Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira prêmio de R$ 22 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (4) um prêmio de R$ 22 milhões.

 

As seis dezenas do concurso 2.315 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

 

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, renderia no primeiro mês R$ 25,4 mil.

 

O volante, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Caixa paga auxílio emergencial para 3,2 milhões de beneficiários

A Caixa paga hoje (4) R$ 1,3 bilhão de auxílio emergencial para 3,2 milhões de brasileiros nascidos em fevereiro do Ciclo 4. Desse total, 600 mil receberão R$ 392 milhões referentes às parcelas do auxílio emergencial. Os demais, 2,6 milhões, serão contemplados com a segunda parcela do auxílio emergencial residual, em um montante de R$ 864,6 milhões.

 

A partir desta data, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas dos estabelecimentos comerciais.

 

O benefício criado em abril pelo Governo Federal foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1000. O Auxílio Emergencial Extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.

 

De acordo com a Caixa, a segunda parcela extra será para os beneficiários que receberam a primeira parcela do auxílio emergencial em maio.

 

Os saques e transferências para quem recebe o crédito nesta quarta-feira serão liberados a partir do dia 7 de novembro. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Copel orienta sobre uso seguro da energia na atividade rural

A agricultura e a pecuária são atividades que geram renda e desenvolvimento socioeconômico. Em alguns locais, é comum que a rede elétrica de alta tensão cruze propriedades. Os períodos mais críticos para a ocorrência de acidentes são a colheita e a preparação do solo, quando são utilizadas máquinas de médio e grande porte e também são feitas queimadas.

 

Nesses períodos, é preciso redobrar os cuidados com as redes de energia, planejando as atividades para evitar os acidentes.

 

Em 2019, foram registrados 48 acidentes com a energia elétrica em todo o Paraná, um terço deles em áreas rurais. Doze foram fatais e 21 considerados acidentes graves. Embora desde 2011 esse número venha se mantendo abaixo de 50 ocorrências no Estado, a gravidade dos acidentes ainda é motivo de preocupação e é o foco das campanhas de segurança com a comunidade que a empresa mantém regularmente.

 

“Manter uma distância segura é a maneira mais efetiva de se evitar acidentes”, explica o gerente de Segurança do Trabalho da Copel Distribuição, Alessandro Maffei da Rosa. O conselho é visitar as áreas onde os trabalhos serão realizados, observando os locais onde existe rede e adequando o tamanho das máquinas para a realização dos serviço.

 

As dimensões das máquinas ou implementos agrícolas podem aumentar o risco de um contato acidental com os fios de energia. Há risco também quando produtores decidem realizar a poda e corte de árvores perto da linha. Em outros casos, as próprias plantações ultrapassam os limites de segurança das faixas de servidão, contribuindo para a ocorrência de acidentes.

 

Faixa de servidão, segundo a Norma Técnica NBR 5422, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é a área de segurança que deve ser respeitada para que se evite acidentes, sendo a largura mínima de 30 metros para as linhas de 69, 88 e 138 kV de tensão, e de 20 metros para as linhas de 34,5 kV.

 

Confira os cuidados básicos precisam ser observados:

 

 - Planejar cuidadosamente os trabalhos, observando atentamente se as dimensões da máquina ou equipamento (altura e largura) atendem a uma distância segura da rede elétrica;


- Ao manusear as máquinas agrícolas, desviar dos estais (cabos de aço que prendem os postes ao chão);


- Ao manobrar veículos e equipamentos, realizar carga e descarga de caminhões, manter a distância mínima de cinco metros de qualquer tipo de estrutura elétrica;


- Caso o veículo venha a encostar na rede elétrica, o motorista jamais deve tentar sair do maquinário. É preciso chamar imediatamente a Copel, que vai interromper o fornecimento de energia antes de resgatar o condutor;

 

- Nunca estacionar máquinas agrícolas debaixo da rede elétrica;

 

- Ter cuidado para não tocar na rede elétrica quando subir em uma árvore para colher frutas ou para realizar podas;


- Ter cuidado com os equipamentos de irrigação. Nunca deixar o jato de água dos irrigadores atingir os fios elétricos;


- Jamais se aproximar ou tocar em cabos elétricos caídos no chão. Se encontrar um fio elétrico caído, é importante sinalizar a área para que ninguém se aproxime e avisar imediatamente a Copel;


- Não fazer queimadas perto das linhas de transmissão ou de distribuição de energia elétrica. Além de colocar em risco a sua vida e de outras pessoas, essa prática pode danificar as estruturas do sistema elétrico, causando a queda dos postes e torres, provocando curtos-circuitos, o rompimento de cabos e interrompendo o fornecimento de energia;


- Por fim, importante lembrar que não é necessário encostar em um cabo para ocorrer uma descarga elétrica. A simples aproximação de algum material condutor pode gerar um arco elétrico com consequências graves para quem estiver manuseando o material, assim como para quem estiver próximo. (Com AEN)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Indicadores sugerem recuperação desigual da economia, diz BC

A economia brasileira apresenta recuperação desigual entre os setores, assim como ocorre em outros países, e ainda há incertezas sobre o ritmo de crescimento, principalmente a partir do fim de ano, quando deve terminar o efeito dos auxílios emergenciais pagos pelo governo. A avaliação é do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) e consta da ata da última reunião, divulgada hoje dia 3.

