O corpo do menino João Gabriel Tomacheski da Conceição, de 15 anos, morto na tarde desta quarta dia 27, em um acidente trágico numa quadra de grama sintética, depois de ser atingido por uma trave do campo quando se pendurou na mesma, será velado na Igreja Presbiteriana do Residencial 2000, em Guarapuava.
A morte de João Gabriel está comovendo as redes sociais. Sua mãe é servidora municipal e segundo pessoas próximas está bastante abalada.
Familiares de João Gabriel Tomacheski da Conceição, de 15 anos, estiveram no Instituto Médico Legal (IML) de Guarapuava e realizaram a identificação oficial. (Com Se liga Guarapuava)
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Mais de setenta toneladas de lixo jogadas na BR-277 por ano. Esse é o volume recolhido pela Ecocataratas ao longo dos 387,1 km da rodovia, no trecho entre Guarapuava e Foz do Iguaçu.
Esse montante de lixo recolhido a cada ano pela concessionária equivale a 12 caminhões-caçambas superlotados de material reciclável, rejeitos e descartes de pneus. O volume é grande e, segundo Marcelo Rançan, analista de Sustentabilidade da Ecocataratas, cresce a cada ano de concessão.
Os serviços de limpeza e conservação na faixa de domínio, pistas e acostamentos, são feitos diariamente. “Mesmo com as frequentes ações de conscientização ambiental desenvolvidas pela Ecocataratas, o montante de material despejado na rodovia preocupa. São nada menos que aproximadamente 600 kg de material reaproveitável recolhidos mensalmente e mais 300 kg de rejeitos, retirados da faixa de domínio, canaletas, pista e acostamento”, revela Rançan. “Os resíduos encontrados com mais regularidade são garrafas Pet, latas de alumínio, pneus velhos e restos de entulhos, além de galões para armazenagem de combustível e óleo lubrificante”, completa.
Somente os pneus velhos e recapes coletados somam em média cinco toneladas por mês, ou seja, cerca de 60 toneladas por ano. Também são descartados irregularmente na faixa de domínio, vários modelos antigos de TV, restos de entulhos de construção e madeira, materiais coletados com recursos próprios da concessionária e destinados de forma ambientalmente correta. Somando todo o lixo recolhido, a concessionária retira anualmente do trecho mais de 70 toneladas.
Por meio de seus canais de comunicação e da área de sustentabilidade, a Ecocataratas realiza campanhas para os públicos interno e externo, com a implantação de placas de sensibilização ambiental em pontos estratégicos da rodovia, com ênfase em áreas próximas a mananciais e de conservação, como o Parque Nacional do Iguaçu. As frentes de trabalho atuam periodicamente para manter as estradas limpas e bem conservadas.
As unidades móveis percorrem determinados trechos com escalas pré-definidas. Segundo Rancan, há uma estrutura de coleta seletiva disponível ao usuário, sem a necessidade de jogar esse lixo na rodovia.
Ele lembra que o material acumulado na viagem pode ser corretamente descartado em uma das seis bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), que funcionam 24 horas por dia em Candói, Laranjeiras do Sul, Guaraniaçu, Cascavel, Medianeira e Santa Terezinha de Itaipu. “Além de encontrar toda estrutura básica de atendimento, os usuários têm a oportunidade de aproveitar a parada de descanso e fazer sua parte na preservação do meio ambiente, com um simples gesto de retirar o lixo de dentro do veículo e depositar nos coletores de resíduos para a correta destinação”, comenta o analista de Sustentabilidade. Carona para o lixo – “Dê carona para o seu lixo” é a frase estampada na sacolinha distribuída pela Ecocataratas, tradicionalmente na Semana do Meio Ambiente, sendo um recurso importante para diminuir o lixo nas rodovias.
Na área do Parque Nacional do Iguaçu, em um trajeto de 32 km nos municípios de Santa Tereza do Oeste e Céu Azul, a concessionária colocou placas indicativas de alerta sobre a importância de cuidar da natureza.
