O governador Carlos Massa Ratinho Junior esteve nesta terça dia 02, na 12ª edição da feira internacional de segurança LAAD Defence e Security, no Rio de Janeiro. A viagem teve como objetivo conhecer tecnologias que possam ser aplicadas no Paraná para reforçar e aprimorar o sistema segurança pública.
Segundo o governador, é importante avaliar as soluções propostas pela indústria da segurança pública para modernizar o modelo de policiamento preventivo e o trabalho das forças de segurança no combate à criminalidade. Ele destacou que o Paraná é um estado que faz fronteira com dois países e a vigilância na região também deve ser prioridade.
O governador conheceu modelos de helicópteros empregados em ações de polícia, urgência médica e de Defesa Civil, além de equipamentos para Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. O secretário de Segurança Pública e Administração Penitenciária, Luiz Felipe Carbonell, acompanhou a agenda.
Uma das tecnologias avaliadas foi a que permite o reconhecimento facial em tempo real. Programas similares já funcionam em alguns estados e outros países. Eles permitem o encaminhamento de imagens de câmeras de segurança para uma central, onde são cruzadas com o banco de dados da Polícia Civil e do Detran - os sistemas geralmente são capazes de fazer leitura de placas veiculares.
Ratinho Junior e o secretário de Segurança Pública visitaram ainda empresas especializadas no uso de drones para vigilância. Essas câmeras móveis são reconhecidas mundialmente pela eficiência no combate de crimes urbanos, uma vez que conseguem registrar grandes áreas com alta capacidade de resolução. As informações também são repassadas em tempo real para equipes nas ruas.
A visita ainda contemplou estandes de uniformes de ponta para todas as forças do Estado, além de novos equipamentos que podem ser utilizados em viaturas. O objetivo do governador é priorizar a segurança dos servidores envolvidos na área.
ESTADO-PILOTO - A visita de Ratinho Junior levou em consideração a necessidade de aprimorar o sistema estadual de segurança. Além disso, o Estado está envolvido em dois projetos-pilotos que estão sendo desenvolvidos em parceria com a União. O Paraná será o primeiro a receber um centro de integração para cuidar da segurança de fronteira e foi escolhido para participar do Programa Nacional de Enfrentamento à Criminalidade Violenta.
O acordo do centro, firmado entre o governador e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, prevê ações estratégias para coibir crimes como tráfico de drogas e contrabando. O Paraná tem 450 quilômetros de fronteira seca e aquática com o Paraguai e a Argentina, além de fazer divisa com os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.
O Paraná também foi escolhido pelo governo federal para participar do Programa Nacional de Enfrentamento à Criminalidade Violenta, conduzido pela Secretaria Nacional da Segurança Pública. O projeto-piloto visa reduzir crimes por meio de ações integradas entre as esferas estadual, federal e municipal. A iniciativa vai ser implantada inicialmente no município de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, em junho deste ano.
PROJETOS - As ações de segurança do Governo também passam por um protocolo de cooperação com estados vizinhos (São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul) para ação policial nas divisas e combate ao crime organizado; criação de uma Cidade da Polícia para concentrar toda a inteligência e as bases de dados das polícias Civil e Militar; os projetos Falcão (fiscalização com drones) e Olho Vivo (integração dos sistemas de segurança federal, estadual e municipal); e desenvolvimento de novas tecnologias para aplicar no sistema penitenciário.
LAAD DEFENCE e SECURITY - O evento no Rio de Janeiro reúne mais de 450 empresas. O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, também participaram da feira nesta terça-feira. A expectativa dos organizadores é de reunir 200 delegações oficiais de 80 países até a próxima sexta dia 05. (Com AEN)
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Dados oficiais da Secretaria Estadual da Saúde confirmam o aumento de casos de dengue no Paraná – boletim divulgado nesta terça dia 02, apresenta 2.023 casos confirmados, contra 1.522 da semana passada. O aumento é de 501 casos confirmados. O número é mais que o dobro do último ano epidemiológico — 2017/2018 — quando foram 992 casos no Estado. O ano epidemiológico termina em julho.
Dos casos confirmados, 1.926 são autóctones, adquiridos no município de origem, e 97 são “importados", ou seja, as pessoas contraíram a dengue fora da cidade onde residem.
“O combate ao mosquito transmissor da dengue segue em todas as regiões. A SESA está ampliando a vigilância para a eliminação de focos e criadouros do Aedes aegypti. Estamos nos reunindo com prefeitos para a definição de estratégias diferenciadas para os municípios”, afirmou o secretário Beto Preto.
Além do fumacê, reuniões com moradores para orientações e mutirões de limpeza, as equipes da SESA estendem a busca em cisternas e fossas abandonadas.
