Policiais da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática da Polícia Civil fluminense cumprem hoje dia 21, mandados de busca e apreensão contra suspeitos de extorquir políticos por meio da ameaça de divulgação de notícias falsas (fake news) contra eles. Os alvos da operação de hoje são suspeitos de controlar duas dezenas de páginas em redes sociais, que eram usadas para ameaçar deputados, vereadores e prefeitos.

De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos cobravam políticos para anunciar em suas páginas. Quando as vítimas se recusavam a pagar, se tornavam alvos de ataques constantes por meio da divulgação de notícias falsas contra elas.
As páginas de falsas notícias usadas nos crimes atuavam em municípios de Magé até Paraty, na Região da Costa Verde, com atuação mais intensa em cidades da Baixada Fluminense. (Com Agência Brasil)
O Banco Central (BC) atualizou a projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 4,35% para 4,39% para o ano. É a 19ª alta consecutiva do indicador, que ultrapassa o centro da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 4%. A projeção para 2021 também registrou aumento, passando de 3,34% para 3,37%. Para 2022 e 2023, se manteve estável em 3,50% e 3,25%, respectivamente.

Também se mantém estável a previsão para 2021, 2022 e 2023 da taxa básica de juros, a Selic, em 3%; 4,5%; e 6% ao ano, respectivamente. A revisão consta do boletim Focus divulgado hoje (21). Com periodicidade semanal, o documento reúne estimativas de instituições financeiras para os principais indicadores da economia.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando a Selic é mantida, o comitê considera que ajustes anteriores foram suficientes para manter a inflação sob controle.
Atividade econômica
O mercado financeiro também ajustou de menos 4,41% para menos 4,40% o valor referente à retração da economia neste ano, que é medida pelo Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país).
A expectativa de crescimento para 2021 caiu de 3,50% para 3,46%. No entanto, se manteve estável para 2022 e 2023, em 2,5%.
Dólar
De acordo com o Boletim Focus, a cotação do dólar para o final deste ano está em R$ 5,15, ante os R$ 5,20 projetados no boletim divulgado há uma semana. Para 2021, o BC baixou de R$ 5,03 para R$ 5 o valor da moeda norte-americana. Para 2022, a projeção subiu de R$ 4,95 para R$ 4,98; e para 2023, de R$ 4,90 para R$ 4,97. (Com Agência Brasil)
As obras e os investimentos na infraestrutura do Governo do Paraná não pararam ao longo de 2020, apesar de todos os reflexos causados pela severa pandemia do Covid-19 que o mundo atravessa. A Secretaria de Infraestrutura e Logística, assim como toda a população, teve que se adaptar às restrições causadas pelo vírus e tomar as precauções sanitárias, sem perder o foco no desenvolvimento do Estado.
“O governador Carlos Massa Ratinho Junior liderou com muita determinação o importante avanço na área de infraestrutura do Paraná, com uma sinergia e sintonia com o governo federal. O ano de 2020, apesar de todas as dificuldades, foi marcado por investimentos e grandes obras para o Estado”, avaliou o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
O secretário informa que Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR) superou a cifra de R$ 3 bilhões em obras por todas as regiões do Paraná. Os portos alcançaram recordes de cargas num ano marcado pela retração econômica, assim como a Ferroeste, que pelo segundo ano seguido fechou com saldo positivo.
Sandro Alex ressalta o comprometimento da equipe para realizar os projetos de modernização logística do Estado. “Me sinto extremamente honrado em trabalhar com técnicos tão preparados e gestores eficientes e comprometidos que pensam o Paraná para as próximas décadas”, completou Sandro Alex.
Um exemplo disso, cita o secretário, é a premiação recebida pela administração dos Portos do Paraná como melhor gestão pública do País. O reconhecimento foi feito pelo governo federal, no prêmio “Portos + Brasil”. Apesar dos obstáculos da pandemia, os portos de Paranaguá e Antonina alcançaram em novembro, o recorde de 53,382 milhões de toneladas de cargas movimentadas. O volume é o maior da história.
