Levantamento do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (FNPETI) mapeou mais de 130 iniciativas federais voltadas a crianças e adolescentes. Apesar da retomada de políticas públicas nos últimos anos, elas se mostram insuficientes diante dos 1,65 milhão de menores em situação de trabalho infantil no Brasil.

A publicação Políticas Públicas Federais para Infâncias, Adolescências e Juventudes entre 2024 e 2025: Prevenção e Enfrentamento ao Trabalho Infantil e Promoção do Trabalho Protegido para Adolescentes, divulgada nesta sexta-feira (12), Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, reúne ainda dados orçamentários e análise das políticas e programas mapeados.
“O Brasil não alcançou a meta de erradicação das piores formas de trabalho infantil prevista nos ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] e isso mostra que ainda estamos longe de garantir proteção integral para todas as crianças e adolescentes”, disse, em nota, a secretária-executiva do FNPETI, Katerina Volcov. A meta 8.7 dos ODS estabelecia a erradicação das piores formas de trabalho infantil até 2025.
Segundo o fórum, a análise aponta que a existência de programas e diretrizes não garante, por si só, resultados concretos. A entidade mencionou que questões relacionadas ao financiamento, à execução orçamentária e à coordenação e diálogo entre órgãos federais continuam sendo obstáculos para a efetividade das políticas públicas.
Volcov avalia ainda que o enfrentamento do problema precisa ser prioridade permanente do Estado brasileiro, ressaltando que são 1,65 milhão de crianças e adolescentes que têm seus direitos violados. Segundo a PNAD Contínua 2024, do IBGE, o Brasil registra 1,65 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil. O número representa aumento de 34 mil casos em relação ao ano anterior.
O estudo destacou também o desequilíbrio na relação entre investimentos e garantia de direitos.
“Embora crianças e adolescentes representem cerca de 24% da população brasileira, os investimentos destinados a esse público correspondem a menos de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto - riqueza produzida no país), segundo estudo do Ipea e do Unicef utilizado como referência pelo levantamento”, divulgou o fórum, em nota.
Interrupção de políticas
O caso das Ações Estratégicas de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) é apontado, pelo fórum, como um dos exemplos evidentes dos impactos da descontinuidade das políticas públicas. Segundo o levantamento, a ação orçamentária do programa deixou de constar nos Projetos de Lei Orçamentária Anual entre 2020 e 2024.
Quando retornou ao orçamento federal, em 2024, a previsão era de R$ 3,6 milhões para todo o país, o que representava cerca de R$ 2 por criança e adolescente ao ano. Em 2016, o investimento havia alcançado R$ 83,9 milhões. No final de 2025, foi anunciada a destinação de valores anuais de R$ 79,2 milhões para as AEPETI.
“As AEPETI têm papel importante na articulação das redes locais de proteção. Quando o financiamento é interrompido, os municípios perdem capacidade de identificar casos, acompanhar famílias e desenvolver ações preventivas de forma continuada”, avaliou a assessora técnica do FNPETI, Izabela Ramos.
Para o FNPETI, o desafio dos próximos anos é garantir continuidade, financiamento adequado e articulação intersetorial das políticas públicas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes. “Além de ampliar recursos, é preciso assegurar uma governança comprometida, com transparência e continuidade às políticas públicas”, concluiu Katerina Volcov.
Por-Agência Brasil
Conectar o celular ao carregador é um hábito tão rotineiro que a maioria das pessoas faz o procedimento sem pensar. Especialistas em tecnologia móvel, porém, afirmam que a ordem utilizada para ligar e desligar os componentes pode influenciar a durabilidade da bateria, dos conectores e até dos cabos.
Fazer isso da maneira errada, com o tempo, pode acelerar o desgaste dos componentes e afetar a capacidade de retenção de carga.
Qual é a recomendação?
A recomendação técnica é conectar primeiro o carregador à tomada e somente depois ligar o cabo ao celular. Segundo especialistas, essa sequência permite que o fluxo de energia se estabilize dentro do adaptador antes de chegar ao aparelho.
Na prática, o carregador funciona como uma barreira inicial contra oscilações e pequenos picos de tensão da rede elétrica.
Já o procedimento inverso — conectar primeiro o cabo ao telefone e depois ligar o carregador à tomada — expõe os circuitos internos e a bateria ao impacto da energização inicial.
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Faíscas microscópicas podem acelerar desgaste
Especialistas explicam que a conexão em ordem inadequada pode gerar diferenças de potencial elétrico entre os contatos metálicos, produzindo pequenas faíscas invisíveis a olho nu.
Embora imperceptíveis, esses microarcos elétricos podem contribuir para processos de oxidação e corrosão dos terminais ao longo dos anos.
O problema tende a ser mais frequente em ambientes úmidos ou com acúmulo de poeira.
Em cabos Lightning, utilizados em modelos mais antigos de iPhone, um dos sinais desse desgaste é o escurecimento dos conectores, que passam a apresentar manchas escuras e falhas de contato.
Nos conectores USB-C, hoje predominantes no mercado, a combinação entre poeira acumulada e desgaste mecânico dos contatos internos pode reduzir a eficiência da conexão.
