Nenhum apostador acertou os números sorteados pela Caixa Econômica Federal na Mega-Sena deste sábado dia 25, concurso 2.154.
A estimativa da Caixa para o prêmio do próximo concurso, a ser sorteado na próxima quarta-feira (29) é de R$ 48 milhões.
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Os profissionais interessados em participar do Programa Mais Médicos têm a partir desta segunda dia 27 até o dia 29 de maio para se inscrever.
Um dos requisitos necessários é estar formado e possuir CRM Brasil, ou seja, ter habilitação em qualquer Conselho Regional de Medicina do país.
Estão previstas 2.212 vagas para os profissionais do Mais Médicos reforçarem o atendimento na atenção primária à saúde da população que vive nas regiões com mais necessidade de cuidados. No Paraná, de acordo com o edital do ministério, são 104 vagas em 61 municípios.
Já entre os dias 6 e 7 de junho, os candidatos deverão acessar o sistema SGP para informar em qual localidade têm interesse em trabalhar, ou seja, vão escolher entre as vagas disponibilizadas para cerca de 1.185 municípios e 13 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) com os mais altos índices de vulnerabilidade do país. Os números foram recentemente atualizados pelo sistema.
Até o dia 29 de maio os gestores locais também deverão confirmar o número de médicos que precisam para o atendimento em suas unidades de saúde. A publicação do resultado com o número final de vagas destinadas aos municípios que receberão os profissionais será publicada no dia 4 de junho.
A previsão para que os médicos já comecem a atuar nas unidades de saúde é junho deste ano.
(Com Ministério da Saúde)
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Informações falsas e com conteúdo extremo geram maior engajamento no Facebook do que notícias da mídia tradicional. A conclusão foi de um estudo Instituto de Internet da Universidade de Oxford, um dos mais renomados do mundo. A investigação analisou a circulação de conteúdos em redes sociais relacionados às eleições do Parlamento Europeu, que tiveram início na quinta-feira (23) e ocorrem até este domingo (26).
A pesquisa avalia o que chama de junk news, que classifica como conteúdos “ideologicamente extremos, enganosas e informações com fatos incorretos”. A disseminação desse tipo de mensagem vem ocorrendo em larga escala em processos políticos na região e preocupado autoridades dentro da União Europeia.
“As junk news em nossa base tenderam a envolver temas populistas como anti-imigração, fobia contra grupos islâmicos, com poucos mencionando líderes ou partidos europeus”, afirmaram os autores. Os pesquisadores também verificaram o compartilhamento de mensagens de fontes russas, dialogando com a preocupação de interferência externa no pleito.
Sites populares de junk news na maioria dos idiomas obtiveram um engajamento de 1,2 a 4 vezes maior do que as notícias de meios jornalísticos tradicionais. Engajamento é o termo usado para interações com as publicações, como curtidas, compartilhamentos e comentários realizados.
Os idiomas com maior índice de engajamento envolvendo as junk news foram inglês (3,2 mil por publicação), alemão (1,9 mil), sueco (1,76 mil) e francês (1,7 mil). Nas páginas de Facebook de sites em italiano e polonês a situação se inverte, com os veículos jornalísticos obtendo maior engajamento do que as fontes de junk news.
Já no Twitter, a presença de conteúdos enganosos foi menor. Menos de 4% das fontes, entre as mensagens analisadas, tinham como foco a difusão de junk news ou de sites russos. A exceção foi a Polônia, onde esse tipo de publicação representou 21% dos conteúdos analisados. Os veículos tradicionais de mídia tiveram desempenho melhor, com 34% das informações compartilhadas.
Metodologia
Os autores analisaram publicações em sete idiomas que circularam em redes sociais em países da região. Foram analisados mais de 580 mil mensagens no caso do Twitter e as principais fontes de junk news e de notícias de veículos profissionais no Facebook.
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O mercado financeiro segue reduzindo a estimativa de crescimento da economia este ano. Pela 13ª vez seguida, caiu a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Desta vez, a estimativa foi reduzida de 1,24% para 1,23%. Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022.
Os números são do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em perspectivas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC).
Inflação
A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 4,07% este ano, em 4%, em 2020, e em 3,75%, em 2021 e 2022.
A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.
A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.
Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019.
Para o fim de 2020, a projeção permanece em 7,25% ao ano. Para o fim de 2021, a previsão foi mantida em 8% ao ano e para o final de 2022, segue em 7,50% ao ano.
A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).
A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.
Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.
Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.
Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Dólar
A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no fim de 2019 e de 2020.
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) aplaudiu a decisão do governo do Brasil de processar duas multinacionais produtoras de tabaco e sus subsidiárias para que cubram os gastos dos tratamentos médicos relacionados com o consumo de tabaco.
