Como parte da operação Lava Jato, o juiz Sérgio Moro condenou, em julho do ano passado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão.
Hoje os desembargadores decidirão, em segunda instância, se esta sentença será mantida.
Se eles rejeitarem a decisão de primeiro grau, Lula será inocentado e com isso poderá concorrer às eleições de outubro.
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De qualquer forma o Ministério Público pode recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) – a terceira instância - para tentar condená-lo de novo. (Com CGN)
Temporal deixou estragos em Santa Catarina na tarde desta terça dia 23.
Fotos compartilhadas pelas redes sociais, mostram diversos pontos destruídos e há informações de que Brusque e outras cidades próximas tiveram prejuízos.
Com a força do vento e da chuva, telhas foram arrancadas, atingindo carros e postes derrubados.
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A equipe de reportagem entrou em contato com a 3ª Companhia de Bombeiros Militar de Brusque, porém outros detalhes sobre o temporal seriam repassadas somente no decorrer da madrugada. (Com Catve)
O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse hoje dia 23, que a bandeira tarifária verde deve continuar em vigor no próximo mês.
Na bandeira verde não há cobrança adicional nas contas de luz.
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Segundo Rufino, o volume de chuvas nos meses de dezembro e janeiro, considerado dentro do normal, permitiu a redução na cobrança da conta e a expectativa é de manutenção desse cenário. “Até agora, não tem nada que aponte em sentido contrário”, disse.
A bandeira tarifária que será cobrada em fevereiro será divulgada oficialmente pela Aneel na próxima sexta dia 26.
No início de janeiro, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, já havia dito que a expectativa é de que a tarifa de energia elétrica permaneça na bandeira verde até o fim do primeiro trimestre de 2018.
“O sistema [elétrico nacional] é interligado e a gente veio de cinco ou seis anos de chuvas abaixo da média nos maiores reservatórios. Mas os resultados de novembro, dezembro e dos primeiros dias de janeiro [de 2018] têm sido muito animadores”, disse o ministro no dia 16, após visita a Usina de Itaipu.
Nos últimos três meses de 2017, em razão do fraco volume de chuvas e da baixa nos reservatórios das usinas hidrelétricas, a Aneel autorizou a cobrança da tarifa vermelha, a mais alta prevista pela agência. Em outubro e novembro, vigorou inclusive a bandeira vermelha no patamar 2, com a cobrança extra mais alta, de R$ 5 para cada 100 kilowatt/hora (kWh) consumidos. (Com Agência Brasil)
As vésperas do início do fracionamento de vacina contra febre amarela, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse em entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S. Paulo não ser "provável" que o País enfrente este ano uma epidemia da doença na mesma proporção da registrada no ano passado.
No mesmo dia em que a OMS emitiu um comunicado alertando sobre o risco elevado para a mudança no padrão atual de transmissão, Barros indicou que o comunicado da semana passada sobre São Paulo pegou a equipe de surpresa e reforçou a necessidade de os técnicos serem ouvidos antes das comunicações. "Eles estão em campo, muito mais próximos da realidade."
A declaração semana passada da OMS sobre São Paulo causou mal-estar?
Determinei uma teleconferência diária com a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) e a Organização Mundial da Saúde. Isso está sendo feito para que não haja nenhuma ação que surpreenda nossa estrutura. E que nossos técnicos sejam ouvidos.
Houve precipitação da OMS?
O ministério já se manifestou na ocasião. Eu não estava. Eu apenas determinei que fizesse as conferências diárias para não haver mais nenhuma dúvida que o que estamos fazendo é acordado com os órgãos que nos orientam.
Na semana passada, pessoas formaram filas de mais de oito horas para tomar vacina contra febre amarela. Houve tumulto. O senhor acompanhou?
O fato de a população estar mobilizada é positivo, mas há também muita procura por vacinação em locais onde não há recomendação. Isso já aconteceu no ano passado. Na cidade do Rio, por exemplo, vacinamos 2 milhões de pessoas que não precisavam ser vacinadas.
O que o senhor diria para quem fica horas na fila?
A população está convocada a partir de quinta-feira, naqueles municípios que os Estados escolheram como prioridade, para comparecer aos postos. Quando as pessoas correm para os postos sem a chamada da Secretaria da Saúde, elas podem eventualmente se dirigir para uma unidade que não tenha o número de vacinas. A população deve se tranquilizar. A situação está sob controle.
A situação não teria sido evitada se o fracionamento tivesse sido realizado antes de o número de casos começar a aumentar?
