O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anuncia nesta terça dia 28, seu plano de paz para o Oriente Médio, que tem o objetivo de resolver o conflito entre Israel e Palestina.
O anúncio foi confirmado ontem, no início de uma reunião com o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca. O presidente afirmou que vai anunciar o que chamou de "grande plano" em relação à disputa entre Israel e Palestina,.
Trump disse ainda que está disposto a mediar o impasse das conversações de paz no Oriente Médio, oferecendo o que chamou de "acordo do século". Acrescentou que, provavelmente, de início, os palestinos podem não gostar do plano, mas acredita que, com o tempo, passem a apoiá-lo.
Analistas preveem que o plano será favorável a Israel.(Com Agência Brasil)
As inscrições do Prouni - Programa Universidade Para Todos, que deveriam começar nesta terça-feira (28), foram suspensas pelo MEC - Ministério da Educação, por decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.
Segundo nota do MEC, o Tribunal indeferiu a liminar (decisão provisória) apresentada pela União contra a decisão de suspensão do Sisu - Sistema de Seleção Unificada, cujo resultado é condição necessária para inscrição no Prouni e no Fies - Fundo de Financiamento Estudantil.
No entanto, as 251.139 bolsas relativas ao primeiro processo seletivo do Prouni de 2020 podem ser consultadas no siteprouni.mec.gov.br.
O MEC orienta ainda que "os cronogramas definitivos dos programas de acesso à educação superior serão publicados após decisão final da justiça". (Com Catve/MEC)
O número de mortes causadas pela nova variante do coronavírus chegou a 106 depois que autoridades da província de Hubei anunciaram 24 mortes na manhã desta terça-feira (28). Autoridades de saúde da China afirmam que mais de 4 mil pessoas foram infectadas.
O premiê chinês Li Keqiang visitou Wuhan, foco do surto, para demonstrar a seriedade com que Pequim está considerando o problema. Li visitou pacientes e profissionais da área médica que estão atuando na linha de frente de combate à doença.
As autoridades de saúde da China afirmam que as pessoas que visitaram Wuhan e outras áreas afetadas serão monitoradas por um período de duas semanas. He Qinghua, funcionário da Comissão Nacional de Saúde, avisou que "qualquer pessoa que tenha sido infectada será imediatamente encaminhada para um hospital e mantida sob quarentena".
O prefeito de Wuhan, Zhou Xianwang, admitiu que a cidade não forneceu informações sobre a nova variante do coronavírus em tempo hábil. Zhou atribuiu o atraso ao fato de que o governo local tinha a obrigação de conseguir uma autorização antes de divulgar informações.
Até o momento, cerca de 65 casos foram notificados em 17 países e territórios em todo o mundo.
A China está intensificando as medidas para conter o vírus. O feriado prolongado do Ano-Novo Lunar foi estendido até 2 de fevereiro. O surto também está afetando a economia chinesa. As autoridades em Shanghai pedem que estabelecimentos comerciais na cidade permaneçam fechados até o dia 9 de fevereiro.
Diversas escolas e creches na China decidiram adiar a volta às aulas.
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, está em Pequim. Ele deve se reunir com autoridades chinesas para discutir a melhor forma de combater o surto.
Impacto internacional
O impacto econômico do surto de coronavírus continua a se espalhar, inclusive fora da China.
O governo chinês diz que o número de pessoas que usam o transporte público em todo o país caiu cerca de 30% por cento no sábado (25), o primeiro dia do Ano-Novo Lunar ? em comparação com o mesmo período no ano passado.
Outros países também estão sentindo os efeitos. A China proibiu viagens em grupo para o exterior, incluindo o Japão.
O ministro da Revitalização Econômica do Japão, Yasutoshi Nishimura, disse que os chineses representam cerca de 30% do total de turistas estrangeiros no Japão. "E não é apenas isso, a produção e o consumo chinês podem ser prejudicados caso a situação se prolongue. Há preocupação de que isso poderia afetar a produção e as exportações japonesas, bem como os lucros corporativos."
Nishimura também lembrou os riscos sobre a volatilidade do câmbio e do mercado de ações, e acrescentou que vai monitorar de perto as movimentações financeiras.
A Bolsa de Valores de Xangai, por exemplo, retomaria suas atividades na sexta-feira (31), mas, até o momento, a informação é de que não voltará a operar até a próxima segunda-feira (3). (Com Agência Brasil)
Uma das principais apresentadoras da televisão e da TV Globo, Ana Maria Braga anunciou para seus fãs na manhã desta segunda dia 10,, durante o ‘Mais Você’ que foi diagnosticada novamente com câncer, dessa vez no pulmão. Ela está passando por tratamento com quimioterapia e imunoterapia.