“Os programas governamentais de recomposição de renda têm permitido uma retomada relativamente forte do consumo de bens duráveis e do investimento. Contudo, várias atividades do setor de serviços, sobretudo aquelas mais diretamente afetadas pelo distanciamento social, permanecem bastante deprimidas. Prospectivamente, a pouca previsibilidade associada à evolução da pandemia e ao necessário ajuste dos gastos públicos a partir de 2021 aumenta a incerteza sobre a continuidade da retomada da atividade econômica”, diz o Copom, ponderando que essa imprevisibilidade e os riscos associados à evolução da pandemia podem implicar a retomada ainda mais gradual da economia.

 

De acordo com o comitê, no cenário internacional, a forte retomada em alguns setores produtivos parece sofrer alguma desaceleração, em parte devido à segunda onda da pandemia de covid-19 em algumas das principais economias. Apesar das incertezas desse cenário e da possível redução dos estímulos governamentais, “a moderação na volatilidade dos ativos financeiros segue resultando em um ambiente relativamente favorável para economias emergentes”.

 

Na última semana, o comitê manteve a taxa básica de juros da economia (Selic) em 2% ao ano, o menor nível desde o início da série histórica do BC, em 1986. A manutenção da Selic em baixa estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica.

 

Inflação

 

A Selic é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é a inflação oficial medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou em 0,64%, contra 0,24% em agosto. O IPCA acumulou taxas de inflação de 1,34% no ano e de 3,14% em 12 meses.

 

Na ata, o Copom ressalta que as últimas leituras de inflação ficaram acima do esperado, elevando a projeção para os meses restantes de 2020. “Contribuem para essa revisão a continuidade da alta nos preços dos alimentos e de bens industriais, consequência da depreciação persistente do real, da elevação de preço das commodities [produtos primários com cotação em mercados internacionais] e dos programas de transferência de renda. Por um lado, a normalização parcial dos preços ainda deprimidos deve continuar, em um contexto de recuperação dos índices de mobilidade e do nível de atividade. Por outro lado, espera-se a reversão na elevação extraordinária dos preços de alguns produtos, afetados por redução provisória na oferta em conjunção com um aumento ocasional na demanda. Dessa forma, apesar de a pressão inflacionária ter sido mais forte que a esperada, o comitê mantém o diagnóstico de que esse choque é temporário, mas monitora sua evolução com atenção”, diz o documento.

 

O comitê estabelece dois cenários com projeções para a inflação neste ano. No primeiro cenário, a inflação termina 2020 e 2021 em 3,1% e sobe para 3,3% em 2022. As projeções para a inflação de preços administrados são 0,8% em 2020, 5,1% em 2021 e 3,9% em 2022. Nesse cenário, a taxa de câmbio parte de R$ 5,60 e a Selic encerra 2020 em 2% ao ano, eleva-se para 2,75% ao ano em 2021 e 4,5% ao ano em 2022 (de acordo com a pesquisa do BC ao mercado financeiro para a taxa básica.

 

No cenário com taxa de juros constante a 2% ao ano e taxa de câmbio partindo de R$ 5,60, as projeções de inflação ficam em 3,1% em 2020, 3,2% em 2021 e 3,8% em 2022. Nesse cenário, as projeções para a inflação de preços administrados são 0,8% para 2020, 5,1% para 2021 e 4% para 2022.

 

As estimativas para 2020 estão acima do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

 

Manutenção da Selic

 

Durante a reunião, o Copom avaliou que reduzir ainda mais a taxa básica de juros poderia gerar instabilidade nos preços de ativos. “Considerando o longo histórico da economia brasileira operando com a taxa básica de juros em nível muito elevado, os juros baixos sem precedentes podem comprometer o desempenho de alguns mercados e setores econômicos, com potencial impacto sobre a intermediação financeira”, diz a ata.

 

Assim, deve ser mantida a sinalização de que “o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno”. Para o comitê, o atual estímulo com a Selic a 2% e “as diversas medidas de inflação subjacente apresentam-se em níveis compatíveis com o cumprimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a política monetária”.

