A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) foi eleita, pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com o Centro de Estudos de Infraestrutura e Soluções Ambientais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), como destaque em saneamento no País pela boa prática de gestão voltada para a reutilização do lodo de esgoto.
A premiação foi na categoria de Inovação & Tecnologia, que, pela primeira vez, reconheceu empresas de saneamento que contribuam para o desenvolvimento do Brasil. A entrega do troféu ocorre nesta quinta-feira (10), na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.
Pioneira no Brasil em pesquisa e uso em escala do lodo na agricultura, a Companhia já destinou cerca de 400 mil toneladas de lodo para uso agrícola desde 2007. Isso equivale a cerca de R$ 60 milhões em benefício para a agricultura paranaense. No ano passado, foram 14,3 mil toneladas de lodo em 2.655 hectares, beneficiando 89 produtores de 52 municípios.
O programa de uso agrícola do lodo de esgoto da Sanepar também foi indicado como referência pela Organização das Nações Unidas (ONU) e já foi visitado por profissionais de outras por companhias de saneamento, como aquelas dos estados da Bahia, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás.
“O sucesso do programa de uso agrícola do lodo é resultado de muita dedicação, engajamento e, em especial, de uma trajetória técnica e científica inspiradora. Seguimos avançando com as pesquisas que indicam que esse processo pode ser aprimorado, agregando mais valor e gerando ainda mais benefícios para a sociedade”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile.
Em todo o Estado, a Sanepar tem 36 unidades de gerenciamento de lodo, que recebem o material gerado nas estações de tratamento de esgoto. A aplicação é conduzida por engenheiros agrônomos da Companhia que fazem parte da Gerência de Gestão Ambiental, submetida à Diretoria de Meio Ambiente e Ação Social.
Por - AEN
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) possibilita que os cidadãos registrem Boletim de Ocorrência (BO) online para casos de extravio ou perda de documentos.
Entre janeiro e outubro de 2022 foram contabilizadas mais de 122,9 mil ocorrências dessa natureza no Paraná, por isso a instituição visa facilitar o acesso da população a este serviço.
A principal orientação é que o BO seja feito o mais rápido possível, assim que a falta do documento seja notada. “É importante registrar o Boletim de Ocorrência para que a polícia tenha esta informação e, caso haja o uso indevido do documento, a PCPR estará ciente”, alerta o delegado e diretor do Instituto de Identificação, Marcus Vinicius Michelotto.
Para registrar o BO online, o cidadão deve acessar o site da PCPR (www.policiacivil.pr.gov.br/bo) e clicar na opção “Extravio ou Perda de Documento”. Será necessário fornecer dados pessoais, relatar quais foram os documentos extraviados e fazer uma descrição do fato ocorrido.
Caso não seja possível o registro online, o cidadão pode ir a uma delegacia da PCPR. Os endereços podem ser consultados no site da instituição.
2ª VIA DO RG – Com o BO em mãos, a pessoa poderá solicitar a segunda via dos documentos extraviados ou perdidos. No caso de Carteira de Identidade, a 2ª Via Fácil pode ser pedida através do site da PCPR.
Para o cidadão que tiver os dados digitalizados na PCPR ou no Detran, é possível fazer todo processo online e apenas será necessário ir ao posto de identificação para retirar a nova via do RG. No entanto, se os dados da pessoa não estiverem disponíveis, é preciso agendar um horário em um posto de identificação para atendimento presencial.
Caso outros documentos tenham sido extraviados ou perdidos, como passaporte ou CNH, eles deverão ser solicitados diretamente nos órgãos responsáveis por sua emissão.
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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) liberou nesta quinta-feira (10) a aplicação da segunda dose de reforço (R2) ou quarta dose contra a Covid-19 em pessoas acima de 18 anos que tenham tomado a primeira dose de reforço (REF) há pelo menos quatro meses.
Anteriormente, a recomendação era que essa dose fosse aplicada somente no público acima de 40 anos. Agora, os municípios deverão definir estratégias próprias de chamamento e aplicação do novo reforço.
A orientação foi formalizada nesta quarta-feira (9) por meio da da Comissão Intergestores Bipartite do Paraná (CIB). Segundo o documento, a ampliação será realizada enquanto houver disponibilidade de vacinas contra a Covid-19 nos municípios, e a depender de novos envios de doses por parte do Ministério da Saúde.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, explicou o motivo da mudança. “O Paraná tem disponibilidade de vacinas e a baixa procura por esses imunizantes preocupa, assim como a constante aparição de novas variantes da doença. As prefeituras que ainda não ampliaram poderão fazer um novo chamamento buscando aumentar essa cobertura vacinal e proteger nossa população”, afirmou.