Como desconectar o aparelho da forma correta
A orientação dos especialistas também vale para o fim do carregamento.
Nesse caso, a ordem deve ser inversa: primeiro retirar o cabo do celular e depois desligar o carregador da tomada.
Segundo os especialistas, isso interrompe o circuito de forma mais estável e reduz a possibilidade de pequenos picos de retorno ou faíscas residuais na porta do aparelho.
Cuidados que ajudam a preservar a bateria
Além da sequência correta de conexão, especialistas recomendam algumas práticas para aumentar a vida útil das baterias de íons de lítio:
- Manter a carga preferencialmente entre 20% e 80%;
- Evitar deixar o aparelho conectado à tomada durante toda a noite com frequência;
- Utilizar carregadores e cabos originais ou certificados pelo fabricante;
- Retirar o carregador da tomada quando não estiver em uso;
- Evitar exposição do aparelho a temperaturas elevadas durante a recarga.
Segundo especialistas, esses cuidados ajudam a reduzir o estresse térmico e elétrico sobre a bateria, preservando seu desempenho ao longo dos anos.
Por - P Globo
É uma dúvida comum entre quem quer comprar passagens ou programar viagens com antecedência: afinal, quando cai o Corpus Christi neste ano? 🤔
A pergunta faz sentido. A celebração da Igreja Católica é considerada uma “data móvel” — ou seja, não tem um dia fixo no calendário e muda a cada ano.
O mesmo acontece com outras datas religiosas, como o carnaval e a Páscoa. E isso não é coincidência: todas seguem um cálculo definido há séculos, que combina tradição religiosa e até fenômenos astronômicos.
Sim, a conta envolve elementos como as fases da Lua, a posição do Sol e o calendário lunar. Parece complicado, mas dá para entender seguindo um passo a passo.
- 🕊️ Primeiro, define-se a data da Páscoa: a celebração acontece sempre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre depois do equinócio de março. (veja como é feito cálculo)
- ✝️ Depois, basta contar 60 dias a partir do domingo de Páscoa para chegar ao Corpus Christi, celebrado sempre em uma quinta-feira.
🎉 O carnaval também depende dessa lógica. A terça-feira de carnaval acontece 47 dias antes da Páscoa — ou, de forma mais precisa, 40 dias antes do Domingo de Ramos, que abre a Semana Santa.
Mas o que quer dizer Corpus Christi?
A expressão vem do latim e significa “Corpo de Cristo”. A data celebra, segundo a tradição católica, a presença de Jesus Cristo na eucaristia — representada pelo pão e pelo vinho.
De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a celebração marca a “presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho”.
Quando cai o feriado de Corpus Christi em 2026?
Neste ano, o Corpus Christi será celebrado em 4 de junho, uma quinta-feira. A data é considerada ponto facultativo nacional.
Isso significa que estados e municípios podem transformá-la em feriado religioso por meio de regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso para quem também folga na sexta-feira ou no fim de semana.
Nas cidades onde o Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja convocado para trabalhar, ele tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.
Das 27 capitais brasileiras, 20 decretaram Corpus Christi como feriado, cinco adotaram ponto facultativo, uma informou que a data não será feriado e uma ainda não publicou decreto sobre o assunto. (Veja a lista completa abaixo)
O que é ponto facultativo?
Em dias de ponto facultativo, os servidores públicos são dispensados do trabalho sem prejuízo na remuneração. Essa medida costuma ser adotada em dias úteis que ficam entre feriados e fins de semana.
No setor privado, como a data é considerada ponto facultativo e não feriado, as empresas não são obrigadas a dispensar seus funcionários.
Quais são os próximos feriados de 2026?
Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.
Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).
Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.
Veja abaixo os próximos feriados nacionais e os dias da semana em que caem:
- 7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)
- 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
- 2 de novembro, Finados (segunda-feira)
- 15 de novembro, Proclamação da República (domingo)
- 20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)
- 25 de dezembro, Natal (sexta-feira)
Confira também os próximos pontos facultativos, que podem render folgas em alguns casos:
- 4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)
- 5 de junho (sexta-feira)
- 28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)
- 24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)
- 31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)
POr - G1
Entre a noite deste sábado (30) e a madrugada de domingo (31), o céu oferecerá um espetáculo astronômico pouco comum: a Lua Cheia que aparece no final de maio será, ao mesmo tempo, uma Lua Azul e uma microlua — dois fenômenos que raramente coincidem.
Os fenômenos podem ser vistos de qualquer região do Brasil, com ápice no fim da noite de sábado (30) e início da madrugada de domingo (31).
O que é a Lua Azul?
Apesar do nome sugestivo, a Lua não ficará azul. O termo é uma expressão do folclore astronômico para explicar a segunda Lua Cheia que ocorre dentro de um mesmo mês — situação que foge do padrão, já que o normal é termos apenas uma por mês.
