A longevidade e a capacidade de decidir em diferentes gerações colocaram Lionel Messi, 39 anos, como o jogador com mais vitórias em partidas de Copa do Mundo: 20 triunfos em 30 jogos disputados ao longo de seis edições do torneio. As informações são da Fifa.
O capitão da Argentina superou uma lista que reúne campeões mundiais, ídolos históricos e jogadores que marcaram época. Atrás dele aparece o alemão Miroslav Klose, com 17 vitórias em 24 partidas. O brasileiro Cafu ocupa a terceira posição, com 16 vitórias em 20 jogos.
A marca de Cafu tem um peso especial porque foi construída em quatro Mundiais. O lateral-direito participou das campanhas de 1994, 1998, 2002 e 2006, conquistando dois títulos pelo Brasil, em 1994 e 2002. Na Copa de 2002, quando levantou a taça como capitão, venceu todos os sete jogos disputados pela seleção brasileira.
Entre os jogadores ainda em atividade, além de Messi, aparece o francês Kylian Mbappé. Campeão mundial em 2018 e vice em 2022, o atacante soma 15 vitórias em 18 partidas de Copa e já igualou nomes históricos como Ronaldo, Lothar Matthäus, Philipp Lahm e Bastian Schweinsteiger.
O ranking também mostra a força das grandes seleções ao longo das décadas. Alemanha e Brasil dominam a relação, com vários representantes entre os primeiros colocados. Pela Alemanha aparecem Klose, Matthäus, Lahm, Schweinsteiger, Lúcio e Beckenbauer; pelo Brasil, além de Cafu, estão Ronaldo e Lúcio.
Messi e Cristiano Ronaldo em Copas do Mundo
O Ronaldo Fenômeno, aliás, aparece empatado com Mbappé e outros craques na quarta posição, com 15 vitórias. Ronaldo disputou três Copas (1998, 2002 e 2006), foi campeão em 2002 e terminou sua trajetória no Mundial com 19 partidas e 15 triunfos.
O fato de jogadores como Messi e Cristiano Ronaldo ainda atuarem em alto nível é decorrente da evolução científica. Isto lhes deu mais condições de prosseguirem na carreira, em relação aos craques de décadas anteriores.
O ranking dos jogadores com mais vitórias em Copas do Mundo:
- 1º Lionel Messi (Argentina) – 20 vitórias
- 2º Miroslav Klose (Alemanha) – 17 vitórias
- 3º Cafu (Brasil) – 16 vitórias
- 4º Kylian Mbappé (França), Wolfgang Overath (Alemanha), Ronaldo (Brasil), Philipp Lahm (Alemanha), Bastian Schweinsteiger (Alemanha) e Lothar Matthäus (Alemanha) – 15 vitórias
- 5º Lúcio (Brasil), Franz Beckenbauer (Alemanha), Olivier Giroud (França), Antoine Griezmann (França), Per Mertesacker (Alemanha), Hugo Lloris (França), Paolo Maldini (Itália) e Manuel Neuer (Alemanha) – 14 vitórias
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) acusa a influenciadora Virginia Fonseca de participar de uma estratégia predatória para promover a plataforma de apostas Blaze durante a Copa do Mundo, explorando fragilidades cognitivas dos consumidores. A denúncia aponta que a divulgação utilizou técnicas de persuasão, como urgência artificial, e que a relação parassocial com seus seguidores poderia aumentar a influência sobre suas decisões.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) acusa a influenciadora Virginia Fonseca de integrar uma estratégia de comunicação considerada predatória para promover a plataforma de apostas Blaze durante a Copa do Mundo. Segundo o órgão, a divulgação teria explorado mecanismos de influência comportamental para estimular a adesão de apostadores.
Na denúncia, o MPDFT declara que a atuação da influenciadora faria parte de uma estrutura planejada para explorar fragilidades cognitivas dos consumidores em larga escala, ao utilizar recursos como criação de urgência artificial, personalização da mensagem e apresentação da publicidade como uma interação espontânea.
A urgência artificial é uma técnica de persuasão em que uma mensagem cria a sensação de que a pessoa precisa tomar uma decisão rapidamente, sem necessidade real.
Para o MPDFT,, a participação de Virgínia não representaria uma ação publicitária isolada. A acusação sustenta que mensagens da Blaze e o vídeo publicado pela influenciadora estariam inseridos em uma estratégia coordenada para ampliar a captação de usuários e reduzir a capacidade de avaliação crítica do público.
