Começa a funcionar hoje (13) o open banking - sistema que permite aos clientes autorizarem o compartilhamento de dados pessoais e financeiros entre instituições bancárias. Assim, o cliente vai permitir que uma instituição financeira acesse as informações de outra com a qual o usuário tem relação estabelecida.
O objetivo é facilitar o acesso a produtos e serviços bancários, como empréstimos e cartões de crédito, que poderão ser oferecidos por outras instituições em condições semelhantes ou melhores às concedidas por bancos com os quais o consumidor já se relaciona. A intenção também é permitir que sejam disponibilizados produtos e serviços adaptados ao perfil do cliente.
Esse procedimento será vinculado a uma oferta de produto ou serviço específico, como financiamento, abertura de conta ou cartão de crédito. O tempo máximo do compartilhamento será de um ano. As operações são limitadas entre os bancos autorizados pelo usuário. As instituições serão responsáveis pela segurança desses dados.
O sistema foi elaborado para que seja possível aceitar o compartilhamento de forma intuitiva, para que ao demonstrar interesse na oferta de um banco, o usuário indique as informações que quer compartilhar e seja encaminhado à plataforma da instituição que irá fornecer os dados.
Etapas
O open banking vai ser estabelecido gradualmente e com consentimento dos usuários, que vão poder escolher quais dados, por quanto tempo e entre quais instituições compartilhar. A partir de hoje (13) poderão ser compartilhadas as informações de cadastro, que incluem os dados pessoais, o endereço e a renda.
A partir do dia 30 de agosto, será possível fazer pagamentos pelo Pix usando o open banking, o que vai permitir que essas transações sejam feitas pelos chamados iniciadores de pagamento, que podem ser aplicativos de compras ou até de mensagens.
A partir do dia 13 de setembro, poderão ser autorizadas as trocas de informações sobre contas e movimentação financeira. Depois do dia 27 de setembro, os usuários vão poder disponibilizar os dados sobre operações de crédito e cartões de crédito.
De acordo com a regulamentação estabelecida pelo Banco Central, é obrigatória a participação no open banking de todas as grandes e médias instituições financeiras do país.
Mais informações sobre o sistema, cronograma de implantação e instituições participantes estão disponíveis em uma página criada pelas instituições participantes. (Com Agência Brasil)
Os selecionados para instituições de ensino superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), devem fazer a matrícula até segunda-feira (16). O resultado dos estudantes selecionados foi divulgado no dia 10 pelo Ministério da Educação.
Termina hoje também o prazo para que os estudantes não escolhidos se inscrevam na lista de espera. O resultado dessa relação será divulgado no dia 18, com a convocação para a matrícula no dia 19.
Foram disponibilizadas 62.365 vagas em universidades e outras instituições de ensino superior. Cada candidato pôde escolher até dois cursos superiores, com a possibilidade de alterar as opções até o encerramento das inscrições.
Pode participar do Sisu quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não tirou zero na redação. A seleção é feita com base nas notas que o candidato obteve na prova, mas o método de escolha varia conforme o curso e a instituição. Isso porque os pesos das notas em cada matéria são diferentes, conforme a área de interesse. (Com Agência Brasil)
A China insistiu hoje (13) que a investigação sobre a origem do novo coronavírus seja ampliada a outros países. O país reitera que a teoria de que o vírus vazou de um laboratório de Wuhan é "extremamente improvável".
"Nenhum país tem o direito de colocar os seus interesses políticos à frente da ciência", disse o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Ma Zhaxou, em entrevista coletiva. Ele reagiu assim à pressão dos Estados Unidos para que o Instituto de Virologia de Wuhan seja investigado.
O relatório da primeira missão da Organização Mundial da Saúde (OMS) a Wuhan, publicado em abril, indicou quatro possíveis origens, ressalvando que a de um acidente de laboratório era a menos provável.
No entanto, a própria OMS passou nas últimas semanas a dar maior destaque àquela possibilidade. A organização pediu "espaço" para continuar a sua investigação, após a China ter recusado que a próxima fase da investigação se realize no seu território. "Todas as partes devem respeitar esse estudo, incluindo a própria OMS", afirmou Ma.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também pediu à China "para que seja transparente e aberta" e forneça "dados brutos sobre os primeiros dias da pandemia".
Pequim negou repetidamente que tenha retido informações ou limitado o trabalho dos cientistas da OMS que viajaram a Wuhan.
O chefe da equipe de especialistas chineses que investigaram a origem do novo coronavírus, Liang Wannian, afirmou que a "próxima fase das investigações deve ser realizada em outros países".
Liang citou a teoria de que o vírus pode ter chegado ao mercado Huanan, em Wuhan, onde o primeiro surto de covid-19 foi detectado, "por meio de alimentos congelados importados".
A imprensa oficial chinesa relacionou, nesta semana, outros países com a origem da covid-19, incluindo Espanha, Itália, França ou Estados Unidos.
"Se não quisermos abandonar essa teoria do laboratório, devemos também investigar outros centros, como [o laboratório do Exército norte-americano] Fort Detrick, mas acreditamos que o relatório da OMS, que considera uma fuga altamente improvável, deve ser respeitado", disse Ma.
A imprensa chinesa chegou a citar um biólogo suíço chamado Wilson Edwards, que denunciou a politização da pandemia contra a China, mas que a embaixada Suíça na China disse não existir.