As condições de infestação no Paraná atingem 82,45%, com ocorrências em 329 municípios. O Laboratório de Climatologia da Universidade Federal do Paraná informa que o período do outono ainda continua favorável à proliferação no mosquito.
Dez municípios estão em situação de epidemia: Lupionópolis, Francisco Alves, Uraí, Japurá, Itambé, Santa Mariana, Rancho Alegre, Cafeara, Moreira Sales e Santo Antônio do Paraíso. Em situação de alerta para a dengue estão as cidades de Abatiá, Alvorada do Sul, Anahí, Leópolis, Capanema, Andirá e Nova Londrina.
Monitoramento nacional – Municípos do Paraná concluíram levantamento sobre o índice de infestação do Aedes aegypti para o Ministério da Saúde. Os dados serão usados como base para novas estratégias. Segundo Ivana Belmonte, da Vigilância Ambiental da SESA, a pesquisa apresenta 78 municípios com índice maior que 4%, “o que significa que em cada 100 imóveis visitados 4 apresentaram focos ou criadouros do mosquito”.
Recomendações – A dengue é uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pela picada do Aedes aegypti, mosquito que se prolifera em depósitos de água parada e lixo acumulado.
O Aedes aegypti também é transmissor da chikungunya, com 343 notificações e 7 casos confirmados no estado, e da Zika, com 171 notificações e 2 casos confirmados. (Com Bem Paraná)
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Desde o último sábado dia 30 de março, está liberada a pesca no Rio Piquiri. A autorização foi emitida pelo Instituto Ambiental do Paraná. A pesca havia sido suspensa depois que 50 toneladas de peixes foram encontrados mortos.
O Chefe Regional do IAP Toledo, Taciano Maranhão, afirma que o órgão estranhou a morte especialmente de duas espécies e em uma região do rio.
Taciano explica que pesquisas apontaram que “cevas tóxicas” usadas por pescadores provocaram a morte dos peixes.
O especialista comenta que em muitos casos nem é preciso uma grande quantidade de ceva para matar 50 toneladas de peixes.
O Chefe do IAP Toledo reforça a necessidade de observar a portaria que trata de alguma limitações para pesca, como por exemplo o uso de redes e a colocação de cevas permanentes.
Outra orientação é não ficar provocando a soltura de peixes no rio, sem autorização, porque isso pode gerar um grande dano ambiental.
Uma multa por pesca irregular varia de 700 reais a 100 mil reais.
Importante que as pessoas denunciem a irregularidade. As cerca de 50 toneladas de peixes mortes foram registradas em um raio de 30 a 40 Km de extensão do rio e segundo o IAP nesse momento não há risco à saúde consumir os peixes retirados do Rio Piquiri.
Com Nacional News.
O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), a mulher dele, Fernanda Richa, e outros cinco viraram réus por obstrução de investigação de organização criminosa no âmbito da Operação Quadro Negro, nesta segunda dia 1º.
A denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR) foi aceita pelo juiz Fernando Bardelli Silva Fischer, da 9ª Vara Criminal de Curitiba. A operação apura desvios de mais de R$ 20 milhões de obras de escolas públicas do estado, entre 2012 e 2015.
A ex-primeira-dama e ex-secretária estadual também se tornou ré por organização criminosa. Beto e outros cinco já tiveram denúncia aceita pela Justiça sobre o mesmo crime e outros, na mesma operação.
"Verifico a existência da justa causa para exercício da ação penal, consubstanciada nos elementos indiciários e elementos de prova que instruem os autos e que representam lastro probatório da materialidade e de indícios suficientes de autoria dos delitos de obstrução de investigação de organização criminosa e organização criminosa atribuídos aos denunciados", diz o juiz na aceitação.
Veja quem são os réus e os crimes:
Beto Richa (ex-governador): obstrução de investigação de organização criminosa;
Fernanda Richa (ex-primeira-dama e ex-secretária estadual): organização criminosa e obstrução de investigação de organização criminosa;
Jorge Atherino (operador financeiro): obstrução de investigação de organização criminosa;
Sérgio Botto de Lacerda (ex-procurador): obstrução de investigação de organização criminosa;
João Gilberto Cominese Freire (empresário): obstrução de investigação de organização criminosa;
Rafael de Sarandy Wawryniuk (genro de Atherino): obstrução de investigação de organização criminosa;
Maurício Fanini (delator e ex-diretor da Secretaria de Educação): obstrução de investigação de organização criminosa.
O G1 tenta contato com as defesas dos réus. Beto e Atherino foram presos preventivamente em 19 de março, em desdobramento da Quadro Negro.
