O Paraná ultrapassou nesta segunda dia (17) a marca de 10 mil vacinados contra a Covid-19 em dois novos grupos prioritários: os profissionais de forças de segurança e salvamento e os trabalhadores da educação. Segundo o Vacinômetro, entre os profissionais de segurança, o número de vacinados com a primeira dose já chega a 10.927, equivalente a 47,81% do total do grupo (22.853 pessoas). Entre os profissionais da educação, 10.405 pessoas receberam a primeira dose, que representa 6,15% do total da população estimada para o grupo (169.057 pessoas).
A vacinação destes trabalhadores foi iniciada semana passada como parte das medidas para retorno gradual das aulas presenciais na rede pública estadual, retomadas no dia 10 em uma parcela das escolas paranaenses. Para isso, a secretaria estadual da Saúde distribuiu 32.760 doses da vacina produzida pela Astrazeneca/Oxford/Fiocruz para todo o Estado. Outros 8 mil profissionais foram imunizados anteriormente por integrarem o grupo de idosos, já contemplados pela vacinação.
“Trouxemos parte da prioridade para os trabalhadores da educação para ajudar a distensionar o momento do retorno das aulas, iniciando pelos profissionais de 55 a 59 anos”, explicou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Precisamos fazer com que a vacina chegue no braço de todos os paranaenses. Para isso, contamos com o apoio de todos os municípios para aplicar as vacinas tão logo elas cheguem. É importante continuar o trabalho de imunização em todos os grupos prioritários”.
Segundo o Plano Estadual de Vacinação, 4.812.142 pessoas compõem os 28 grupos prioritários da imunização. O Paraná já passa das 3 milhões de doses aplicadas, com 3.254.572 vacinas administradas desde o início da campanha, em 18 de janeiro. Destas, 2.145.209 são primeiras doses, totalizando 44,58% da população prevista nos grupos prioritários e 20,54% de todo o Estado. Já as segundas doses foram aplicadas em 1.109.363 pessoas, completando seu ciclo vacinal na proteção contra o vírus. Elas representam 23,05% dos grupos prioritários e 10,62% de todos os paranaenses.
DEMAIS GRUPOS - Além dos profissionais de educação e da segurança, a vacinação atualmente avança nos grupos de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas – o maior de todo o plano de vacinação – e pessoas com deficiência permanente grave. No primeiro grupo, são estimadas 1.328.677 pessoas, das quais 94.535 (7,11%) receberam a D1. No segundo, das 400.682 pessoas, 4.768 já iniciaram a imunização (1,19%).
Também segue a aplicação da segunda dose em grupos que já iniciaram seu ciclo de imunização, como nas pessoas acima de 60 anos.
Todos os números foram atualizados às 14h59 desta segunda-feira (17) no Vacinômetro, sistema mantido pela secretaria estadual de Saúde que mostra em tempo real os números da imunização no Paraná.
MAIS VACINAS - Nesta segunda-feira (17), a Secretaria da Saúde confirmou a chegada de mais 413,8 mil vacinas contra a Covid-19 ao Paraná nesta semana. O lote, que corresponde ao 20º enviado ao Estado pelo Ministério da Saúde, é composto por 374.100 doses da vacina AstraZeneca/Oxford/Fiocruz e 39.780 da Comirnaty/Pfizer.
Os imunizantes da Astrazeneca estão divididos entre 229.100 doses de reforço para pessoas de 60 a 64 anos e 65 a 69 anos, e 145 mil para a primeira dose dos grupos de pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência. Já as doses da Pfizer começam a imunização com a D1 nos grupos de comorbidades, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência.
Com a nova remessa, o Paraná terá recebido 4.905.000 doses de vacinas contra a Covid-19, somando os imunizantes do Instituto Butantan/Sinovac, Astrazeneca/Oxford/Fiocruz e Comirnaty/Pfizer. (Com AEN).
A Portos do Paraná promove nesta segunda-feira, 17 de maio, Dia Mundial da Hipertensão Arterial, uma ação de conscientização sobre a doença. A equipe médica que atua no Porto de Paranaguá chama a atenção, em especial dos caminhoneiros, sobre a importância de não descuidar da saúde na boleia.
