As obras e os investimentos na infraestrutura do Governo do Paraná não pararam ao longo de 2020, apesar de todos os reflexos causados pela severa pandemia do Covid-19 que o mundo atravessa. A Secretaria de Infraestrutura e Logística, assim como toda a população, teve que se adaptar às restrições causadas pelo vírus e tomar as precauções sanitárias, sem perder o foco no desenvolvimento do Estado.
“O governador Carlos Massa Ratinho Junior liderou com muita determinação o importante avanço na área de infraestrutura do Paraná, com uma sinergia e sintonia com o governo federal. O ano de 2020, apesar de todas as dificuldades, foi marcado por investimentos e grandes obras para o Estado”, avaliou o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
O secretário informa que Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR) superou a cifra de R$ 3 bilhões em obras por todas as regiões do Paraná. Os portos alcançaram recordes de cargas num ano marcado pela retração econômica, assim como a Ferroeste, que pelo segundo ano seguido fechou com saldo positivo.
Sandro Alex ressalta o comprometimento da equipe para realizar os projetos de modernização logística do Estado. “Me sinto extremamente honrado em trabalhar com técnicos tão preparados e gestores eficientes e comprometidos que pensam o Paraná para as próximas décadas”, completou Sandro Alex.
Um exemplo disso, cita o secretário, é a premiação recebida pela administração dos Portos do Paraná como melhor gestão pública do País. O reconhecimento foi feito pelo governo federal, no prêmio “Portos + Brasil”. Apesar dos obstáculos da pandemia, os portos de Paranaguá e Antonina alcançaram em novembro, o recorde de 53,382 milhões de toneladas de cargas movimentadas. O volume é o maior da história.
PARCERIA - Uma das grandes conquistas de 2020, na área da Infraestrutura do Paraná, foi o excelente relacionamento com o governo federal. A parceria garantiu aos paranaenses obras de extrema importância como a construção da segunda ponte ligando o Brasil ao Paraguai, dentre outras.
“Sem sombra de dúvida, a nova Ponte da Integração entre o Brasil e o Paraguai é o grande destaque desse ano, com quase 50% de conclusão atingida. Essa obra foi o primeiro passo de uma parceria entre o Governo Ratinho Junior, o governo federal e a Itaipu Binacional, que vai resultar em mais de um bilhão de reais investidos em infraestrutura no Estado”, afirmou Sandro Alex.
Ele explica que após a confirmação da execução da obra internacional, outros projetos foram viabilizados. “Inclusive já assinamos os convênios para a duplicação da Rodovia das Cataratas e para concluir a pavimentação da Estrada da Boiadeira, com vários outros já em tratativas”, diz.
CONVÊNIOS - Ao longo de 2020 foram firmados oito convênios entre a secretaria e a Itaipu Binacional, garantindo investimentos de quase R$ 700 milhões. Com os municípios paranaenses, foram mais de 100 convênios assinados que superam a cifra de R$ 130 milhões. Mais R$ 817 milhões foram garantidos por meio de termos de cooperação da secretaria com os municípios do Paraná.
Além disso, se destaca o enorme esforço para garantir investimento na melhoria em toda a malha de rodovias paranaenses. “Herdamos estradas em péssimas condições. Com nossos programas de conservação, com investimento de quase R$ 600 milhões, foi possível realizar obras de melhorias em pontos críticos do pavimento e no entorno das pistas, aumentando a segurança e o conforto para os condutores e passageiros”, explicou o secretário.
BID - Além da Itaipu, outra parceria que resultou em grandes obras para os paranaenses foi com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com investimentos superando a cifra de R$ 400 milhões.
Em 2020, foram garantidas 12 novas obras para rodovias estaduais: seis obras já estão com contrato assinado e outras seis tiveram suas licitações publicadas e deverão ser realizadas em 2021. Essas obras fazem parte do Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Paraná e são financiadas pelo BID. “Este plano de trabalho do Programa Estratégico levou asfalto pela primeira vez a rodovias do interior do Estado”, comemorou o diretor-geral do DER do Paraná, Fernando Furiatti.
O DER superou R$ 825 milhões em licitações de grandes obras ao longo de 2020. Este valor inclui editais de grandes obras e de projetos executivos de engenharia que vão transformar a infraestrutura e logística da malha rodoviária paranaense.
