O número de mortos pelo novo coronavírus aumentou para 259, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira, 31, pelas autoridades chineses. O volume de infectados já chega a 11.791.
Além da China, outros 23 países já confirmaram casos da doença. Quatro nações passaram a integrar essa lista nesta sexta, ao confirmarem casos em seus territórios: Espanha, Suécia, Reino Unido e Rússia.
Na Espanha, um homem foi diagnosticado com a doença nas Ilhas Canárias. O paciente faz parte de um grupo de cinco pessoas que já estava isolado e sendo monitorado por ter tido contato com um alemão contaminado.
Na Suécia, uma mulher do condado de Jönköping teve a infecção confirmada após exames. Ela havia viajado à Wuhan, cidade chinesa epicentro do surto.
A Rússia confirmou dois casos do novo vírus. Ambos os pacientes são cidadãos chineses. O Reino Unido também anunciou duas infecções.
Diante da propagação global do vírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou na quinta-feira, 30, emergência de saúde pública de interesse internacional pelo surto.(Banda B).
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (31) que o governo só vai evacuar brasileiros que estão no epicentro do surto de coronavírus na China depois que forem tomadas as providências que garantam a proteção da população no Brasil, entre elas a garantia de que os cidadãos retornados passarão por uma quarentena.
Além de questões orçamentárias que segundo o presidente dificultam a busca de brasileiros na província de Hubei, Bolsonaro citou a ausência de uma lei nacional que permita colocar essas pessoas em quarentena quando regressadas ao país.
“Se não tiver redondinho no Brasil não vamos buscar ninguém. A intenção do presidente não vai buscar ninguém. Quem quer vir para cá tem que se submeter aos trâmites de proteção dos 210 milhões que estão aqui”, declarou Bolsonaro, após presidir uma reunião com os ministros da Defesa (Fernando Azevedo), Saúde (Luiz Henrique Mandetta) e Relações Exteriores (Ernesto Araújo), além de outros auxiliares palacianos e militares.
O Itamaraty estima que aproximadamente 50 brasileiros estão na zona de quarentena chinesa na província de Hubei, onde está localizada a cidade de Wuhan. No Brasil, já são 12 os casos de suspeita de coronavírus.
Outros países, entre eles Estados Unidos (EUA) e Japão, já realizaram voos para retirar seus cidadãos da região mais crítica de ação da doença.
Um dos pontos mais ressaltados por Bolsonaro nesta sexta foi o fato de o Brasil não contar com uma lei de quarentena. Segundo ele, mesmo que o governo coloque as pessoas retiradas da China em isolamento, um questionamento judicial poderia determinar o fim da quarentena, o que contribuiria para a entrada do vírus no país.
“Se lá [China] temos algumas dezenas de vida, aqui temos 210 milhões de brasileiros”, declarou Bolsonaro, que disse ainda que a quarentena ocorreria numa base militar longe dos grandes centros.
“Tem que fazer um exame prévio lá [China]. Quem tiver qualquer possibilidade de apresentar o sintoma não embarcaria. E chegando aqui, pela ausência da lei da quarentena, nós temos que discutir com o Parlamento. Nós vamos decretar a quarentena com toda certeza numa base militar longe de grandes centros populacionais, para que a gente não cause pânico e transtorno junto à população brasileira”, acrescentou.
Questionado se o governo poderia criar a instituição da quarentena por Medida Provisória, o presidente indicou que o tema precisaria ser antes discutido com o Congresso e com o Poder Judiciário, para evitar que questionamentos futuros revertam a medida.
Os EUA estabeleceram que seus cidadãos retornados da zona mais afetada na China precisarão passar por um período de observação em isolamento.(Com Banda B).
A Polícia Civil indiciou Ana Flávia Gonçalves e Carina Ramos pela morte de Flaviana Gonçalves, Romuyuki Gonçalves e Juan Victor Victor Gonçalves, mãe, pai e irmão de Ana Flávia. Nesta sexta dia 31, a polícia pediu novas prisões de suspeitos ligados ao caso.
As suspeitas voltaram a ser ouvidas nesta sexta e fizeram mudanças na versão que haviam apresentado. Até as 20h, elas continuavam prestando depoimento na sede da Delegacia de Investigações Criminais, de São Bernardo. Os investigadores ainda aguardam laudos e perícias que poderão fornecer novos dados ao inquérito e ajuda a esclarecer completamente o caso.
O indiciamento é um reconhecimento formal da polícia de que existe elementos suficientes para apontar a autoria do crime para Ana Flávia e Carina. Elas poderão responder ao crime de triplo homicídio qualificado na Justiça, mas isso ainda dependerá da analisa do Ministério Público fizer do caso. É o MP o órgão responsável por apresentar uma denúncia criminal formal ao judiciário, mas isso não tem prazo para ocorrer.