Um dos pontos centrais da denúncia é o conceito de relação parassocial. Segundo o MPDFT, a proximidade construída por Virginia com seus seguidores, por meio de uma imagem de acessibilidade e autenticidade, faria com que a divulgação da aposta fosse recebida menos como propaganda e mais como uma recomendação pessoal.
O órgão relata que essa dinâmica pode aumentar a influência sobre o comportamento dos seguidores, levando parte do público a reproduzir escolhas apresentadas por uma figura com quem desenvolveu uma sensação de confiança ou proximidade.
A acusação também aponta problemas relacionados ao mercado de apostas no Brasil. O MPDFT afirma que a expansão de plataformas sem regulação adequada teria provocado impactos econômicos relevantes, com aumento de casos de inadimplência e superendividamento, especialmente entre consumidores de menor renda.
Na ação, o MPDFT pede que Blaze e Virginia Fonseca sejam condenadas solidariamente ao pagamento de R$ 120 milhões por danos morais coletivos.
Segundo a denúncia, o valor foi calculado a partir de uma estimativa considerada conservadora pelo órgão, segundo a qual a Blaze teria movimentação anual de aproximadamente R$ 600 milhões em receita bruta de jogos. O MPDFT aplicou, por analogia, um percentual de 20% sobre esse montante para chegar ao valor solicitado.
O MPDFT considera que a investigação começou depois do recebimento de reclamações de consumidores que relataram dificuldades para sacar valores, bloqueios de contas e retenção de recursos depositados na plataforma.
Além disso, a ação cita um relatório técnico que reuniu mais de 42 mil reclamações contra a Blaze. De acordo com o MPDFT, os registros apontariam um padrão recorrente de possíveis violações aos direitos dos consumidores, incluindo ofertas de bônus vinculadas a exigências consideradas abusivas.
Virgínia e empresa respondem às acusações sobre bet
A Blaze e Virginia Fonseca ainda poderão apresentar suas manifestações no processo, conforme o andamento da ação judicial. Ambas, porém, contestam as acusações, segundo a Agência Brasil.
A defesa de Virgínia Fonseca relatou que tomou conhecimento da ação pela imprensa. E declarou que as alegações da acusação serão respondidas durante o processo.
Segundo o advogado Sanderson Mafra, não houve prejuízo aos consumidores e tampouco atuação predatória. “A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores”, afirmou o advogado.
“A responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora.”
A plataforma Blaze declarou que cumpre a legislação e as normas que regulamentaram as apostas on-line e que prestará os devidos esclarecimentos quando for notificado sobre o andamento da ação civil.
“Nossas operações e parcerias são sempre pautadas pelas melhores práticas de mercado, com foco absoluto na segurança de nossos usuários, seguindo princípios legais e normas aplicáveis, assim como com base nas diretrizes de jogo responsável.”
O chocolate costuma ser apontado como um dos principais obstáculos para quem busca manter uma alimentação saudável ou perder peso. No entanto, quando consumido de forma equilibrada e inserido dentro de uma rotina alimentar planejada, ele pode fazer parte do cardápio sem comprometer os objetivos de saúde, além de contribuir para uma relação mais saudável com a comida.
Segundo o nutricionista Thyago Nishino, o segredo está em aprender a consumir o chocolate com consciência e moderação. "Muita gente associa alimentação saudável à restrição total, mas isso geralmente não se sustenta no longo prazo. O equilíbrio é o que permite manter o resultado e evitar ciclos de culpa e exagero", afirma o especialista.
- Consumir pequenas porções com atenção plena: quando consumido devagar e com atenção na saciedade, a pessoa reduz naturalmente o excesso. O chocolate não é o problema, mas sim o consumo automático e descontrolado.
- Associar o chocolate a refeições equilibradas: incluir o chocolate como sobremesa após refeições completas ajuda a reduzir picos de vontade e melhora o controle da quantidade ingerida.
- Optar por versões com maior teor de cacau: segundo Thyago Nishino, chocolates com maior concentração de cacau tendem a ser mais satisfatórios, o que ajuda a diminuir a necessidade de grandes quantidades.