Em atendimento à legislação e em conformidade com as boas práticas desenvolvidas pela concessionária, desde o ano de 2010 a empresa mantém o Programa Rode Limpo. Trata-se de um Plano de Gerenciamento de Resíduos, promovendo a limpeza, seleção, acondicionamento e destinação ambientalmente correta de todos os resíduos gerados pela aditividade da empresa. “Todos os resíduos com potencial de reaproveitamento coletados na BR-277 são destinados a centrais de catadores de recicláveis em Cascavel, Laranjeiras do Sul e Santa Terezinha de Itaipu, gerando renda e sustento a muitas famílias”, destaca Rançan.
Alcance social – O material repassado pela concessionária às associações de catadores da região é sinônimo de subsistência para muitas famílias, atesta Darlei Souza, coordenador da Coleta Seletiva da Acaresti (Associação dos Catadores de Resíduos Recicláveis e/ou Reaproveitáveis de Santa Terezinha de Itaipu), fundada em 2004 no oeste do Paraná.
Ela é uma as três associações beneficiadas pelo projeto. “É de boa qualidade e bem separado [o material], sem esquecer de ressaltar o alcance social ao proporcionar condições dignas de subsistência para quase 50 famílias em Santa Terezinha de Itaipu”, afirma o líder. A Acaresti faz a separação de mais de 30 tipos de materiais recicláveis e recebe todos os dias 120 mil quilos, beneficiando 46 catadores associados, que recebem um aporte entre R$ 800 e R$ 1 mil por mês.
Na manhã de quinta dia 21, segundo dia do Fórum Nacional de Presidentes do Sicredi, realizado em Porto Alegre, aconteceu a Assembleia Geral da Sicredi Participações S/A (SicrediPar) e da Sicredi Fundos Garantidores (SFG). No encontro, foi realizada a eleição da nova composição do Conselho Fiscal da SicrediPar e da SFG, além da apresentação das demonstrações financeiras da instituição financeira cooperativa e o lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2018 do Sicredi.
Com aprovação unânime dos presidentes das 114 cooperativas que compõem o Sicredi, foram eleitos os novos conselheiros fiscais Emerson Luis Perosa, presidente da Cooperativa Sicredi Pantanal MS; João Bezerra Junior, presidente da Cooperativa Sicredi Evolução; Juares Antonio Cividini, presidente da Cooperativa Sicredi Univales MT/RO; Orlando Muffato, presidente da Cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP; e Marcos André Balbinot, presidente da Cooperativa Sicredi Serrana RS, além dos cinco suplentes.
Também foi realizada uma homenagem em agradecimento à atuação da antiga composição do Conselho Fiscal, que recebeu uma placa entregue pelo CEO e presidente do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês), Brian Branch, e da CEO do Rabo Partnerships, Marianne Schoemaker. Após a eleição do Conselho Fiscal, ocorreu a apresentação do primeiro conselheiro independente do SicrediPar e do Banco Cooperativo Sicredi, Walter Shinomata, que passou a exercer a função no segundo semestre de 2018.
Em seguida, no lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2018 do Sicredi, o presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, destacou a importância dos indicadores presentes na publicação. “Quando olhamos para números como o do Programa Crescer, que teve participação de mais de 39 mil associados no ano passado, o que enxergamos é uma quantidade muito relevante de pessoas que recebeu educação sobre cooperativismo e pode replicar esse conhecimento”, destacou.
A assembleia teve seguimento com a apresentação detalhada aos presidentes das Demonstrações Financeiras do exercício de 2018 da SicrediPar e da SFG, com destaque para o saldo disponível no Fundo de R$ 253 milhões, aumento de 5% no ano. “O SFG, somado ao Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop), nos dá a tranquilidade para a continuidade da nossa expansão”, considerou Dasenbrock. Ambas as demonstrações financeiras foram aprovadas por unanimidade pelos dirigentes, além de receber parecer favorável da auditoria independente efetuada pela Ernst Young.
Também ocorreu um ato para celebrar a assinatura do acordo de cooperação entre Sicredi e Federação de Cooperativas de Poupança e Crédito do Nepal, a Nepal Federation of Savings and Credit Cooperative Unions (NEFSCUN), intermediado pelo Woccu. A parceria visa o apoio do Sicredi à NEFSCUN por meio da troca de informações e compartilhamento de práticas e conhecimentos. Assinaram o termo Brian Branch e os dirigentes do Sicredi, Manfred Dasenbrock e João Tavares, este último presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi.