Neste ano, de janeiro a abril, mais de 143 mil caminhoneiros foram recebidos no Pátio de Triagem, antes de descarregar os granéis sólidos de exportação no Porto de Paranaguá. Todos, obrigatoriamente, passaram pela triagem de saúde. A operação é para prevenir a Covid-19. Porém, neste momento, outras queixas aparecem e a equipe orienta e encaminha para a procedimentos. A hipertensão é muito comum.
“Aparece bastante casos. Inclusive teve um caso recente que nos pegou de surpresa”, conta Sueli Miguel Rodrigues, enfermeira que atua na triagem dos caminhoneiros desde novembro do ano passado, no Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá. “O senhor sempre viajava, não tinha hábitos de cuidar da saúde, mas tinha casos na família. Chegou aqui para a gente, com a pressão a 18 por 10, já com dor no peito. Passamos para ele as orientações, acionamos o Samu e ele teve que ser removido. Sorte que deu tempo de a gente fazer os primeiros atendimentos.”
De 15 para cima, a pressão já coloca a equipe em alerta. “Em caso de os valores também estarem próximos, um do outro, também nos preocupa”, completa Sueli.
Daniele Caroline Lopes Lima é uma das médicas que faz plantão na operação contra a Covid-19, no local. “É bem frequente encontrarmos, aqui, caminhoneiro com a pressão arterial elevada. Muitos até nem sabiam que sofriam de hipertensão. A gente constata quando eles nos procuram queixando de dor de cabeça, dor na nuca”, completa.
Segundo a médica, pode ser um episódio isolado, um pico de pressão. Porém, o ideal é que eles façam o acompanhamento, procurem médico especialista. “Nesse caso, como eles estão sempre viajando, acabam não tendo o costume de fazer esse acompanhamento”, diz.
FATORES – Alimentação desbalanceada, falta de atividade física, estresse ou hereditariedade. Esses são os principais fatores que desencadeiam a hipertensão. As complicações das crises hipertensivas podem ser infarto e AVC. Além disso, a longo prazo pode acarretar problemas renais, insuficiente cardíaca, entre outros.
“A hipertensão arterial é uma doença silenciosa. Nem sempre dá sinais como dor de cabeça, dor na nuca. Tem que fazer o check-up, consultar o médico regularmente, dar atenção. Não dá para ser só trabalho. É preciso também priorizar a saúde”, alerta a médica.
CAMINHONEIROS – João Nunes Fogaça chegou de Londrina para descarregar 32 toneladas de soja no Porto de Paranaguá. O trajeto é de oito horas de estrada. Porém, dias antes, ele chegou do Rio Grande do Norte, para onde levou fertilizante.
“Eu faço check-up anual, de qualquer jeito. Da alimentação eu tenho que cuidar porque tenho diabetes. Mas a pressão, não sei como está. Faz uns 30 dias que não meço”, diz. Ele é caminhoneiro há 25 anos.
Rafael Vomer chegou de Planalto, também no Paraná, mas um pouco mais distante. São 11 horas de viagem. Questionado sobre o cuidado com a saúde, ele diz que não dá muito tempo para fazer exercício. “Mas check-up eu fiz agora no final do ano”, conta. “Tem que tentar se cuidar um pouco, porque caminhoneiro sofre, principalmente por causa do horário. Tentar cuidar da saúde para conseguir curtir os filhos”.
Cristiano Jeremias, de 41 anos, é de Criciúma, Santa Catarina. Na estrada há 21 anos, ele diz que vem ao Porto de Paranaguá pelo menos cinco vezes ao ano. Cristiano admite que a saúde não anda muito em alta, não. “A preocupação com a boleia é grande e acaba não dando tempo", afirma.
Porém, ele garante que depois dessa viagem vai parar para fazer um check-up. “Estou preocupado com algumas coisas que ando observando”, diz Cristiano. (Com AEN).
Projetos desenvolvidos pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL) vêm fortalecendo a atividade produtiva da apicultura, a partir da capacitação técnica de produtores rurais. Com foco em boas práticas apícolas, as iniciativas contemplam a produção e o beneficiamento de mel e derivados, em conformidade com os padrões sanitários.
