O Paraná ultrapassou a marca das 8,5 milhões de vacinas contra Covid-19 aplicadas no Estado nesta sexta-feira (6). Em cerca de seis meses e meio, foram 8.521.967 doses aplicadas, das quais 6.061.602 primeiras doses, 2.152.959 segundas doses e 307.406 doses únicas.
Atualmente, 73,03% dos paranaenses adultos já iniciaram sua imunização e receberam pelo menos uma dose (D1 ou dose única). São 6.369.008 pessoas já alcançadas pela vacinação. Além disso, 28,21% da população já está completamente imunizada (seja com a segunda dose ou com dose única), somando quase 2,5 milhões de pessoas. São 2.460.365 paranaenses que já finalizaram seu ciclo de imunização.
Dos imunizantes utilizados no período, 49,2% são da Covishield (AstraZeneca/Oxford), 33% da Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac), 14,2% da Cominarty (Pfizer/BioNTech) e 3,6% da Janssen (Johnson & Johnson).
Com o avanço da vacinação, o Paraná se aproxima das metas estabelecidas pela Secretaria Estadual de Saúde: chegar a 80% dos adultos vacinados com pelo menos uma dose até o final de agosto, e 100% até setembro.
“Temos um cronograma que aponta para alcançar 100% da população acima de 18 anos no próximo mês, e vamos continuar atingindo nossos objetivos. Mas o cuidado precisa continuar: estamos com a variante delta em transmissão comunitária no Paraná. Temos uma grande necessidade de que todos os paranaenses tomem a primeira dose e lembrem de tomar a segunda dose na data correta. É um esforço coletivo”, afirma Beto Preto, secretário da pasta.
POPULAÇÃO GERAL – Em números absolutos, o Paraná é o quinto estado que mais vacinou no Brasil – atrás de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Quando o recorte é apenas nas doses aplicadas na população geral, a posição sobe para terceiro (atrás de São Paulo e Rio de Janeiro).
No grupo de adultos de 18 a 59 anos, foram 2.877.654 doses aplicadas. Na sequência, entre os grupos prioritários, os que mais receberam vacinas foram as pessoas de 60 a 64 anos (926.091), as de 65 a 69 anos (829.910), os trabalhadores de saúde (804.508) e os idosos de 70 a 74 anos (609.601).
Além disso, as mulheres são maioria entre os vacinados: elas correspondem a 55% de todos os imunizados.
MUNICÍPIOS – Em doses absolutas, os municípios que mais aplicaram vacinas foram Curitiba (1.504.377); Londrina (422.417), Maringá (395.618), Cascavel (243.044), Ponta Grossa (221.463), Foz do Iguaçu (206.137), São José dos Pinhais (184.344), Colombo (154.122), Guarapuava (129.344) e Paranaguá (126.537).
Proporcionalmente à população, o Ranking da Vacinação destaca, entre os municípios que mais aplicaram a primeira dose, Pontal do Paraná (79,74%), Maringá (78,56%), Barra do Jacaré (75,21%), Floresta (74,81%) e Arapongas (74,33%).
Na segunda dose, lideram o ranking Bom Jesus do Sul (34,04%), Pontal do Paraná (33,99%), Kalore (32,73%), Esperança Nova e Santo Antônio do Caiuá (ambos com 31,32%). Já na dose única, os destaques são Porto Vitória (10,1%), Siqueira Campos (9,45%), Itaperuçu (8,82%), Sertanópolis (8,42%) e Imbaú (7,82%).
MAIS DOSES – O Paraná recebe, nesta sexta-feira, mais 415.790 vacinas contra a Covid-19. O envio da nova remessa foi confirmado pelo Ministério da Saúde na quinta-feira (5). O lote inclui 177.840 doses da Pfizer/BioNTech e 233.800 AstraZeneca (ainda não especificadas entre primeira ou segunda dose), além de 4.150 da Janssen (dose única). Nesta semana, o Paraná já distribuiu 158.670 vacinas para D1 na população em geral acima de 18 anos. (Com AEN)
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) sinalizou hoje (5) com a possibilidade de votar diretamente no plenário a Propostas de Emenda à Constituição (PEC) 153/19 que torna obrigatório o voto impresso. A proposta atualmente em uma comissão especial que analisa o tema.
Segundo Lira, o regimento da Casa prevê a possibilidade de que a proposta seja votada diretamente no plenário, caso a comissão especial não consiga aprovar um parecer até o final do seu funcionamento, que é de 40 sessões da Câmara.
“Regimentalmente tem [condição de votar diretamente no plenário. As comissões especiais funcionam de maneira opinativa, elas não são terminativas, elas sugerem o texto, mas qualquer recurso ao Plenário pode ser feito”, afirmou.