Estamos seguindo nossa área técnica, os protocolos da OMS e da Opas. A circulação do vírus é sazonal. Não há novidade nisso. Em várias regiões do País, a vacinação ocorre normalmente para toda a população. Mas o vírus agora está circulando em outra áreas e a gente vai imunizando. Foi o que ocorreu no Espírito Santo. Fizemos com absoluta tranquilidade. Mas a população precisa estar mobilizada. Nas áreas de risco, a vacina sempre está disponível. São 13 milhões de doses todos os anos para as pessoas dessas regiões.
Não houve erro em determinar o fracionamento agora?
Ano passado, anunciamos que, se fosse necessário, faríamos o fracionamento. Compramos as seringas. Treinamos as equipes. Ao final, não precisamos usar a estratégia. Este ano, encontramos macacos mortos próximos de outras regiões, que não eram consideradas de risco e densamente habitadas. Decidimos vacinar um grupo de 15 milhões de pessoas. Para fazermos isso precisamos adotar o fracionamento. As seringas estão compradas. Já está tudo programado. As equipes dos Estados haviam programado para fevereiro o início da vacinação. Tudo dentro do protocolo, previamente pensado. Mas, como existiu um alarde da população, os Estados decidiram antecipar essa campanha para dar atendimento a uma demanda espontânea que vai aos postos.
O senhor tinha uma viagem programada para esta semana. Por que ficou no País?
Quando fui convidado para participar da comitiva do presidente Michel Temer, a vacinação estava programada para fevereiro. A antecipação foi feita semana passada. Como eles mudaram a data, estou mudando a minha agenda para poder acompanhar a vacinação. Vamos fazer uma sala de situação, uma conferência com municípios, uma preparação que precisa ser feita.
Podemos ter uma epidemia nas mesmas proporções da que tivemos no ano passado?
Achar é sempre um problema. Tecnicamente falando não é provável. Já sabia da circulação do vírus em novas áreas. Fizemos este ano busca ativa das carcaças para identificar se havia circulação do vírus no entorno das novas áreas. Temos de tomar as providências necessárias e estamos tomando. Tudo está absolutamente dentro da boa técnica.
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Por que há uma baixa cobertura vacinal?
Isso é responsabilidade das vigilâncias locais. Ano passado, em uma cidade em Minas, uma enfermeira encontrou macacos mortos e por conta própria vacinou a população. Ali não houve casos. Na minha opinião, ano passado houve falha da Vigilância. Com informações do Estadão Conteúdo.
Pelo menos três pessoas morreram na queda do Globocop, helicóptero da TV Globo em Pernambuco, na manhã desta terça dia 23. O acidente ocorreu na praia do Pina, zona sul do Recife.
Uma pessoa morreu na hora e outras duas foram socorridas pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para o hospital da Restauração, mas não resistiram aos ferimentos.
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De acordo com o Corpo de Bombeiros de Pernambuco, 20 homens da corporação, com apoio de motos aquáticas, participam das buscas dos destroços do helicóptero e mais duas vítimas, que estariam na aeronave no momento do acidente.
Um helicóptero da Secretaria de Defesa Social sobrevoa o local em busca das vítimas. (Com FolhaPress)
A inflação para as famílias mais pobres recuou para o menor nível da história, desde o Plano Real. No ano passado, o indicador que mede a variação de preços para esse grupo ficou em 2,07%, como explica o economista José Luiz Pugnussat.
“A inflação baixa significa que os preços subiram pouco. Significa que o poder de compra, do salário do trabalhador, que teve seu reajuste, acaba se elevando. Quem foi efetivamente beneficiado por esta inflação menor foi a população mais pobre brasileira.”
De acordo com o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, a queda de preços de alimentos contribuiu para que o ano fosse melhor para essas famílias.
“A razão principal de ter ficado abaixo da meta de 4,5 foi um item que está fora do controle do Banco Central, que é a inflação de alimentos. A inflação de alimentos teve uma deflação de 4,85. A inflação de alimentos caiu 4,85 no ano passado, que é uma boa notícia para a população.”
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A supersafra do ano passado contribuiu para que aumentasse a oferta de alimentos, fazendo com que a comida ficasse mais barata no Brasil.
O feijão-carioca, por exemplo, que em 2016 chegou a custar quase R$ 10, ficou 46,06% mais barato no passado. O arroz também registrou queda nos preços, com uma variação de 10,86%. O preço da carne, do frango, do açúcar e de frutas como maçã, banana e mamão também ficaram com preços mais acessíveis.
Já para esse ano, segundo o IBGE, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi estimada em 224,3 milhões de toneladas, 6,8% menor que o total da safra de 2017. Essa redução deve-se, principalmente, às menores produções previstas para o milho e a soja. (Com Agência do Rádio)























