O senador José Maranhão (MDB-PB), de 87 anos, morreu nesta segunda dia 8, em São Paulo em decorrência de complicações da covid-19. Nesta segunda, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decretou luto oficial de 24 horas pela morte do senador paraibano.

Após votar no segundo turno das eleições municipais, o senador passou mal e foi levado ao hospital para fazer exames. No dia 3 de dezembro, ele foi transferido para o Hospital Nova Star, em São Paulo, com insuficiência respiratória provocada pela covid-19, quadro que evoluiu para uma pneumonia viral.
O corpo de José Maranhão será levado para Araruna (PB), sua cidade natal, onde ele será enterrado.
José Maranhão era o senador mais velho da atual legislatura. Sua suplente, Nilda Gondim (MDB-PB), vai assumir a vaga de Maranhão no Senado. Desde janeiro, Nilda Gondim estava exercendo o cargo. O mandato da chapa vai até 2021.
Maranhão foi empresário e advogado formado pela Universidade Federal da Paraíba. Ele exerceu o mandato de deputado estadual por quatro vezes (1955-1969), foi deputado federal em três legislaturas (1983-1995), inclusive durante a Assembleia Nacional Constituinte. Atualmente, era presidente estadual do MDB.
Em 1994, Maranhão foi vice-governador da Paraíba durante a gestão de Antonio Mariz e assumiu o cargo quando Mariz morreu em 1995. Foi reeleito em 1998. Em 2000, José Maranhão se elegeu para seu primeiro mandato como senador. Em 2006 voltou a concorrer ao governo estadual, mas perdeu para Cássio Cunha Lima. Com a cassação de Cunha Lima, em 2009, Maranhão voltou a ocupar o cargo de governador da Paraíba. Em 2014 foi eleito senador pela segunda vez.
José Maranhão é o segundo senador a morrer de covid-19. Em outubro de 2020, Arolde de Oliveira morreu após cerca de um mês internado. (Com Agência Brasil)
A Caixa Econômica Federal paga hoje dia 9, o abono salarial 2020/2021 – ano-base 2019 - para os trabalhadores nascidos no período de março a junho. Mais de 7,5 milhões de trabalhadores terão direito ao saque do benefício nessa etapa do calendário, totalizando mais de R$ 5,9 bilhões em recursos disponibilizados.

