Abriu nesta terça dia 28, a inscrição para o Programa Universidade para Todos (Prouni), iniciativa que concede bolsas integrais e parciais em universidades privadas. Para concorrer é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019, está nas faixas de rendimentos exigidas pelo programa e fazer a candidatura no site do Prouni.
O cronograma do Programa foi adiado pelo ministério da Educação (MEC) por causa da suspensão na justiça do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), após erro na correção do Enem de 2019. Até as 22h , nesta terça, o site do Prouni ainda não estava permitindo inscrições.
"No cronograma inicial, o término para concorrer às bolsas seria na próxima sexta-feira, 31. O MEC decidiu prorrogar o prazo por mais um dia, sábado, 1º de fevereiro, para que os candidatos tenham tempo suficiente de se inscreverem", informou o MEC em nota.
A atual edição do Prouni vai selecionar estudantes para 251.139 bolsas parciais e integrais para faculdades privadas com base nas notas do Enem. A consulta das bolsas disponíveis já pode ser feita no site do programa com base em três critérios: o curso, a instituição ou o município desejado.
Cronograma do Prouni 2020
Início das inscrições: 28 de janeiro de 2020
Fim das inscrições: 1 de fevereiro de 2020 (às 23h59)
Primeira chamada: 4 de fevereiro de 2020
Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 4 a 11 de fevereiro de 2020
Segunda chamada: 18 de fevereiro de 2020
Entrega dos documentos para garantir a matrícula: 18 a 28 de fevereiro de 2020
Adesão à lista de espera: 6 a 9 de março de 2020
Como funciona o Prouni?
O Prouni é um sistema que seleciona candidatos do Enem para vagas em cursos de graduação de instituições privadas com bolsa de estudos parcial ou integral, segundo a nota do exame.
Cada candidato pode selecionar até duas opções de curso durante o período de inscrições pela internet.
Ao final da seleção, os candidatos aprovados devem levar até as instituições os documentos para comprovar que atendem os requisitos de bolsistas.
Segundo as informações concedidas pela delegada Drª. Ísis Leal Passerini, que está à frente do caso, a mãe da adolescente, de 13 anos de idade, dopava a filha com remédios e bebidas alcoólicas.
A menina dormia e ela assistia os abusos praticados pelo padastro da vitima. “A mãe sabia que ele abusava e concordava com o fato.
Ela participava dando remédio ou deixando a filha embriagada para que ela dormisse profundamente”, disse a delegada.
O caso aconteceu em Valparaíso de Goiás, o casal foi preso, na última segunda-feira (29), após denuncia anônima.
O celular de ambos foi apreendido para averiguação, mas a delegada já afirmou que no aplicativo de mensagens há provas suficientes para constatar a veracidade da denuncia.
Ao ser questionado nesta terça dia 28, sobre a recriação do Ministério da Segurança Pública, o presidente Jair Bolsonaro disse que “o tempo todo” querem dividir pastas do governo, mas que ele e o ministro Sérgio Moro não “morderam a isca”. Segundo Bolsonaro, há “luta pelo poder”, mas será mantida a estrutura do Ministério da Justiça e da Segurança Pública nas mãos de Moro.
“Não existe isso (a recriação do Ministério da Segurança Pública). Antes de eu viajar deu um problema. Qual é o problema? Lá trás pegamos quase 40 ministérios. E aí houve reação por causa da fusão”, disse.
“Agora, pelo que eu vi, Moro não mordeu a isca nem eu, Continua aí o ministério sem problema nenhum”, disse.
Bolsonaro confirmou na quinta-feira passada, dia 23, que estudava recriar o Ministério da Segurança Pública, mas não deu detalhes sobre como se daria uma eventual fragmentação da atual pasta de Moro. A divisão é um pleito de secretários estaduais de segurança pública.
A proposta de dividir o ministério de Moro gerou críticas a Bolsonaro nas redes sociais. Caso o presidente repetisse o mesmo modelo de ministério da Segurança Pública do seu antecessor Michel Temer, o ministro Sérgio Moro perderia o comando da Polícia Federal, do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os três órgãos mais importantes da sua pasta.(Com Banda B).
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça dia 28, que o governo federal irá apurar a origem das falhas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O presidente não descartou “sabotagem” como causa dos erros em gabaritos.
