Internacional e Botafogo entram em campo às 18h30 deste sábado, estádio no Beira-Rio, em Porto Alegre.
Afundado na crise, o Inter tenta voltar a vencer após quatro partidas (duas derrotas e dois empates). Ramón Díaz fará o terceiro jogo pelo clube gaúcho, o segundo em casa. O argentino busca os três pontos para melhorar a situação na tabela e ir para a data Fifa com mais tranquilidade. O Colorado está em 15º lugar com 29 pontos.
O Botafogo venceu o Bahia por 2 a 1 na última rodada e ingressou no G-4 pela primeira vez. Agora, o time depende de si para se manter no alto da tabela e busca a vitória diante do Internacional – o Alvinegro é o quarto melhor visitante do Brasileirão. O atual campeão ocupa a quarta colocação com 43 pontos.
Inter
Novidade no segundo tempo contra o Corinthians, o esquema com três zagueiros pode aparecer pela primeira vez desde o início com a nova comissão. Neste caso, Gabriel Mercado retomaria um lugar no time. Luis Otávio é desfalque de última hora. Com isso, Bruno Henrique segue no time ao lado de Thiago Maia, de volta à formação titular.
Botafogo
Em relação ao time titular, o técnico italiano não tem o zagueiro Kaio Pantaleão, que saiu do último jogo com dores no joelho esquerdo. Além dele, não conta com os três laterais-esquerdos do elenco, com Cuiabano suspenso e Alex Telles e Marçal com dores. Com isso, a tendência é que improvise o zagueiro David Ricardo na posição.
Por GE
Modalidade de crédito que permite ao pagador dividir um Pix em parcelas, mesmo sem limite no cartão de crédito, o Pix Parcelado só terá a regulação publicada na última semana de outubro, informou nesta sexta-feira (3) o Banco Central (BC). Prevista para ser lançada em setembro, a nova ferramenta foi adiada.

Segundo o BC, a primeira etapa da regulação padronizará a definição do produto, para melhorar a experiência dos usuários. As soluções privadas de oferta de crédito ou parcelamento de pagamento vinculadas à realização de um Pix, amplamente ofertadas pelas instituições financeiras, poderão continuar a vigorar, desde que não afrontem a regulação.
No início de dezembro, o BC detalhará os procedimentos operacionais e a padronização da experiência do usuário, tanto na contratação da operação de crédito associada à transação de pagamento quanto no pagamento das parcelas da operação. Após a publicação, haverá um prazo para que as instituições financeiras e de pagamento adequem-se às regras estabelecidas pelo BC.
O BC oficializou o adiamento do Pix Parcelado e informou o novo cronograma das regulações na reunião do Fórum Pix. Comitê consultivo permanente com cerca de 300 participantes do sistema financeiro e da sociedade civil, o Fórum Pix tem como objetivo subsidiar o BC na definição das regras e dos procedimentos que disciplinam o funcionamento do sistema de transferências instantâneas.
Bloqueio de chaves
O BC também informou que a partir deste sábado (4) bloqueará as chaves Pix marcadas pelas instituições participantes como utilizadas para golpes e fraudes. Segundo o BC, esse é mais um mecanismo para fortalecer a segurança da ferramenta.
Por Agência Brasil
Empatados na tabela do Brasileirão, Red Bull Bragantino e Grêmio se enfrentam neste sábado, 4, pela 27ª rodada da competição. O jogo começa às 19h30, no estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista.
O Massa Bruta é o nono colocado, com 33 pontos. Está acima do Grêmio, que tem a mesma pontuação, por ter uma vitória a mais. Na última rodada, o Braga empatou por 1 a 1 com o Mirassol, fora de casa. São cinco jogos seguidos sem vitória da equipe, que tenta encerrar esse jejum. Em duelos contra o Grêmio, o Bragantino defende a invencibilidade de nunca ter perdido em casa para o Tricolor. São nove jogos em Bragança Paulista, com cinco vitórias do Massa Bruta e quatro empates.
O Grêmio vive uma ascensão no Brasileirão e tem quatro jogos sem perder, com duas vitórias e dois empates. A busca é por pelo menos pontuar no interior paulista, já que está na 10ª colocação, logo atrás do rival. Na rodada do meio da semana, o Tricolor empatou em 1 a 1 com o Santos na Vila Belmiro.
Bragantino
O volante Fabinho e o meia Jhon Jhon, que estavam suspensos na última rodada, voltam a ficar à disposição de Fernando Seabra. Jhon Jhon deve reassumir a condição de titular no lugar de Gustavinho. Na lateral-esquerda, há dúvida se Juninho Capixaba volta a ser titular ou a posição segue ocupada por Vanderlan.
No meio, Gabriel recebeu o terceiro cartão amarelo e está suspenso. No lugar dele, Fabinho é o mais cotado para a vaga.
