Pesca no Rio Piquiri está liberada

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP), por meio da portaria nº 52/2019, libera a pesca comercial e amadora no Rio Piquiri a partir deste sábado (30). A atividade estava proibida desde 20 de fevereiro como medida de precaução e prevenção em razão da mortandade de peixes.

 

A liberação compreende para toda Bacia do Rio Piquiri e seus afluentes. Com 660 quilômetros, o rio nasce na Serra de São João, entre Turvo e Guarapuava, e segue até desaguar no Rio Paraná, entre Terra Roxa e Altônia.

 

Além de liberar a pesca, a portaria tem o objetivo de regulamentar a atividade na região do Rio Piquiri. “Essa portaria reuniu vários elementos favoráveis, tanto para as pessoas que vão pescar, garantindo a segurança delas, quanto à segurança ambiental dos peixes”, explica o chefe regional do IAP de Toledo, Taciano Cesar Freire Maranhão.

 

Para descobrir a causa da mortandade, foram realizados exames toxicológicos nos peixes mortos e coleta da água. A conclusão foi que um agrotóxico despejado de maneira irregular foi o motivo da mortandade elevada de peixes. Há suspeitas de que o problema começou nas imediações da confluência do Rio Cantu com o Piquiri.

 

De acordo com os estudos já concluídos, a mortandade de peixes foi um caso isolado e não contínuo. Os rios já se encontram em estado normal, conforme Relatórios de Ensaios n° 599/2019, e dentro dos padrões estabelecidos pela Resolução Conama n° 357, de 17 de março de 2005.

 

“O IAP vai continuar fazendo os trabalhos de monitoramento da qualidade da água, fisioquímica e toxicológica”, afirma Maranhão. “A população pode consumir os peixes tranquilamente, pois não há indícios de contaminação e nem poluição”, continua.

 

PROIBIDO

 

Será proibido o uso dos seguintes petrechos, aparelhos e métodos de pesca: redes e tarrafas, ambas de arrasto de qualquer natureza; redes de emalhar, espinhel que estejam dispostos no ambiente; armadilhas tipo tapagem, pari, covo, cercada ou quaisquer aparelhos fixos com função de aprisionar os peixes; o uso de cevas permanentes que incluem grãos inteiros ou triturados de origem vegetal por meio de fermentação.

 

São considerados de uso proibido aparelhos, petrechos e métodos não mencionados na Portaria.

 

PERMITIDO

 

Fica permitido o uso de linha de mão, caniço simples, caniço com molinete ou carretilha, isca natural ou isca artificial com ou sem garateia, nas modalidades arremesso e corrico.

 

Fica estabelecida em 10 quilos a cota por pescador, mais um exemplar para pesca, durante o período de estadia no local.

 

As espécies permitidas para a pesca devem estar de acordo com a Instrução Normativa do Ibama nº 26, de 2 de setembro de 2009. 

 

 

 

 

 

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Homem é agredido por furtar comida, e artistas fazem campanha para ajudá-lo

Um homem foi agredido após ser flagrado roubando comida de um supermercado de Matinhos, no litoral do Paraná, e artistas se mobilizaram para fazer uma campanha para arrecadar R$ 30 mil para ajudá-lo.

 

A vaquinha online, criada nesta quinta dia 28, foi motivada por dois vídeos.

 

Vaquinha de MC Mirella atinge meta de doações


O primeiro mostra Vanderlei Rafael da Silva levando tapas no rosto após funcionários do estabelecimento descobrirem que ele furtou pão e linguiça do mercado. No segundo, uma pessoa filma o homem mostrando a condição em que vive e pedindo desculpas.

 

A campanha foi criada pela cantora MC Mirella, que prometeu em suas redes sociais que vai abastecer Vanderlei Rafael da Silva, o homem agredido, com alimentos por um ano.

 

A campanha foi apoiada pelo funkeiro Kevinho e pelo humorista Carlinhos Maia.

 

 

De acordo com a Delegacia de Polícia de Matinhos, não foi registrado nenhum boletim de ocorrência por causa do furto.  (Com G1)

 

 

 

 

 

‘João Plenário’, o político corrupto da Praça, terá que devolver R$ 340 mil aos cofres públicos

Conhecido por interpretar o político corrupto João Plenário no humorístico A Praça É Nossa, do SBT, o ator Saulo Pinto Muniz (Saulo Laranjeira), de 62 anos, foi condenado a devolver R$ 341.619,69 aos cofres do governo mineiro.

 

A decisão é do Tribunal de Contas do Estado de Minas (TCE/MG) e se deve a recursos recebidos da lei estadual de incentivo à cultura. A prestação de contas ocorreu só 15 anos depois e com recibos que não teriam ligação com o caso.

 

O ator, que também é humorista, apresentador de TV e rádio, cantor, narrador e compositor, recebeu em 2001 através do poder público R$ 100 mil, mas o valor a ser ressarcido foi corrigido e acrescido de juros de mora. O valor era para a realização do projeto Arrumação 2000. E a decisão do TCE, unânime, foi proferida pela 1.ª Câmara na sessão de terça, 26, envolvendo o processo instaurado inicialmente pela Secretaria de Estado da Cultura, em dezembro de 2016, quando o artista prestou contas.

 

Segundo o tribunal, Laranjeira só apresentou os recibos “quando da declaração de indisponibilidade de bens” e eles “não correspondiam à execução do objetivo proposto”. O relator do TCE, José Alves Viana, diz que o órgão entendeu que houve “omissão deliberada do dever de prestar contas” e, por isso, o humorista deveria ser “responsabilizado por dano ao erário”.