Ontem (4), o relator da proposta, Filipe Barros (PSL-PR), apresentou novo parecer ao texto. A nova versão determina que o voto seja “conferível em meio impresso pelo eleitor e apurado em sessão pública”.
Lira disse ainda que a sinalização também vale para outra proposta que altera regras eleitorais, a PEC 125/11 que impõe a adoção do voto majoritário para a escolha de deputados federais, estaduais e vereadores, o chamado "distritão puro".
“Todas as duas [comissões estão perto do prazo. Uma está com 30 sessões e a outra está com 35, todas bem perto de estourar o prazo”, disse.
Uma reunião para analisar a matéria chegou a ser convocada para hoje (5), mas foi adiada em razão de impasse sobre a votação. Em razão da polêmica, a comissão especial que analisa o tema tem três reuniões marcadas para esta sexta-feira (6). (Com Agência Brasil)
Os estudantes aprovados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) precisam estar atentos. Acaba hoje (6) o prazo para a inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) no segundo semestre. O procedimento deve ser feito pelo portal do Sisu, no site do Ministério da Educação.
Ao todo, 62.365 vagas em instituições de ensino superior estão sendo oferecidas neste semestre. O resultado da chamada regular deve ser divulgado na próxima terça-feira (10). A matrícula deverá ser feita de 11 a 16 de agosto.
Quem não conseguir ser selecionado pode entrar na lista de espera, entre 10 e 16 de agosto. O resultado dessa lista será divulgado no dia 18, com a convocação para a matrícula no dia 19.
Pode participar do Sisu quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e tenha tirado nota acima de zero na redação. A seleção é feita com base nas notas que o candidato tirou na prova, mas o método de escolha varia conforme o curso e a instituição. Isso porque os pesos das notas em cada matéria são diferentes conforme a área de interesse.
Durante a inscrição, o candidato pode escolher até dois cursos superiores, com a possibilidade de alterar as opções até o encerramento das inscrições. Como a nota de corte de cada curso é atualizada diariamente, o estudante ainda não selecionado precisa ficar de olho para acompanhar as mudanças.
Em relação à política de cotas, cada instituição de ensino tem critérios próprios para a distribuição das vagas. Algumas universidades adotam a seleção opções separadas: uma para o público geral e demais modalidades separadas por raça, renda ou rede escolar. Outras fazem uma lista unificada, concedendo pontos extra a candidatos que façam parte do regime de cotas. (Com Agência Brasil)
Termina nesta sexta-feira (6) o prazo para que os pré-selecionados para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2021 complementem a inscrição.
A relação dos candidatos pré-selecionados foi divulgada na última quarta-feira (4), em chamada única. O resultado está disponível na página do Fies.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), a seleção assegura apenas a expectativa de direito à vaga. Já a contratação do financiamento está sujeita às demais regras e procedimentos de formalização do contrato.
Lista de espera
Os estudantes que não foram pré-selecionados estão automaticamente incluídos em lista de espera, observada a classificação. Considerando que não existe novo ranqueamento, após a publicação do resultado da chamada única, os participantes da lista de espera deverão, obrigatoriamente, acompanhar sua eventual pré-seleção.
Nesse caso, os candidatos deverão complementar sua inscrição no prazo de três dias úteis, contados do dia subsequente ao da divulgação de sua pré-seleção no sistema. O prazo final para a lista de espera é 31 de agosto.
Vagas
Em 2021, o Fies tem a oferta de 93 mil vagas. Nesta seleção do segundo semestre, estão disponíveis 69 mil vagas distribuídas em 23.320 cursos de 1.324 instituições privadas de ensino superior. Caso haja vagas remanescentes, não ocupadas na chamada única, o MEC poderá fazer nova seleção.
Pré-requisito
Para ter acesso ao fundo, é necessário ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos e ter participado de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, obtendo no mínimo 450 pontos na média das cinco provas do exame e não ter zerado a prova de redação.
O que é o Fies
O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas aderentes ao programa. (Com Agência Brasil)
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alterou o cronograma do Censo da Educação Superior (Censup) 2020. Os novos prazos foram publicados hoje (6) no Diário Oficial da União, após a atualização de novas funcionalidades no Sistema Censup, utilizado por recenseadores e auxiliares institucionais para o preenchimento da pesquisa.
Ontem (5), o Inep realizou um encontro virtual para esclarecer os representantes das instituições sobre as questões relacionadas aos ajustes de cronograma e ao aperfeiçoamento do sistema.
As novas funcionalidades disponibilizadas são: migração de curso; migração de aluno; apagar dados de docente e de laboratório; verificação de erro de instituição e verificação de erro de curso.
