ANP: preço médio do diesel S10 nos postos sobe 0,32%, para R$ 6,22 por litro

O preço médio do diesel S10 nos postos de abastecimento do País teve nova alta nesta semana, de 0,32%, subindo para R$ 6,22 por litro entre os dias 17 e 23 de setembro. Nos sete dias anteriores, de 10 a 16 de setembro, o produto custou, na média nacional, R$ 6,20 ao consumidor final. As informações são da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP). Esta foi a oitava semana seguida de aumento no preço médio do diesel S10 para os consumidores.

A última vez em que o diesel S10 mostrou queda no preço médio nas bombas foi no fim de julho, saindo de R$ 4,99 por litro, entre 16 e 22 de julho, para R$ 4,98 por litro de 23 a 29 daquele mês. Na semana seguinte, de 30 de julho a 5 de agosto, o diesel subiu ligeiramente, a R$ 5,00, dando início à trajetória de alta que perdura até hoje.

Há influência tanto da cobrança de tributos quanto de reajustes nas refinarias. Em 15 de agosto, a Petrobras anunciou um reajuste de 25,8%, ou R$ 0,78 por litro, no diesel S10 nas refinarias da estatal. O custo do combustível foi afetado também pela volta de parte dos impostos federais PIS/Cofins, em setembro, que tem ainda aumento previsto para outubro. Houve retomada ainda da cobrança sobre o biodiesel, que representa 12% da mistura vendida nos postos e impacta o preço final do diesel S10.

 

GLP

A ANP informou ainda que o gás liquefeito de petróleo (GLP), ou gás de cozinha, apresentou uma nova alta de 0,68% no preço médio do botijão de 13 quilos na última semana. O produto passou a custar R$ 101,66 na média nacional, entre 17 e 23 de setembro, ante R$ 100,97 na semana anterior, de 10 a 16 de setembro.

 

 

 

Por InfoMoney

 

 

 

Onda de calor não deve afetar plantio de soja, mas produtores devem ficar alertas

 

O calor extremo que atinge algumas áreas do Brasil ainda não representa riscos para a safra de soja da temporada 2023/24, que está em fase inicial de plantio. No entanto, isso não significa que o produtor está livre de preocupações com o clima extremo neste período.

Em Mato Grosso, maior produtor nacional de soja, as temperaturas passaram dos 40°C em algumas regiões nos últimos dias, cenário que coloca as sementes em risco.

“As temperaturas elevadas tornam o solo ainda mais quente. Por exemplo, se está 30°C, o solo está pelo menos 10°C acima disso. Semear a soja ainda em setembro é se expor ao risco. Risco esse que aumenta em anos de El Niño, como é o caso desta safra”, destaca Fabio Marin, professor do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq/USP.

Com o cenário de clima atual no Estado, Marin orienta os produtores mato-grossenses a aguardarem mais 20 dias para o início da semeadura.

“O final de setembro costuma ser o período mais quente do ano. Com isso, a recomendação é que o produtor acompanhe de perto esse risco climático. A tendência é que a chuva se estabilize na segunda quinzena de outubro em Mato Grosso, perdendo força a partir de março. Podemos ter um estreitamento do período de umidade, algo que normalmente acontece com a influência do El Niño”, pontua o especialista.

 

Chuvas no Paraná

 

Já no Paraná, que semeou mais de 10% da área para esta safra, o cenário de clima é um pouco diferente em relação ao Mato Grosso. Nas regiões oeste e sudoeste do Estado, as condições hídricas do solo estão adequadas, o que deve favorecer o avanço da safra nesses locais, segundo Pablo Nitsche, agrometeorologista do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná).

“O norte do Estado vem recebendo menos chuvas, e talvez o produtor aguarde o retorno da umidade para realizar a semeadura. À medida em que as precipitações retornarem, o plantio volta a acelerar novamente, e em dentro de 30 dias, praticamente veremos áreas semeadas em todas as regiões do Paraná”, prevê Nitsche.

Sobre o aumento das temperaturas, o agrometeorologista lembra que a primavera geralmente é marcada por recordes nos termômetros, mas que o calor é compensado, em partes, pelo maior volume de precipitações, que deverão ser impulsionadas pelo El Niño.

“O produtor deve fazer o acompanhamento do clima para quantificar os riscos neste início de semeadura. Algumas ferramentas, como o aplicativo que monitora as zonas de estiagem no Paraná podem ajudar com os cuidados sobre a lavoura”, conclui o agrometeorologista do IDR.

 

 

 

Por Globo Rural

 

 

 

Com enxurradas no RS e preços 40% menores, safra de trigo preocupa produtores

 

As chuvas torrenciais que atingiram especialmente o Rio grande do Sul nas últimas semanas causaram prejuízos de mais de R$ 1 bilhão aos produtores do Estado.

A Emater-RS divulgou, nesta quinta-feira (21/9), que a condição climática extrema deve afetar também as lavouras de trigo. A entidade estima uma produtividade de 3.021 quilos por hectare, uma redução de 12,6% em relação ao ano passado. O RS é o maior produtor nacional do cereal, responsável por garantir mais da metade do consumo brasileiro.
Em ritmo acelerado, plantio de soja no Brasil supera a média dos últimos cinco anos

 

plantio da safra brasileira de soja do ciclo 2023/24 chegou a 2,30% da área até esta sexta-feira (22/9), informou a Pátria Agronegócios.