- Planejar o consumo ao longo da semana: quando o chocolate é planejado dentro da rotina alimentar, ele deixa de ser um gatilho de compulsão e passa a ser uma escolha consciente, de acordo com o especialista.
- Evitar o efeito "tudo ou nada": a restrição total costuma gerar exageros posteriores. "Proibir completamente aumenta o desejo. Incluir com equilíbrio reduz a chance de descontrole", afirma o nutricionista.
"O resultado duradouro vem da construção de uma rotina possível de manter. Quando existe flexibilidade, a adesão melhora e o comportamento alimentar se torna mais estável", conclui o nutricionista.
POr - Globo/Receitas
O debate sobre a frequência ideal de lavagem dos cabelos parece não ter uma solução definitiva, oscilando constantemente entre a lavagem diária e a espera de 48 horas. No entanto, existe um hábito enraizado na rotina diária que raramente é questionado: aplicar primeiro o xampu e depois o condicionador.
Essa prática, realizada quase automaticamente, pode ser responsável por deixar os cabelos com aparência opaca e sem vida. Recentemente, profissionais da beleza começaram a promover uma técnica conhecida como "lavagem inversa", que propõe alterar a ordem tradicional para melhorar a saúde da fibra capilar.
Em entrevista à revista Clara, a renomada cabeleireira espanhola Olga San Bartolomé alertou que o segredo para cabelos saudáveis está em proteger sua estrutura antes de submetê-los a uma lavagem profunda. Segundo a especialista, aplicar o xampu diretamente nos fios, principalmente quando há sinais de ressecamento ou danos, só intensifica a deterioração. Ao inverter a ordem do tratamento, o condicionador atua como uma barreira protetora, hidratando áreas críticas, como o comprimento e as pontas, sem pesar nos cabelos.
Essa mudança na rotina diária não é apenas uma tendência estética superficial, mas uma estratégia técnica para combater o problema comum dos cabelos pesados. Olga destacou que uma das dificuldades do método convencional reside no desafio de enxaguar corretamente o condicionador. Sobre isso, a cabeleireira enfatizou:
— Se você aplica condicionador após o shampoo e não enxagua bem, resíduos permanecem, deixando o cabelo sujo e pesado. Consequentemente, ao realizar o processo inverso, consegue-se uma limpeza mais eficaz e duradoura.
Para implementar essa técnica com resultados visíveis, a profissional detalhou uma rotina precisa:
- Primeiro, o produto hidratante deve ser aplicado do meio do comprimento até as pontas antes de molhar o cabelo, o que é vital para cabelos secos, pois evita que o xampu remova os óleos naturais essenciais.
- Em seguida, sem enxaguar o condicionador, procede-se à lavagem seletiva, aplicando o xampu exclusivamente na raiz
- Por fim, ao enxaguar, a espuma do xampu circulará pelas pontas, removendo o excesso de hidratante e deixando a quantidade ideal de umidade.
O resultado, segundo declarações à imprensa espanhola, é um cabelo com mais volume e movimento. Ao eliminar o excesso de peso dos produtos hidratantes, a fibra capilar permanece solta e leve por mais tempo, permitindo até mesmo lavagens mais longas sem que as raízes pareçam pesadas ou com brilho excessivo. Este método, focado na proteção e no equilíbrio da hidratação dos fios, se apresenta como uma alternativa eficiente para quem busca otimizar a saúde capilar desde o banho, transformando o cuidado diário em um processo muito mais refinado.
Por - O Globo
Astro da NBA, James Harden foi preso na madrugada deste sábado por porte ilegal de armas. Segundo informações da imprensa internacional, o jogador do Cleveland Cavaliers portava uma arma de fogo sem coldre no carro. Fontes disseram que Harden estava saindo de um bar em Houston, no Texas, acompanhado de um grupo de amigos, antes da prisão. O armador, de 36 anos, foi liberado sob pagamento de fiança nesta manhã, mas terá que responder judicialmente.
Ainda segundo a imprensa internacional, as autoridades alegaram em documento que a arma portada por Harden "estava à vista e sem um coldre (uma espécie de proteção)". Mais detalhes sobre a prisão não foram divulgados, e a defesa do jogador ainda não se manifestou sobre o caso. Ainda assim, fontes relataram ao jornal The Post que James Harden estava em um bar de Houston, no Texas, antes da prisão, acompanhado de "um grande grupo de amigos".
