Estado terá espaços exclusivos para fruticultura e olericultura no Show Rural 2024

A participação do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR) no Show Rual 2024, em Cascavel, incluirá um espaço de olericultura que destacará o manejo adequado para influenciar o bom desenvolvimento das culturas e minimizar o estresse da planta.

Já a Vitrine de Fruticultura apresentará uma variedade de espécies cuidadosamente selecionadas e cultivadas por uma equipe de especialistas de extensão e de pesquisa. Eles estarão à disposição para orientar produtores.

No caso da olericultura, o foco será principalmente em relação ao solo, qualidade da muda, nutrição, umidade, temperatura, luminosidade e sanidade – tudo que a planta precisa para responder com o melhor de seu potencial. A área conta com o cultivo de diversas cultivares, plantadas tanto no solo como em vasos. Entre elas, tomates tipo salada, saladete, italiano, além de pepino tutorado tipo indústria e feijão vagem.

De acordo com informações do IDR-PR, um solo bem corrigido, estruturado e com bom nível de nutrientes é fundamental para que a planta tenha um bom arranque inicial e um bom desenvolvimento. A complementação com adubações de cobertura é essencial para ajustar a oferta de nutrientes conforme a necessidade.

A temperatura e a luminosidade também são fatores de atenção. Medidas simples podem fazer a diferença, como o uso do pé direito alto da estufa para uma boa ventilação e de tela de sombreamento em períodos de maior incidência solar, um bom manejo da água de irrigação e o solo coberto de forma permanente. Tudo isso ameniza o estresse da planta, muitas vezes relacionado a alguma deficiência nutricional, temperatura extrema, umidade deficiente ou em excesso.

Menos estresse significa melhor desenvolvimento e menor a suscetibilidade ao ataque de pragas e doenças. Neste recorte, o visitante também poderá conferir os resultados positivos da complementação do manejo relacionado ao ataque de pragas e doenças com a utilização de bioinsumos.

FRUTAS – A Vitrine da Fruticultura não apenas celebra os avanços no segmento, mas também reconhece sua importância no contexto da agricultura familiar. O espaço apresentará uma variedade de espécies cuidadosamente selecionadas e cultivadas por especialistas de extensão e pesquisa.

Os visitantes terão a oportunidade de interagir com eles, discutindo diversos aspectos do cultivo de frutas no Estado, como calagem e adubação do solo, plantio, escolha da cultivar, estruturas de condução, manejo e tratos culturais, manejo fitossanitário, colheita e pós-colheita.

A programação também inclui informações especializadas sobre podas, como podas de formação, manutenção e produção, proporcionando aos agricultores ferramentas práticas para maximizar a produtividade e a rentabilidade dos cultivos.

As espécies de destaque incluem abacate, acerola, amora-preta, atemóia, banana, caqui, citros, figo, goiaba, manga, pitaya e uva. A produção de frutas, além de oferecer oportunidades econômicas, tem papel fundamental na produção de alimentos limpos e saudáveis. A agricultura familiar, ao investir na diversificação de culturas, contribui para fornecer alimentos frescos e nutritivos à comunidade local e regional.

A vitrine destaca, ainda, como a fruticultura promove a utilização de mão de obra familiar, a fixação dessas famílias no campo e a conservação do meio ambiente. A utilização de práticas agrícolas conscientes, como a adoção de técnicas agroecológicas e de manejo integrado colabora para a preservação dos recursos naturais, a biodiversidade e a manutenção da saúde do solo.

Um espaço exclusivo na vitrine é dedicado à orientação sobre os métodos de propagação em frutíferas, abordando a produção de mudas via sementes, estaquia e suas variações, enxertia, além da utilização de estruturas especializadas.

PARCERIA – Com a colaboração da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), o espaço terá a presença de um especialista com informações cruciais sobre o controle e a qualidade das mudas, medidas essenciais para prevenir doenças como o greening e o cancro cítrico. A ideia é capacitar os produtores a implementar práticas de prevenção e controle para assegurar a sustentabilidade a longo prazo da produção de citros no Estado.