Grêmio
O atacante Alysson é o mais novo desfalque, suspenso. Assim, Amuzu deve entrar na equipe pela ponta esquerda, com o retorno de Pavon ao lado direito. Marcos Rocha participou do treino desta sexta e deve voltar ao time. Se o lateral não tiver condições, o volante Dodi entra no time, com o zagueiro Gustavo Martins na lateral e Noriega recuado para a zaga. Kannemann deve retornar na defesa.
Por GE
Fluminense e Atlético-MG duelam às 18h30 (horário de Brasília) deste sábado, no Maracanã, em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O Fluminense vem de uma sequência de três partidas sem perder no Brasileirão, mas a frustração do empate no fim contra o lanterna Sport pesa sobre o time. O Tricolor tenta entrar na briga por uma vaga na Libertadores. Hoje é o 8º colocado.
O Atlético-MG vem de dois jogos em casa pelo Brasileiro - venceu o Mirassol e empatou com Juventude. Agora, espera dar uma resposta como visitante para quebrar uma sequência de quatro meses sem vencer longe dos seus domínios. No meio disso, o time quer se afastar do Z-4. Quatro pontos separam o time do Vitória na tabela.
Fluminense
O técnico argentino chega ao terceiro jogo no comando do time sem muito tempo para treinar ou testar novidades. A tendência é pela manutenção da base dos últimos dois jogos, com os retornos de Samuel Xavier e Thiago Silva entre os titulares.
Atlético-MG
O treinador contará com quatro retornos importantes. O goleiro Everson, o zagueiro Júnior Alonso, o lateral Guilherme Arana e o atacante Hulk estão à disposição. A expectativa é de que todos apareçam na escalação inicial.
Por GE
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) lançou nesta sexta-feira (3), no mês do Outubro Rosa, que conscientiza sobre o câncer de mama, a publicação Controle de câncer de mama no Brasil: dados e números 2025, com informações sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, prevenção, acesso a exames e tratamento para ajudar profissionais de saúde e gestores pelo país. 

Segundo o Inca, o câncer de mama é o que mais mata mulheres no Brasil. São estimados 73.610 novos casos este ano. Em 2023, foram contabilizadas mais de 20 mil mortes pela doença no país. Entre 2020 e 2023, houve redução da mortalidade entre mulheres na faixa entre 40 e 49 anos.
De acordo com o relatório, o Sudeste é a região com maior incidência da doença, e Santa Catarina, no Sul, registra a maior taxa entre as unidades da federação. Em relação à mortalidade, as regiões Sul, Sudeste e Nordeste lideram, e as maiores taxas estão em Roraima, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, respectivamente.
A chefe da Divisão de Detecção Precoce e Organização de Rede do Inca, Renata Maciel, disse que nos últimos 3 anos tem melhorado o tempo entre o diagnóstico e o primeiro tratamento, com destaque na Região Sul, que tem o maior percentual de casos tratados em 60 dias.
"A mortalidade em mulheres de 80 anos ou mais tem aumentado e tem reduzido essa mortalidade em idades mais jovens. O maior percentual de mortes está na população entre 50 e 69 anos", disse.
Para Renata, ainda se tem que melhorar a cobertura do rastreamento, que é baixa no Brasil. "Precisamos aumentar essa cobertura para 70%, e hoje a gente tem uma variação em alguns estados do Norte em torno de 5,3% e no Espírito Santo, de 33%. É muito baixo. Nosso foco é centrar esforços nesse rastreamento organizado para que as mulheres façam a mamografia a cada dois anos".
O diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde , José Barreto, lembra que o rastreamento e o diagnóstico precoce fazem parte da proposta do programa Agora Tem Especialista, lançado pelo governo federal.
"Estamos com o propósito de redução da fila de espera no tratamento. O tempo é vida no câncer. Incorporamos novos medicamentos", afirmou.
Por - Agência Brasil
O governo federal está propondo mudanças no processo de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A principal delas é o fim da obrigatoriedade de frequentar aulas de autoescola na preparação para os exames teórico e prático dos departamentos de Trânsito (Detran) estaduais.

Com isso, o custo para tirar o documento, que hoje chega a R$ 3,2 mil, poderá cair em 80%.
Na última quinta-feira (2), o Ministério dos Transportes abriu uma consulta pública sobre o tema. A minuta do projeto ficará disponível por 30 dias na plataforma Participa + Brasil e, durante esse período, qualquer cidadão poderá enviar sugestões e contribuições. Depois, o texto seguirá para análise do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
De acordo com a pasta, o objetivo das mudanças é modernizar o processo de obtenção da CNH e tornar o documento mais acessível e barato para a população, especialmente nas categorias A (motocicletas) e B (veículos de passeio).
