A Operação “Proteção Integral” da Polícia Civil que combate o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, cumpriu nesta terça dia 19, 11 mandados de busca e apreensão em oito cidades do Estado, entre elas Palmas e Pato Branco, no sudoeste no Estado. Também foram cumpridos mandados em Curitiba, Almirante Tamandaré, Londrina, Foz do Iguaçu, Cascavel e Cambé.
Cinco homens foram presos em flagrante, um deles um promotor de eventos de 47 anos de Pato Branco. Outros quatro foram indiciados, todos com idades entre 30 e 53 anos. Com eles, a polícia apreendeu computadores, notebooks, HDs, pendrives e equipamentos de informática e armazenamento. Com eles foram encontrados materiais ilegais, como fotos e vídeos de crianças e adolescentes em situação de exploração sexual.
Eles vão responder pelo crime de pedofilia, descrito no Artigo 241-B, do Estatuto da Criança e do Adolescente, que trata de “adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”.
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A Secretaria de Estado da Saúde confirmou duas mortes por dengue no Paraná. As informações constam no boletim epidemiológico divulgado nesta terça dia 19. Os dois óbitos aconteceram entre 3 e 7 de março, em Londrina (17ª Regional de Saúde), área considerada de alta infestação, e estavam sob investigação.
São dois homens. Um de 89 anos, sem comorbidades (problemas de saúde) registradas, e outro de 60 anos, com hipertensão arterial. Os dois casos são autóctones, ou seja, as pessoas foram contaminadas no próprio município onde moravam.
De acordo com o boletim, a forma grave da doença aparece em Londrina (seis casos), Foz do Iguaçu (três casos) e Sertanópolis (um caso). Em Londrina, a incidência está mais concentrada na zona Sul da cidade, região muito populosa e que tem um alto índice de infestação do mosquito. Um dos óbitos é desta região e o outro da zona Oeste da cidade.
“A dengue é uma doença preocupante e precisamos da ajuda da população para combatê-la. A Secretaria de Saúde, em parceria com os municípios, vem agindo sistematicamente. A nossa preocupação é que os casos da doença estão mais graves e muitos focos do mosquito estão nas residências. Portanto, essa luta contra o Aedes aegypti é de todos nós”, alerta o secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto.
Inúmeras ações acontecem no município para controle, como tratamento e remoção de criadouros, bloqueio de casos, processos educativos permanentes, mutirão de limpeza, limpeza de fundos de vale, trabalhos educativos em escolas e associação de moradores. As ações envolvem município, Regional de Saúde, universidades e a população.
A 17ª Regional de Saúde também atua com 12 unidades de UBV que fazem o fumacê, pulverização de inseticida que mata os mosquitos. Já foram encerrados os sete ciclos necessários e os técnicos analisam a necessidade de outros dois. A aplicação acontece sempre que há solicitação do município ou indicação técnica.
O alerta é para que a população adote os cuidados, evitando acúmulo de água parada, de lixo e entulhos nos quintais e que faça a limpeza de terrenos e caixas d’água. “Qualquer recipiente com água parada pode se transformar num criadouro. O fumacê mata o mosquito que está voando, mas não os ovos”, explica Ivana Belmonte, médica veterinária da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde.
Números
O boletim divulgado nesta terça dia 19, confirma 226 novos casos autóctones de dengue no Paraná. Na semana passada, a incidência no Estado era de 8,03 casos autóctones por 100 mil habitantes e nesta semana são 10,5 para cada 100 mil habitantes. (Com AEN)
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Encontrar uma diarista, encanador, pintor, garçom ou cozinheiro ficará muito mais fácil no Paraná. O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta segunda dia 18, o aplicativo Paraná Serviços, uma solução inovadora que faz a intermediação entre o contratante e o prestador autônomo de serviços dentro do Estado. São mais de 100 categorias de serviços beneficiadas.
O aplicativo, que já está disponível para os sistemas Android e iOS, vai facilitar a vida do cidadão que pretende contratar um serviço autônomo, além de aumentar a empregabilidade e tirar os trabalhadores da informalidade. “Esta ferramenta vai agilizar a vida de quem busca uma colocação no mercado de trabalho, ligando de uma ponta a outra quem oferece e quem procura por um serviço específico”, destacou o governador.
A ferramenta foi criada pela Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, por meio de sua Assessoria de Gestão Inteligente e Inovação e do Departamento do Trabalho, e desenvolvida pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar).
“A plataforma demonstra como o poder público pode ser um instrumento de soluções para a população e um indutor de desenvolvimento de novos negócios”, afirmou Ratinho Junior. “Queremos fazer com que o Estado seja um grande instrumento de desenvolvimento da área de tecnologia e crie ferramentas que facilitem a vida das pessoas”, enfatizou.
