A Caixa Econômica Federal inicia, em setembro, o pagamento de até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os repasses serão feitos até 31 de março de 2020, conforme a data de nascimento dos beneficiários.
O valor será depositado automaticamente, no dia 13 de setembro, para pessoas nascidas em janeiro, fevereiro, março e abril, que têm conta poupança na Caixa.
Aqueles com data de aniversário em maio, junho, julho e agosto, recebem a partir do dia 27 de setembro de 2019. Para trabalhadores nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, o pagamento será feito a partir do dia 9 de outubro de 2019.
Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Caso o trabalhador não queira retirar o recurso, será necessário informar ao banco em um dos canais divulgados pelo banco, até 30 de abril de 2020. Desta forma, os valores não sacados serão devolvidos à conta vinculada ao FGTS.
De acordo com a Caixa, o crédito automático só será realizado para quem abriu conta poupança até o dia 24 de julho de 2019.
O pagamento aos não correntistas da Caixa, seguirá o seguinte cronograma:
Mês de nascimento: Data de início
Janeiro 18/10/2019
Fevereiro 25/10/2019
Março 08/11/2019
Abril 22/11/2019
Maio 06/12/2019
Junho 18/12/2019
Julho 10/01/2020
Agosto 17/01/2020
Setembro 24/01/2020
Outubro 07/02/2020
Novembro 14/02/2020
Dezembro 06/03/2020
A Caixa informou ainda que os saques de até R$ 100 poderão ser realizados em casas lotéricas, com apresentação de documento de identidade original com foto e número do CPF. Será feita a leitura da digital no momento do saque.
Para quem possui cartão Cidadão e senha, o saque poderá ser feito nos terminais de autoatendimento, em unidades lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui. (Com Agência Brasil)
Em coletiva à imprensa realizada nesta segunda dia 05, a Caixa Econômica Federal apresenta as regras para saques das contas ativas e inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e também de cotas do PIS.
Conforme a Medida Provisória nº 889, as liberações relacionadas ao FGTS ocorrerão de setembro deste ano a março de 2020. Os trabalhadores poderão retirar até R$ 500 por conta. De acordo com a MP, os saques poderão ser feitos entre setembro deste ano a março de 2020. A expectativa do Ministério da Economia é alcançar 96 milhões de trabalhadores e injetar R$ 30 bilhões na economia.
Além do saque imediato, a MP 889 traz a modalidade do saque aniversário que prevê, a partir de 2020, a possibilidade de o trabalhador retirar, anualmente, um percentual de seu saldo no FGTS. A previsão é de que o saque aniversário dê aos trabalhadores acesso a R$ 12 bilhões.
A liberação dos saques depende, no entanto, da adesão individual do trabalhador. As duas modalidades de saque criadas pela MP somam R$ 42 bilhões para serem liberados em 16 meses (quatro de 2019 e doze de 2020).
Em relação aos cotistas do Fundo do PIS/Pasep, que atendia a trabalhadores com carteira assinada antes da Constituição de 1988, o governo pretende permitir o saque de R$ 2 bilhões, de um estoque total de R$ 23 bilhões. (Com Agência Brasil)
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou nesta sexta dia 02, que a Petrobras vai reduzir o preço do GLP Residencial (embalagens até 13 kg) entre 6,5% e 12%, e do GLP Empresarial entre 11% e 17%, dependendo da localidade.
A redução passa a valer a partir de segunda-feira (5), informou o Sindigás, que foi comunicado nesta sexta-feira pelas empresas associadas sobre a redução.
De acordo com a entidade, o ágio praticado pela Petrobras está em cerca de 31% em relação ao preço do mercado internacional, "o que vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP", afirmou o Sindigás em nota.
"No fim do ano passado a Lamborghini começou a importar para o Brasil o Urus, um dos SUVs mais rápidos do mundo. Não demorou para o modelo virar uma febre entre os endinheirados.
As vendas da marca italiana quadruplicaram no país e hoje há fila de espera de dois meses, em média, por um carro que custa R$ 2,4 milhões.
Dos 20 exemplares que a Via Itália, representante oficial da Lamborghini no Brasil, comercializou no primeiro semestre, 16 foram do Urus, segundo dados da Abeifa (associação que reúne as fabricantes e importadoras de automóveis).
Parece pouco, porém é quatro vezes mais que janeiro a julho do ano passado, quando chegaram às ruas cinco modelos da Lambo - quatro Huracán Coupé e um Aventador. Já em todo 2018 foram 15 exemplares, sendo dois Urus.
E olha que não estão incluídas as unidades negociadas por importadoras independentes.
Um dos privilegiados compradores é o cantor sertanejo Eduardo Costa, que tirou o utilitário de alta performance da loja em abril deste ano, exibindo seu novo carro nas redes sociais.