Ana Maria, que já teve outros dois cânceres, falou sobre esse novo no programa, afirmando que é mais agressivo e não é passível de cirurgia.
“Só recordando um pouquinho, eu tive dois pequenos cânceres de pulmão no ano passado e vocês me deram força. Um foi operado e o outro foi tratado com radiocirurgia. Agora, infelizmente eu fui diagnosticada com outro câncer de pulmão. É um adenocarcinoma, semelhante aos anteriores, mas que é mais agressivo e não é passível de cirurgia ou radioterapia”, disse.
“Eu descobri esse câncer no começo do ano, eu já sabia disso e vim aqui [ao ar] já com o encaminhamento que vou ter, no meu tratamento. E no dia 24, eu recebi o primeiro ciclo de tratamento, que constitui de quimioterapia com imunoterapia, no hospital BP Mirante, lá em São Paulo”, acrescentou a apresentadora.
“Eu não sabia se poderia estar aqui hoje, porque quando se faz uma quimioterapia e uma imunoterapia, como é meu tratamento, tem esses efeitos colaterais. Não vai cair o cabelo, a quimioterapia é diferente, evoluiu, mas tem sintomas que quem faz quimioterapia sabe, tem dias que você fica mais sensível e a imunoterapia também pode ocasionar isso”, continuou Ana Maria. (Com Istoé)
Poucos minutos após embarcar em um avião da empresa Azul, uma passageira morreu na noite deste domingo dia 26, no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
A mulher seguiria para Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, quando teria começado a passar mal.
Comissários da Azul prestaram os primeiros socorros e a equipe médica da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) foi chamada, mas a vítima não resistiu.
A Banda B tenta contato com a assessoria de imprensa da Azul desde as primeiras horas do dia, mas até o momento não teve retorno.
O recurso havia sido apresentado pela AGU e pelo Inep, instituto responsável pelo Enem, com um pedido de urgência. O argumento era que a suspensão, determinada pela Justiça Federal em São Paulo, na sexta (24), apresentava “graves prejuízos à política pública de ensino superior”.
Na decisão, a desembargadora Therezinha Astolphi Cazerta, presidente do TRF-3, considerou que não foram apresentados “elementos seguros de que candidatos não teriam sido impactados” pelos erros no cálculo da nota do Enem. O MEC identificou falhas nas notas de cerca de 6.000 candidatos.
Cazerta afirma ainda que é papel da União garantir que os candidatos obtenham a nota correta, de forma clara e transparente. “Esse é um direito individual, parte do compromisso assumido pelo Estado na estruturação de um exame de escala nacional, e que não pode ser ignorado pela União Federal”, diz, na decisão.
A desembargadora também considerou as expectativas dos candidatos a respeito de uma vaga nas universidades públicas do país e concluiu que seria “particularmente difícil que um erro a esse respeito seja reparado”.
A presidente do TRF-3 explica que, caso fosse identificada uma alteração na nota de um candidato já classificado, a União Federal teria que “escolher se atende ao candidato que inicialmente obteve a vaga –com uma nota equivocada– ou àquele que efetivamente a ela tem direito –com a nota correta”.
No mesmo sentido, a desembargadora entende que alterações nas notas prejudicam as decisões dos estudantes e geram “um efeito em cascata em toda a política educacional do país”.
“Caso o indivíduo tivesse obtido o ingresso na universidade pública, ele provavelmente não iria recorrer ao financiamento estudantil [Fies], por exemplo”.
Na decisão, Cazerta também faz críticas à maneira como o governo lidou com os problemas no Enem e afirmou que a continuidade do cronograma do Sisu seria uma “grave lesão à administração pública”, ao contrário do que afirmavam a AGU e o Inep.
“Tivesse a União Federal procedido ao tratamento transparente do problema, tanto fornecendo respostas àqueles que se socorreram da via por ela própria criada para solucionar o problema; quanto realizado o recálculo das notas dos candidatos, reconhecendo a real extensão da situação –providências para as quais têm os meios necessários, porquanto são os mesmos utilizados anteriormente para fornecer os resultados– teria sido desnecessária a intervenção jurisdicional, minimizando os atrasos decorrentes do equívoco.”
A decisão não alterou o encerramento das inscrições no Sisu, mantido para as 23h59 deste domingo (26). (Com FolhaPress)





