QUALIDADE DE VIDA - O secretário de Estado da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, explicou que outras categorias devem ser incluídas no leque de opções do aplicativo. “O nosso objetivo, com o Paraná Serviço, é aumentar a renda dos trabalhadores do Estado e, por sequência, a qualidade de vida da população”, disse. “Quem utilizou o serviço poderá avaliar o trabalho feito pelo profissional, como acontece com outros aplicativos. Quanto melhor avaliado, mais serviços o profissional pode conseguir”, explicou.
CADASTRO E CAPACITAÇÃO – Além de cadastrar os profissionais no sistema para que sejam encontrados e contratados diretamente pelos usuários, o Departamento do Trabalho vai fornecer a capacitação profissional e a orientação necessária para que eles se tonem Microempreendedor Individual (MEI).
O cadastro dos profissionais no aplicativo será feito, preferencialmente, nas Agências do Trabalhador, que também ficarão responsáveis pela capacitação desses profissionais para manusear a ferramenta.
Uma pesquisa realizada pela Celepar em 2017 indica que 35% das pessoas que buscam emprego nas agências têm potencial para exercer uma atividade profissional autônoma.
INOVAÇÃO – Para o desenvolvimento do aplicativo, foram utilizadas metodologias consolidadas no mercado, como o Desing Thinking, que visa produzir uma ferramenta que atenda a necessidade do usuário, promovendo a facilidade de uso e objetividade para o resultado.
Segundo o presidente da Celepar, Allan Costa, o aplicativo é mais uma iniciativa de uso da inteligência associada à tecnologia para melhorar a vida do cidadão. “A ferramenta permite aproximar uma demanda que existe no mercado a profissionais que têm condições de prover esse serviço”, disse. “O APP é muito intuitivo, ele vai conduzindo o cidadão no uso. Ele pergunta para o usuário se ele é um prestador de serviços ou quer contratar e, a partir disso, com dois ou três cliques na tela o processo está completo”, explicou.
PRESENÇAS – Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o secretário de Estado do Planejamento, Valdemar Bernardo Jorge; o assessor especial de Gestão Inteligente e Inovação da Secretaria de Justiça, André Telles; o diretor do Departamento do Trabalho da pasta, Ederson Colaço; os presidentes da Paraná Desenvolvimento, Eduardo Bekin; da Cohapar, Jorge Lange; e da Associação Comercial do Paraná, Gláucio Geara; o diretor-geral do Detran, Cesar Kogut; o chefe do Gabinete Militar da Governadoria, major Welby Pereira Sales; o deputado federal Stephanes Júnior; a primeira-dama Luciana Saito Massa; e o ex-governador Mário Pereira.
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Confira algumas dicas importantes para utilizar o aplicativo:
Para o contratante:
O contratante deve pesquisar pelo serviço ou profissional de que necessita – basta informar as características do serviço e as opções de trabalhadores será exibida para a contratação.
A escolha do profissional é da preferência do contratante e podem ser avaliadas as qualidades e habilidades do prestador de serviços.
Ao final, deve confirmar o pedido ao trabalhador para facilitar o orçamento.
O app também permite a troca de mensagens entre contratante e contratado.
Escolhido o profissional de sua preferência, marcar a data de realização do serviço.
Para o contratado
O contratante reservará o dia em que deseja o serviço na sua agenda. Então o contratado receberá um aviso e deverá confirmar ou rejeitar o agendamento.
A principal seção do aplicativo é a de agendamentos. Nela, o contratado tem acesso a todos os seus compromissos: pendentes, confirmados e finalizados.
Antes de reservar um dia na agenda, provavelmente o contratante enviará uma mensagem com a cópia do pedido para que o profissional passe um orçamento. É preciso ficar atento.
Todas as seções e configurações do aplicativo estão reunidas no menu.
Outra seção é a de destaques. Se você é uma confeiteira, pedreiro, ou marceneiro, por exemplo, adicione fotos dos seus melhores trabalhos.
O profissional recebe direto do contratante o valor cobrado pelo serviço realizado. (Com AEN)
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Embora a defesa do ex-governador Beto Richa (PSDB) tenha pedido a sua transferência para uma unidade de custódia, o ex-governador do Paraná continuará no Complexo Penal, em Pinhais.
A penitenciária é conhecida por ter como um dos internos o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e outros envolvidos na Operação Lava Jato. O presídio é destinado principalmente a detentos que necessitam de tratamento médico devido a ferimentos, doenças ou problemas psiquiátricos, mas também acolhe presos comuns, como policiais que praticaram crimes e condenados com curso superior.