Segundo um levantamento parcial da Sesa, cerca de 500 mil vacinas contra a Covid-19 estão disponíveis no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e nos municípios. Além disso, aproximadamente 1,5 milhão de imunizantes passaram do prazo de validade e aguardam a formalização de um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estabelecido por meio de um Termo de Cooperação Técnica com o Ministério da Saúde para ampliação da validade.
“O Estado está vigilante para a divulgação desse estudo e a confirmação da segurança da aplicação dessas vacinas, e tão logo isso seja formalizado pelo Ministério da Saúde, daremos encaminhamento também a essas doses da AstraZeneca”, disse Beto Preto.
CRIANÇAS – Nesta sexta-feira (11), o Paraná deve receber ainda o primeiro lote de vacinas pediátricas da Pfizer BioNTech para crianças de seis a meses a dois anos (2 anos, 11 meses e 29 dias) com 53.600 doses. Para este público, a recomendação é que sejam aplicadas três doses, sendo que as duas primeiras devem ser administradas com intervalo de quatro semanas e a terceira dose após oito semanas da segunda aplicação.
NÚMEROS – Até agora, o Paraná soma 2.743.247 casos e 45.211 óbitos em decorrência da Covid-19. Segundo os dados do Vacinômetro Nacional, o Estado já aplicou 27.876.265 imunizantes contra a Covid-19. Destes, 10.179.981 foram primeiras doses (D1); 9.378.983 segundas doses (D2); 338.346 doses únicas (DU); 6.115.097 primeiras doses de reforço (REF); 1.414.520 segundas doses de reforço (R2); e 449.338 doses adicionais (DA).
A cobertura vacinal do público de três e quatro anos para D1 é de 23,63%. Já para D2, a porcentagem é de 9,55%. Este grupo ainda não possui indicação para doses de reforço. Para a população acima de cinco anos, a cobertura para D1 e DU é de 97,86% e para D2 de 92,38%. Para a REF, a porcentagem é de 63% e para a R2 cerca de 23%.
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O medicamento é um dos vilões que mais causa intoxicação em crianças de 0 a 12 anos no Estado, sendo responsável por 44% das intoxicações infantis.
Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) apontou uma queda de 14,5% no número de notificações entre 2019 e 2021, por este tipo de acidente.
Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Net) mostram que em 2019 foram registradas 1.049 ocorrências. Em 2020 o número caiu para 891 intoxicações, e em 2021 se manteve em 897. Apesar da queda, a Sesa mantém o alerta para esse tipo de envenenamento e permanentemente estimula ações de prevenção para a diminuição dos números.
“A maioria dos casos acontece em casa, e por isso queremos fazer este alerta. As crianças são curiosas por natureza e por isso o cuidado deve ser redobrado quando falamos em medicamentos. A intoxicação pode resultar em danos graves à criança, podendo até levar a óbito”, explicou o secretário Beto Preto.
A faixa etária mais atingida corresponde aos menores de quatro anos de idade. Segundo a bióloga da Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações da Sesa, Juliana Cequinel, a curiosidade é uma das principais características dessa faixa etária. “É a fase da experimentação oral. Ou seja, é quando os pequenos querem levar tudo à boca. A orientação é que sejam armazenados em lugares mais altos e, de preferência, em armários trancados”, disse.
AÇÕES – Anualmente, durante o mês de outubro é feita a Campanha de Prevenção do Envenenamento Infantil, que neste ano teve a parceria do Conselho Regional de Farmácia, com divulgação por videoconferência e nas redes sociais. O objetivo é prevenir e informar pais, responsáveis, educadores, profissionais de saúde, órgãos oficiais e instituições não governamentais sobre as intoxicações infantis.
Em alguns casos, os sintomas não são imediatos, sendo os mais comuns a sensação de queimação na boca, na garganta ou estômago, mudança na cor dos lábios, confusão mental, respiração difícil, diarreia e vômito. A criança deve ser encaminhada ao serviço de saúde mais próximo.
Orientações podem ser obtidas pelo telefone do Centro de Controle de Envenenamentos: 0800-410148, a qualquer hora do dia ou da noite. O atendimento funciona 24 horas.
Por - AEN
Os militares do Corpo de Bombeiros do Paraná conquistaram o segundo e o quarto lugares no Desafio Nacional de Resgate Veicular, na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.
Esta é a 5ª edição do desafio, que ocorreu no início do mês. Os prêmios eram três vagas para representar o Brasil no Desafio Mundial de 2023, que será na Espanha.
De acordo com o major do Corpo de Bombeiros do Paraná e avaliador da World Rescue Organization (WRO), Ícaro Gabriel Greinert, o benefício de competir em um desafio como esse é o retorno da equipe melhor capacitada para sua unidade.
“Após o fim de cada prova, os avaliadores presentes repassaram um briefing mostrando para as equipes onde elas precisavam melhorar, fazendo com que treinem, cada vez mais, para obter bons resultados em competições futuras. No ano que vem teremos novos desafios e, para isso, a equipe precisa estar preparada”, afirmou.
