono e estes, por sua vez, diminuem o desejo sexual. Pelo contrário, bom sexo garante bom sono.
A pesquisa mostrou que, para as mulheres, apenas uma hora extra de sono fez com que 14% das participantes tivessem melhor sexo no dia seguinte. (Com Sputnik News)
O aplicativo de paqueras Jaumo (www.jaumo.com) consultou mais de 365 mil usuários de 25 países para saber se ainda acreditam no amor verdadeiro, aquele grande amor da sua vida, e se poderiam manter um relacionamento de longa distância.
Para os que esperam encontrar sua cara-metade, a tecnologia claramente acelera a busca, embora os números ainda reflitam que o caminho para o amor continua não sendo nada fácil.
As respostas dos usuários refletem que o romance está presente na maioria dos homens portugueses já que 70,9% dos entrevistados dizem ainda acreditar no amor. Os mexicanos estão perto, com 64,45%, e os espanhóis com 63,76%. Os argentinos firmes com 62,54% e os chilenos com 62,28% pareceriam estar também no alto da escala romântica, seguidos pelos brasileiros com o 55,82%.
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Nas culturas latinas são as mulheres as que parecem estar perdendo a esperança já que somente a metade ainda mantém a fé no amor e são as portuguesas que lideram com 57,55%.
Novamente as mulheres mexicanas se colocam no segundo lugar (55,28% de aprovação entre as mulheres entrevistadas), seguidas pelas espanholas com 54,88% e as argentinas com um 52,11%. As chilenas levam 49,70% e as garotas brasileiras 45,33%. Em comparação com os solteiros masculinos, as solteiras de culturas latinas acreditariam consideravelmente menos no amor verdadeiro.
A pesquisa consultou também se eles já têm um relacionamento que tenha surgido de um aplicativo de paquera e se mudariam de cidade por causa do amor.
A Bélgica também foi um dos países que participou da enquete. Os belgas dariam (quase) tudo por amor: 70,40% deixariam suas casas por amor e se mudariam a uma nova cidade. Os homens portugueses (67,34%), por sua vez, também aceitariam um movimento a favor do amor inclusive deixando seu maravilhoso clima mediterrâneo.
Na América Latina, 61,19% dos chilenos se mudaria de cidade para morar junto com sua companheira enquanto os homens do resto das regiões mostrou os seguintes resultados: México (59.62%), Argentina (58.63%) Colômbia (56.30%), Brasil (51.84%).