Beto Richa é apontado pelo MP-PR como chefe da organização criminosa que implantou um sistema de corrupção para conseguir propina por meio do favorecimento de empresas privadas contratadas pelo governo.
Conforme a denúncia aceita, depois de tomar ciência das investigações, o então governador procurou Fanini e determinou que ele eliminasse provas de comunicações e de encontros entre eles.
Os promotores alegam que, ao descobrir que havia um pedido de prisão contra o ex-diretor da secretaria, Beto solicitou que Lacerda - que informou Fanini sobre o pedido - o instruísse a se livrar de evidências do esquema de pagamentos indevidos.
O MP-PR aponta que Fernanda Richa agiu para evitar que Fanini revelasse fatos sobre o suposto esquema de corrupção, "atuando pessoalmente em encontros e por meio de mensagens de texto".
A denúncia também afirma que Atherino e Freire pagaram espécie de "ajuda de custo" ao ex-diretor da secretaria para que mantivesse os gastos ordinários e não comprometesse a organização criminosa.
Beto também é apontado como quem "comprou o silêncio" de Fanini. Segundo a promotoria, Wawryniuk era responsável por esses pagamentos feito a mando de Atherino.
Na aceitação da denúncia, a Justiça também determinou a quebra de sigilo telefônico de Fernanda Richa, Sérgio Lacerda e de João Freire. (Com G1)
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O mês de abril pode ser muito bem-vindo pela dona de casa, já que marca a colheita da 2ª safra do feijão no sul do Brasil. Isso porque, com um possível aumento de oferta do produto, existe a perspectiva de que os preços voltem a patamares menores. Hoje, o quilo do feijão carioca é vendido por preços superiores a R$ 8 nos supermercados de Curitiba, segundo pesquisa do Disque Economia, Serviço da Secretaria Municipal de Abastecimento de Curitiba.
Em Curitiba, no ano, o preço do quilo do feijão carioca subiu 110,54% e do preto, 40,95%. Os números são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mede a prévia da inflação mensal.
Essa alta teve como causa dois fatores preponderantes: clima e redução da área plantada, segundo Maiko Zanella, analista de Desenvolvimento e Técnico da Área de Mercado do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). Ele explica que, desde 2016, os produtores têm dado preferência ao plantio da soja na safra de verão, reduzindo a área cultivada da primeira safra de feijão, que é colhida em janeiro. “A soma dos fatores fez com que a safra apresentasse uma quebra de 25%”, diz. A soja paga melhor ao produtor do que o feijão, pois tem o preço negociado no mercado de comodities.
Além da redução de área, outro fator que contribuiu para impulsionar o preço do feijão carioca foi a estiagem que entre novembro e janeiro atingiu as lavouras nas regiões produtoras do Sul e do Sudeste, provocando queda da produtividade. O feijão que está chegando no mercado agora é o mais tardio, que foi menos castigado pela falta de chuvas.
Já os prognósticos para essa 2º safra, que é a principal e responde por 62% da produção de feijão no Estado, são bons para 95% do total plantado, conforme o último relatório de acompanhamento das lavouras datado de 25 de março, do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab). A produção desta 2ª safra deve ser de 436.146 toneladas. Na primeira safra foram produzidas 246.777’ toneladas. (Com Bem Paraná)
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Deve ser retomada nesta terça dia 02, a segunda fase de depoimentos do caso que envolve o empresário Edison Brittes, réu que confessou ter matado o jogador Daniel Correia Freitas em outubro do ano passado.
A esposa de Edison, Cristiana Brittes, e a filha do casal, Alana Brittes, também são acusadas no processo. As audiências, que começaram ontem, ocorrem no Fórum de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Ao todo, sete investigados são réus na ação. Somente testemunhas de defesa são ouvidas nesta fase. No primeiro dia, 25 pessoas falaram por cerca de 10 minutos cada, em média.
A defesa de Edison Brittes afirma que Daniel tentou estuprar Cristiana. Ele afirma que matou o jogador para defender a mulher. Segundo a investigação, Daniel tirou fotos ao lado de Cristiana, no quarto do casal, antes do crime. “A audiência transcorreu dentro do que prevê a lei processual e ao final de todas a defesa irá se manifestar sobre toda a prova judicialmente produzida”, afirmou em nota oficial a assessoria do advogado Claudio Dalledone Junior, que defende a família Brittes.
A instrução e julgamento do caso, que deve decidir se os réus vão a juri popular ou não, deve se estender até a próxima sexta-feira . Além das testemunhas, nesta semana, todos os réus devem ser interrogados. No entanto, isso só deverá ocorrer depois que todas as testemunhas forem ouvidas. Após vencida esta fase de interrogatórios, novos prazos serão abertos para alegações finais de acusação e defesa. (Com Bem Parana)
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