A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) divulgou nesta terça-feira (10) o novo informe semanal da dengue. Foram registrados mais 4.050 casos da doença e três óbitos. Os dados do novo ano epidemiológico 2025 totalizam 231.787 notificações, 75.820 diagnósticos confirmados e 74 óbitos em decorrência da dengue no Estado.
Os novos óbitos ocorreram entre abril e maio, sendo uma mulher e dois homens, com idades entre 47 e 63 anos, dois deles com comorbidades. Os pacientes residiam em Sertaneja (18ª Regional de Saúde de Cornélio Procópio); Mandaguaçu (15ª RS de Maringá) e São Miguel do Iguaçu (9ª) RS de Foz do Iguaçu.
Ao todo, 398 municípios já apresentaram notificações da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, e 375 possuem casos confirmados.
As regionais com os maiores números de casos confirmados neste período epidemiológico são a 17ª RS de Londrina (18.178); 14ª RS de Paranavaí (11.916); 15ª RS de Maringá (9.597); 19ª RS de Jacarezinho (5.576); e 12ª RS de Umuarama (4.667).
OUTRAS ARBOVIROSES – A publicação inclui ainda dados sobre Chikungunya e Zika, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Foram confirmados 4.299 casos de Chikungunya, num total de 8.996 notificações da doença no Estado. Quanto ao vírus Zika, até o momento foram registradas 102 notificações sem nenhum caso confirmado.
FEBRE OROPOUCHE – A Sesa publica também neste boletim os casos de Oropouche no estado, nos municípios de Adrianópolis (56 casos autóctones) e Morretes (2 casos autóctones), além do registro de um caso importado no município de Arapongas (importado do Espírito Santo).
A febre Oropouche é causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), transmitido principalmente pelo inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Após picar uma pessoa ou animal infectado, o vetor pode transmitir o vírus a outras pessoas.
Confira o boletim completo AQUI e mais informações sobre a dengue neste LINK.
Por - AEN
As chuvas em praticamente todo o Estado nos últimos dias estão ajudando no plantio e desenvolvimento do trigo, principal cultura de inverno no Paraná.
Os triticultores paranaenses devem plantar cerca de 850 mil hectares, um percentual 25% inferior aos 1,1 milhão de hectares do ciclo anterior. Mesmo com essa redução de área, as chuvas chegaram no momento certo. Até agora foram semeados aproximadamente 78% da área.
Para esses a chuva deve auxiliar no desenvolvimento das lavouras, que já vinha bem, com controle fitossanitário em andamento e baixa incidência de pragas. Mas ajuda também os 22% que deixaram para plantar mais tarde, de acordo com o relatório de Condições de Tempo e Cultivo, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.
Outra beneficiada foi a cevada, que registra que 39% dos 94,3 mil hectares foram plantados. Nas regiões onde a cultura entrou na fase de desenvolvimento vegetativo, as chuvas também ajudam. Nas outras, em que o plantio começou agora, o avanço tem sido observado mesmo com a umidade.
As precipitações têm sido benéficas também para a formação de pastagens, favorecendo a produção de massa verde e a melhora nas condições de alimentação animal. Entretanto, as chuvas também têm prejudicado os produtos que estão em período de colheita, impossibilitando o trabalho a campo.
COLHEITA – Na cafeicultura, a colheita está atrasada e caminhando de forma lenta devido às chuvas, que também prejudicam secagem e comercialização. De acordo com os técnicos do Deral que acompanham a cultura, foram registradas perdas na granação e ataques do bicho-mineiro. Mesmo assim as produtividades ainda são consideradas boas nas principais regiões produtoras.
O corte da cana-de-açúcar teve interrupções temporárias, mas segue dentro do previsto. Ao contrário do feijão de 2ª safra, que tem a colheita retardada. O excesso de umidade provocou perda de qualidade, mas a preocupação continua porque algumas lavouras foram dessecadas e ainda estão a campo aguardando tempo firme para serem retiradas.
Os municípios que estavam em período de colheita do milho 2ª safra precisaram interromper os trabalhos, mas não se prevê impacto expressivo na produção. Já aqueles em que a cultura estava no período de enchimento de grãos, o clima é favorável para se ter bom potencial produtivo. Mesmo as geadas pontuais não foram tão intensas para causar prejuízo significativo.
