Inscrições para bolsas remanescentes do ProUni terminam quarta-feira

Os candidatos já matriculados ou não em instituição de ensino superior, onde pretendem receber uma das bolsas remanescentes do programa Universidade para Todos (ProUni), têm até quarta-feira (30) para fazer inscrição na página do programa.

 

São 90 mil bolsas não preenchidas no processo seletivo regular para o segundo semestre de 2020.O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais em instituições privadas de educação superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica a estudantes brasileiros sem diploma de nível superior.

 

Pré-requisitos

 

Pode participar quem cursou o ensino médio na rede pública ou na rede particular, na condição de bolsista integral. Também entram na lista dos contemplados estudantes com deficiência, professores da rede pública de ensino, no efetivo exercício do magistério da educação básica, além de integrantes do quadro de pessoal permanente de instituição.

 

Para concorrer às bolsas integrais, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Para as bolsas parciais (50%), a renda declarada deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

 

Quem quiser participar do processo precisa ter feito alguma edição do Enem, a partir de 2010, e ter obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas do exame. Além disso, o candidato deverá ter tirado nota maior que zero na redação. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Sicredi Grandes Lagos inaugura terceira agência em Santos e amplia rede de atendimento na baixada santista

 

A cidade de Santos ganhou na quinta dia 24, a terceira agência do Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 4,7 milhões de associados em todo o Brasil. Seguindo as recomendações das autoridades de saúde, a inauguração foi realizada por meio de uma transmissão online nas redes sociais da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, cooperativa que atua na baixada santista.

 

Com 320m², a nova agência, localizada na Avenida Vicente de Carvalho, 4, segue o conceito de ambientação arquitetônica do Sicredi, e busca atrair novos associados - valorizando ainda mais um dos seus diferenciais: o relacionamento. “No Sicredi, oferecemos os mesmos serviços financeiros de um banco tradicional. O grande diferencial está nos associados, que são os donos do negócio e participam ativamente da gestão, das decisões durante as assembleias, bem como dos resultados da cooperativa. Por isso, um número cada vez maior de pessoas está integrando o sistema cooperativo na região”, comenta o presidente da Sicredi Grandes Lagos PR/SP, Orlando Muffato.

 

Com a inauguração, a Sicredi Grandes Lagos PR/SP segue o plano de expansão no litoral sul de São Paulo. Atualmente, a cooperativa conta com 22 agências para atender cerca de 32 mil associados e está presente em 15 municípios do Paraná e oito da baixada santista. “Trabalhamos conectados com a inovação e as facilidades dos canais digitais. Ao mesmo tempo, sabemos da importância das agências físicas, que garantem ainda mais proximidade com o associado. Nossos investimentos visando à expansão e o melhor relacionamento são constantes”, destaca Muffato.

 

Além do presidente da cooperativa, a inauguração contou com a participação do diretor executivo, Jardiel Cherpinski, do conselheiro fiscal Ademir Ferreira de Freitas, coordenadores de núcleo, assessores e colaboradores do Sicredi.
A nova agência já está atendendo aos moradores de Santos e região com horário de funcionamento, das 10h às 16h. “Estamos prontos para receber com segurança nossos associados e a comunidade que deseja conhecer o Sicredi e os diferenciais do cooperativismo de crédito”, finaliza a gerente da nova agência, Flávia Maria Amaral Feijó.

 

Sobre o Sicredi

 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,7 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

 

 

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Saúde orienta regionais a intensificarem ações pela vacinação nos municípios

As 22 Regionais da Saúde no Paraná devem intensificar as ações nos municípios em prol da vacinação. A orientação foi dada pelo secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, em videoconferência com diretores das Regionais, nesta sexta-feira (25). Ele classificou a estratégia de vacinação como um dever de casa. As doses das vacinas já estão distribuídas em todo o Paraná.

 

Nesta segunda-feira (28), em conjunto com as secretarias municipais de Saúde, começa antecipadamente a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação, proposta pelo Ministério da Saúde.

 

A equipe técnica da Secretaria da Saúde elaborou diversas estratégias que serão colocadas em prática para chamar a atenção da população sobre a necessidade em cumprir o calendário e sobre as doses de vacinas disponíveis na rede pública de saúde. '"Vacinação é o dever de casa. O Estado não vacina, quem vacina é a equipe dos municípios. Mas somos o indutor, o articulador deste processo. Por isso, é nosso dever fazer organizar e ampliar a cobertura vacinal no Paraná", afirmou Beto Preto.

 

Embora a mobilização nacional de vacinação seja de 5 a 30 de outubro, a Secretaria da Saúde vai adiantar o trabalho de campo. "Temos vacina, temos profissionais preparados em cada sala de vacinação no Paraná. A pandemia afastou as pessoas das unidades de saúde. Mas é fundamental que a população esteja imunizada. Hoje a expectativa é pela vacina que proteja da Covid-19. No entanto, existem outras doenças que podem ser evitadas, justamente porque temos vacinas", afirmou Beto Preto.

 

POLIOMIELITE - A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite é dirigida a crianças a partir de 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade. A população desta faixa de idade estimada no Paraná é de 583.962 crianças e a meta é atingir o índice de 95% de cobertura vacinal. Esta vacina é oral, com a aplicação de duas gotas em cada criança.

 

A poliomielite é causada por vírus, pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Apesar de também ser chamada de paralisia infantil, a doença pode afetar tanto crianças quanto adultos. A vacinação é a única forma de prevenção.