SHOW RURAL – O Show Rural de Cascavel é uma das maiores feiras do agronegócio da América Latina. O Governo do Paraná apoia o evento e participa do dia a dia com orientação técnica e o sistema de financiamento. Além disso, diversas secretarias aproveitam a vitrine do evento para apresentar novidades para o público. No ano passado a feira registrou 384.122 visitantes, recorde de público. Foram movimentados R$ 5 bilhões em negócios (financiamentos, contratos, parcerias e compras) para modernização do campo e dos sistemas de produção.

 

 

 

 

 

Por - AEN

 Já olhou a conta? Doze prêmios de R$ 10 mil do Nota Paraná vão expirar até abril

A Secretaria da Fazenda informa que 12 prêmios no valor de R$ 10 mil, provenientes do programa Nota Paraná, estão prestes a expirar entre os meses de fevereiro e abril.

Conforme as diretrizes do programa, os montantes são cancelados quando não são resgatados dentro do prazo de um ano a partir da data de sua disponibilização.

Oito desses prêmios correm o risco de expirar já no próximo dia 9 de fevereiro, caso não sejam resgatados. Em janeiro de 2024, sete prêmios de R$ 10 mil foram cancelados.

A coordenadora do Nota Paraná, Marta Gambini, esclarece que não apenas os prêmios expiram, mas também os créditos de ICMS devolvidos por meio do programa. Ela destaca a importância de manter os cadastros atualizados, inclusive informações como telefone e endereço. “Dessa maneira, o programa consegue avisar os ganhadores sobre prêmios recebidos para que eles não percam nem deixem expirar os créditos”, enfatiza.

Os consumidores que têm R$ 10 mil a serem resgatados antes de 9 de fevereiro foram premiados no sorteio 146, realizado em fevereiro de 2023. Neste grupo estão dois ganhadores de Curitiba, dos bairros Taboão (final de CPF 009-68) e Ahú (229-64); um ganhador de Pato Branco, bairro Centro (329-15); uma de Almirante Tamandaré, bairro Tranqueira (169-25), um de Guarapuava, bairro Entre Rios (399-80), um de Nova Fátima, bairro Centro (389-46), um de Apucarana, bairro Centro (309-59) e um de Matelândia, bairro Vila Pinto (379-04).

Outros dois contemplados terão prêmios de R$ 10 mil cancelados se não fizerem o resgate até o dia 9 de março. São consumidores de Curitiba, bairro Xaxim (709-00), e de Londrina, bairro Vila Ipiranga (459-91). Eles tiveram bilhetes sorteados em março de 2023, na edição 149 do prêmio. No dia 10 de abril expiram prêmios de R$ 10 mil de ganhadores de Colombo, bairro Jardim Osasco (779-17) e Campo Largo, bairro Palmital (739-04). Ambos foram contemplados no sorteio 152, de abril de 2023.

COMO FUNCIONA – O programa Nota Paraná funciona de maneira simples. Ao fazer uma compra em um estabelecimento comercial no Paraná, o consumidor pode solicitar a inclusão do seu CPF na nota fiscal, o que lhe permite acumular créditos de ICMS.

A partir do acúmulo de R$ 25, os créditos devolvidos mensalmente também podem ser transferidos para a conta bancária do participante ou para abater valores do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

As notas fiscais em que o CPF é inserido são convertidas em bilhetes que concorrem a sorteios mensais, durante os quais são distribuídos prêmios em dinheiro, com valores de R$ 50 a R$ 1 milhão. Para participar, basta se cadastrar no Nota Paraná pelo app (Android iOS) ou pelo site, onde a ficha com dados cadastrais – como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço – precisa ser preenchida para a criação de uma senha pessoal.