Os produtores que optaram por uma segunda safra de soja igualmente têm dificuldade com o término da colheita. Para o restante, a comercialização tem sido lenta em função dos preços não atrativos, gerando preocupação com o armazenamento da próxima safra de milho.
Algumas lavouras de banana e hortaliças tiveram danos na região Norte, em função de granizo. No Sul foram as geadas pontuais que afetaram as folhosas, embora o uso de proteção tenha minimizado as perdas. Os produtores de mandioca seguem com a colheita e o preparo do solo para a próxima safra. Muitas áreas já estão prontas para o plantio, mas a maturação incompleta das manivas tem atrasado o início das atividades.
Por - AEN
Com a expectativa de movimentar o mercado e lotar bares e restaurantes, o Dia dos Namorados será celebrado no Brasil nesta quinta-feira (12). A data é a terceira que mais movimenta o comércio, depois do Natal e do Dia das Mães, e os consumidores precisam ficar atentos a alguns detalhes para evitar contratempos.
A começar pela pesquisa de preços, que, de acordo com o Procon-PR, vinculado à Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania, deve incluir as formas de pagamento, uma vez que a legislação autoriza a cobrança de valores diferenciados conforme o meio escolhido pelo consumidor.
O órgão de defesa também sugere atenção ao prazo de entrega em casos de compras online, pois, devido ao grande volume de vendas, pode haver atrasos.
Outro ponto sensível das relações comerciais é referente às trocas de mercadorias. Se a compra for feita em lojas físicas, é fundamental verificar quais são as condições, já que, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, a depender do motivo, as trocas não são obrigatórias nesta modalidade de venda. “Esse cuidado é muito importante, pois nem todas as lojas físicas têm a troca de produtos como política de atendimento quando a queixa não envolve defeitos no produto”, explica o secretário da Justiça e Cidadania, Valdemar Bernardo Jorge.
A coordenadora do Procon-PR, Claudia Silvano, orienta que o consumidor peça tais informações por escrito. “A troca precisa ser combinada no momento da compra e tais informações devem ser entregues por escrito ao consumidor, incluindo eventuais exigências, como produto com etiqueta ou acompanhado da embalagem, como no caso de calçados”, diz.
Se a escolha para presentear for por eletrônicos ou eletrodomésticos, o estabelecimento é obrigado a entregar junto com o produto o manual de instruções em português. Claudia Silvano também lembra que na hora da compra deve ser solicitado um teste para avaliar se o aparelho está funcionando adequadamente.
Procedência, embalagens e taxa de entrega, ainda, são elementos que pedem atenção, pois afetam o preço final. Mesmo que não estejam na embalagem original, os produtos precisam ter etiquetas com as informações obrigatórias, como composição e prazo de validade.
E se a opção for um jantar romântico, o consumidor deve saber que nessas datas, em razão do grande movimento, os restaurantes não fazem reservas. Assim, é possível que haja filas e tempo de espera.
Em todo caso, Claudia Silvano afirma que pedir nota fiscal é imprescindível, pois é esse documento que possibilitará a formalização de uma reclamação, caso necessário. Os canais de atendimento estão disponíveis através deste link.
Por - AEN
O Governo do Estado encaminhou nesta segunda-feira (9) à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) um que institui a Taxa de Atos de Inquérito (TAI), destinada a custear, de forma proporcional e individualizada, as despesas decorrentes de investigações criminais conduzidas pela Polícia Civil do Paraná (PCPR).
A proposta estabelece que a cobrança será aplicada a réus com condenação penal transitada em julgado ou a investigados que firmarem acordo de não persecução penal.
Com a iniciativa, o Estado busca garantir maior justiça fiscal e social, ao transferir aos autores dos delitos o ônus financeiro das investigações. A medida também abre caminho para o fortalecimento da PCPR, já que os recursos arrecadados serão integralmente revertidos em investimentos para modernização tecnológica, capacitação de servidores e melhoria das condições de trabalho dos policiais.
“A proposta assegura que o custo do trabalho investigativo recaia sobre quem de fato o provocou, e não sobre o conjunto da sociedade, promovendo maior equilíbrio na destinação dos recursos públicos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. "Na semana passada aprovamos a convocação de mais 620 policiais e estamos batendo recordes de investigações. Queremos reforçar cada vez mais essa estrutura para dar uma resposta à altura a quem comete crime".