 

MULTIVACINAÇÃO - A Campanha de Multivacinação tem objetivo de atualizar a caderneta de vacinação da criança e do adolescente menor de 15 anos de idade. Nacional de População não vacinada ou com esquemas incompletos, menores de 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias) de acordo com o Calendário.

 

A Campanha Nacional de Multivacinação oferta vários tipos de vacinas para crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade. São elas: BCG que previne as formas graves de tuberculose, a Pentavalente que protege contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e influenza B, Rotavírus Humano contra a diarreia, Pneumocócica 10 contra a pneumonia meningite e otite, Meningocócica C e ACWY que previne contra meningites, Tríplice Viral contra sarampo, caxumba e rubéola, vacina contra a varicela, vacina HPV que previne alguns tipos de câncer em jovens, vacinas da Hepatite A e Hepatite B e ainda a vacina contra a Febre Amarela. (Com AEN)

 

 

 

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Em dia de calor, praias cariocas registram aglomeração

As praias do Rio de Janeiro voltaram a registrar, neste domingo dia 27, grande movimentação de banhistas.

 

Medidas de restrição impostas pela prefeitura e pelo governo estadual em decorrência da pandemia de covid-19 foram mais uma vez desrespeitadas.

 

Por volta de 14h30, quando os termômetros registravam 33 graus, aglomerações eram registradas nas praias de Copacabana e de Ipanema, na zona sul da cidade. Além disso, muitas pessoas passeavam, sem máscara de proteção, no calçadão de Copacabana. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Ex-secretário da Receita defende ajustes no sistema tributário

O ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel disse que problemas do sistema tributário não são exclusividade brasileira. Segundo ele, todos os países enfrentam a questão e precisam tratar de ajustes constantemente.

 

Ao programa Brasil em Pauta: Especial Reforma Tributária, que vai ao ar hoje (28), às 22h30, na TV Brasil, ele afirmou que é contra as propostas de redução de carga tributária de um setor em detrimento de outro. Segundo Maciel, o Brasil precisa buscar uma reformulação do sistema com foco na resolução dos problemas que se apresentam hoje e não na criação de novos impostos e leis.

 

“Eu defendo que tributação no consumo deve ser informada pela essencialidade, pela seletividade. Há produtos que têm que ter uma tributação mais elevada e há produtos que têm que ter tributação menos elevada em função da sua essencialidade para a sociedade que, afinal, é quem está pagando o imposto”.

 

Everardo Maciel, que também é consultor tributário e professor do Instituto Brasileiro de Direito Público, disse discordar da proposta apresentada pelo governo em julho deste ano, em que sugere a unificação dos programas de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

 

Para ele, o novo imposto unificado não pode ser a solução para o país. “A teoria, na alíquota única, dá um sistema mais regressivo de aumentos a conceder. É isso que revelam todos os estudos do mundo, inclusive os mais recentes, de menos de um mês, publicados pela OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostrando que a Nova Zelândia e o Chile, que têm alíquota única, são os sistemas mais regressivos do mundo”, afirmou.

 

Everardo Maciel acrescentou que o texto do Executivo tem dissonância entre o discurso e o ato. “Ao dizer que quero simplificar, torno mais complexo. Não tenho nada contra a redução de carga tributária de qualquer setor, mas não pode reduzir a carga de um setor à espera de aumento de carga tributária de outro”, disse.

 

O ex-secretário defende que o país relacione os problemas atuais e faça ajustes a partir de um debate amplo e transparente para que todos tenham conhecimento do que está se propondo. “Reforma tributária não é um evento. Reforma tributária é um processo no qual se pretende reparar as deficiências e os problemas de um sistema com todo cuidado”.

 

Ele lembrou que são pessoas físicas, contribuintes, que pagam a conta por meio de preços, dos impostos patrimoniais, por meio da tributação da atividade laboral e de atividades como investidor. Para o economista, as mudanças propostas na tributação sobre o consumo afetam mais ainda famílias com menos renda.

 

“A proposta afeta diretamente 750 mil contribuintes, o agronegócio, o setor de telecomunicações, de radiodifusão, e há uma redução de carga tributária de segmentos industriais de cadeia longa”, disse.

 

Helcio Honda, advogado e diretor do Departamento Jurídico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), também defende que não haja nova tributação, ainda que seja a unificação de atuais impostos. “Sempre que você cria novo tributo, estabelece novos conceitos, novas definições. Sempre gera um novo contencioso. Então, aperfeiçoa o que já tem. Não podemos perder conquistas. Eu preferia estar discutindo o aperfeiçoamento do que estar discutindo uma solução mágica”.

 

Na conversa com os jornalistas Paulo La Sálvia e Katiuscia Neri, Honda lamentou a complexidade do sistema tributário em vigência no país, mas afirmou que apesar de “arcaico, custoso e com carga tributária muito alta”, ele não é ruim e precisaria apenas de aperfeiçoamentos.

 

“Nosso sistema, de várias formas, sofreu várias metamorfoses dentro do próprio sistema, que criaram essa complexidade”, disse. Ao citar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Honda lembrou que o tributo já deveria estar uniformizado. “É só diminuir alíquota interestadual, já seria um grande avanço para simplificar e ter a legislação dentro do próprio estado”.

 

Para ele, o grande gargalo está concentrado nesse tributo. “O ICMS é um dos nosso principais problemas e é a principal fonte de arrecadação dos estados. Sem fazer uma discussão do Pacto Federativo é difícil mudar o ICMS tirando o poder dos estados para fazer investimentos e política”, acrescentou. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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