A defesa de Richa queria que ele fosse levado para uma sala de Estado Maior, condizente com o cargo que ocupou durante oito anos. Entretanto, o juiz Rubens dos Santos Junior limitou-se a responder apenas que não atenderia a solicitação. Outras duas pessoas ligadas ao ex-governador também estão presas no mesmo local: o ex-secretário Ezequias Rodrigues e o empresário Jorge Atherino.
Segundo os advogados de Richa, o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, está preso na Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense. “Por motivos similares, [o então juiz federal] Sergio Moro determinou que Lula fosse recolhido em estabelecimento condizente como cargo que ocupou”, argumenta.
Outro precedente citado pela defesa de Richa é que em outra prisão, o ex-governador foi preso provisoriamente e levado para o Regimento de Polícia Montada, no bairro Tarumã, em Curitiba. Essa prisão foi na Operação Rádio Patrulha que investiga desvio de recursos na agricultura. (Com RSN)
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A Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) desfez, em média, 47 furtos de energia elétrica (conhecidos como gatos) por dia no Paraná, entre janeiro e dezembro do ano passado. Em Curitiba, a Copel descobriu 8 procedimentos irregulares (PI) de captação de energia por dia (2.158 no ano), considerando os 252 dias úteis do ano, já que a empresa não realiza inspeções em fins de semana. Em todo o Estado, em 2018, a companhia realizou 40.933 inspeções (162 por dia útil) no período, em que foram constatados 12.004 procedimentos irregulares. Ou seja, em 29% dos casos havia irregularidades.
Quando descoberto, o responsável pelo “gato” é acionado criminalmente e recebe cobrança do valor consumido de forma ilegal. De acordo com a companhia, a energia recuperada no período seria suficiente para abastecer casas, indústrias e comércio de uma cidade com cerca de 20 mil habitantes. Em 2018, com as inspeções, a Copel recuperou aproximadamente 54 Gigawatts-hora (GWh), consumo anual aproximado de cidades como Goioerê (55 Gwh), Paiçandu (54,6 Gwh), Bandeirantes (54,5 Gwh), Loanda (54,0 Gwh), Nova Aurora (53,8 Gwh) e Nova Esperança (53,4 Gwh).
Os chamados “gatos” de energia se dão por meio de ligações fraudulentas diretamente na rede elétrica ou adulteração dos medidores para o registro de consumo menor. Segundo a Copel, o furto de energia sobrecarrega a rede elétrica e prejudica o fornecimento de energia, podendo causar inclusive, acidentes fatais. O risco de acidentes decorre da falta de padronização e proteção adequadas das ligações.
Conforme a gerente de inspeção da Copel, Flavia Oleinik, constatada a irregularidade, a companhia calcula a complementação de valores por meio do histórico de consumo e envia uma carta-cobrança ao consumidor. Também é cobrado o custo administrativo, que pode ser superior a R$ 1 mil em rede de alta tensão.
A companhia faz a denúncia à Polícia Civil e o responsável responde pelo crime de furto, cuja pena prevista no Código Penal é de um a quatro anos de reclusão e multa.
Flavia afirma que existem campanhas de regularização em que os moradores não são punidos. “Vamos a algumas comunidades, explicamos e damos oportunidade para regularização (sem multa ou punição). Essas ações de regularização com as comunidades são iniciativa da Copel, mas em áreas de invasão, que estão em processo de regularização, em locais onde há um problema social. A Copel é uma empresa que tem responsabilidade social e nesses casos assume o ônus do problema”, pondera.
Mas não são apenas as pessoas em situação de pobreza que fazem ligações irregulares. Em alguns casos, as multas chegam a milhões. “Existem casos de clientes bem grandes e que às vezes fazem isso. Tem de baixa, média e alta tensão. Muitos fazem. Não só pequenos. No caso dos grandes, as multas podem chegar a milhões de reais”, afirma.
A gerente de inspeção também afirma que as pessoas que acabaram de se mudar para locais com irregularidades não devem temer punições. “Havendo a troca de titularidade, a pessoa não vai ser responsável pela irregularidade que se passou. Passa a ser responsável dali em diante”, afirma. (Com Bem Paraná)
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Jackeline de Andrade, de 16 anos, que teve 60% do corpo queimado ao resgatar o irmão em um incêndio, morreu no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, em Curitiba, nesta segunda dia 18. A confirmação foi feita pela equipe do hospital que atribuiu à morte a uma infecção generalizada que, associada às queimaduras graves, provocou uma parada cardiorrespiratória.
Ela estava internada há mais de dois meses, mas havia deixado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em 30 de janeiro, após 15 dias de internação.
O incêndio foi na madrugada do dia 15 de janeiro, na casa da família em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. O imóvel foi destruído pelo fogo. Toda a família conseguiu sair da casa a tempo, menos o menino Gabriel, de 4 anos, que foi salvo por Jackeline. Ele saiu ileso.
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