O dinheiro será depositado na conta corrente informada pelo trabalhador. Para quem não é cliente do banco, foi aberta uma conta poupança digital, gratuitamente, a mesma usada para pagar o auxílio emergencial. As poupanças digitais podem ser movimentadas pelo aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), boletos bancários, compras com cartão de débito virtual pela internet e compras com código QR (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros.
Nos casos em que o valor do abono não possa ser creditado em conta existente ou na poupança digital, o trabalhador poderá realizar o saque com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas e nos Correspondentes Caixa Aqui, bem como nas agências. Nesse caso, os recursos estarão disponíveis na quinta-feira (11).
O saque pode ser realizado até 30 de junho. Em todo o calendário de pagamentos do exercício 2020/2021 do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS), a Caixa disponibilizará R$ 17 bilhões para 22,2 milhões de trabalhadores.
Antecipação
Na semana passada, o governo federal antecipou o pagamento do abono para os nascidos em maio e junho, que receberiam os valores somente a partir do dia 17 de março. Com a antecipação do calendário, esses beneficiários receberão com os nascidos em março e abril.
A antecipação também vale para os funcionários públicos ou trabalhadores de empresas estatais e, nesse caso, o calendário é de acordo com o dígito final do número de inscrição do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A partir de 11 de fevereiro, o crédito ficará disponível para saque para inscritos com final 6 e 7, como no calendário original, e para aqueles com final 8 e 9, que serão antecipados. O Pasep é pago pelo Banco do Brasil e quem é correntista da instituição também já recebe os recursos nesta terça-feira (9).
Quem tem direito
Tem direito ao abono salarial 2020/2021 o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2019, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) ou e-Social, conforme categoria da empresa. Recebem o benefício na Caixa os trabalhadores vinculados a entidades e empresas privadas.
As pessoas que trabalham no setor público têm inscrição no Pasep e recebem o benefício no Banco do Brasil. Nesse caso, o beneficiário pode optar por realizar transferência para conta de mesma titularidade em outras instituições financeiras, nos terminais de autoatendimento do BB ou no portal www.bb.com.br/pasep, ou ainda efetuar o saque nos caixas das agências. Para o exercício atual, o banco identificou abono salarial para 2,7 milhões de trabalhadores vinculados ao Pasep, totalizando R$ 2,57 bilhões.
Abono 2019/2020
Os trabalhadores que não sacaram o abono salarial do calendário anterior, de 2019/2020 – ano-base 2018, finalizado em 29 de maio do ano passado, ainda podem retirar os valores. O prazo vai até 30 de junho deste ano e o saque pode ser feito nos canais de atendimento com cartão e senha Cidadão, ou nas agências da Caixa.
A consulta sobre o direito ao benefício, bem como ao valor à disposição, pode ser feita por meio do aplicativo Caixa Trabalhador, pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800-726-0207) e no site www.caixa.gov.br/abonosalarial.
No caso do Pasep, os recursos ficam disponíveis para saque por cinco anos, contados do encerramento do exercício, de acordo com decisão do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Os abonos não sacados são transferidos automaticamente para o próximo exercício, sem necessidade de solicitação do trabalhador. (Com Agência Brasil)
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 2,58% em janeiro deste ano. A taxa é maior que as de dezembro (0,96%) e janeiro de 2020 (0,48%). Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), em 12 meses o acumulado é de 25,71%. 

A alta de dezembro para janeiro foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, cuja inflação subiu de 0,90% para 3,38% no período.
O Índice Nacional de Custo da Construção também teve alta, ainda que de forma mais moderada, ao subir de 0,88% em dezembro para 0,93% em janeiro.
Já o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, teve queda ao passar de 1,21% em dezembro para 0,41% em janeiro. (Com Agência Brasil)
O presidente Jair Bolsonaro determinou ao ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, que articule ações extras em apoio aos estados para combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19). O despacho foi publicado hoje (8) no Diário Oficial da União.
Braga Netto coordena o Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19, grupo interministerial instalado em março do ano passado pelo governo federal. O comitê é formado por todos os ministros, além dos presidentes da Caixa, do Banco do Brasil, de Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco Central e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
No despacho, Bolsonaro determina que o coordenador do comitê, “sem interrupção das ações em curso e do apoio já prestado pelo Ministério da Saúde, articule as ações complementares de toda a administração pública federal em auxílio aos estados e ao Distrito Federal que o solicitarem para enfrentamento da pandemia de covid-19 em decorrência da insuficiência ou do exaurimento de suas capacidades”.
Um exemplo é o estado do Amazonas, que, pela segunda vez durante a pandemia, enfrenta um colapso no sistema de saúde com falta de leitos e insumos para tratar os doentes.
No Brasil, as mortes por covid-19 chegaram a 231.534 desde o início da pandemia, além de 9,5 milhões de infectados pelo coronavírus. (Com Agência Brasil)
As fortes chuvas registradas recentemente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste deverão se manter nos próximos dias. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a situação decorre da influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul, que costuma ocorrer durante o verão no país, trazendo, para essas regiões, o ar úmido e quente com origem na Região Norte.