Isso acontece em um ciclo de cada dois anos e é preciso uma combinação exata de fatores. O ciclo lunar dura cerca de 29,5 dias. Para que uma Lua Azul aconteça, é preciso:
- Que a primeira Lua Cheia do mês caia no primeiro ou segundo dia;
- Que o mês tenha 31 dias, abrindo espaço para uma segunda.
Microlua vai acontecer ao mesmo tempo
A órbita da Lua ao redor da Terra não é um círculo perfeito, mas uma elipse. Isso significa que a distância entre os dois corpos varia constantemente.
No ponto de maior afastamento — chamado de apogeu — a Lua aparece ligeiramente menor no céu do que o habitual. Quando a fase cheia coincide com o apogeu, temos a chamada microlua.
Normalmente, a Lua está a cerca de 384.000 km da Terra. Neste domingo, ela estará a 406.135 km — seu ponto mais distante do mês —, o que a tornará visivelmente menor e um pouco menos brilhante do que numa Lua Cheia comum.
A diferença, no entanto, é que esse fenômeno não é tão perceptível a olho nu.
O bônus: Antares no horizonte
Como se a combinação já não fosse suficiente, a Lua Cheia de 31 de maio ganhará um toque especial. Ao longo da madrugada, ela ficará próxima de Antares, a estrela mais brilhante da constelação de Escorpião, conhecida por seu característico brilho avermelhado.
O contraste entre o vermelho de Antares e o prateado da Lua promete uma cena visualmente marcante. O ápice dessa aproximação aparente ocorrerá no final da madrugada, próximo ao momento em que a Lua se põe no horizonte.
O mercado de iGaming no Brasil está no seu segundo ano devidamente regulamentado. Com isso, a Cactus Gaming continua se destacando como líder no segmento por desenvolver tecnologias proprietárias que são vitais para sua atuação.
A empresa, portanto, ganha importância por ter uma estrutura própria de dados e validação de identidade, que assegura um cadastro mais eficiente. Ou seja, é possível avaliar dados em tempo real, evitar fraudes e adequar o processo seguindo o comportamento de cada usuário desde o primeiro acesso.
No núcleo da plataforma, a Cactus Gaming apresenta um sistema tanto de gestão de risco quanto de prevenção de fraudes, que atua em todas as fases, passando de inscrição, depósito, retirada e utilização de bônus. Esse sistema oferece mais segurança para usuários e operadoras, uma vez que é sustentado por uma base recheada de dados. Uma das vantagens é permitir decisões precisas e análises frequentes.
Além disso, a Cactus também possui outro diferencial: a capacidade de atuar simultaneamente com vários operadores na mesma infraestrutura, com condições personalizadas. A escalabilidade automática também faz parte dessa integração, assegurando rendimento de altíssimo nível e estabilidade em momentos de imenso volume de acessos. Essa situação tende a se desenrolar em competições esportivas de impacto global, como a Copa do Mundo.
Dessa maneira, a Cactus Gaming repassa a seguinte mensagem: “nossa plataforma também se destaca na personalização da experiência. A Cactus conta com um sistema próprio de campanhas, bônus e gamificação que responde em tempo real às ações dos usuários”.
Cactus potencializa resultados com combinação de tecnologia, operação e planejamento estratégico
Neste sentido, a Cactus Gaming apresenta uma série de diferenciais competitivos em função de uma poderosa combinação: tecnologia, planejamento estratégico e operação. Isso porque a empresa possui um backoffice completo com visão 360º, rapidez na elaboração de soluções para acompanhar às novas demandas regulatórias, equipe de suporte totalmente em português, uma plataforma All-in-One e altíssima qualidade operacional.
Por fim, a Cactus não quer somente oferecer inovação, mas também ser reconhecida como uma parceira valiosa para sua base de clientes, pronta para sustentar crescimento com consistência!
O governo federal lançou, nesta terça-feira (19), um kit com orientações sobre privacidade e segurança da informação. A intenção é ajudar na identificação de mensagens falsas, links suspeitos, tentativas de fraude e roubo de senhas. 

A série de materiais educativos inclui gibi, vídeos e sete novas publicações, entre normas, guias e políticas. Todo o material está disponível na página do Programa de Privacidade e Segurança da Informação (PPSI).
A iniciativa é do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Segundo a pasta, a proposta é aproximar o tema da segurança da informação do dia a dia da população, especialmente de públicos que acessam serviços públicos pela internet, usam aplicativos de mensagem e podem ser alvo de golpes digitais.
Revista em quadrinhos
Um dos principais destaques da iniciativa é a revista em quadrinhos Phishing e Golpes Cibernéticos, primeiro gibi lançado pela Secretaria de Governo Digital (SGD) sobre o tema. O ministério deverá lançar ainda outros dez gibis voltados à educação digital.
A publicação mostra como criminosos atuam para roubar dados de cidadãos por meio de mensagens falsas, links suspeitos e tentativas de fraude. Ao longo das páginas, os leitores também recebem orientações práticas sobre como identificar riscos e se proteger no ambiente digital.
Além dos materiais voltados à população, o MGI também disponibilizou novas publicações destinadas a gestores e servidores públicos que atuam no Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp).
Por - Agência Brasil


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