Segundo a consultoria, os trabalhos estão acima dos 2,06% semeados em igual período do ano passado, e também superam a média de 1,71% dos últimos cinco anos.

“Nunca tivemos um começo de plantio tão acelerado como nesta safra”, destacou Matheus Pereira, diretor da Pátria.

Neste momento, o destaque é o Paraná, onde a semeadura já passa dos 10%.

“O Paraná se destaca até o momento, com boa umidade nos solos propiciando rápido avanço da semeadura. Nos demais Estados, os volumes de chuvas acumulados ainda impedem avanço mais significativo, o que deve se manter por pelo menos mais uma semana”, disse a consultoria, em nota.

A Pátria estima que 44,4 milhões de hectares com soja serão cultivados em 2023/24, incremento de 0,48% em relação à temporada anterior.

 
 
 
Por Globo Rural
 
 
 
São Paulo x Flamengo duelam pela final da Copa do Brasil; veja premiação, prováveis escalações e clima

 

São Paulo e Flamengo se enfrentam pela final da Copa do Brasil, neste domingo (24), às 16h, no Morumbi. As equipes chegam em situações diferentes, mas com uma coisa em comum: pressionados.

Pelo lado tricolor, depois do jogo da ida, o clima é de confiança para a busca do título inédito. No entanto, a falta da conquista é de fato um peso para um clube quando se entra em uma decisão.

Sem conquistar um título de relevância desde 2012, o São Paulo vem de fracassos na temporada passada que seguem vivos na memória do torcedor. No Paulistão, abriu 3 a 1 sobre o Palmeiras na ida, mas a derrota por 4 a 0 na volta trouxe o vice ao time. Além disso, o vice na CONMEBOL Sul-Americana do ano passado ainda segue entalado na garganta do torcedor.

Por conta disso, o clima de cautela e pés no chão se faz muito presente dentro do Morumbi, que terá casa cheia na expectativa pelo primeiro título de Copa do Brasil na história.

Do outro lado, o Flamengo chega bem mais pressionado do que o São Paulo. Time de maior investimento no país, o Rubro-Negro vive uma temporada marcada pelo fracassos de tudo o que disputou em 2023.

Sem os títulos do Campeonato Carioca, Supercopa do Brasil, CONMEBOL Recopa, Mundial de Clubes e CONMEBOL Libertadores, o Flamengo tem a Copa do Brasil como 'salvação' após fazer uma campanha irregular no Brasileirão.

 

Prováveis escalações de São Paulo e Flamengo

Os dois times terão praticamente força máxima na partida. Enquanto Dorival Junior tem o seu time-base e faz pouco mistério para a escalação da partida, Jorge Sampaoli age de maneira diferente.

O argentino vai para a 39ª partida no comando do Flamengo e muito possivelmente vai para o 39º time diferente. Isso porque Agustín Rossi deve ser o goleiro da equipe rubro-negra na final na vaga de Matheus Cunha.

Provável São Paulo: Rafael; Rafinha, Arboleda, Beraldo e Caio Paulista; Pablo Maia, Alisson, Wellington Rato e Rodrigo Nestor; Lucas e Calleri.

Provável Flamengo: Rossi; Wesley, Fabrício Bruno, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Pulgar, Gerson, Everton Ribeiro (Victor Hugo ou Thiago Maia) e Arrascaeta; Bruno Henrique e Pedro (Gabigol).

 

Alta premiação em jogo

O vencedor da Copa do Brasil levará para casa R$ 70 milhões. Será a maior premiação da competição. Como São Paulo e Flamengo entraram na terceira fase, a Copa do Brasil terá premiado o vencedor em R$ 88,7 milhões somando as todas as fases.

O vice-campeão embolsará R$ 30 milhões caso saia derrotado da partida. Vale lembrar que o São Paulo venceu na ida por 1 a 0 e joga pelo empate para ficar com o caneco. O Flamengo precisa vencer por dois ou mais gols de diferença para ser campeão. Triunfo carioca por um gol de diferença leva a decisão para as penalidades.

 

Próximos jogos do Flamengo:

  • São Paulo (F) - 24/09, 16h (de Brasília) - Copa do Brasil

  • Bahia (C) - 30/09, 16h (de Brasília) - Brasileirão

  • Corinthians (F) - 07/10, 21h (de Brasília) - Brasileirão

 

Próximos jogos do São Paulo:

  • Flamengo (C) - 24/09, 21h30 (de Brasília) - Copa do Brasil

  • Coritiba (C) - 27/09, 19h (de Brasília) - Brasileirão

  • Corinthians (C) - 30/09, 18h30 (de Brasília) - Brasileirão

 

 

 

Por ESPN

 

 

 

Preço da carne de frango sobe com demanda externa aquecida

Os valores médios da carne de frango estão em alta em setembro frente aos de agosto. Segundo indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, o quilo do frango inteiro resfriado no Estado de São Paulo estava cotado a R$ 7,27 nesta quinta-feira (21/9), o que representa uma alta de 11,5% em relação aos 30 dias anteriores.

De acordo com levantamento do Cepea, esse cenário é resultado da demanda externa aquecida, que tem reduzido a disponibilidade interna de produtos avícolas e permitido que vendedores elevem os preços pedidos.

Esse contexto também diminuiu a competitividade da carne de frango frente às principais substitutas: bovina e suína. Isso porque a primeira vem se desvalorizando neste mês, enquanto o preço médio da segunda também subiu, mas em menor intensidade que o da carne de frango.

 

 

 

Por Globo Rural

 

 

 

 

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