Tavares ressaltou a importância manter a essência do cooperativismo como elemento chave para o sucesso. “Nosso êxito vem do fato de colocarmos o propósito acima do produto, e isso só é possível pela presença efetiva das cooperativas filiadas ao Sicredi junto às comunidades”, enfatizou.
O Fórum Nacional de Presidentes do Sicredi teve início na noite de quarta dia 20, com a palestra do economista Ricardo Amorim. Em sua apresentação, Amorim traçou um panorama do cenário econômico passado, presente e futuro, abordando também os desafios que a economia brasileira trazem ao cooperativismo de crédito e o papel que o segmento pode ter no desenvolvimento socioeconômico do país.
Por Assessoria
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O boletim epidemiológico de dengue da Secretaria de Saúde do Paraná (SESA) de ontem mostra que os casos positivos da doença aumetaram 27% em relação ao boletim da semana anterior. O total de casos do estado é de 1.522, contra 1.197 na semana passada, ou seja, uma diferença de 325.
A secretaria alerta para o número de municípios que estão em situação de epidemia. Além de Lupionópolis, Uraí, Itambé e Santa Mariana, também entraram nesta lista Rancho Alegre, Japurá, Cafeara e Santo Antonio do Paraíso. “Nós estamos acompanhando com atenção esses caso. O Paraná teve um aumento significativo de uma semana para a outra e isso vem acontecendo em vários estados. Precisamos continuar atuando para acabar com os criadouros do Aedes aegypti. É missão nossa e também da população”, alerta o secretário da saúde do Paraná, Beto Preto.
Mesmo com oi aumento de casos o Paraná não está em situação de epidemia. “A caracterização de epidemia se dá pela relação entre o número de casos e de habitantes. Quando o município atinge a incidência de 300 casos por 100 mil habitantes ele entra em epidemia. O mesmo vale para o Estado”, explica Ivana Belmonte, médica veterinária da Vigilância Ambiental, da Secretaria de Saúde do Paraná.
Outra preocupação é com relação ao clima, que ainda é propício para a profileração do mosquito. “Calor e chuva preocupam. Até o meio do outono ainda vamos continuar com o número de casos em crescimento. Hoje estão em investigação 6.124 casos, o que corresponde a 33% das notificações ”, fala o secretário. O Brasil possui uma incidência de 109,9 por 100 mil habitantes, desde janeiro, segundo o Ministério da Saúde. Já a incidência da dengue no Paraná é de12,94 no período. (Com Bem Paraná)
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A Polícia Civil do Paraná realiza as atividades da Semana da Mulher. O encontro segue até quarta dia 27, com palestras gratuitas sobre violência doméstica para mulheres da comunidade e cursos de tiro e defesa pessoal às agentes de segurança pública. A PCPR tem 992 mulheres nas suas unidades em todo o Estado, ocupando cargos de delegadas, investigadoras, escrivãs, papiloscopistas.
A semana da mulher acontecerá na Escola Superior da Polícia Civil. O objetivo do encontro é fomentar a integração do público feminino com os servidores estaduais e da Polícia que atuam em defesa dos direitos da mulher. Nos dois primeiros dias as palestras são voltadas à comunidade e no terceiro as atividades são exclusivas às servidoras da segurança.
Desde 1991, todos os cargos da corporação podem ser ocupados por mulheres. O delegado-geral da PCPR, Silvio Jacob Rockembach, afirma que critérios técnicos têm levado as mulheres a conquistarem postos importantes. "As mulheres conquistam pela qualidade do trabalho. Como a escolha para cargos se dá por critérios técnicos, cada vez mais elas ocupam lugares importantes e estratégicos dentro da Polícia Civil. Como exemplo, hoje temos delegadas mulheres que são chefes em subdivisões do interior, a Divisão de Homicídios é chefiada por uma mulher e toda a coordenação de inteligência é feita por mulheres, além disso elas estão em grupos especiais", diz Rockembach.
