Presidente diz que ataques em relação à Amazônia não são justos

Ao participar de evento com investidores em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o presidente Jair Bolsonaro disse hoje (15) que os ataques que o Brasil sofre em relação à Amazônia não são justos e convidou autoridades árabes e investidores locais a conheceram a região.

“Nós queremos que os senhores conheçam o Brasil de fato. Uma viagem, um passeio pela Amazônia é algo fantástico. Até para que os senhores vejam que a nossa Amazônia, por ser uma floresta úmida, não pega fogo.”

Durante a abertura do Fórum Invest in Brasil, Bolsonaro afirmou que mais de 90% da Amazônia se mantém preservada. O presidente disse ainda que o país está de portas abertas para negócios, sobretudo no setor de agricultura.

“A Amazônia é um patrimônio. A Amazônia é brasileira. E vocês, lá, comprovarão isso e trarão realmente a imagem que condiz com a realidade”, concluiu.

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Ministro convida investidores árabes a confiarem no Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (15) que os Emirados Árabes Unidos são “os sócios ideais” para os recursos naturais existentes no Brasil.

Durante evento com investidores em Dubai, Guedes avaliou que o Brasil teve um bom desempenho durante a pandemia de covid-19 e destacou que a agenda de reformas no país segue em andamento.

Na abertura do Fórum Invest in Brasil, o ministro citou ainda o projeto de privatização do Porto de Santos (SP) e convidou investidores árabes a apostarem no país. “Confiem no Brasil, venham para o Brasil”, finalizou.

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Bolsonaro diz que filiação ao PL não deve sair no dia 22

Presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (14), durante viagem oficial a Dubai, que sua filiação ao PL não deve ocorrer no dia 22 de novembro, como anunciado inicialmente pelo partido. Bolsonaro disse ainda que tem "muito a conversar" com Valdemar Costa Neto, presidente do PL.

Eleito presidente pelo PSL em 2018, Bolsonaro deixou o partido em 2019 em meio a divergências com a cúpula da legenda. Na ocasião, chegou a articular a criação de uma nova sigla, a Aliança Pelo Brasil, que não passou da fase de coleta de assinaturas.

O presidente foi questionado sobre a filiação ao PL durante visita a uma feira de aviação em Dubai, a Dubai Airshow. Bolsonaro e uma comitiva do governo iniciaram no sábado (13) uma viagem de uma semana pelo Oriente Médio.

"Quer saber a data da criança se eu nem casei ainda? Que data vai nascer a criança. Tem muita coisa a conversar com o Valdemar", disse o presidente.

"Eu acho difícil essa data de 22. Tenho conversado com ele, e estamos em comum acordo que podemos atrasar um pouco esse casamento para que ele não comece sendo muito igual os outros. Não queremos isso", completou Bolsonaro.

Entre as pendências para a filiação, segundo o presidente, estão acertar com Valdemar o discurso sobre temas como a pauta conservadora, muito valorizada por Bolsonaro, e questões sobre relações exteriores.

“Temos muitas coisas a acertar ainda. Por exemplo; o discurso meu e do Valdemar nas questões das pautas conservadoras, nas questões de interesse nacional, na política de relações exteriores", detalhou o presidente. "A questão de defesa, os ministros, o padrão de ministros a continuar. Casamento tem que ser perfeito."

Ele disse também que devem ser discutidas coligações estaduais. “A gente não vai aceitar, por exemplo, São Paulo apoiar alguém do PSDB”, afirmou.

Centrão

O PL é um dos principais partidos do grupo informal da Câmara conhecido como Centrão, com o qual Bolsonaro se aliou e de quem depende para aprovar projetos de interesse do governo e se sustentar politicamente.

Nesse grupo, Valdemar é um dos políticos historicamente mais influentes. Em 2012, Valdemar foi condenado no julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 7 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Ele foi preso em 2013 e em 2014 passou a cumprir prisão domiciliar. Dois anos depois, em 2016, o ministro do STF Luís Roberto Barroso concedeu perdão da pena e determinou a soltura. Na ocasião, a decisão seguiu parecer da Procuradoria Geral da República (PGR).

Embraer

Na feira de aviação, Bolsonaro visitou o estande da Embraer. Nos últimos dias, a relação entre a empresa e o governo ficou desgastada, depois que a Força Aérea anunciou que reduzirá de 28 para 15 as unidades compradas do KC-390. Já a Embraer informou que buscará as medidas legais cabíveis, sinalizando que a disputa com a FAB deve parar na Justiça.

Bolsonaro posou para fotos dentro de dois aviões produzidos pela empresa: o KC 390 e o E195-E2. Ele estava ao lado de Jackson Schneider, presidente da Embraer Defesa e Segurança.

 

 

 

Por - G1

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