A família de Flaviana Gonçalves, encontrada morta com o marido e o filho em um veículo incendiado em São Bernardo do Campo, disse não ter dúvidas quanto ao envolvimento da filha da vítima no triplo homicídio. Ana Flávia Gonçalves e sua namorada, Carina Ramos, estão presas desde a quarta-feira sob suspeita de terem cometido o crime. Outros suspeitos são investigados.
Nesta sexta, elas voltaram à Delegacia de Investigações Criminais de São Bernardo para prestar o terceiro depoimento. Dessa vez, ela estão sendo confrontadas também pela mãe de Flaviana, Vera Guimarães, que participou das oitivas. Vera é avó de Ana Flávia e a polícia esperava que a presença dela pudesse alterar a versão que a suspeita bem apresentando, de negar envolvimento no caso.
Diogo Reis, primo de Flaviana, falou na porta da delegacia nesta tarde. “Hoje a família não tem mais dúvida”, disse quando questionado sobre a percepção dos parentes quanto às suspeitas que recaem sobre Ana Flávia e Carina. “A família foi vítima de uma emboscada”, acrescentou.
Ele refutou as informações de que as vítimas seriam homofóbicas. “A Ana Flávia já foi casada, eles (os pais) foram padrinhos de casamento da filha com uma mulher. Tem as fotos aqui, todos felizes no casamento”, contou. Reis disse que as restrições dos pais se dirigiam especificamente ao namoro mais recente da filha, que já dura dois anos com Carina.
“Existia um descontentamento da família em relação ao relacionamento com a Carina. Mas não que não aceitavam relacionamento homossexual. (O problema ocorria) por conta do jeito que era a Carina com eles. Não tem nada de homofóbico. Quem cometeu o crime vai tentar destruir a imagem da família”, disse o primo da vítima.
Reis contestou também a informação dada por Ana Flávia e Carina de que as vítimas saíram naquela noite para realizar o pagamento de um agiota. “O primeiro ponto que colocaram era que o Romuyuki saiu de casa para pagar um agiota. Ele era um executivo de sucesso, com duas lojas, que trabalhava ainda na Volkswagen. Ele não ia sair de 1h da manhã para pagar dívida com o filho dentro do carro”, disse.
Essa desconfiança também é levantada pela polícia, que viu contradições no depoimento das suspeitas e pediu a prisão delas. Elas já haviam prestado depoimento na madrugada da terça, quando o carro incendiado foi encontrado, e na tarde desta quinta, após a prisão. Nesta sexta, elas voltaram à delegacia para novo depoimento, mas o teor da oitiva não foi divulgado. A prisão de ambas tem prazo de 30 dias.
Cronologia do Caso
Perto das 3h da terça-feira, 28, a polícia é acionada para uma ocorrência envolvendo um carro incendiado na Estrada do Montanhão, em São Bernardo. No porta-malas do Compass, encontram corpos carbonizados, mas naquele momento não conseguem quantificar o número de vítimas. Os corpos são levados para o IML e identificados a partir da arcada dentária. Eram Romuyuki, Flaviana e Juan Victor.
Na madrugada da terça, Ana Flávia e Carina prestam depoimento na polícia. Elas dizem que a família tinha uma dívida de R$ 200 mil com um agiota e que ele era violento. Acrescentam que Flaviana saiu de casa, de madrugada, para realizar o pagamento, e disse que iria para Minas Gerais na sequência.
Informações levantam primeiras suspeitas da polícia, principalmente em razão da presença de Juan Victor num pagamento a um agiota de madrugada, o que é pouco provável.
Outras contradições levam a polícia a apresentar à Justiça um pedido de prisão temporária de Ana Flávia e Carina. O pedido é deferido e elas são presas na noite de quarta-feira, 29. Elas ficarão presas por no mínimo 30 dias.(Com Banda B).
Até o dia 27 de janeiro, R$ 27,2 bilhões já haviam sido pagos para 58,4 milhões de pessoas.
O valor pode ser sacado até 31 de março de 2020 por todos que tinham até R$ 998 em uma conta do FGTS em 24 de julho de 2019, quando o governo Bolsonaro anunciou a liberação da grana.
Para quem tem mais de R$ 998, o limite de saque é de R$ 500 para conta ativa (atual emprego) ou inativa do trabalhador. Por exemplo, se tiver três contas com R$ 1.000 cada, terá direito a sacar até R$ 1.500 no total.
Mais de 4 milhões de trabalhadores que já resgataram R$ 500 ainda podem sacar mais R$ 498 do FGTS. O valor extra foi liberado em dezembro para aquecer a economia. Segundo a Caixa Econômica Federal, 5,9 milhões de brasileiros já receberam a diferença.
Para saber se pode resgatar a grana, basta conferir o seu extrato do FGTS em qualquer agência da Caixa, pelo site www.fgts.gov.br ou pelo Aplicativo FGTS.