Coordenadora das 20 delegacias da mulher do Paraná, Marcia Rejane Vieira Marcondes, avalia que a rede de atendimento às vítimas de violência doméstica evoluiu ao longo do tempo. ?Os órgãos estão mais especializados. Não é mais aquele amadorismo de antigamente. É mais organizado. As mulheres também tiveram um amadurecimento. Antes elas esperavam cinco ou seis anos para denunciar a violência. Hoje agem mais rápido, afirma.
Com 24 anos de carreira policial, Marcia também destaca o aumento da presença feminina nas unidades policiais. ?Hoje temos mulheres em cargos de chefia na Polícia Civil, o que não se via há 20 anos, então temos uma alteração importante.
SONHO NA MIRA - Cinco em cada 10 mulheres da Polícia Civil do Paraná são investigadoras. Pela necessidade da função, as 464 investigadoras distribuídas nas unidades policiais têm como princípio serem invisíveis à sociedade, mas possuem papel essencial na elucidação de crimes e conclusão de inquéritos.
Foi dessa forma, sem saber muito do que o cargo exigia, que Daiani Fernandes, 34, abandonou a profissão na educação para ser invisível. O sonho de ingressar na área da segurança sempre existiu, já que o pai é servidor do Exército. Em 2009 Daiani foi aprovada na Polícia Militar e no ano seguinte conquistou o cargo de investigadora na Polícia Civil. Há cinco anos na função, Daiani diz ter cada vez mais clareza e comprometimento com o cargo. Quando entrei não sabia muito da investigação, era mais uma vontade minha. Mas, hoje eu sou apaixonada pelo meu trabalho.
Daiani também relata a relação positiva com outras servidoras da segurança, principalmente na atuação em delegacias da mulher. Ela afirma ser essencial a presença feminina nas delegacias e aponta diferenças. O olhar da mulher é diferente, ela consegue planejar a longo prazo. Trabalhar com uma mulher organizando equipe é maravilhoso.
A recepção da comunidade em relação às agentes também é diferente. Daiani diz que existe uma empatia quando a abordagem é feminina e encontra menos resistência em atividades comuns da função policial, como a entrega de intimação. Eu acho que é um complemento. É importante a função dos homens e das mulheres. Mas, geralmente elas têm mais tato para conversar com as vítimas, principalmente se forem também mulheres.
PIONEIRISMO - Sete mulheres fazem parte dos grupos de operações especiais da Polícia Civil do Paraná. São cinco lotadas no Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), uma no Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e uma no Grupamento de Operações Aéreas (GOA). Bruna Roberta Mayer é uma das integrantes desse elenco e um exemplo de pioneirismo na carreira operacional da instituição.
A conquista da investigadora para uma vaga no curso de operações aéreas no Maranhão já seria um motivo para Bruna ser conhecida entre as colegas policiais. Após dois anos de treinamento intenso, a investigadora concorreu com 11 homens no processo seletivo realizado entre os servidores do Paraná e foi a única a passar nos testes.
A bateria de exames envolveu corrida de 10 quilômetros, barra fixa, natação por 12 minutos, subida de cabo, salto de plataforma de 10 metros, teste de tiro, flexão de braços. ?Eu tinha muita vontade de ir para o lado operacional da polícia e a oportunidade do GOA surgiu. Encarei o desafio com 11 homens e treinei muito para chegar a uma condição física de quase isonomia com eles. Não foi fácil.
Com a formação no curso realizado no Nordeste, Bruna se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de operadores aerotáticos do GOA, o que lhe confere a função de trabalhar em aeronaves. Aos 13 anos de carreira policial, a ponta-grossense de 34 anos afirma estar realizada. Pessoalmente é um trabalho que exige mais treinamento. Mas, é um sonho para mim estar na parte operacional e gratificante porque sou uma das mulheres que talvez abriu as portas para que outras mulheres tentem. (Com Catve)
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Cerca de 50 indígenas iniciaram na tarde desta terça dia 26, uma manifestação no quilômetro 704 da BR-277, em São Miguel do Iguaçu (PR).
Há interdição parcial da pista, o bloqueio ocorre de forma alternada, durante 15 minutos em cada sentido.
Há muitas mulheres e crianças no local. O protesto deve durar 1h30, de acordo com os manifestantes.
O índios protestam contra a municipalização da saúde deles, entre outras reivindicações.
A manifestação acontece a 500 metros da praça de pedágio.








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