“Se realmente foi uma falha nossa, se tem uma falha humana, sabotagem… seja lá o que for. Temos que chegar no final de linha e apurar isso aí”, disse Bolsonaro, que afirmou estar “complicada” a situação do exame.
O presidente disse que “todas as cartas estão na mesa” para a investigação e que, por enquanto, mantém no cargo o ministro da Educação, Abraham Weintraub. “Sempre eu falo ‘por enquanto’ para todo mundo. O único que não é por enquanto é o Mourão vice-presidente. O resto é tudo por enquanto”, disse.
Bolsonaro ponderou que não há certeza sobre sabotagem. “Não quer dizer que é isso nem que a gente vai querer se eximir talvez de uma responsabilidade que seja nossa. Não sou dessa linha não”, afirmou., afirmou. “Se for nossa a culpa, assume. Se for de outro, comprova-se o que houve”, disse.
O caso
Na segunda-feira passada, dia 20, o Ministério da Educação (MEC) divulgou ter identificado erro na correção de 5.974 provas, do total de 3,9 milhões de participantes da última edição do exame. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, garantiu que, após essa análise, todos os candidatos estavam com as notas corretas e, por isso, abriria as inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). No entanto, não foi apresentado nenhum documento ou estudo técnico sobre o procedimento feito.
O problema só foi identificado pelo ministério após reclamação dos alunos. Weintraub admitiu o erro depois de afirmar diversas vezes que a gestão Bolsonaro havia feito o “melhor Enem da história”. Apesar de ter informado que encontrou erro em 5,9 mil provas, o MEC recebeu mais de 175 mil pedidos de nova correção da nota, mas não respondeu aos candidatos se fez uma reavaliação ou deu uma justificativa que comprovasse que a correção estava segura.
O MEC informou na noite desta segunda-feira, 27, que vai suspender por tempo indeterminado a abertura de inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). Segundo o ministério, como a divulgação do Sisu está suspensa pela Justiça Federal, não é possível dar continuidade ao cronograma de outros programas do ensino superior. (Com Estadão Conteúdo)
Capacidade de planejamento, autocontrole e disciplina são palavras essenciais quando o assunto é manter a situação financeira em equilíbrio. O problema é que são poucos os brasileiros que admitem ter disposição para organizar suas finanças com regularidade. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que quase metade (48%) dos consumidores brasileiros não controla o seu orçamento, seja porque confiam apenas na memória para anotar despesas (25%), não fazem nenhum registro dos ganhos e gastos (20%) ou delegam a função para terceiros (2%).
Outro dado preocupante do estudo é que mesmo entre aqueles que realizam um controle efetivo de suas finanças (52%), a frequência com que anotam e analisam suas despesas não é a adequada. Em cada dez pessoas que adotam um método apropriado de controle, somente um terço (33%) planeja o mês com antecedência, registrando a expectativa de receitas e despesas do mês seguinte. A maioria (39%) vai anotando os gastos pessoais conforme eles ocorrem e outros 27% só anotam os gastos após o fechamento do mês.
Entre os que não dão importância ao controle do orçamento, a principal justificativa é não ver necessidade na tarefa, pois confiam nas contas de cabeça (20%). Outros 16% reconhecem não ter disciplina e 16% alegam não ter um rendimento fixo ou nem sabem exatamente o quanto ganham por mês.
Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, pensar nos gastos com antecedência ajuda o consumidor a não ser surpreendido no fim do mês pela falta de recursos. “O consumidor que conhece sua relação de receitas e despesas está menos propenso a se endividar com empréstimos ou a recorrer ao limite do cheque especial para cobrir rombos no orçamento. Além disso, ele está mais preparado tanto para traçar planos de longo prazo, como para agir em uma situação de imprevisto, como um gasto inesperado de alto valor ou a perda do emprego”, afirma a economista.
Maioria usa caderno de anotações na hora de planejar finanças
A pesquisa também mostra que o controle dos gastos extras e não essenciais acaba ficando em segundo plano entre os consumidores que fazem algum controle do orçamento. Os itens que os entrevistados menos anotam são o dinheiro que possuem guardado em investimentos, em casa ou na conta corrente (60%) e os gastos não essenciais, como lazer, transporte, salão de beleza, compras de roupas e alimentação fora de casa, que são controlados por apenas 57% dos entrevistados.