PARCERIA - Uma das grandes conquistas de 2020, na área da Infraestrutura do Paraná, foi o excelente relacionamento com o governo federal. A parceria garantiu aos paranaenses obras de extrema importância como a construção da segunda ponte ligando o Brasil ao Paraguai, dentre outras.
“Sem sombra de dúvida, a nova Ponte da Integração entre o Brasil e o Paraguai é o grande destaque desse ano, com quase 50% de conclusão atingida. Essa obra foi o primeiro passo de uma parceria entre o Governo Ratinho Junior, o governo federal e a Itaipu Binacional, que vai resultar em mais de um bilhão de reais investidos em infraestrutura no Estado”, afirmou Sandro Alex.
Ele explica que após a confirmação da execução da obra internacional, outros projetos foram viabilizados. “Inclusive já assinamos os convênios para a duplicação da Rodovia das Cataratas e para concluir a pavimentação da Estrada da Boiadeira, com vários outros já em tratativas”, diz.
CONVÊNIOS - Ao longo de 2020 foram firmados oito convênios entre a secretaria e a Itaipu Binacional, garantindo investimentos de quase R$ 700 milhões. Com os municípios paranaenses, foram mais de 100 convênios assinados que superam a cifra de R$ 130 milhões. Mais R$ 817 milhões foram garantidos por meio de termos de cooperação da secretaria com os municípios do Paraná.
Além disso, se destaca o enorme esforço para garantir investimento na melhoria em toda a malha de rodovias paranaenses. “Herdamos estradas em péssimas condições. Com nossos programas de conservação, com investimento de quase R$ 600 milhões, foi possível realizar obras de melhorias em pontos críticos do pavimento e no entorno das pistas, aumentando a segurança e o conforto para os condutores e passageiros”, explicou o secretário.
BID - Além da Itaipu, outra parceria que resultou em grandes obras para os paranaenses foi com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com investimentos superando a cifra de R$ 400 milhões.
Em 2020, foram garantidas 12 novas obras para rodovias estaduais: seis obras já estão com contrato assinado e outras seis tiveram suas licitações publicadas e deverão ser realizadas em 2021. Essas obras fazem parte do Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Paraná e são financiadas pelo BID. “Este plano de trabalho do Programa Estratégico levou asfalto pela primeira vez a rodovias do interior do Estado”, comemorou o diretor-geral do DER do Paraná, Fernando Furiatti.
O DER superou R$ 825 milhões em licitações de grandes obras ao longo de 2020. Este valor inclui editais de grandes obras e de projetos executivos de engenharia que vão transformar a infraestrutura e logística da malha rodoviária paranaense.
São duplicações, ampliações da capacidade, pavimentações e novas obras de arte especiais (trincheiras e viadutos) que começam a sair do papel e passarão a redesenhar a malha rodoviária paranaense nos próximos anos. “É muito importante destacar a conquista do empréstimo de R$ 1,6 bilhão pelo governo Ratinho Junior. O Estado está em obras, e vamos melhorar cada vez mais”, disse Sandro Alex.
OBRAS DE LENIÊNCIA - O ano de 2020 também foi marcado pelo início das obras decorrentes de acordos de leniência firmados por empreiteiras com o Ministério Público Federal, tendo a colaboração da Secretaria de Infraestrutura e Logística e a fiscalização do DER. São cerca de R$ 450 milhões em projetos que já estão em andamento. A maior delas é a adequação do Trevo Cataratas, em Cascavel, que teve início em outubro e deve levar dois anos para ser concluída.
Estas obras de leniência marcam o fim dos atuais contratos dos pedágios que compõem o atual Anel de Integração e o início de uma nova era das rodovias que cortam o Paraná. “O encerramento destes contratos é um processo de uma complexidade sem igual. Serão 24 anos de atividades analisadas sob o microscópio, visando garantir que tudo o que está previsto seja realizado”, disse Furiatti.