O saque pode ser feito em qualquer agência da Caixa, nas lotéricas e nos correspondentes Caixa, apresentando um documento de identificação. Quem tem o cartão cidadão pode ainda fazer o saque diretamente no caixa eletrônico.
Seguro-desemprego
Quem aderiu ao saque imediato não perde o direito ao seguro-desemprego em caso de demissão por justa causa.
No entanto, mais de 67 mil pedidos tiveram que ser reprocessados pelo governo federal, pois, durante o cruzamento de dados realizado para a liberação do seguro, a movimentação da conta do FGTS fez com que o sistema barrasse o pagamento.
De acordo com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia, os problemas relacionados ao saque imediato foram sanados.
Dinheiro na conta
– Dos 96 milhões de trabalhadores com direito ao saque imediato do FGTS, 58,4 milhões já fizeram o resgate
– Dos 10 milhões de trabalhadores com direito ao valor extra, de R$ 498, apenas 5,9 milhões já receberam o valor
– O saque imediato do FGTS pode ser realizado até 31 de março de 2020 (FolhaPress)
Cientistas norte-americanos trabalham para desenvolver a vacina que poderá barrar o coronavírus que, até o momento, já infectou quase 8 mil pessoas em vários países e matou quase duas centenas de pessoas. Se tudo correr bem, dentro de poucos meses a vacina poderá começar a ser testada.
O laboratório da farmacêutica Inovio, na cidade de San Diego, na Califórnia, é neste momento um dos locais onde a vacina está sendo desenvolvida. Os cientistas da Inovio esperam ter o produto pronto para ser testado em humanos no início do verão e já lhe deram um nome: “INO-4800”.
O fato de as autoridades chinesas terem sido rápidas ao divulgar o código genético do vírus ajudou os cientistas a determinar a origem, as mutações que pode sofrer à medida que o surto se desenvolve e a perceber a melhor forma de proteger a população mundial do contágio.
“Assim que a China forneceu a sequência do DNA do vírus, conseguimos colocá-lo na tecnologia dos nossos computadores e desenvolver o protótipo de uma vacina em apenas três horas”, explicou à BBC Kate Broderick, vice-presidente de Pesquisa e Desenvolvimento da Inovio.
Caso os testes iniciais sejam bem-sucedidos, serão feitos testes em maior escala, principalmente na China, o que pode ocorrer até o fim deste ano. Se a cronologia prevista pela Inovio se confirmar, esta será a vacina desenvolvida e testada mais rapidamente em um cenário de surto.
Da última vez que um vírus semelhante surgiu, em 2002 – a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) -, a China demorou a partilhar informações com o mundo e, por isso, a epidemia já estava perto do fim quando uma vacina foi desenvolvida.
Como funciona a vacina contra o coronavírus
A equipe responsável pelo desenvolvimento da vacina utiliza uma nova tecnologia de DNA e trabalha com uma empresa de biotecnologia de Pequim.
“As nossas vacinas são inovadoras pois utilizam as sequências de DNA do vírus para atingir partes específicas do agente patogênico”, organismo capaz de produzir doenças infecciosas aos seus hospedeiros, explicou a responsável pela empresa norte-americana.
“Depois, utilizamos as células do próprio paciente como uma fábrica para a vacina, fortalecendo os mecanismos de resposta naturais do corpo”.
O trabalho desse e de outros laboratórios é financiado pela Coligação para Inovações de Preparação para Epidemias (CEPI, na sigla original), uma organização não governamental que apoia o desenvolvimento de vacinas que previnam surtos.
“A nossa missão é garantir que os surtos não sejam uma ameaça para a humanidade”, explicou Melanie Saville, uma das diretoras da organização, que foi criada depois do surto de ébola na África Ocidental.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), uma das entidades que participam da procura global por uma vacina que combata o coronavírus, diz que não existem garantias de que qualquer um dos projetos em desenvolvimento seja suficientemente seguro e eficaz para que possa vir a ser utilizado.
“Os especialistas vão considerar vários critérios, incluindo a segurança da vacina, as respostas imunológicas e a disponibilidade dos laboratórios para fabricarem doses suficientes no tempo necessário”, explicou a OMS.
*Emissora pública de televisão de Portugal (Com Agência Brasil)
O concurso 2.230 da Mega-Sena pode pagar amanhã (1º) um prêmio de R$ 70 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo.
Se aplicado na poupança, o prêmio pode render mais de R$ 181 mil mensais. Se o ganhador investir em bens, poderá adquirir 25 carros esportivos de uma das principais marcas da categoria.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer lotérica do país e também no portal Loterias Caixa. O valor da aposta simples da Mega-Sena é de R$ 4,50.
Para jogar pela internet, no portal Loterias Caixa, o apostador precisa ser maior de 18 anos e fazer um pequeno cadastro. (Com Agência Brasil)





