Gastos essenciais como contas da casa, despesas com mantimentos, aluguel e condomínio são anotados por 92% dos entrevistados que têm algum planejamento. As prestações de compras feitas no cartão, cheque ou crediário que vencem no mês seguinte recebem a atenção de 79%. Já 76% anotam os rendimentos, como salários, aposentadorias e pensões.
“Subestimar o impacto de pequenos gastos no orçamento é uma atitude imprudente. Os chamados ‘gastos invisíveis’, que são aquelas pequenas despesas supérfluas que passam quase despercebidas no dia a dia, podem comprometer as finanças quando somadas no fim do mês. Por isso que é perigoso anotar os gastos à medida que vão sendo feitos, pois isso não garante um controle eficiente. O ideal é separar antes de tudo uma quantia para gastos fixos mensais e somente com o restante ir alocando conforme a necessidade ou desejo do consumidor, sem esquecer de guardar uma quantia para uma reserva de emergência”, orienta a economista Marcela Kawauti.
A pesquisa mostra que a dificuldade para manter as finanças em ordem não é uma exclusividade dos que não controlam o orçamento. Considerando os que adotam algum método de controle, 61% relatam dificuldades, principalmente, por terem uma renda variável (21%), falta de disciplina para anotar gastos com regularidade (20%) e falta de tempo (7%). Já 38% afirmam desempenhar a tarefa sem dificuldades.
De modo geral, o velho caderno de anotações desponta como a ferramenta mais utilizada pelos entrevistados para registrar sua movimentação financeira, usada por 36% dos brasileiros. Já a planilha no computador é o método utilizado por 9% das pessoas ouvidas, enquanto 7% registram as receitas e despesas em aplicativos de smartphones. “Se o método for organizado, não importa qual seja a ferramenta. O importante é nunca deixar de analisar as informações anotadas. Algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, mas outras ainda preferem um pedaço de papel”, explica a economista do SPC Brasil.
48% dos brasileiros ficaram com ‘nome sujo’
A falta de controle das finanças se torna ainda mais perigosa em um cenário de dificuldades econômicas do país. De acordo com a pesquisa, 78% dos brasileiros até conseguem terminar o mês com todas as contas quitadas, mas em 33% dos casos acaba não havendo sobras no orçamento. Já 22% dos entrevistados sofrem para administrar as finanças e deixam com frequência de pagar seus compromissos. Resultado é que nos últimos 12 meses, 48% dos consumidores brasileiros passaram pela situação de estar com o ‘nome sujo’.
De acordo com a pesquisa, a experiência da negativação serviu de aprendizado para parte considerável dos consumidores: 39% disseram ter passado a controlar mais os gastos após a situação e 34% refletem mais antes de realizar compras. Outros 21% deixaram de emprestar nomes a terceiros e 18% evitam compras no cartão de crédito.
“A negativação do CPF é uma experiência traumática porque impõe uma série de restrições ao consumo, além do sentimento de vergonha que isso pode gerar em algumas pessoas. Infelizmente, alguns consumidores só passam a exercer um controle e planejamento maior sobre a sua vida financeira após vivenciarem a experiência negativa de ficar inadimplente”, afirma a economista Marcela Kawauti.
Metodologia
A pesquisa foi realizada com 813 consumidores das 27 capitais, pessoas acima de 18 anos, todas as classes sociais e ambos os gêneros. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas (Com Banda B)
O Coronavírus é o tipo de vírus que atinge animais e pessoas e podem causar doenças respiratórias, como resfriados, pneumonias, entre outras anomalias.
Os sintomas da doença que já foi identificada nos países como Tailândia, Taiwan, Vietinã, Arábia Saudita, Cingapura, Coréia do Sul, Japão e Estados Unidos, são: febre alta, tosse, falta de ar e até em casos mais graves evoluir para pneumonia e síndrome respiratória aguda grave ou insuficiência renal.
O vírus, ao que tudo indica, surgiu provavelmente em mercado na cidade Chinesa de Wuhan, ponto onde são vendidos animais vivos para alimentação humana, entre os animais estão espécies de cobras, principal indicativo de distribuição da doença.
A doença ainda não tem nenhum remédio disponível para tratamento ainda. O número de mortos pela doença chega a 100, na China.
No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, cinco casos suspeitos de síndromes respiratórias foram identificados, mas nenhum deles se enquadrou nas definições do coronavírus Chinês. (Com Catve)





