Como a coleta do Censo Superior começou em 1º de março, o Inep já havia disponibilizado, anteriormente, os módulos Cadastro do Recenseador Institucional, Instituição de Educação Superior, Curso, Docente e Aluno.
As instituições de educação superior terão, agora, até 17 de outubro para declarar as informações ao Censup. O prazo previsto anteriormente iria até 16 de julho. Os períodos para realizar os demais procedimentos também foram prorrogados, como as fases de conferência, análise, ajustes e homologação.
Com as mudanças, a divulgação dos dados do censo, que seria em 7 de dezembro, está prevista para 18 de fevereiro de 2022.
No portal do Inep, os recenseadores e auxiliares institucionais podem encontrar diversos materiais de apoio para o preenchimento dos formulários da pesquisa.
O que é o Censup
Realizado anualmente pelo Inep, autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), o Censo da Educação Superior (Censup) reúne informações sobre a infraestrutura dos estabelecimentos de ensino, vagas oferecidas, candidatos, matrículas, ingressantes, concluintes e docentes nas diferentes formas de organização acadêmica e categoria administrativa.
O objetivo do Censup é oferecer estatísticas sobre a situação e as tendências da educação superior brasileira, assim como subsidiar o planejamento e a avaliação de políticas públicas do setor. Após a divulgação, as informações passam a figurar como dados oficiais do nível educacional. O censo ainda contribui para o cálculo de indicadores de qualidade.
A participação das instituições de ensino no Censup é requisito para adesão a projetos do Ministério da Educação, como o Programa Universidade para Todos (Prouni), o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e as bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). (Com Agência Brasil)
A nova edição do Boletim Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica que o surgimento e o crescimento de novas variantes do novo coronavírus, como a Delta, acendem um alerta. Conforme o estudo, a pandemia ainda não acabou e novos cenários de transmissão e de risco podem surgir.
De acordo com a Fiocruz, o elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da nova variante, por isso, é fundamental combinar vacinação com o uso de máscaras, incluindo campanhas de informação para a população e busca ativa de quem ainda não se vacinou.
O boletim também confirma a reversão no processo de rejuvenescimento da pandemia no Brasil. “Novamente, as internações em leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, o número de óbitos concentram um maior número de idosos”, apontou.
A incidência da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ainda permanece em níveis altos, muito altos ou extremamente altos no país, como indicaram os dados das semanas epidemiológicas 29 e 30,entre 18 e 31 de julho de 2021. Como a maior parte dos casos da doença é relacionada aos casos de infecção por covid-19, esses níveis indicam transmissão significativa do vírus Sars-CoV-2.
Os pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo boletim, recomendaram entre as medidas de proteção a vacinação completa para evitar as mortes e casos graves causados pela doença. “É fundamental o esquema vacinal completo para todos os elegíveis, a fim de proteger contra os casos graves e óbitos por covid-19, incluindo os relacionados à variante Delta, além da necessidade de ampliar e acelerar a vacinação”, disseram.
Perfil
A edição destacou que a proporção de casos de internações entre idosos, que atualmente é de 37,5%, ficou em 27,1% na semana 23, entre 6 e 12 de junho. Já a proporção do número de óbitos, que, na mesma semana era de 44,6%, agora está em 62,1%. O Boletim mostrou ainda uma redução importante da proporção de internações nas faixas etárias de 50 a 59 anos e uma diminuição discreta na faixa de 40 a 49 anos. Apesar disso, os cientistas alertaram que “qualquer conclusão sobre a mudança apontada no perfil da pandemia no Brasil ainda é precoce e deve ser acompanhada de perto nas próximas semanas”.
Segundo o trabalho, o perfil de mortalidade por idade em países de baixa e média renda, como é o caso do Brasil, é diferente do observado em países ricos. “Os mais jovens enfrentam um risco maior de morrer em países em desenvolvimento do que em países de alta renda. Isso ocorre porque as populações não idosas nesses países têm uma maior incidência de doenças preexistentes e menos acesso a tratamento e cuidados que potencialmente salvam vidas.”
Um agravante da situação são as taxas de emprego informal mais altas, transportes públicos superlotados e habitações precárias com muitas pessoas para poucos cômodos, que são características de países de baixa renda e colocam as pessoas em maior risco de exposição ao Sars-CoV-2. “Esses riscos parecem afetar desproporcionalmente adultos não idosos e reforça nossa impressão inicial de que a vulnerabilidade específica à idade na pandemia varia, o que é fundamental para determinar se e como a adaptação das políticas de distanciamento”, observaram.