Lançado há dez anos pela Unicentro, o Projeto Imbituvão contribui para o fomento da produção de mel no munícipio de Fernandes Pinheiro, no Centro-Sul paranaense. Desde o início, a ação soma recursos financeiros da ordem de R$ 3,5 milhões, viabilizados pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, por meio do Fundo Paraná. Desse montante, R$ 1 milhão foi direcionado para custeio de 53 bolsas de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado.
Segundo o coordenador da ação, professor Afonso Figueiredo Filho, do Departamento de Engenharia Florestal do campus da Unicentro em Irati, o projeto consiste em desenvolver estratégias para o manejo florestal sustentável em pequenas propriedades rurais.
“O objetivo é propor alternativas de recuperação e enriquecimento de reserva legal com produtos madeireiros e não madeireiros, buscando sustentabilidade em sistema de cooperativismo”, explica.
Os pesquisadores desenvolvem estudos em vários segmentos produtivos, sendo a apicultura uma das atividades abrangidas. Especificamente nessa área, o projeto resultou na organização e no fortalecimento da Associação de Apicultores e Meliponicultores de Fernandes Pinheiro (Amfepi).
“Auxiliamos na captação de recursos para a construção de uma unidade de beneficiamento de mel e aquisição de equipamentos apícolas necessários para a atividade”, destaca o professor.
A unidade de beneficiamento de mel foi projetada conforme os padrões estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para obtenção do Selo de Inspeção Federal (SIF).
No ano passado, a Amfepi foi credenciada no Programa Compra Direta Paraná, da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, que destina produtos da agricultura familiar para restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos e hospitais filantrópicos.
“Esse credenciamento possibilitou a comercialização de 210 quilos de mel produzidos pelos apicultores assistidos pelo projeto, confirmando a contribuição dessa atividade produtiva para a geração de trabalho e renda e permanência do homem no campo”, salienta o professor Afonso.
Na próxima etapa, além de capacitação sobre a instalação e o manejo de colmeias, também serão distribuídos (em comodato) mais melgueiras (caixas de abelhas) e conjuntos de vestimenta (macacão, luva e fumigador) para os produtores rurais.
Vinculado ao Laboratório de Manejo Florestal da Unicentro, o Projeto Imbituvão reúne engenheiros florestais, biólogos e geógrafos, na modalidade de bolsistas recém-formados, além de estudantes da graduação e da pós-graduação, com bolsas de apoio técnico, ligadas ao manejo das pequenas propriedades rurais. (Com AEN).
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu no último final de semana no Paraná mais de uma tonelada de maconha e 895 mil maços de cigarros contrabandeados nas rodovias federais que cortam o estado.
Na manhã de sábado (15), em Candói (PR), os policiais rodoviários federais apreenderam cerca de 415 quilos de maconha num automóvel clonado que se envolveu num acidente na BR-277. O motorista foi preso em flagrante.
Em Cascavel (PR), por volta das 11h de sábado (15), as equipes da PRF apreenderam 70 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai num veículo roubado com placas trocadas. Um homem foi preso.
Na madrugada de domingo (16), os policiais foram acionados para atender um tombamento na BR-272 em Terra Roxa (PR), na região oeste do estado. Ao chegarem no local os policiais verificaram que o veículo acidentado estava carregado com cerda de 800 mil maços de cigarros contrabandeados. Ninguém foi preso.
Por volta das 9h de domingo (16), uma GM/Blazer fugiu da fiscalização na BR-277, em Céu Azul (PR). Após perseguição, o motorista acabou abandonando o veículo em movimento às margens de uma estrada rural e tentou fugir a pé, mas foi capturado e preso pelos policiais rodoviários federais. Dentro da caminhonete havia 556 quilos de maconha e 15 quilos de skank.
Na noite de domingo (17), em Balsa Nova (PR), na região metropolitana da capital, houve a apreensão de mais 64 quilos de maconha escondida na lataria de um Fiat/Uno por uma das equipes da PRF com o apoio de um cão policial. O motorista foi preso.
Além disso, por volta das 22h de domingo (17), as equipes da PRF também apreenderam mais 25 mil maços de cigarros paraguaios num SUV que incendiou e foi abandonado na BR-272, em Guaíra (PR).
O menino que desapareceu na noite de ontem no interior de Francisco Beltrão foi encontrado na manhã desta segunda dia (17), no município de Francisco Beltrão.
