No dia do julgamento do recurso ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a condenação no caso do triplex do Guarujá, a moeda norte-americana teve a maior queda em oito meses.
O dólar comercial encerrou esta quarta dia 24, vendido a R$ 3,159, com recuo de R$ 0,079 (-2,44%), a maior queda para um único dia desde 19 de maio do ano passado (-3,89%). A cotação fechou no menor valor desde 13 de outubro (R$ 3,149).
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O dólar operou em baixa durante todo o dia, mas ampliou o ritmo de queda nos minutos finais da sessão, quando foi confirmada a maioria dos votos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região pela manutenção da condenação de Lula por lavagem de dinheiro e corrupção. A segunda instância também aumentou a pena do ex-presidente para 12 anos e um mês de prisão.
Após a sessão de hoje, a moeda norte-americana acumula recuo de 4,69% no ano. Ontem dia 23, a divisa tinha subido 0,9%. (Com Agência Brasil)
Poucas horas após a confirmação de sua condenação por parte do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o ex-presidente Lula participou de ato organizado pelo PT na Praça da República, no centro de São Paulo, e falou em palanque sobre a resolução dos três desembargadores do TRF-4.
"Depois da decisão do tribunal, eu sinto que as pessoas vêm me cumprimentar como se eu estivesse sofrendo. 'Força, Lula'. Eu, primeiro, nunca tive nenhuma ilusão com a decisão do tribunal. E por que? Porque houve um pacto entre o judiciário e a imprensa. Resolveram que era hora de acabar com o PT e com a nossa governança no país", disse.
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Lula também fez referência ao ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela: "Ele ficou preso 27 anos e nem por isso a luta dele diminuiu. Ele voltou e se tornou presidente da África do Sul".
O ex-presidente aproveitou para ratificar sua intenção de se candidatar à Presidência da República. "Eu até não queria mais fazer política, mas agora o que estou percebendo é que tudo que eles estão fazendo é para tentar evitar que eu seja candidato. Não é nem ganhar, é ser candidato. Essa provocação é de tal envergadura que me deu uma coceirinha, e eu agora quero ser candidato à Presidência. Eu agora tenho vontade de ser. Eles podem cassar o direito de eu ser candidato, não tem problema. Eu quero disputar não é na caneta deles: é na consciência do povo brasileiro."
Uma vítima de assalto, que foi feita de refém durante duas horas dentro de casa, foi obrigada a divulgar ao vivo a rendição dos ladrões.
A transmissão foi feita nas redes sociais, por meio do Facebook, na madrugada desta quarta dia 24, em Ribeirão Preto (SP).
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De acordo com o G1, o assalto terminou com quatro homens e uma mulher presos. O vídeo mostra um dos jovens dando uma gravata em uma das vítimas do assalto. Nas imagens, os criminosos aparecem armados.
“Nós vai entregar as armas pros polícia e nós vai sair numa boa. Eles deu garantia da nossa vida, certo? Nós não tá de brincadeira. Eles também não tá, eles tá fortemente armado, e nós também. Nós vai se entregar, nós vai sair numa boa, nós quer sair vivo”, diz um dos suspeitos.
Por unanimidade, os três desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região votaram nesta quarta dia 24, em favor de manter a condenação e ampliar a pena de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A condenação se deu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá, litoral de São Paulo.
Confirmado o resultado do julgamento após o voto do terceiro desembargador e a proclamação do resultado.
Desembargadores consideraram em seus votos que:
1) Lula recebeu propina da empreiteira OAS na forma de um apartamento triplex no Guarujá;
2) a propina foi oriunda de um esquema de corrupção na Petrobras;
3) o dinheiro saiu de uma conta da OAS que abastecia o PT em troca de favorecimento da empresa em contratos na Petrobras;
4) embora não tenha havido transferência formal para Lula, o imóvel foi reservado para ele, o que configura tentativa de ocultar o patrimônio (lavagem de dinheiro);
5) embora possa não ter havido "ato de ofício", na forma de contrapartida à empresa, somente a aceitação da promessa de receber vantagem indevida mediante o poder de conceder o benefício à empreiteira já configura corrupção;
6) os fatos investigados na Operação Lava Jato revelam práticas de compra de apoio político de partidos idênticas às do escândalo do mensalão;
7) o juiz Sérgio Moro – cuja imparcialidade é contestada pela defesa – era apto para julgar o caso.
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O que acontecerá agora:
1) Lula não será preso de imediato; eventual prisão só depois de esgotados os recursos ao tribunal;
2) Defesa pode recorrer ao STJ e ao STF para tentar reverter condenação, a depender do último voto no TRF-4;
3) PT poderá registrar candidatura de Lula a presidente;
4) candidatura poderá ser mantida enquanto houver recursos pendentes contra a condenação;
5) TSE é que decidirá se ele ficará inelegível.
Embebedada e estuprada pelo melhor amigo, após uma festa.
Esta foi a denúncia feita por uma mulher, de 29 anos, à Polícia Militar de Vicente Pires, no Distrito Federal.
Conforme a vítima, o crime foi cometido na noite de terça dia 23, dentro do carro do suspeito. A mulher conhecia o agressor há mais de 10 anos.
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Aos agentes do 17º Batalhão, que responderam à ocorrência, a vítima contou que se sentiu tonta e, por isso, pediu ao amigo para dormir um pouco no carro dele, um Honda Civic preto.
Ela depôs ainda que acredita que colocaram alguma substância na bebida dela - que a fez acordar desesperada, sem saber por quem tinha sido abusada. Ela acionou a polícia, depois de se sentir mais "orientada". Localizado pelos militares, o amigo confessou o estupro e foi autuado na 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga), por estupro de vulnerável.
O governo quer garantir apoio para aprovação da reforma da Previdência e pretende usar o rombo recorde de R$ 268,8 bilhões da Previdência em 2017 para argumentar sobre a necessidade das mudanças nas regras de aposentadoria.
Segundo destaca a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o Palácio do Planalto vai investir em inflar o esforço pela aprovação da reforma.
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No entanto, se a reforma não for aprovada, o governo deve apostar em quatro projetos para segurar suas contas: a privatização da Eletrobras, a reoneração da folha de pagamento, o aumento na contribuição previdenciária de funcionários públicos e a MP que cancelou reajustes de servidores.