Na postagem o artista mineiro, radicado em Goiás, resumiu o anúncio da compra do Lamborghini com a seguinte frase:
"Vou dizer uma coisa pra você, se você tem sonho acorda cedo e vai trabalhar, eu trabalho pesado desde meus sete anos de idade, chego dos meus shows na segunda-feira e vou pra roça ver o que tem lá pra resolver, por que eu sei que se eu quiser algo sou eu mesmo que tenho que fazer. Enfim, sem suor, não tem conquista, não tem vitória, se você que (SIC) ser um vencedor na área financeira lute até os cordeiros virarem leões, 'tendeu?'? Eu creio que você ainda vai vencer na vida em nome de Jesus. Amém????"
Eduardo Costa, cantor sertanejo.
A fenômeno Urus mostra que a preferência por SUVs, que hoje representam 25% dos emplacamentos de carros no mercado brasileiro, também chegou ao seleto grupo dos veículos "super premium".
O volume de vendas do Urus no Brasil foge ao padrão dos carros neste patamar de preço. E as vendas poderiam ser ainda maior se a produção não fosse limitada e boa parte da fabricação não tive como principal destino mercados prioritários, como Estados Unidos, Europa e Oriente Médio.
E não é só as procura pelo utilitário italiano que surpreende. O desempenho é digno do veículo esportivo. O motor 4.0 V8 biturbo rende 650 cv e 86,6 kgfm de torque, números que o levam de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos e a uma velocidade máxima superior a 300 km/h. (Com Gazeta do Povo)
A taxa extra na conta de luz dos brasileiros será maior em agosto. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), informou que a bandeira tarifária no próximo mês será vermelha patamar 1, o que implica na cobrança adicional de R$ 4 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Em julho, já houve valor adicional, mas a bandeira foi amarela, com cobrança de R$ 1,50 para cada 100 kWh.
A notícia pegou algumas pessoas de surpresa. Leide Vicente é doméstica e sabe do impactos gerados com o aumento da energia. Para ela, a mudança da bandeira tarifária é algo inviável.
O sistema tarifário aumenta a conta de luz em momentos de escassez de energia, quando podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2. Assim, a decisão de subir a taxa extra foi influenciada pela previsão de chuvas para o mês, que aponta "vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios.
Segundo a Aneel, o período de seca vai exigir aumento da geração termelétrica, que produz energia mais cara. Com isso, esse simples movimento pode fazer a diferença no valor da conta de luz.
Antônio é cadeirante e depende de uma cadeira de rodas motorizada para a sua locomoção. O gasto de energia, que já é alto, deve ficar ainda maior, já que a bateria usada na cadeira precisa ser recarregada de três a quatro vezes ao dia.
Com o anúncio da bandeira vermelha, é importante reforçar ações relacionadas ao uso consciente e ao combate de desperdício de energia. Agora, a palavra de ordem vai ser economia. (Com EPC)
Embora quase metade dos brasileiros (44%) tenha começado o ano de 2019 com expectativas positivas em relação à economia do país para o primeiro semestre, o desenrolar dos fatos só manteve o otimismo de 13%, que avaliaram o período como acima do esperado. Enquanto isso, 49% consideraram o desempenho pior quanto à perspectiva inicial.
A sensação de decepção pode ter origem no impacto gerado pela situação macroeconômica do país nas finanças pessoais do brasileiro. Segundo levantamento realizado nas 27 capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), três em cada dez consumidores (30%) sentiram uma piora em sua situação financeira no primeiro semestre do ano – em grande parte motivados pela alta dos preços (54%) e pela diminuição da renda familiar (38%).
Isso explica por que sete em cada dez consumidores (69%) tiveram de realizar cortes no orçamento no primeiro semestre de 2019, enquanto 53% acabaram recorrendo a bicos e trabalhos adicionais para complementar a renda. Outras situações comuns vivenciadas foram o desemprego (do próprio ou de alguém da família), com 46% de citações, passar vários meses no vermelho (45%) e ter o CPF negativado por não pagar alguma conta (34%). Há ainda 33% que recorreram a um empréstimo para organizar o orçamento e 27% que chegaram ao ponto de ter que vender bens para conseguir dinheiro.
O aperto no orçamento obrigou brasileiros a diminuir, principalmente, as saídas e apostar mais em programas caseiros (veja quadro).
Lazer foi a área com mais cortes no orçamento. Veja
56% cortaram refeições fora de casa
54% diminuíram as idas a bares e casas noturnas
51% deixaram de comprar roupas, calçados e acessórios
50% restringiram as viagens
50% reduziram as idas ao cinema e ao teatro (Com Agência Brasil)