 

Por outro lado, o Copom reconheceu que “alterações de política fiscal que afetem a trajetória da dívida pública ou comprometam a âncora fiscal motivariam uma reavaliação, mesmo que o teto dos gastos ainda esteja nominalmente mantido”. De acordo com a ata, a reavaliação seguiria “o receituário do regime de metas para a inflação, sendo baseada na avaliação da inflação prospectiva e de seu balanço de riscos”.

 

“O Copom avalia que perseverar no processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para permitir a recuperação sustentável da economia. O comitê ressalta ainda que questionamentos sobre a continuidade das reformas e alterações de caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas podem elevar a taxa de juros estrutural da economia. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

Serasa realiza novo Feirão Limpa Nome em novembro

A partir de hoje dia 3, consumidores inadimplentes de todo o país poderão negociar dívidas e contas atrasadas com até 99% de desconto durante mais um feirão Limpa Nome da Serasa. Os descontos serão oferecidos por mais de 50 empresas parceiras de diversos segmentos até o dia 30 de novembro. Segundo a Serasa, pelo menos 64 milhões de consumidores podem ser beneficiados.

 

Para participar o consumidor pode acessar um dos canais digitais da Serasa: site do Serasa Limpa Nome, Whatsapp e aplicativo. Nesta edição a negociação poderá ser feita em mais de 7 mil agências dos Correios em todo o Brasil. A ação permitirá ainda que, após a quitação da dívida, o consumidor tenha sua pontuação aumentada e assim obtenha melhores condições de crédito nas próximas compras.

 

"Sabemos da importância do nome limpo para que as pessoas tenham mais chance de conseguir crédito, e assim, recomecem sua vida. O ano foi muito difícil devido a pandemia, mas já vemos sinais de retomada, por isso, esse ano, junto aos mais de 50 parceiros do Serasa Limpa Nome, entendemos a responsabilidade de ampliarmos e criarmos o maior Feirão de todos os tempos”, disse o  diretor de marketing e canais digitais da Serasa, Giresse Contini.

 

Participam desta edição do feirão Limpa Nome as empresas Itaú, Banco do Brasil, Recovery, Claro, Santander, Vivo, Casas Bahia, Ponto Frio, Renner, Riachuelo, Pernambucanas, Avon, Bradesco, Carrefour, Porto Seguro, Ativos, Oi, Itapeva, Anhanguera, Sky, Credsystem, Banco BMG, Digio, Zema, Crefisa, Ipanema, Unopar, Hoepers, Tricard, Tribanco, Di Santinni, Calcard, Confiança, Algar, Unic, Fama, Pitágoras, Sorocard, Uniderp, Unime, Hipercard, Conect Car, Elmo, Tenda, Energisa, Cetelem, Havan, Quatro Estações, CPFL, RGE, PagBank, Light, Nosso Lar, Novo Mundo, Koerich, Kredilg e Cemig. (Com AAgência Brasil)

 

 

 

 

 

Anvisa autoriza prosseguimento de testes com vacina contra a covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou hoje dia 3, que autorizou que o laboratório Janssen-Cilag (divisão farmacêutica da Johnson & Johnson) prossiga com as pesquisas da vacina contra a covid-19. O laboratório suspendeu os testes no dia 12 de outubro por causa de um “evento adverso grave” com um voluntário nos Estados Unidos. Segundo a agência, os estudos clínicos com a vacina, denominada de  Ad26COVS2.S já podem ser retomados e que a decisão desta terça-feira "garante segurança aos voluntários brasileiros que queiram participar do experimento". 

 

Segundo a Anvisa, as regras da pesquisa clínica já preveem a ocorrência de eventos adversos e que a identificação desses episódios serve justamente para conhecer e definir o perfil de segurança de cada medicamento. A agência observou ainda que esses eventos graves exigem a paralisação de todo o estudo e a investigação do caso antes da retomada da pesquisa. 

 

"Após avaliar os dados do evento adverso e as informações do Comitê Independente de Segurança, além de dados da autoridade regulatória norte-americana (Food and Drugs Administration – FDA), a Anvisa concluiu que a relação benefício e risco se mantém favorável e que o estudo poderá ser retomado", disse a agência reguladora.

 

De acordo com a Anvisa, no momento da interrupção 12 voluntários do Brasil, todos do Rio de Janeiro, já haviam participado do teste, recebendo a dose da vacina ou do placebo. O estudo da Janssen-Cilag  no país está sendo conduzido em 11 estados, com previsão de envolver até 7.560 pessoas com mais de 18 anos. 

 

"É importante destacar que a Anvisa continuará acompanhando todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer  situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas previstas nos protocolos para a investigação criteriosa desses eventos", disse a agência. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

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