Treze equipes, de seis estados, participaram. Dentre elas, três do Paraná: uma do 1º Grupamento de Bombeiros (GB) de Curitiba, uma do 4º Grupamento de Bombeiros de Cascavel (Oeste) e uma equipe exclusivamente feminina, composta por bombeiras militares de todo o Estado.
Durante o desafio houve simulações de atendimentos, na qual foi necessário empregar técnicas e táticas de remoção das vítimas presas nas ferragens. Foram três provas e, durante os três dias de competição, as equipes, formadas por seis bombeiros, foram avaliadas em três áreas do conhecimento: de comando, técnica e médica.
O grupo do 4º GB conquistou o segundo lugar na categoria Equipes em Desenvolvimento e o quarto lugar no Desafio Nacional de Salvamento Veicular. Já a feminina StabFem conquistou o terceiro lugar na categoria Equipes em Desenvolvimento, e o 2⁰ tenente William Steffen Risardi, também da equipe do 4º GB, ficou no segundo lugar geral na categoria Comando.
“A participação em um desafio como esse vai além da competição, pois a disputa possibilita um aprimoramento maior das técnicas de todos os bombeiros, resultando na evolução da atividade de resgate veicular em todas as corporações. O conhecimento adquirido é disseminado em todo o Estado, tornando o atendimento aos acidentes de trânsito mais eficaz”, afirmou a comandante da Equipe StabFe, capitã Thayane Gracielle Batista de Lima.
INTEGRAÇÃO – O encontro promoveu a integração de bombeiros de todo o País, viabilizando uma troca de conhecimentos e experiências em todas as áreas de atuação dos Corpos de Bombeiros, buscando sempre melhorar os serviços prestados à população. Em 2023 haverá a 6º edição do Desafio Nacional de Resgate Veicular, com local e data a definir.
Por - AEN
O governador Carlos Massa Ratinho Junior vai aumentar em 55% o valor da diária de viagem de todos os servidores estaduais.
Ele será corrigido de R$ 180 para R$ 279. Há uma defasagem nos valores que eram praticados desde 2015. Esses recursos são utilizados pelos servidores estaduais para alimentação e hospedagem. A formalização será feita em decreto estadual.
A decisão está embasada em um estudo técnico realizado pelo Núcleo de Planejamento Setorial da Secretaria Estadual de Administração e Previdência (Seap), que levou em conta o IPCA acumulado desde de fevereiro de 2015.
Além disso, o relatório também leva em consideração um levantamento realizado pela equipe da Central de Viagens do Governo do Estado, que mapeou os custos de hospedagem e alimentação em diversos municípios do Paraná, em nove estados da Federação e no Distrito Federal.
Verificou-se que, no Paraná, o custo médio de hospedagem é de R$ 177,66, sendo que a média geral de alimentação é de R$ 73,20, podendo alcançar R$ 250,86. Para as nove capitais e para o Distrito Federal o custo médio de hospedagem é de R$ 208,46 e a média geral de alimentação é de R$ 74,99, totalizando R$ 283,46.
VERÃO MAIOR PARANÁ – A medida começa a valer a partir de 15 de dezembro, coincidindo com o início da operação Verão Maior Paraná. Os servidores inscritos na operação já serão contemplados com o aumento. O Verão Maior Paraná é o programa destinado a atender veranistas e moradores do Litoral com serviços de segurança pública, saúde, esporte, turismo, meio ambiente e educação no trânsito durante a temporada.
O Verão Maior Paraná vai de dezembro a fevereiro nas praias do Litoral e nas praias de água doce do Noroeste. Na área de segurança, a Polícia Militar reforça o efetivo para atuar na temporada. A Polícia Civil também contará com mais equipes nas delegacias do Litoral e em uma unidade móvel de atendimento. Já o Corpo de Bombeiros contará com guarda-vidas militares e civis para orientar e prevenir afogamentos no mar.
Os hospitais dos municípios do Litoral receberão insumos, equipes assistenciais e ambulâncias para reforçar o atendimento à população. O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) atuará com um helicóptero e tripulação para auxiliar em resgates e salvamentos no mar e na região da Serra do Mar. A Sanepar vai atuar na limpeza das praias e contará com reforços para casos de emergência. Já a Superintendência-Geral do Esporte fará mais de 30 eventos durante a temporada, inclusive com apoio de estudantes contratados.
Serão realizadas ainda campanhas educativas para reforçar os cuidados no trânsito, coordenadas pelo Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) e estão previstos shows nas arenas oficiais do Governo do Estado. Também haverá policiamento nas rodovias estaduais que cortam o Litoral, com abordagens e fiscalização com radares móveis e etilômetros.
Por - AEN








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