As notícias da imprensa estatal chinesa citaram a conta de Edwards na rede social Facebook, entretanto excluída, na qual o biólogo inexistente teria criticado os EUA e a OMS por pressionarem a China a permitir uma investigação mais aprofundada do laboratório em Wuhan.
As críticas de Ma e a ofensiva da imprensa estatal surgem quase três meses depois de o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ter determinado que os serviços de inteligência do país investiguem a origem da pandemia, depois de garantir que vários investigadores do Instituto de Virologia de Wuhan adoeceram em novembro de 2019. (Com AgÊncia Brasil)
A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) está se preparando para aumentar a disponibilidade de vacinas contra a covid-19 para países-membros, informaram autoridades nesta quarta-feira (11), à medida que a altamente contagiosa variante Delta do coronavírus se espalha pelas Américas.
O Fundo Rotativo da Opas está recebendo solicitações de vacinas de países da região para os últimos três meses de 2021 e o ano de 2022, informou a diretora-geral da organização, Carissa Etienne. Mais de 20 países expressaram formalmente interesse.
"Essa nova iniciativa disponibilizará dezenas de milhões de doses de vacinas contra a covid-19, além dos 20% que o [consórcio] Covax oferece, e complementará os acordos bilaterais e outras vias existentes para que os países tenham acesso às vacinas", disse Etienne, em entrevista coletiva virtual.
O Fundo Rotativo é um mecanismo de cooperação em que vacinas, seringas e suprimentos relacionados são adquiridos em nome dos Estados-Membros da Opas, independentemente do tamanho ou das condições econômicas.
Mais de 1,3 milhão de casos e 19 mil mortes relacionadas à covid-19 foram registradas na região na semana passada, disseram as autoridades.
A variante Delta, mais infecciosa, foi detectada em 28 países e territórios nas Américas, informou o gerente de Incidentes da Opas, Sylvain Aldighieri. A transmissão aumentou particularmente no México, Equador e Brasil.
"Ainda não sabemos exatamente qual será o impacto da Delta nos países latino-americanos", disse Aldighieri.
As mortes em decorrência do coronavírus estão aumentando em quase todos os países da América Central, incluindo uma alta de 30% em El Salvador. Os casos de covid-19 estão diminuindo no Panamá e na Costa Rica, mas estão aumentando em Honduras, Belize e El Salvador. (Com Agência Brasil)
Uma nova frente fria se aproxima do Brasil a partir de hoje (11) e vai derrubar a temperatura nos estados do Sul e do Sudeste. A expectativa é que as temperaturas caiam entre segunda e terça-feira, principalmente nos próximos dois dias, baixando tanto as máximas quanto as mínimas. O frio, no entanto, será bem menos intenso do que o do final de julho, que registrou temperaturas próximas e abaixo de zero em muitas regiões do Centro-Sul do país.
"Dessa vez, o frio pode até provocar geada na Região Sul e também na Serra da Mantiqueira, entre São Paulo e Minas Gerais, mas ele não será tão intenso como a frente fria anterior", explica Andrea Ramos, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
"Essa frente fria está concentrada na Argentina e se deslocará mais em direção ao oceano. A anterior, em julho, também veio da região polar, mas acabou adentrando mais no território brasileiro, reduzindo as temperaturas de uma forma acentuada", completa.
Em São Paulo, que registrou temperaturas mais altas nos últimos dias, próximas dos 30ºC, a máxima chegará a apenas 18ºC nesta quinta-feira (12) e a mínima deve ficar em 13ºC, de acordo com informações do Climatempo.
Segundo o Inmet, além dos estados do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o norte do Espírito Santo vão experimentar quedas de temperatura nos próximos dias.
Depois disso, explica Andrea Ramos, as temperaturas voltam a subir um pouco, mantendo o padrão esperado para agosto, que é de frio moderado e seco, com previsão de novas frentes frias menos intensas. (Com Agência Brasil)
Mais de 70% da população com mais de 18 anos recebeu a primeira dose da vacina contra a covid-19. No caso da segunda dose, a aplicação foi feita em mais 30% dos brasileiros com idades acima dos 18 anos.
A informação foi destacada nesta quarta (11) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante cerimônia de inauguração de uma Unidade Básica de Saúde na região do Paranoá, no Distrito Federal.
Queiroga pontuou que o Brasil está próximo de chegar à distribuição de mais de 200 milhões de doses de vacinas. Conforme o painel de informações sobre a campanha de vacinação, das 184,8 milhões de doses que começaram a ser enviadas aos estados foram entregues 175,2 milhões.
O titular da pasta ressaltou que o efeito da campanha de vacinação está sendo sentido. No mês de julho, continuou, mais de 30% dos municípios do país não registraram óbitos. Queiroga defendeu a gestão do ministério e apontou ações como a compra das vacinas e o repasse de recursos
“Temos a vacina, que é esperança para por fim ao caráter pandêmico dessa doença. O Ministério da Saúde adotou uma estratégia diversificada de aquisição de vacinas, com a participação do consórcio Covax Facility, o acordo entre a Fundação Oswaldo Cruz e a AstraZeneca e as compras de doses da Pfizer, Janssen e da Coronavac, do Instituto Butantan”, declarou o ministro.
O ministro afirmou que o Brasil está entre os países que mais vacinam. Segundo o ranking sistematizado pelo grupo de mídia pública BBC, o Brasil está na quarta colocação em números absolutos, atrás de Estados Unidos, Índia e China. Quando considerada a imunização por 100 pessoas, o Brasil fica na 79ª colocação. (Com Agência Brasil)


















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