“Além disso, ao tornar a CNH mais acessível, mais cidadãos deixarão de dirigir sem habilitação, contribuindo para um trânsito mais regularizado e seguro. Hoje, 20 milhões de brasileiros dirigem motos e carros sem carteira de habilitação”, diz a pasta.
A proposta prevê que o candidato possa escolher diferentes formas de se preparar para os exames teórico e prático, que continuarão obrigatórios para a emissão da CNH. “São esses exames que atestam se o condutor está devidamente capacitado para dirigir. O objetivo é modernizar o sistema atual, garantindo mais liberdade e economia aos futuros motoristas, sem abrir mão das exigências de segurança viária”, explica o comunicado.
Confira um perguntas e respostas do Ministério dos Transportes sobre a proposta:
Como obter a CNH?
A abertura do processo será feita diretamente pelo site da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) ou por meio da Carteira Digital de Trânsito (CDT).
Será obrigatório frequentar os Centros de Formação de Condutores (CFCs) para as aulas?
Não. O conteúdo teórico poderá ser estudado de forma presencial nos CFCs, por ensino a distância (EAD) em empresas credenciadas ou, em formato digital, oferecido pela própria Senatran.
O aluno terá que cumprir um número mínimo de aulas práticas?
Não. O novo modelo retira a exigência de carga horária mínima de 20 horas-aula práticas. O candidato poderá escolher como fará sua preparação: contratando um centro de formação de condutores ou um instrutor autônomo credenciado pelos Detrans. Isso permite adaptar a formação às necessidades de cada pessoa e reduzir custos, mantendo a obrigatoriedade de ser aprovado nos exames teórico e prático para obter a CNH.
E como ficam as categorias C, D e E?
A proposta também prevê a facilitação dos processos de obtenção da CNH para as categorias C (veículos de carga, como caminhões), D (transporte de passageiros, como ônibus) e E (carretas e veículos articulados) permitindo que os serviços sejam realizados pelas autoescolas ou por outras entidades, com o objetivo de tornar o processo mais ágil e menos burocrático.
Como o novo modelo irá baratear o custo da CNH?
O custo para obtenção da CNH poderá cair em até 80%, resultado da ampliação das formas de oferta da formação teórica, inclusive contando com formatos digitais, e a dispensa da carga horária mínima nas aulas práticas. A maior liberdade de escolha para o candidato torna o processo mais flexível, amplia o acesso e estimula a concorrência, o que deve reduzir os preços para obter a primeira habilitação.
O projeto diminui a importância dos CFCs?
Não. Os CFCs continuarão oferecendo aulas, mas a exigência legal de carga horária mínima para aulas práticas será dispensada. Além disso, os centros de formação poderão ofertar seus cursos também na modalidade EAD. Dessa forma, os centros de formação de condutores seguirão oferecendo serviços complementares e personalizados, com foco em qualidade e acessibilidade.
O novo modelo aumenta a segurança no trânsito?
Sim. A expectativa é ampliar o número de condutores habilitados e reduzir a condução sem formação adequada. A formalização do processo contribui para diminuir a informalidade e fortalecer a fiscalização. Vale lembrar que, assim como no modelo atual, as habilidades para dirigir em vias públicas continuarão sendo avaliadas por exames teóricos e práticos obrigatórios. As aulas, por si só, não garantem que o candidato esteja apto; é a prova que atesta se ele realmente possui as competências necessárias para dirigir com segurança.
Quem irá se beneficiar com a proposta?
Todos os brasileiros, especialmente aqueles com menor renda. Atualmente, cerca de 161 milhões de brasileiros estão em idade legal para dirigir, mas muitos ainda não possuem habilitação, em grande parte devido ao alto custo do processo atual.
Como será o procedimento para credenciar instrutores autônomos?
Os instrutores deverão ser credenciados pelos Detrans. A Senatran permitirá a formação desses profissionais por cursos digitais. Os cursos para instrutores poderão ser feitos à distância, mas seguirão critérios rigorosos definidos pelos Detrans e pela Senatran, com conteúdos padronizados, avaliação final obrigatória e controle digital, garantindo a qualidade da formação. Nenhum profissional poderá atuar sem credenciamento oficial: todos passarão por avaliação, deverão cumprir requisitos legais e serão identificados digitalmente na Carteira Digital de Trânsito.
O processo será menos burocrático?
Sim. O projeto prevê o uso de soluções tecnológicas, como plataformas que conectem candidatos e instrutores, semelhantes a aplicativos de mobilidade. Essas ferramentas poderão oferecer agendamento, geolocalização e pagamentos digitais.
Existem outros países que já adotam essa medida?
Sim. A proposta se inspira em práticas de países como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Japão, Paraguai e Uruguai, onde os modelos de formação são mais flexíveis e centrados na autonomia do cidadão.
Por - Agência Brasil


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