“Isso ocorre normalmente durante o verão. Esse fenômeno é responsável pelas chuvas volumosas e as nuvens densas que vemos nessas regiões, até desembocar no Oceano Atlântico”, explica o meteorologista do Inmet Heráclio Alves.
Segundo ele, diversas localidades de Minas Gerais registraram, nas últimas 24 horas, chuvas acima de 70 milímetros (mm). Na região da Pampulha, localizada ao norte de Belo Horizonte, choveu 154 mm nas últimas 24 horas. Ao sul da cidade, em Cercadinho, os 138 mm de chuva registrados nas últimas 24 horas correspondem a 77% do previsto para todo o mês.
“Em Belo Horizonte, o normal para todo o mês de fevereiro são 181 mm de chuva. No entanto, só nos oito primeiros dias do mês já choveu 248 mm. Isso está 37% acima do que é esperado para o mês inteiro”, disse o meteorologista à Agência Brasil.
Centro-Oeste
De acordo com o meteorologista, na Região Centro-Oeste as chuvas se concentram mais no norte/nordeste do Mato Grosso, onde os volumes mais expressivos de chuvas variaram entre 60 mm e 10 mm na primeira semana de fevereiro. “O normal para essa área varia entre 160 mm e 180 mm durante todo o mês”, explica Alves.
Em várias localidades do centro-norte de Goiás, região que inclui o Distrito Federal, o índice pluviométrico já ultrapassou os 100 mm. Os maiores acumulados, nesses primeiros dias de fevereiro, já estão em 179 mm, quando o esperado para o mês inteiro é 183 mm. “Cerca de 98% do previsto para todo fevereiro já choveu apenas na primeira semana do mês, nessas localidades”, detalhou o meteorologista.
Previsão
Segundo o Inmet, o sistema de convergência responsável pelas chuvas nessas regiões se manterá nos próximos dias principalmente na região central de Minas Gerais e Tocantins, bem como no norte do Mato Grosso e no norte e leste de Goiás.
O meteorologista alerta que os solos dessas regiões já estão encharcados e, com a continuidade das chuvas, sugere à população que acompanhe as informações disponibilizadas pela Defesa Civil local e federal, e por meio do site do Inmet. Sugere também que as pessoas evitem, diante de chuvas e trovoadas, se proteger em áreas descampadas.
Belo Horizonte
A prefeitura de Belo Horizonte informa ter recebido 131 solicitações de vistorias de risco entre os dias 6 e 8 de fevereiro, sendo que 12 relativas a alagamentos, outras 12 relativas a deslizamentos de encosta e 15 relativas a enchentes ou inundações. Houve ainda 11 solicitações de vistorias devido a desabamento parcial de muro de arrimo.
De acordo com a prefeitura, muitas ligações se devem a "situações de risco". Entre estas, pedido de vistorias no local por "risco de danificação ou destruição de habitações"; por risco de desabamento de muro de arrimo; por deslizamento de encosta; por "risco ou ameaça" de alagamentos; e por "risco ou ameaça" de enchentes ou inundações.
A prefeitura recomenda que durante as chuvas a população redobre a sua atenção, evitando áreas de inundação, o tráfego em ruas sujeitas a alagamentos ou perto de córregos e ribeirões nos momentos de forte chuva.⠀
A prefeitura alerta ainda para as pessoas não atravessarem ruas alagadas nem deixar crianças brincando nas enxurradas e próximo a córregos; e que não se abrigue nem estacione veículos debaixo de árvores. (Com Agência Brasil)
A Petrobras anunciou hoje (8) um aumento de cerca de 8% no preço da gasolina a ser vendido pelas refinarias para as distribuidoras. Com isso, o preço médio do litro do combustível subiu R$ 0,17 e passará a ser de R$ 2,25 a partir de amanhã (9).

Já o óleo diesel aumentou cerca de 6% (R$ 0,13 por litro) e passará a custar R$ 2,24 também a partir de amanhã (9).
O GLP (gás liquefeito de petróleo), o gás de botijão, também terá aumento no preço: cerca de 5% (R$ 0,14 por kg). Com o reajuste do preço, o gás de botijão passará a custar 2,91 por kg (ou R$ 37,79 por 13 kg).
“Importante ressaltar que os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo. Até chegar ao consumidor, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis”, informa nota divulgada pela empresa. (Com Agência Brasil)






















