Seguindo a onda de sanções impostas no mundo esportivo à Rússia, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta terça-feira (1) um pacote de punições para pressionar os russos a interromperem a campanha militar contra a Ucrânia.
Entre as medidas adotadas está a proibição da realização de competições em solo russo ou bielorusso (país que também sofreu punição por apoiar as ações bélicas). Também foi proibido o uso de bandeiras ou a execução dos hinos destes dois países nos eventos automobilísticos promovidos pela entidade.
Em relação à participação de equipes da Rússia e da Belarus em eventos da FIA, foi decidido que está proibida. Já os pilotos com estas nacionalidades poderão correr, mas sob a bandeira da FIA.
“A FIA está observando os desenvolvimentos na Ucrânia com tristeza e choque e espero uma resolução rápida e pacífica para a situação atual. Condenamos a invasão russa da Ucrânia e nossos pensamentos estão com todos aqueles que sofrem como resultado dos acontecimentos na Ucrânia. Gostaria de salientar que a FIA, juntamente com os nossos promotores, agiu de forma proativa sobre este assunto na semana passada e se comunicou de acordo com a Fórmula 1, Fórmula 2, WTCR e a International Drifting Cup”, declarou o presidente da entidade, Mohammed Ben Sulayem.
Sanções no mundo do esporte
A Rússia vem sofrendo uma série de punições nos últimos dias em razão da sua campanha militar em solo ucraniano. Na última segunda, por exemplo, a Fifa e a Uefa decidiram suspender a seleção russa e todos os clubes de futebol do país de participarem de qualquer competição organizada por elas, inclusive a próxima Copa do Mundo, que será disputada este ano no Catar.
Já o conselho executivo do Comitê Olímpico Internacional (COI) recomendou que as federações esportivas internacionais proíbam atletas e autoridades russas e bielorrussas de competirem em seus eventos.
Por - Agência Brasil
O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse hoje (1°) que a vacina brasileira contra o novo coronavírus deve estar disponível para uso na população em nove meses. Chamado de RNA MCTI CIMATEC HDT, o imunizante contra a covid-19, começou a fase 1 de teste em pacientes em janeiro.
O imunizante, desenvolvido por pesquisadores brasileiros da Rede Vírus MCTI em parceria com a americana HDT Bio Corp, é financiado pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), e é produzido no SENAI CIMATEC de Salvador (BA).
Os testes de fase 1, autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) também estão sendo em Salvador.
“Nós investimos em 16 tecnologias de vacinas no Brasil. Dessas 16, cinco entraram na Anvisa para iniciar os teste clínicos. Uma dela passou, foi aprovada pela Anvisa e já começou os testes clínicos que deve durar nove meses”, disse o ministro que participou da Mobile World Congress 2022, principal feira do mundo do setor de telecomunicações, realizada em Barcelona.
A vacina utiliza a tecnologia de RNA mensageiro. Nesse tipo de vacina, o código genético do vírus vai para dentro do corpo, e, lá dentro, fornecem instruções para que as células e sistema imunológico construam uma resposta e gerem anticorpos.
A tecnologia RepRNA permite que o RNA seja capaz de se autorreplicar dentro das células, o que garante uma resposta imune robusta e duradoura com uma dose menor da vacina. De acordo com Pontes, o investimento aplicado pelo governo para a elaboração do imunizante será de R$ 350 milhões.
O teste de fase 1 prevê a participação de 90 adultos saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos e visa avaliar a segurança, imunogenicidade (capacidade de gerar resposta imune), e a reatogenicidade (possível reação adversa no organismo) da vacina.
O cronograma de teste prevê a aplicação do imunizante em duas doses em diferentes intervalos. O primeiro grupo receberá duas doses com intervalo de 29 dias; o segundo grupo receberá duas doses com intervalo de 57 dias. Um terceiro grupo de voluntários receberá uma dose única da vacina. Além disso, também serão avaliados três níveis de dose de 1 μg (micrograma), 5 μg ou 25 μg.