Atualmente no Cleveland Cavaliers, Harden foi liberado sob fiança na manhã de sábado, mas deve responder judicialmente. O jogador tem uma audiência marcada para o dia 22 de junho no tribunal, para a leitura das acusações.
O Texas tem uma das legislações sobre armas mais permissivas dos Estados Unidos. A legislação do estado permite o porte e posse de armas mesmo sem licença, em determinados locais. No entanto, o objeto não pode ficar à vista e precisa estar com uma proteção.
Fora das Finais da NBA, o Cleveland Cavaliers foi eliminado nos playoffs da Conferência Leste no mês passado, contra o finalista New York Knicks. Experiente na NBA, Harden atua na liga desde 2009, quando ingressou no OKC como a terceira escolha geral do draft.
Desde então, o astro passou por equipes como o Houston Rockets, Brooklyn Nets, Philadelphia 76ers e Los Angeles Clippers, antes de ir para os Cavs no ano passado.
Levantamento do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (FNPETI) mapeou mais de 130 iniciativas federais voltadas a crianças e adolescentes. Apesar da retomada de políticas públicas nos últimos anos, elas se mostram insuficientes diante dos 1,65 milhão de menores em situação de trabalho infantil no Brasil.

A publicação Políticas Públicas Federais para Infâncias, Adolescências e Juventudes entre 2024 e 2025: Prevenção e Enfrentamento ao Trabalho Infantil e Promoção do Trabalho Protegido para Adolescentes, divulgada nesta sexta-feira (12), Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, reúne ainda dados orçamentários e análise das políticas e programas mapeados.
“O Brasil não alcançou a meta de erradicação das piores formas de trabalho infantil prevista nos ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] e isso mostra que ainda estamos longe de garantir proteção integral para todas as crianças e adolescentes”, disse, em nota, a secretária-executiva do FNPETI, Katerina Volcov. A meta 8.7 dos ODS estabelecia a erradicação das piores formas de trabalho infantil até 2025.
Segundo o fórum, a análise aponta que a existência de programas e diretrizes não garante, por si só, resultados concretos. A entidade mencionou que questões relacionadas ao financiamento, à execução orçamentária e à coordenação e diálogo entre órgãos federais continuam sendo obstáculos para a efetividade das políticas públicas.
Volcov avalia ainda que o enfrentamento do problema precisa ser prioridade permanente do Estado brasileiro, ressaltando que são 1,65 milhão de crianças e adolescentes que têm seus direitos violados. Segundo a PNAD Contínua 2024, do IBGE, o Brasil registra 1,65 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil. O número representa aumento de 34 mil casos em relação ao ano anterior.
O estudo destacou também o desequilíbrio na relação entre investimentos e garantia de direitos.
“Embora crianças e adolescentes representem cerca de 24% da população brasileira, os investimentos destinados a esse público correspondem a menos de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto - riqueza produzida no país), segundo estudo do Ipea e do Unicef utilizado como referência pelo levantamento”, divulgou o fórum, em nota.
Interrupção de políticas
O caso das Ações Estratégicas de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) é apontado, pelo fórum, como um dos exemplos evidentes dos impactos da descontinuidade das políticas públicas. Segundo o levantamento, a ação orçamentária do programa deixou de constar nos Projetos de Lei Orçamentária Anual entre 2020 e 2024.
Quando retornou ao orçamento federal, em 2024, a previsão era de R$ 3,6 milhões para todo o país, o que representava cerca de R$ 2 por criança e adolescente ao ano. Em 2016, o investimento havia alcançado R$ 83,9 milhões. No final de 2025, foi anunciada a destinação de valores anuais de R$ 79,2 milhões para as AEPETI.
“As AEPETI têm papel importante na articulação das redes locais de proteção. Quando o financiamento é interrompido, os municípios perdem capacidade de identificar casos, acompanhar famílias e desenvolver ações preventivas de forma continuada”, avaliou a assessora técnica do FNPETI, Izabela Ramos.
Para o FNPETI, o desafio dos próximos anos é garantir continuidade, financiamento adequado e articulação intersetorial das políticas públicas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes. “Além de ampliar recursos, é preciso assegurar uma governança comprometida, com transparência e continuidade às políticas públicas”, concluiu Katerina Volcov.
Por-Agência Brasil






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