 

O Projeto Cultural Arrumação 2000 foi um programa da TV aberta no qual Saulo Laranjeira recebia artistas e apresentava quadros de humor. Sem dinheiro para a produção (R$ 756,9 mil), ele requereu R$ 300 mil, mas foi aprovado o valor de R$ 100 mil, que saiu da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).

 

Carreira


Saulo Laranjeira ficou conhecido na TV por seu personagem João Plenário, um deputado sem escrúpulos que odeia pobres e que só quer se dar bem. Outro papel que ele vive é o governador Celso Bonitinho, um corrupto que mesmo na cadeia vive cheio de regalias.

 

Em setembro de 1990, ele abriu uma produtora em Belo Horizonte que, nos últimos dias, permaneceu a maior parte do tempo fechada. Na quinta, 28, uma funcionária esteve no local e falou que o artista estava em São Paulo e não falaria sobre o problema com o TCE.


O Estado procurou ainda o escritório que faz a contabilidade da produtora, mas foi informado que somente o próprio Laranjeira poderia dar alguma declaração. Recados também foram deixados por e-mail e telefone para o artista, sem que houvesse resposta até a publicação da reportagem.

 

 

 

 

Polícia descobre plano de atentado contra IFPR

Mais de 30 policiais civis cumpriram na manhã desta sexta dia 29 em Palmas, sul do Paraná, mandados de busca e apreensão. A operação no Limite coordenada pelo delegado Felipe Silva de Souza, teve como alvo Acadêmicos do IFPR.

 

Sete mandados foram cumpridos em vários pontos da cidade e localizado arma de fogo, munição, faca, máscara e um plano que demostrava a vontade dos alvos em atentar contra a instituição.


Segundo o delegado além de uma agenda com todos os detalhes do plano, a Polícia também localizou a planta de construção do local. Telefones e computadores também foram apreendidos.

 

(Com Destaque Policial/PPNEWSFB)

 

 

 

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CNH Digital deve ser aceita em fiscalizações

Já faz um ano que a versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) passou a valer no Paraná. O documento, que pode ser acessado pelo celular, tem a mesma validade e valor jurídico do modelo impresso.

 

A carteira eletrônica pode ser acessada de maneira off-line, sem necessidade de conexão com a internet, mas não é possível abrir mais de uma CNH em um único dispositivo.

 

O serviço só está disponível para motoristas que tenham a versão da CNH impressa com o QR Code na parte interna. O código escaneável em aparelhos eletrônicos é encontrado nas CNHs emitidas a partir de 02 de maio de 2017.

 

Segundo a tenente Tiene, do Batalhão de Polícia de Trânsito, o documento digital deve ser aceito nas fiscalizações em substituição ao de papel. A única recomendação para os motoristas é garantir que o dispositivo eletrônico esteja em condições de ser acessado. “Ela veio para facilitar a vida dos condutores”, disse.


Caso tenha algum problema durante uma abordagem policial, a orientação, para o condutor, é entrar com um recurso contra a multa aplicada de forma indevida. Nesse caso, é importante ter provas para mostrar que o documento digital foi apresentado, como testemunhas ou imagens. (Com BandNews)

 

 

 

 

 

 

Após protestos, ministro da Saúde desiste de extinguir secretaria de saúde indígena

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, recuou nesta quinta dia 28, da decisão de extinguir a Sesai (secretaria especial de saúde indígena). A decisão ocorre após protestos em diferentes pontos do país. A pasta organiza uma reestruturação interna. A ideia era extinguir a secretaria criada em 2010 e transformá-la em um departamento dentro de outra secretaria que deve ser criada nos próximos dias, dedicada à atenção básica.

 

Atualmente, a Sesai coordena 34 Dseis (distritos sanitários indígenas) e outras estruturas, as quais respondem pelo cuidado de 765 mil índios de 305 etnias espalhadas pelo país.

 

Em vídeo divulgado por meio das redes sociais, Mandetta diz que a decisão foi tomada após reunião com lideranças indígenas.

 

“O ministério achava que deveria somar na nova secretaria nacional de atenção básica a indígena. Como os indígenas achavam que a secretaria de saúde indígena deveria permanecer, porque isso é uma luta histórica, porque isso é simbólico e ali se reforça sua cultura e identidade, nós vamos manter a secretaria”, disse.

 

Desde segunda dia 25, milhares de índios realizam protestos em todo o país contra a extinção da Sesai. Foram registradas manifestações desde São Paulo, onde guaranis tomaram o saguão da prefeitura, até a comunidade Maturacá, da etnia ianomâmi, ao pé do Pico da Neblina (AM), na fronteira com a Venezuela.

 

No vídeo, o ministro, porém, afirma que o grupo de trabalho que analisa mudanças na saúde indígena está mantido. Entre as propostas em análise, está repassar parte do atendimento a estados e municípios, o que preocupa representantes de conselhos de saúde indígena, para os quais há risco de desassistência.

 

Criada em 2010, a Sesai é considerada uma conquista pela Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil). “Não é no município que a diversidade no atendimento será assegurada. O nosso modelo foi construído com princípios e diretrizes que garantem o respeito a diversidade dos povos e territórios indígenas”, diz a entidade, em nota. (Com Banda B)

 

 

 

 

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