Os testes com voluntários devem acontecer também nos EUA e na Índia.
Por - Agência Brasil
O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse nesta segunda-feira (28) que o Brasil vai fazer uma portaria para garantir o acesso de ucranianos ao passaporte humanitário brasileiro.
O anúncio foi feito em entrevista à rádio Jovem Pan e retransmitida nas redes sociais do presidente. “Nós faremos todo o possível para receber o povo ucraniano”, destacou.
Segundo Bolsonaro, a portaria que vai regulamentar a entrada de ucranianos por meio do passaporte humanitário deverá ser publicada nos próximos dias. O presidente disse que o Brasil vai continuar com a postura neutra em relação ao conflito entre Rússia e Ucrânia que teve início na última semana.
Nos últimos dias, o presidente já havia falado sobre o assunto, quando destacou que o Brasil tem sido claro sobre sua posição “em defesa da soberania, da autodeterminação e da integridade territorial dos Estados”.
Sanções
O presidente afirmou que não há previsão de imposição de sanções do Brasil para a Rússia em decorrência do conflito. Conforme Bolsonaro, o Brasil possui uma “dependência enorme” dos fertilizantes da Rússia e, em caso de sanções, o agronegócio seria “seriamente afetado”. “Acredito que essas sanções dificilmente prosperam”, disse.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a destacar o apoio do governo russo na preservação da soberania da Amazônia em discussões internacionais e disse que, sem os fertilizantes russos, o agronegócio brasileiro seria prejudicado, o que poderia gerar insegurança alimentar e inflação de alimentos.
Bolsonaro falou ainda sobre as críticas do representante da Ucrânia no Brasil e afirmou que o Brasil tem que ter o equilíbrio na relação entre os países.
Resgate de brasileiros
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou que chegaram hoje a Varsóvia, capital da Polônia, oito servidores do Itamaraty para ajudar no processo de resgate dos brasileiros impedidos de retornar ao país por causa do conflito entre Rússia e Ucrânia. “Esta força-tarefa enviará destacamento a Lviv, na Ucrânia, onde será montado escritório de apoio aos brasileiros que estão tentando deixar o país”, diz a publicação, em redes sociais.
Por - Agência Brasil
Plataformas sinalizam informações falsas e desmonetizam canais da mídia estatal da Rússia; país acusa censura e bloqueia redes sociais como retaliação.
Algumas das maiores plataformas de tecnologia do mundo têm se posicionado contra a invasão da Ucrânia, ordenada pelo presidente russo, Vladmir Putin, na última quinta-feira (25). O conflito deflagrado na última semana também tomou o espaço cibernético no fim de semana, com sites oficiais sendo atacados e sanções às plataformas de noticias estatais russas.
Entenda como cada uma das empresas foi afetada e se posicionou a respeito do conflito.
Facebook (Meta)
A Meta, empresa responsável pelo Facebook, é uma das gigantes de tecnologia envolvidas em sanções contra páginas controladas pelo governo da Rússia. A questão envolve a verificação de notícias em relação à invasão da Ucrânia divulgadas por quatro meios de comunicação russos, incluíndo o canal de notícias RT e a agência Sputnik.
O Facebook decidiu impedir a monetização de conteúdos dessas páginas por conta da divulgação de informações falsas. A plataforma se recusa a parar de checar fatos e rotular conteúdo de organizações de notícias estatais. A rede social defende que a checagem de fatos é realizada por agências parceiras, com atuação independente.
A Meta também decidiu proibir a mídia estatal russa de veicular anúncios na plataforma em qualquer lugar do mundo. Em resposta, a reguladora de comunicações da Rússia anunciou que estava limitando o acesso ao Facebook. Segundo os russos, a rede social está praticando censura.
Outra represália aos russos veio do Google, que também bloqueou a monetização de sites, aplicativos e canais no YouTube da imprensa estatal russa. Na prática, isso significa que sites russos não poderão lucrar com os anúncios que aparecem antes e durante os vídeos no YouTube e nem usar a plataforma de publicidade do Google para arrecadar com banners e outras peças publicitárias em sites e aplicativos.