O Nota Paraná premia também entidades beneficentes. Para ajudar as instituições, o cidadão deve doar as notas fiscais em que não informa seu CPF. Os bilhetes gerados a partir dessas notas são direcionados então às entidades sociais. É possível vincular o CPF ao CNPJ de uma instituição social para que a transferência seja feita de forma automática.

 

 

 

 

 

 

Por - AEN

Alta da UTI de menina de 4 anos que teve pernas amputadas após queda de laje em piscina é adiada

A alta da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) da menina de quatro anos que teve as pernas amputadas após a queda de uma laje sobre uma piscina foi adiada, informou a mãe da menina, Jessica Weis, ao g1.

O caso foi registrado em 13 de janeiro deste ano em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Ela e um menino de oito anos brincavam em uma piscina embaixo da laje quando a estrutura caiu. A menina teve as pernas amputadas e o menino, de oito anos, traumatismo craniano.

Na manhã desta quarta-feira (24) o Hospital Ministro Costa Cavalcanti informou em boletim médico que ela teve alta da UTI, mas de acordo com a mãe, o processo foi adiado para a realização de um novo procedimento.

Ainda sobre o estado de saúde da menina, o boletim informou que ela está estável e que, com a alta da UTI, aguarda agora uma vaga para ser transferida para a enfermaria de outra unidade hospitalar.

Sobre o menino de oito anos, o hospital informou que ele teve alta da unidade de tratamento intensivo no início da semana e que foi transferido para a enfermaria do Hospital Municipal Padre Germano Lauck.

 

Mãe da menina fala sobre construção

 

Crianças atingidas por laje estão na UTI em estado grave — Foto: William Brisida/RPC Foz do Iguaçu

Crianças atingidas por laje estão na UTI em estado grave — Foto: William Brisida/RPC Foz do Iguaçu

 

Jessica Weis, mãe da menina de quatro anos que teve as pernas amputadas afirmou recentemente em uma rede social que jamais poderia imaginar que construção poderia cair sobre a filha e a outra criança que também se feriu.

"Nós nunca imaginamos que essa sacada traria algum risco para essas crianças, tanto que se em algum momento eu imaginasse, eu jamais iria deixar a minha filha embaixo dessa sacada e acredito que nem os pais, dos vizinhos todos, que deixavam as crianças virem brincar com a minha filha, também se eles achassem que tivesse algum risco, eles jamais deixariam", afirmou a mulher.

No mesmo relato nas rede sociais, Jessica contou que a família comprou a casa em período de acabamento e que decidiram construir uma sacada no andar superior, momento que acionaram um pedreiro já conhecido pela família.

"Conversamos com um pedreiro da nossa confiança que já tinha feito uma casa anteriormente para nós, sobre a possibilidade dessa sacada. Esse mesmo pedreiro afirmou que seria super seguro, inclusive essa sacada era para que a gente pudesse subir e estar sentado em cima dela. [...] Então assim, para o nosso conhecimento, essa sacada ela era segura", disse a mulher.

 

Crea diz que obra não tinha responsável técnico

Questionada sobre o caso, a Prefeitura de Foz do Iguaçu informou que a construção não tinha o alvará necessário, "portanto, não havia profissional legalmente responsável pela obra".

A administração municipal disse ainda que o alvará de construção é essencial para o início de qualquer obra desse tipo e que a fiscalização é responsabilidade do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea).

Em nota, o Crea-PR disse que diferentemente do que foi informado pela prefeitura, que o órgão "não é responsável por certas ações, como a administração de saídas ou a emissão de alvarás, mas sim pela fiscalização da presença de profissionais habilitados", diz trecho.

O Crea informou ainda que a construção não contou com responsável técnico. Com a constatação, a responsabilidade do acidente deve ser atribuída ao proprietário do imóvel, conforme o órgão.

A instituição reforça que qualquer tipo de obra ou reforma em imóveis devem ser acompanhadas por um profissional habilitado, para a elaboração dos projetos, execução adequada dos serviços e para evitar acidentes.

 

 

 

 

Por - G1

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