PERSPECTIVAS 2021 – Desta forma, o grande desafio para o próximo ano será a licitação do novo Anel de Integração, que está em fase final de estudo desenvolvido por uma empresa especializada e contratada pela União. Depois disso acontecerão as audiências públicas, que serão realizadas para definir a nova modelagem da concessão, e o leilão na Bolsa de Valores, garantindo total transparência em todo o processo. “A partir de novembro de 2021 encerram-se os atuais contratos e passaremos para uma nova etapa, com concessões que apresentem preços justos e realizem muito mais obras em nossas rodovias” explicou Sandro Alex.
FERROVIA - Outro leilão que deve acontecer em 2021 e é de extrema importância para o Paraná é o da Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.). Em 2020, a empresa foi qualificada no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) do governo federal, o que deve acelerar o seu processo de desestatização. A União vai ajudar o Paraná com apoio técnico regulatório necessário em diversas áreas, da modelagem e meio ambiente à atração de investidores.
A expectativa é colocar a Ferroeste em leilão na B3 até o final de 2021 já com o Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) concluídos.
Esse cronograma prevê, ainda, a viabilidade da extensão (até 1.371 quilômetros) de uma nova ferrovia entre Maracaju (MS) e Cascavel (PR), a revitalização do atual trecho ferroviário entre Cascavel a Guarapuava, a construção de uma nova ferrovia entre Guarapuava e Paranaguá e a construção de um ramal multimodal entre Cascavel e Foz do Iguaçu.
“Sem sombra de dúvidas o ano de 2020 é um marco na história da Ferroeste. Pelo segundo ano consecutivo conseguimos fechar as contas no azul, com superávit – o que nunca havia acontecido”, disse André Gonçalves, presidente da Ferroeste. “2021 tem tudo para também ficar na história com o leilão na Bolsa de Valores”, completou Gonçalves.
AEROPORTOS - As atenções do Governo do Estado e da Secretaria de Infraestrutura se voltarão em 2021 também para o modal aéreo. Está prevista a licitação para concessão dos aeroportos do Bloco Sul, que estão inseridos quatro aeroportos paranaenses (Afonso Pena, em São José dos Pinhais; Foz do Iguaçu; Londrina; e Bacacheri, em Curitiba).
O Afonso Pena, por exemplo, terá uma pista completa com pelo menos 3 mil metros de extensão que permitirá pousos e decolagens sem conexões para os Estados Unidos e países da Europa com aeronaves de grande porte (categoria 4E).
O Aeroporto Internacional das Cataratas, em Foz do Iguaçu, que pertence ao mesmo bloco de leilão, executa as obras de ampliação da sua pista principal. O custo total é de R$ 53,9 milhões, com previsão de conclusão em 2021. (Com Agência Brasil)
O Brasil tem, segundo o boletim divulgado na noite deste domingo dia 20, pelo Ministério da Saúde, 7,213 milhões de casos confirmados de covid-19. Deste total, há 6,22 milhões de casos recuperados e 804 mil em acompanhamento. Segundo o ministério, desde o início da pandemia, foram registrados 186.356 mortes pela doença.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 50.177 novos casos e 706 óbitos. A taxa de letalidade da doença é de 2,6%. (Com Agência Brasil)
Com a chegada do verão no Brasil e da chuva em diversas regiões, uma preocupação de saúde pública aumenta: o crescimento da circulação do mosquito Aedes aegypti e das doenças associadas a ele (chamadas de arboviroses urbanas), como dengue, zika e chikungunya.

Conforme o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde sobre o tema, lançado em dezembro, entre janeiro e novembro foram registrados 971.136 casos prováveis de dengue no Brasil, com 528 mortes. As maiores incidências se deram nas regiões Centro-Oeste (1.187,4 por 100 mil habitantes), Sul (931,3/100 mil) e Nordeste (258,6/100 mil).