"Em resposta à guerra na Ucrânia, interrompemos a monetização dos veículos financiados pelo Estado russo em nossas plataformas", disse um porta-voz do Google, em um comunicado. "Estamos monitorando ativamente o desenrolar dos acontecimentos e tomaremos mais medidas, se necessário", aponta a companhia.
Mapas desativados
O Google ainda desativou temporariamente dados de tráfego ao vivo do Google Maps na Ucrânia, incluíndo as informações em tempo real sobre as condições de trânsito e quão movimentados estão diferentes lugares. A empresa disse que a decisão foi tomada para a segurança dos ucranianos, após consultar autoridades regionais, informou a agência de notícias Reuters.
O Twitter foi quase totalmente bloqueado na Rússia, de acordo com os especialistas da ONG de segurança cibernética NetBlocks. A medida acontece após vídeos e imagens da invasão dos russos viralizarem nas mídias sociais.
O perfil oficial de suporte do Twitter informa que a rede social tem conhecimento da restrição e trabalha para que a plataforma volte a funcionar para os russos.
Telegram
Fundado pelos irmãos russos Nikolai e Pavel Durov, o Telegram vem sendo uma ferramenta poderosa para divulgação de notícias falsas. O CEO do Telegram, Pavel Durov, chegou a afirmar no domingo (27) que considerava restringir parcial ou totalmente alguns canais do aplicativo de mensagens se a situação na Ucrânia piorasse.
No entanto, no mesmo dia, o executivo mudou de ideia por conta de pedidos dos usuários do aplicativo de mensagens. Durov, porém, pede que os usuários tenham cuidado com o que lêem nos canais do app.
O Telegram está, inclusive, envolvido em uma investigação sobre a propagação de discurso de ódio e fake news no Brasil. No sábado, o aplicativo suspendeu contas após decisão do STF.
SpaceX
Além das redes sociais, algumas plataformas disponibilizaram sua tecnologia para ajudar na crise gerada na Ucrânia. É o caso da SpaceX, que ativou o serviço de internet via satélite Starlink na Ucrânia. O fundador da empresa espacial, Elon Musk, revelou no sábado (26) que a companhia estava enviando equipamentos para o país, em resposta a um telefonema do governo ucraniano.
"O serviço Starlink está em funcionamento. Outros terminais estão a caminho", declarou o executivo, que é CEO da montadora de carros elétricos Tesla e do grupo de empresas espaciais SpaceX, em sua conta no Twitter.
As cidades ucranianas de Kharkiv e Mariupol registraram interrupções parciais do serviço de internet após a invasão russa ao país. A primeira interrupção de internet foi registrada em Kharkiv, segunda maior cidade da Ucrânia, que fica ao leste do país. A conectividade na região caiu de quase 100% para 75% na madrugada de quarta para quinta-feira, período da invasão da Rússia.
Airbnb
Outra empresa que anunciou medidas para ajudar os ucranianos foi a plataforma americana Airbnb, que vai oferecer acomodação gratuita de curta duração para 100 mil ucranianos que fogem da invasão russa. As acomodações serão financiadas pela empresa, por doadores do fundo Airbnb para refugiados e por anfitriões, informou a companhia nesta segunda-feira (28).
Ucrânia convoca guerra cibernética
No sábado (26), o ministro de Transformação Digital ucraniano, Mykhailo Fedorov, convocou um "exército de TI" para ajudar a Ucrânia no front digital. Em uma mensagem postada no perfil oficial de Fedorov, há uma convocação de especialistas em tecnologia da informação dispostos a ajudarem os ucranianos.
O principal pedido do governo ucraniano é para que os voluntários realizem ataques de negação de serviço (DDoS) para derrubar sites de empresas, bancos e do governo da Rússia. No começo do sábado, um ciberataque deixou o site oficial do Kremlin fora do ar.