A cobrança ocorrerá após o encerramento do processo judicial – ou seja, apenas em casos em que a decisão da Justiça seja definitiva – e incidirá sobre uma série de serviços realizados no curso dos inquéritos policiais, como a lavratura de autos, realização de perícias e cumprimento de diligências. O servidor policial civil chefe do cartório deverá certificar nos respectivos autos as custas devidas, imediatamente após o relatório final do Delegado de Polícia.
O valor será calculado com base em alíquotas vinculadas à Unidade Padrão Fiscal do Paraná (UPF/PR), conforme tabela anexa à proposta. O não recolhimento da TAI no prazo legal resultará em multa moratória de 0,33% por dia de atraso sobre o valor, limitada a 20%, e juros de mora, no percentual de 1% ao mês.
"Atuamos de maneira exaustiva em muitos inquéritos, que exigem recursos materiais, diárias, diárias extrajornadas e dedicação extrema dos policiais e delegados. Com esse projeto vamos garantir que aqueles condenados tenham que devolver recursos para o Estado. É mais uma resposta séria na política de segurança pública", complementa o delegado-geral da Polícia Civil, Silvio Jacob Rockembach.
O texto também prevê que a TAI não será cobrada de beneficiários da justiça gratuita nem aplicada a procedimentos que não resultem em condenação ou acordo penal. Também estão excluídos da cobrança os atos gerais de segurança pública e os termos circunstanciados previstos na Lei Federal nº 9.099/1995.
Para garantir a transparência e a boa gestão dos recursos, o projeto também prevê a criação de uma fonte vinculada de receita no Tesouro Estadual, cujo uso é exclusivo para a Polícia Civil. Os recursos poderão ser utilizados em despesas de capital, como compra de equipamentos e modernização de infraestrutura, e em ações de custeio voltadas à formação continuada de policiais civis.
Por - AEN
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) adotou em 2024 o modelo de Parceria Público-Privada (PPP) para avançar rumo à universalização do saneamento no estado.
Com esta estratégia, a Companhia deve levar o serviço de esgotamento sanitário para 128 municípios, impactando mais de 1,5 milhão de pessoas até 2033.
O modelo foi apresentado para gestores municipais, entre os dias 2 e 6 de junho, durante o evento A Cidade e o Saneamento, realizado por órgãos dos governos Federal e Estadual em Curitiba, Londrina e Cascavel.
“Apesar de muitos municípios terem indicadores acima dos 90% de cobertura com esgotamento sanitário, ainda temos um importante desafio para elevar os indicadores, especialmente dos municípios menores. Com as PPPs, já em execução, temos excelentes perspectivas quanto a melhorias de saúde, bem como econômicas, sociais e ambientais para os municípios do Paraná”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.
O superintendente em exercício de Regulação de Saneamento Básico da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Alexandre Anderáos, afirma que o modelo de PPP, tal como adotado pela Sanepar, tem se expandido por vários estados como uma alternativa à concessão, evitando a privatização do setor. “Esta é uma forma de atrair capital privado também, mas, por outro lado manter a empresa estatal”, pontua.
Ele defende o fortalecimento da regulação como essencial para a implementação da Lei Federal nº 14.026/2020 - o Novo Marco Legal do Saneamento Básico -, diante do contexto brasileiro que é desafiador pela titularidade do saneamento ser municipal e a prestação de serviço e a regulação são difusas.
Sobre o desafio do Paraná, Anderáos considera que a Sanepar é uma empresa de excelência, modelo no país para o saneamento. “Tenho certeza que está realizando um excelente serviço no Estado”, destaca.
Ana Elisa Martinelli, coordenadora do Marco Legal do Saneamento da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, do Ministério das Cidades, também reconhece o empenho do Paraná, e diz ter boas referências do saneamento no estado, já que vem acompanhando o setor de Norte a Sul do país. “Além de ter bons índices, de já estar numa situação boa em relação ao resto do Brasil, vemos que o Paraná quer melhorar mais ainda.”
EVENTOS – Os desafios do Marco Legal do Saneamento têm exigido a articulação conjunta de todas as esferas de governo. Isso ficou evidente durante os três encontros da segunda edição do evento. A iniciativa da Secretaria Estadual das Cidades, por meio da Secretaria Geral das Microrregiões de Água e Esgoto (MRAE) do Paraná, em parceria com o Paranacidade, Escola de Gestão, contou com a participação da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar), do Órgão Regulador do Consórcio Intermunicipal de Saneamento do Paraná (Orcispar), além do Ministério das Cidades e da ANA.