Segundo as informações, o menino, de 1 ano e 8 meses, filho de um casal morador em uma propriedade rural na comunidade de Ponte Nova do Cotegipe, desapareceu na tarde de ontem, domingo (16).
Segundo as informações, a criança estava em casa, brincando, e desapareceu no momento em que os pais realizavam os trabalhos da roça.
Desta forma, o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar foram acionados e junto com uma grande mobilização de pessoas da comunidade, realizaram buscas em uma plantação de milho.
Hoje pela manhã, um vizinho encontrou o garotinho sentadinho embaixo de um pinheiro, que fica no meio da roça.
Segundo as informações, ele estava bem agasalhado, entretanto, perdeu os calçados enquanto caminhava em meio à plantação de milho. Rapidamente, o garotinho foi levado até a mãe, que ajudava nas buscas, e já pôde se alimentar, já que ainda amamenta no peito da mãe. Logo na sequência, foi encaminhado à Casa Hospitalar para ser reavaliado, mas, a princípio, está bem, sem nenhuma lesão aparente. (Fonte: Portal Francisco Beltrão).
O Paraná deve receber nos próximos anos mais R$ 120 milhões do governo federal para serem aplicados nas principais necessidades de segurança pública e policiamento. O investimento foi costurado pelo secretário de Segurança Pública, Romulo Marinho Soares, que esteve nesta semana em Brasília (DF).
Os recursos devem ser usados para projetos e obras, entre elas a construção de uma penitenciária de segurança média no Norte Pioneiro, e aquisição de armas e equipamentos.
O secretário participou de uma reunião técnica com a diretora-geral do Departamento Penitenciário Nacional, Tânia Fogaça. Um dos assuntos tratados foi o investimento de cerca de R$ 48 milhões para a construção de uma nova penitenciária em algum município perto da divisa com São Paulo, o que possibilitará a melhoria no fluxo dos trabalhos do Departamento Penitenciário do Paraná. É o maior investimento desse pacote.
“O Paraná recebeu essa missão de implantar uma unidade de segurança média. Verificamos as tratativas de contratos, recursos, acerto de demandas e trâmites para que a Secretaria da Segurança Pública possa acelerar os atos normativos para iniciar em breve o processo de licitação”, explicou o secretário.
A expectativa é que o lançamento do edital de construção ocorra no segundo semestre. Segundo o secretário, também haverá ampliação da rede de esgoto da região para atender a nova unidade. “Estamos trabalhando para que o Paraná obtenha esse investimento o mais rápido possível e, assim, implementar mais uma estrutura de segurança pública”, disse.
Um dos repasses, de R$ 32 milhões, será usado para aplicação no programa de atenção psicossocial Prumos e auxílio no enfrentamento do crime organizado. A tratativa de compra de novas pistolas para as polícias do Paraná também avançou, com aporte de R$ 31,5 milhões.
Outros R$ 11,3 milhões serão usados para aquisição de fardamento aos policiais, como coletes balísticos, capacetes e outros tipos de equipamentos, e R$ 16 milhões atualizarão a comunicação interna diária com a aquisição de rádios digitais, garantindo mais segurança na transmissão de informações sigilosas do campo operacional das forças de segurança na fronteira.
BRASÍLIA – O secretário também esteve na Secretaria de Operações Integradas (SEOPI), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, para fortalecer a parceria e intensificar as operações em conjunto de combate ao crime organizado, principalmente na região de fronteira.
Marinho ainda se reuniu com integrantes das forças de segurança do Paraná mobilizadas em Brasília. Participaram da reunião profissionais da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Depen.
ESA – As tratativas sobre a instalação da Escola de Sargentos de Armas (ESA) do Exército Brasileiro no Paraná também pautaram a agenda. O secretário foi recebido pelo Comandante da Força Terrestre, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, no Quartel-General em Brasília.
A implantação da ESA vai beneficiar a economia local e o desenvolvimento do Estado. Atualmente estão na disputa Ponta Grossa (PR), Recife (PE) e Santa Maria (RS). “Todos vão sair ganhando. O Paraná pode receber R$ 1,2 bilhão em investimento. Se a escola for para Ponta Grossa, o município terá um desenvolvimento gigantesco nos próximos anos”, destacou Marinho. (Com AEN)

