Por - G1
Fifa suspendeu a Federação de Futebol da Rússia. O que significa que o país está proibido de disputar das Eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar – e consequentemente da própria Copa do Mundo.
A decisão, que foi tomada em conjunto com a Uefa, envolve todas as seleções russas, incluindo seleções de base, masculinas e femininas.
As medidas foram tomadas pelo Bureau do Conselho da Fifa, instância da entidade que inclui os presidentes das seis confederações continentais de futebol, e pelo Comitê Executivo da Uefa – órgão que toma todas as decisões mais importantes do futebol europeu.
A dura medida ocorre no mesmo dia em que o COI (Comitê Olímpico Internacional) recomendou às federações de cada modalidade que excluam atletas de Rússia e Belarus de todas as competições internacionais.
A Rússia disputaria uma partida pela repescagem das Eliminatórias para a Copa no dia 24 de março, contra a Polônia – que se recusava a participar do jogo e enfrentar a Rússia em qualquer circunstância. A mesma posição era compartilhada por República Tcheca e Suécia, que também se enfrentam pelas Eliminatórias – num jogo cujo vencedor pegaria quem ganhasse entre Rússia e Polônia.
Ainda não está decidido se a Polônia vai avançar diretamente à próxima fase das Eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo ou se alguma outra solução esportiva será encontrada. O certo é que a Uefa é quem tomará essa decisão.
No domingo, a Fifa anunciou um primeiro pacote de punições contra a Rússia, que incluía a proibição de jogar em seu território e de usar símbolos como bandeira e hino.
Polônia e Suécia criticaram as punições aplicadas pela Fifa, e reafirmaram sua intenção de não jogar contra a Rússia em nenhuma hipótese. Também houve condenações à Rússia por parte da Associação de Futebol da Inglaterra e da Fifpro, o sindicato mundial de jogadores de futebol.
Essas primeiras sanções foram aprovadas pelo Bureau do Conselho da Fifa, uma instância da entidade que conta com os presidentes das seis confederações continentais. O que indica que a decisão teve apoio global.
Rússia fora da Euro feminina
Como a suspensão da Rússia é em todas as categorias, a seleção russa não poderá disputar a Eurocopa Feminina, em julho, na Inglaterra. O substituto não foi anunciado, mas deve ser Portugal, que perdeu para a Rússia nos playoffs das eliminatórias.
Por - Globo Esporte
A Embaixada do Brasil em Kiev divulgou hoje (28) comunicado com orientações a brasileiros que ainda se encontram nas duas maiores cidades da Ucrânia, Kiev e Kharkiv.
A principal recomendação é para que deixem o país prontamente, assim que considerarem seguro se deslocar até a estação central de trens dessas cidades.
A rota de saída recomendada é em direção oeste, rumo às cidades de Lviv e Chop, das quais é possível pegar conexões para a Hungria ou a Polônia. Outros destino recomendado é Chernivtsi, a partir de onde se pode alcançar as fronteiras com Moldávia ou Romênia.
A embaixada orientou que os horários para a saída dos comboios têm sido definidos de última hora. A orientação é ir às estações centrais “na primeira oportunidade” e aguardar as partidas de lá. Há toques de recolher vigentes em ambas as cidades, que devem ser respeitados. Segundo o comunicado, não há cobrança de passagens.
Não foram divulgados detalhes sobre como garantir a segurança no trajeto até as estações. Foi recomendado, contudo, que seja avaliada a situação caso a caso, e que sejam evitadas ao máximo as saídas desnecessárias à rua.
Segundo aviso divulgado pela prefeitura de Kiev, supermercados e transportes públicos funcionam desde as 8h, e o metrô também circula, embora com frequência bastante baixa.
“A noite foi relativamente tranquila, com algumas escaramuças, mas as pessoas devem estar atentas a mudanças na situação de segurança local. Há risco em quase todos os bairros. Sair apenas em caso de emergência - para comer, comprar alimentos ou remédios”, informa o aviso, de acordo com tradução enviada pela embaixada em Kiev.