No mesmo período, as autoridades de saúde notificaram 78.808 mil casos de chikungunya, com 25 óbitos e 19 casos em investigação. As maiores incidências ocorreram no Nordeste (99,4 por 100 mil habitantes) e Sudeste (22,7/100 mil). Já os casos de zika, até o início de novembro, totalizaram 7.006, com incidência mais forte no Nordeste (9/100 mil) e Centro-Oeste (3,6/100 mil).
Na avaliação do professor de epidemiologia da Universidade de Brasília Walter Ramalho, este é o momento de discutir o problema do Aedes aegypti e as medidas necessárias para impedir sua proliferação. O maior desafio é diminuir os focos de criação dele.
O Aedes está no Brasil há mais de 100 anos. Em alguns momentos, já chegou a ser erradicado. Mas nos últimos 30 anos o inseto vem permanecendo e, segundo o professor Ramalho, se adaptando muito bem ao cenário de urbanização do país e do uso crescente de materiais de plástico, que facilitam o acúmulo de água propício à reprodução do mosquito.
“Todos esses materiais, que podem durar muito tempo na natureza, podem ser criadouros do mosquito. A gente tem que olhar constantemente o domicílio, não somente na terra como nas calhas. Este é um momento do começo da chuva. Se não fizermos esse trabalho e se a densidade do mosquito for elevada, não temos o que fazer”, alerta o professor.
Ele lembra que não se trata apenas de um cuidado com a própria pessoa e sua casa, mas com o conjunto da localidade, uma vez que domicílios com foco de criação acabam trazendo risco para toda a vizinhança.
O professor da UnB acrescenta que o cuidado no combate aos focos não pode ser uma tarefa somente do Poder Público. Uma vez que qualquer residência, terreno ou imóvel pode concentrar focos, é muito difícil que as equipes responsáveis pela fiscalização deem conta de cobrir todo o território.
Ramalho destaca que as doenças cujos vírus são transmitidos pelo mosquito são graves. A dengue hemorrágica pode trazer consequências sérias para os pacientes.
“A zika causou microcefalia no Nordeste e em algumas cidades de outras regiões. E precisamos nos preocupar com a chikungunya. Ela causa sintomatologia de muitas dores articulares. Muitas pessoas passam dois, três anos sentindo muitas dores. Isso causa desconforto na vida durante todo esse período”, afirma.
Campanha
No mês passado, o governo federal lançou uma campanha contra a proliferação do Aedes com o lema “Combater o mosquito é com você, comigo, com todo mundo”. O desafio é conscientizar os cidadãos sobre a importância de limpar frequentemente estruturas onde possa haver focos e evitar a água parada todos os dias.
Já começaram as apostas para a Mega da Virada que, segundo estimativas da Caixa, deve ter uma premiação de R$ 300 milhões este ano. As apostas poderão ser feitas até as 17h (horário de Brasília) do dia 31 de dezembro nas lotéricas de todo do país;,pelo portal Loterias Caixa ou pelo app Loterias CAIXA, disponível para usuários das plataformas Android e iOS; e pelo internet banking da Caixa.

O valor de uma aposta simples da Mega, com seis números, é de R$ 4,50. No caso do Bolão Caixa, o preço mínimo de apostas é de R$ 10. Com isso, o valor mínimo da cota é de R$ 5. De acordo com a Caixa, é possível que seja cobrada, a critério da lotérica, uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, para o bolão.
As apostas pela internet só podem ser feitas por pessoas maiores de 18 anos, após o preenchimento de um pequeno cadastro. Nesse caso, o pagamento deve ser feito por cartão de crédito, e o valor mínimo do conjunto de apostas é de R$ 30, podendo chegar a R$ 945 por dia.
Como a Mega da Virada não acumula, caso ninguém acerte as seis dezenas, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números, e assim sucessivamente conforme as faixas de premiação.
De acordo com o banco, “se apenas um ganhador acertar as seis dezenas da Mega da Virada e aplicar o prêmio estimado na poupança, terá uma renda mensal de R$ 347,7 mil”. (Com Agência Brasil)






