As oficinas direcionadas aos gestores municipais e equipes estaduais ligadas ao setor, abordou as leis e normas, as atribuições e responsabilidades na implementação das disposições do Novo Marco Legal do Saneamento Básico.
A regionalização foi destacada como um dos pilares do Novo Marco. Márcia Amorim, da Secretaria Geral das Microrregiões de Água e Esgoto (MRAE/Secid), fala da importância do evento para que os municípios estejam atualizados quanto aos caminhos a percorrer diante das metas a serem cumpridas. “O Paraná já está mobilizando, estruturando para que os municípios todos, daqueles maiores que já estão universalizados, mas os menores também, passem a ficar universalizados”, afirma, sobre o prazo de 2033 previsto no Marco.
REGIÕES – O gerente Geral da Sanepar na Região Nordeste, Antonio Gil Gameiro, destaca que, embora a cobertura com esgotamento sanitário nos municípios atendidos pela Sanepar seja de 82% na média, ainda há municípios sem estrutura de coleta e tratamento. Para ganhar velocidade e ter viabilidade econômica, foi preciso lançar mão das PPPs. “O modelo que a Sanepar adotou foi justamente este, de buscar na parceria com o privado a agilidade”, comenta.
Márcio Luis de Souza, gerente Geral do Sudoeste, lembra que a Sanepar prevê investir um grande volume de recursos em obras de água e esgoto no próximo quinquênio. Porém, para que as metas sejam alcançadas e antecipadas, seguindo a determinação do Governo do Estado, os desafios são grandes, necessitando de alternativas robustas e ágeis, e as PPPs vem contribuir de forma eficiente para que o Paraná seja o primeiro estado da federação a alcançar a universalização”, destaca.
Por - AEN
Os interessados em fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 terão mais tempo para fazer a inscrição. O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ampliou o período até 13 de junho.
O prazo também se aplica aos pedidos de atendimento especializado e de tratamento por nome social. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela Página do Participante.
O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Desde o início do ano, os alunos do 3º ano do Ensino Médio da rede pública estadual contam com um importante reforço na preparação para o Enem e outros vestibulares. A Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) lançou o Recurso Educacional Digital Enem Paraná, uma plataforma que reúne videoaulas, simulados e ferramentas personalizáveis de estudo, contemplando diferentes estilos de aprendizagem. O acesso pode ser feito online ou offline, tanto pelo computador quanto pelo celular.
As provas do Enem 2025 estão marcadas para os dias 9 e 16 de novembro em todo o País. A exceção fica por conta dos municípios de Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará, onde os exames serão aplicados em 30 de novembro e 7 de dezembro, por conta da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30).
O Enem representa mais uma excelente oportunidade para os estudantes paranaenses acessarem o Ensino Superior, somando-se ao programa Aprova Paraná Universidades, como destaca o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda. “Ano após ano, nossos alunos vêm se destacando e garantindo vagas nas melhores universidades do País”, afirma.
NOVIDADES – Entre as novidades deste ano, destaca-se o preenchimento automático das inscrições para estudantes da rede pública que estão concluindo o Ensino Médio.
Participantes com 18 anos ou mais também poderão utilizar os resultados do Enem para obter o certificado de conclusão do Ensino Médio, desde que façam essa escolha no momento da inscrição.
Outra mudança importante é relacionada ao pagamento da taxa de inscrição. Estudantes da rede pública que estão concluindo o Ensino Médio em 2025 estão automaticamente isentos do pagamento, mesmo que não tenham solicitado a isenção previamente.
Também não pagam a taxa aqueles que usarão o Enem para fins de certificação ou declaração parcial de proficiência e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
Para os demais participantes, a taxa de inscrição é de R$ 85,00, com pagamento disponível até a próxima sexta-feira (13) por boleto, pix, cartão de crédito ou débito em conta-corrente ou poupança.
MATRÍCULAS – A rede estadual de ensino do Paraná atende aproximadamente 356 mil estudantes no Ensino Médio, incluindo os cursos do Ensino Médio Integrado. Na modalidade regular, são cerca de 261 mil alunos matriculados.
Por - AEN








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