Para quem estiver de carro, recomenda-se evitar se dirigir a Lviv, na divisa com a Polônia, onde a passagem pela fronteira encontra-se bastante embaraçada.
“A embaixada reitera sua recomendação de que não deve ser tentada a travessia na fronteira terrestre com a Polônia (seja a pé, carro ou ônibus). As condições lá continuam extremamente difíceis, com riscos diretos para a saúde dos viajantes”, diz o texto.
Confira abaixo as recomendações completas divulgadas pela Embaixada do Brasil em Kiev.
Recomendações gerais para partida da Ucrânia
Recomendamos a todos que tenham condições de segurança que procurem deixar a Ucrânia por meio de trens, em direção oeste. Ainda que com alguns atrasos, os trens têm funcionado de forma bastante frequente e segura na maior parte do país. Os horários, muitas vezes, só são confirmados de última hora, assim aconselhamos que se dirijam às estações centrais de trem quando não houver toque de recolher e esperem os anúncios lá.
Kiev
A partir de hoje, segunda, o toque de recolher na cidade passa a valer como anteriormente, das 22h às 8h. Tendo isso em conta, a partir de hoje os trens deverão funcionar normalmente durante o dia. A embaixada recomenda que as pessoas se dirijam à estação central na primeira oportunidade, estando atentos à situação de segurança local.
Recomenda-se os trens para Lviv, Chop ou Chernivtsi. A partir de Lviv há opções de trens diretos para a Polônia (Varsóvia e Chelm), bem como trens para Chop, onde há conexão fácil para a Hungria. A partir de Chernivtsi há possibilidade de apoio local para se chegar à fronteira (Moldávia ou Romênia, a depender da situação no momento). Há informações de que em Lviv, no momento, está sendo dada prioridade ao embarque de mulheres e crianças.
Não aconselhamos tentar passar a pé ou de carro pelos postos de fronteira entre Lviv e a Polônia, onde ainda há enormes dificuldades. Para os que tem meio de locomoção próprio, os pontos de passagem na Moldávia (exceto perto de Odessa) são boas opções. O tempo de espera na Eslováquia é também favorável.
Kharkv
Há trens partindo da estação. Quem estiver em Kharkiv deve estar especialmente atento à situação de segurança local antes de deslocar-se à estação de trem.
Se forem para as estações de trem, os viajantes devem tentar ter consigo água e comida suficientes.
Todos os trens são gratuitos, não é necessário comprar bilhetes (em Chop talvez seja necessário comprar bilhete para os destinos na Hungria).
Aviso da prefeitura de Kiev
Supermercados e transportes públicos abrem em Kiev. O metrô funciona, mas com muito menos frequência do que o normal.
Por favor, não saia e não se movimente pela cidade desnecessariamente.
A noite foi relativamente tranquila, com algumas escaramuças, mas as pessoas devem estar atentas a mudanças na situação de segurança local. Há risco em quase todos os bairros. Sair apenas em caso de emergência - para comer, comprar alimentos ou remédios.
Na capital, as brigas de rua continuam em quase todos os bairros. Portanto, saia apenas em caso de emergência - quando precisar comprar alimentos ou remédios.
Observe que a partir de hoje continua a haver toque de recolher das 22h às 7h.
Apoio na Estação de Kiev
Um centro humanitário foi instalado na Estação Ferroviária Central de Kiev. Há pontos de aquecimento e uma cozinha. Há também 60 voluntários que falam línguas estrangeiras. A assistência psicológica está disponível no local.
Também há grupos que ajudam no embarque dos trens.
Fronteira com a Polônia
A embaixada reitera sua recomendação de que não deve ser tentada a travessia da fronteira terrestre com a Polônia (seja a pé, carro ou ônibus). As condições lá continuam extremamente difíceis, com riscos diretos para a saúde dos viajantes.
Por - Agência Brasil