A Advogacia-Geral da União (AGU) apresentou na terça-feira essa ação contra a British American Tobacco (BAT), a Philip Morris International e suas subsidiárias ante um tribunal federal.
A AGU pretende recuperar ao menos parte dos bilhões de dólares destinados nos últimos cinco anos a tratar pacientes que sofrem de alguma das 26 doenças relacionadas com o consumo de produtos com tabaco ou com a exposição à fumaça do cigarro.
"Como o lucro desse comércio é remetido para o exterior, para essas multinacionais, nada mais justo que elas venham a ter que esse pagar esse ônus que estão deixando com a sociedade brasileira", explicou o promotor Davi Bressler em entrevista coletiva.
O valor da compensação solicitada será calculado se a ação for bem-sucedida, disse a AGU.
A OMS comemorou nesta quinta-feira a ação do governo brasileiro.
BAT, Philip Morris e suas subsidiárias somam 90% da produção e venda de cigarros no Brasil, segundo a AGU.
As duas empresas indicaram que até esta sexta não haviam recebido as notificações dos processos.
O porta-voz da Philip Morris, Ryan Sparrow, pôs em dúvida as possibilidades de êxito da AGU.
"Vale a pena apontar que nos últimos 20 anos ou mais, os tribunais do Brasil constataram que os fabricantes de tabaco não são responsáveis pelos danos causados por fumar, dado que a venda de cigarros é uma atividade legal e estritamente regulada e cujos riscos para a saúde são conhecidos há décadas", disse Sparrow à AFP.
Souza Cruz, uma subsidiária da BAT, indicou que aguardará conhecer o conteúdo do processo antes de se pronunciar.
Mas questiona a porcentagem mencionada, indicando que mais da metade dos cigarros do mercado brasileiro são contrabandeados do Paraguai.
Companhias produtoras de tabaco foram obrigadas a pagar bilhões de dólares de indenização por processos apresentados por governos e fumantes no mundo todo, devido aos efeitos do cigarro para a saúde. (Com Catve)
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Sem que o consumidor se dê conta, compras parceladas podem comprometer mais do que o desejado no orçamento. É o que indica pesquisa do aplicativo Guiabolso feita com 278 mil usuários: 20% deles tinham pelo menos uma parcela de alguma conta para pagar no mês e, destes, um terço tinha mais de 51% da renda comprometida com as parcelas.
Além disso, 20% das pessoas que tinham parcelas a pagar no mês da pesquisa, feita em março, ainda teriam parte do orçamento dos próximos meses comprometida com as compras parceladas. Para 17% dos consumidores desse grupo as parcelas só terminariam depois de mais de 50 meses.
"A gente percebe que o custo do parcelamento pode ser a organização financeira da pessoa", diz Thiago Alvarez, cofundador do Guiabolso. Ele explica que, mesmo quando não há desconto para o pagamento à vista, parcelar a compra pode não ser uma boa opção. "Ainda que financeiramente haja uma vantagem em postergar um gasto sem juros, planejar os próximos meses fica mais complicado", afirma.
Para Angela Nunes, da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar), o problema está na falsa impressão de que determinadas compras cabem na renda mensal apenas por oferecerem parcelas de menor valor.
"Consumo não é uma questão matemática, mas sim de comportamento. Ao ver o valor a pagar por mês e fazer contas mentais, as pessoas acham que o orçamento é elástico", explica. A planejadora aconselha que, caso opte por parcelar alguma compra, o consumidor já lance o valor nos meses seguintes no planejamento do orçamento. "É preciso lembrar que, quando parcelamos, estamos adquirindo dívidas."
Conselhos
Em um planejamento que separe 50% dos recursos para gastos essenciais, 15% para investimento e 35% para gastos de estilo de vida - o que incluiu lazer e objetos de desejo -, Thiago Alvarez indica que as compras parceladas não ultrapassem de 15% a 20% do orçamento.
Essa porcentagem ficaria dentro dos gastos com estilo de vida e, preferencialmente, destinada às compras de bens duráveis como eletrodomésticos e móveis. Para quem já se complicou com o parcelamento, a planejadora Angela Nunes indica que, em casos extremos, seja traçada uma "estratégia de guerra".
"Se a pessoa chegou no nível de comprometer mais de 100% do orçamento com essas compras (o que aconteceu com 16,72% das pessoas pesquisadas que tinham parcelas a pagar), será necessário buscar fontes de renda extra e verificar se empréstimos de longo prazo podem liquidar as dívidas contraídas comprometendo menos do orçamento", diz. Neste último caso, o empréstimo seria usado para antecipar as faturas do cartão de crédito, serviço que tem uma das maiores taxas de juros do mercado. (Com Jornal O Estado de S. Paulo)
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