Na avaliação dos pesquisadores, mesmo com números ainda preocupantes, a boa notícia do boletim é a queda de incidência e mortalidade por covid-19. A taxa de mortalidade diminuiu 1,3% ao dia, enquanto a taxa de incidência de casos de covid-19 foi reduzida em 0,3% por dia. “A maior redução da mortalidade e menor da incidência pode ser resultado das campanhas de vacinação, que seguramente reduzem os riscos de agravamento da doença, mas não impedem completamente a transmissão do vírus Sars-CoV-2”, apontaram.
A positividade dos testes, que ainda continua alta, indica que há intensa circulação do vírus. A taxa de letalidade está em torno de 2,8%, patamar elevado em relação a países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem em massa e cuidados intensivos para doentes graves. “O elevado patamar de risco de transmissão do vírus Sars-CoV-2 pode ser agravado pela maior transmissibilidade da variante Delta, em paralelo ao lento avanço da imunização entre os grupos mais jovens e mais expostos, combinado com maior circulação de pessoas pelo retorno das atividades de trabalho e educação. Nesse sentido, é importante refutar a ideia de que a vacinação protege integralmente as pessoas de serem infectadas e transmitir o vírus, o que pode se tornar um risco adicional com a nova variante de preocupação Delta”, relataram os cientistas.
Ocupação de leitos
Uma boa notícia é que as taxas de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) para covid-19 em adulto, no Sistema Único de Saúde (SUS), seguem melhorando. Conforme o boletim, 19 estados registram taxas de ocupação inferiores a 60% e, por isso, estão fora da zona de alerta. Outros seis estados e o Distrito Federal estão na zona de alerta intermediário, que tem taxas de ocupação iguais ou superiores a 60% e inferiores a 80% e somente um estado, Goiás, na zona de alerta crítico com taxa superior a 80%.
Os destaques negativos entre 26 de julho e 2 de agosto, com expressiva elevação do indicador, foram Mato Grosso, que passou de 63% para 79%) e a capital Cuiabá, saindo de 55% para 74%. Houve aumentos ainda no estado do Rio de Janeiro (59% para 61%) e nas capitais Fortaleza (55% para 65%), Belo Horizonte (58% para 60%), Rio de Janeiro (90% para 94%) e Campo Grande (67% para 74%).
As quedas no indicador atingiram pelo menos cinco pontos percentuais em Roraima (68% para 58%), Pará (61% para 54%), Tocantins (71% para 64%), Maranhão (65% para 57%), Paraíba (34% para 26%), Alagoas (46% para 26%), Sergipe (45% para 37%), Minas Gerais (56% para 51%), São Paulo (55% para 49%), Paraná (64% para 59%), Rio Grande do Sul (65% para 60%) e Distrito Federal (83% para 61%).
Regiões
A Região Nordeste está fora da zona de alerta do indicador, onde também se somam o Norte, exceto por Tocantins, o Sudeste, com exceção do Rio de Janeiro, e o estado do Paraná, localizado na Região Sul.
Nas capitais, Rio de Janeiro (94%) e Goiânia (94%), as taxas de ocupação de leitos de UTI covid-19 são superiores a 80%. Já São Luis (69%), Fortaleza (65%), Belo Horizonte (60%), Curitiba (67%), Porto Alegre (66%), Campo Grande (74%), Cuiabá (74%) e Brasília (61%) estão na zona de alerta intermediário. Fora da zona de alerta estão Porto Velho (40%), Rio Branco (26%), Manaus (59%), Boa Vista (58%), Belém (49%), Macapá (33%), Palmas (49%), Teresina (50), Natal (39%), João Pessoa (23%), Recife (34%), Maceió (21%), Aracaju (46%), Salvador (44%), Vitória (46%), São Paulo (45%) e Florianópolis (36%).
Síndrome respiratória
São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal apresentaram taxas superiores a 10 casos por 100 mil habitantes em casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave. Embora estejam com taxas inferiores, os outros estados possuem ainda níveis superiores a um caso por 100 mil habitantes. “Como os casos de SRAG são essencialmente severos, que demandam hospitalização, ou casos que vieram a óbito, as taxas preocupam, por impor demanda significativa ao sistema hospitalar”, alertaram os cientistas.
Projeto
Segundo a Fiocruz, o projeto InfoGripe indica estimativas para as semanas que colocam a maior parte do país em estabilidade nas taxas de incidência de SRAG. “Alguns estados como Mato Grosso do Sul, Pará e Acre estão com tendência de aumento na incidência. São Paulo, Espírito Santo, Paraíba, Bahia, Sergipe, Roraima, Tocantins e Maranhão têm tendência de redução nos casos. Os demais estados encontram-se em situação de estabilidade. Entretanto, tal cenário não é confortável para a saúde pública, uma vez que a transmissão permanece elevada”, informou.


















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