São duplicações, ampliações da capacidade, pavimentações e novas obras de arte especiais (trincheiras e viadutos) que começam a sair do papel e passarão a redesenhar a malha rodoviária paranaense nos próximos anos. “É muito importante destacar a conquista do empréstimo de R$ 1,6 bilhão pelo governo Ratinho Junior. O Estado está em obras, e vamos melhorar cada vez mais”, disse Sandro Alex.
OBRAS DE LENIÊNCIA - O ano de 2020 também foi marcado pelo início das obras decorrentes de acordos de leniência firmados por empreiteiras com o Ministério Público Federal, tendo a colaboração da Secretaria de Infraestrutura e Logística e a fiscalização do DER. São cerca de R$ 450 milhões em projetos que já estão em andamento. A maior delas é a adequação do Trevo Cataratas, em Cascavel, que teve início em outubro e deve levar dois anos para ser concluída.
Estas obras de leniência marcam o fim dos atuais contratos dos pedágios que compõem o atual Anel de Integração e o início de uma nova era das rodovias que cortam o Paraná. “O encerramento destes contratos é um processo de uma complexidade sem igual. Serão 24 anos de atividades analisadas sob o microscópio, visando garantir que tudo o que está previsto seja realizado”, disse Furiatti.
PERSPECTIVAS 2021 – Desta forma, o grande desafio para o próximo ano será a licitação do novo Anel de Integração, que está em fase final de estudo desenvolvido por uma empresa especializada e contratada pela União. Depois disso acontecerão as audiências públicas, que serão realizadas para definir a nova modelagem da concessão, e o leilão na Bolsa de Valores, garantindo total transparência em todo o processo. “A partir de novembro de 2021 encerram-se os atuais contratos e passaremos para uma nova etapa, com concessões que apresentem preços justos e realizem muito mais obras em nossas rodovias” explicou Sandro Alex.
FERROVIA - Outro leilão que deve acontecer em 2021 e é de extrema importância para o Paraná é o da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.). Em 2020, a empresa foi qualificada no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) do governo federal, o que deve acelerar o seu processo de desestatização. A União vai ajudar o Paraná com apoio técnico regulatório necessário em diversas áreas, da modelagem e meio ambiente à atração de investidores.
A expectativa é colocar a Ferroeste em leilão na B3 até o final de 2021 já com o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) concluídos.
Esse cronograma prevê, ainda, a viabilidade da extensão (até 1.371 quilômetros) de uma nova ferrovia entre Maracaju (MS) e Cascavel (PR), a revitalização do atual trecho ferroviário entre Cascavel a Guarapuava, a construção de uma nova ferrovia entre Guarapuava e Paranaguá e a construção de um ramal multimodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu.
“Sem sombra de dúvidas o ano de 2020 é um marco na história da Ferroeste. Pelo segundo ano consecutivo conseguimos fechar as contas no azul, com superávit – o que nunca havia acontecido”, disse André Gonçalves, presidente da Ferroeste. “2021 tem tudo para também ficar na história com o leilão na Bolsa de Valores”, completou Gonçalves.
AEROPORTOS - As atenções do Governo do Estado e da Secretaria de Infraestrutura se voltarão em 2021 também para o modal aéreo. Está prevista a licitação para concessão dos aeroportos do Bloco Sul, que estão inseridos quatro aeroportos paranaenses (Afonso Pena, em São José dos Pinhais; Foz do Iguaçu; Londrina; e Bacacheri, em Curitiba).
O Afonso Pena, por exemplo, terá uma pista completa com pelo menos 3 mil metros de extensão que permitirá pousos e decolagens sem conexões para os Estados Unidos e países da Europa com aeronaves de grande porte (categoria 4E).
O Aeroporto Internacional das Cataratas, em Foz do Iguaçu, que pertence ao mesmo bloco de leilão, executa as obras de ampliação da sua pista principal. O custo total é de R$ 53,9 milhões, com previsão de conclusão em 2021. (Com Agência Brasil)
O Brasil tem, segundo o boletim divulgado na noite deste domingo dia 20, pelo Ministério da Saúde, 7,213 milhões de casos confirmados de covid-19. Deste total, há 6,22 milhões de casos recuperados e 804 mil em acompanhamento. Segundo o ministério, desde o início da pandemia, foram registrados 186.356 mortes pela doença.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 50.177 novos casos e 706 óbitos. A taxa de letalidade da doença é de 2,6%. (Com Agência Brasil)
Com a chegada do verão no Brasil e da chuva em diversas regiões, uma preocupação de saúde pública aumenta: o crescimento da circulação do mosquito Aedes aegypti e das doenças associadas a ele (chamadas de arboviroses urbanas), como dengue, zika e chikungunya.

Conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o tema, lançado em dezembro, entre janeiro e novembro foram registrados 971.136 casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 mortes. As maiores incidências se deram nas regiões Centro-Oeste (1.187,4 por 100 mil habitantes), Sul (931,3/100 mil) e Nordeste (258,6/100 mil).
No mesmo período, as autoridades de saúde notificaram 78.808 mil casos de chikungunya, com 25 óbitos e 19 casos em investigação. As maiores incidências ocorreram no Nordeste (99,4 por 100 mil habitantes) e Sudeste (22,7/100 mil). Já os casos de zika, até o início de novembro, totalizaram 7.006, com incidência mais forte no Nordeste (9/100 mil) e Centro-Oeste (3,6/100 mil).
Na avaliação do professor de epidemiologia da Universidade de Brasília Walter Ramalho, este é o momento de discutir o problema do Aedes aegypti e as medidas necessárias para impedir sua proliferação. O maior desafio é diminuir os focos de criação dele.
O Aedes está no Brasil há mais de 100 anos. Em alguns momentos, já chegou a ser erradicado. Mas nos últimos 30 anos o inseto vem permanecendo e, segundo o professor Ramalho, se adaptando muito bem ao cenário de urbanização do país e do uso crescente de materiais de plástico, que facilitam o acúmulo de água propício à reprodução do mosquito.
“Todos esses materiais, que podem durar muito tempo na natureza, podem ser criadouros do mosquito. A gente tem que olhar constantemente o domicílio, não somente na terra como nas calhas. Este é um momento do começo da chuva. Se não fizermos esse trabalho e se a densidade do mosquito for elevada, não temos o que fazer”, alerta o professor.
Ele lembra que não se trata apenas de um cuidado com a própria pessoa e sua casa, mas com o conjunto da localidade, uma vez que domicílios com foco de criação acabam trazendo risco para toda a vizinhança.
O professor da UnB acrescenta que o cuidado no combate aos focos não pode ser uma tarefa somente do Poder Público. Uma vez que qualquer residência, terreno ou imóvel pode concentrar focos, é muito difícil que as equipes responsáveis pela fiscalização deem conta de cobrir todo o território.
Ramalho destaca que as doenças cujos vírus são transmitidos pelo mosquito são graves. A dengue hemorrágica pode trazer consequências sérias para os pacientes.
“A zika causou microcefalia no Nordeste e em algumas cidades de outras regiões. E precisamos nos preocupar com a chikungunya. Ela causa sintomatologia de muitas dores articulares. Muitas pessoas passam dois, três anos sentindo muitas dores. Isso causa desconforto na vida durante todo esse período”, afirma.
Campanha
No mês passado, o governo federal lançou uma campanha contra a proliferação do Aedes com o lema “Combater o mosquito é com você, comigo, com todo mundo”. O desafio é conscientizar os cidadãos sobre a importância de limpar frequentemente estruturas onde possa haver focos e evitar a água parada todos os dias.
Já começaram as apostas para a Mega da Virada que, segundo estimativas da Caixa, deve ter uma premiação de R$ 300 milhões este ano. As apostas poderão ser feitas até as 17h (horário de Brasília) do dia 31 de dezembro nas lotéricas de todo do país;,pelo portal Loterias Caixa ou pelo app Loterias CAIXA, disponível para usuários das plataformas Android e iOS; e pelo internet banking da Caixa.

O valor de uma aposta simples da Mega, com seis números, é de R$ 4,50. No caso do Bolão Caixa, o preço mínimo de apostas é de R$ 10. Com isso, o valor mínimo da cota é de R$ 5. De acordo com a Caixa, é possível que seja cobrada, a critério da lotérica, uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, para o bolão.
As apostas pela internet só podem ser feitas por pessoas maiores de 18 anos, após o preenchimento de um pequeno cadastro. Nesse caso, o pagamento deve ser feito por cartão de crédito, e o valor mínimo do conjunto de apostas é de R$ 30, podendo chegar a R$ 945 por dia.
Como a Mega da Virada não acumula, caso ninguém acerte as seis dezenas, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números, e assim sucessivamente conforme as faixas de premiação.
De acordo com o banco, “se apenas um ganhador acertar as seis dezenas da Mega da Virada e aplicar o prêmio estimado na poupança, terá uma renda mensal de R$ 347,7 mil”. (Com Agência Brasil)
Todos os cinco bebês que nasceram de mães infectadas com covid-19 durante um estudo realizado em Cingapura têm anticorpos contra o vírus, mas os pesquisadores disseram que ainda não está claro qual nível de proteção isto pode oferecer.

As conclusões de um estudo com 16 gestantes divulgado nesta sexta-feira também revelaram que a maioria estava ligeiramente infectada e que reações mais sérias ocorreram em mulheres mais velhas com um índice de massa corporal elevado – uma tendência que se espelha na população em geral geral.
As cinco que haviam dado à luz à altura da publicação do estudo tinham anticorpos, de acordo com a Rede de Pesquisa de Obstetrícia e Ginecologia de Cingapura.
O número de anticorpos dos bebês variou, e foi mais alto entre aqueles cujas mães haviam sido infectadas mais perto do momento do parto, disseram os pesquisadores. É necessário um monitoramento adicional para se determinar se os anticorpos diminuirão à medida que bebês crescem, acrescentaram. (Com Agência Brasil)
O capítulo mais importante no combate à pandemia de covid-19 está para começar com a vacinação em massa, disse há pouco o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em apresentação do balanço de fim de ano da pasta, ele defendeu a liberação de R$ 20 bilhões para o programa de imunização.

“O capítulo mais importante vem agora, que é a vacinação em massa. São mais R$ 20 bilhões para a vacinação em massa dos brasileiros”, declarou o ministro. Guedes defendeu que a imunização seja opcional, mas ressaltou que as vacinas são importantes para sustentar a retomada da economia, garantindo a volta da população ao trabalho presencial.
“O retorno seguro ao trabalho exige a vacinação em massa da população brasileira. É uma vacinação voluntária e o que o governo tem que fazer é disponibilizar todas as vacinas para a população de forma voluntária e gratuita. Qualquer brasileiro pode escolher a vacina que ele quer tomar, não paga pela vacina e escolhe a vacina se quiser tomar. Essa vacinação gratuita de forma voluntária para os brasileiros é o que nós precisamos para que a asa da saúde bata ao mesmo tempo da asa da recuperação econômica”, afirmou.
Auxílio emergencial
O ministro elogiou o auxílio emergencial. Segundo Guedes, o Brasil privilegiou a proteção da população no início da pandemia e conseguiu implementar um programa de transferência de renda mais rápido que muitos países, promovendo a inclusão bancária por meio da tecnologia. “Diversos países desenvolvidos ainda mandam cheque para a casa das pessoas”, disse.
Emprego
Guedes também elogiou o programa de suspensão de contratos e de redução de jornada durante a pandemia, que segundo ele, ajudou a preservação do emprego formal. Ele citou as estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que registra as contratações e demissões de postos com carteira assinada, e disse que o país pode encerrar o ano zerando a perda de empregos registradas durante a pandemia de covid-19.
De janeiro a outubro, o Caged registrou a perda de 171,1 mil postos de trabalho formais. Até setembro, a eliminação de vagas estava em 558,6 mil. “Não sei se conheço outros países que conseguiram [em 2020] manter 33 milhões de empregos formais”, declarou.
Guedes citou ainda o programa de crédito que ajudou cerca de 650 mil micro, pequenas e médias empresas e também mencionou ajuda a setores da economia, como aviação, como fatores que também ajudaram na preservação de empregos.
Reformas
Apesar do aumento de gastos públicos em 2020, Guedes reiterou a defesa do compromisso com as reformas estruturais depois da pandemia. Destacou que, mesmo com a paralisação das discussões no Congresso nos últimos meses, a equipe econômica conseguiu recentes vitórias, como a aprovação da nova Lei de Falências, do projeto de ajuda a estados em troca de um plano de ajuste fiscal, da liberalização da navegação de cabotagem e da autonomia do Banco Central (aprovada pelo Senado e em discussão na Câmara). (Com Agência Brasil)
























