O volume de chuva na primeira quinzena de junho ficou muito abaixo da média em todo o Paraná, com exceção de parte do Litoral. As chuvas ocorreram apenas nos 2 ou 3 primeiros dias do mês, em localidades bem pontuais, como em Guaratuba, onde choveu bastante nesses dias de mês, resultando em um acumulado acima da média.
Em Curitiba, até a sexta dia 14, havia chovido apenas 26 milímetros, quando a média é de 116 mm. Em Palmas choveu meros 3 mm, para uma média do mês de mais de 180 mm, ou seja, está negativa até o momento em 178% diante da média histórica.
A previsão de alguma chuva no Paraná se concentra apenas para o final do mês. Mas, antes, as temperaturas devem cair mais uma vez e podem ocorrer geadas no Sul do Estado no dia 21 de junho, primeiro dia do inverno. Em Curitiba a mínima pode cair a 8ºC. (Com Bem Paraná)
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A esposa de Eber Silva registrou na tarde de sábado dia 15, o desaparecimento do vendedor autônomo, próximo de Umuarama, noroeste do Paraná.
A mulher relatou que ele estava viajando e na noite de sexta-feira (14), ela recebeu a ligação do homem, isso por volta das 21h40.
Via telefone, ele contou que pessoas teriam parado seu caminhão e logo desligou o telefone sem dar mais detalhes.
A mulher destaca que o esposo nunca desapareceu, ou não deu notícias. Ele está com caminhão Mercedes Bens 712 de cor azul, placa ALE 1258.
Denúncias podem ser repassadas pelo 190 e 197. (Com Catve)
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Os professores e servidores do Paraná decidiram pela greve geral no Paraná a partir de 25 de junho. Cerca de 1500 educadores de todo Estado se reuniram na manhã deste sábado dia 15, em Curitiba. A decisão foi tomada pela maioria dos presentes.
Além da questão financeira que faz servidores perderem o equivalente a 2,2 salários anualmente, educadores exigem respostas da gestão.
O presidente da APP, Hermes Leão Filho, afirma que é uma luta de quatro anos da categoria para reajustar os salário. "Queremos o que nos é de direito, não estamos pedindo nada além. O governo se reúne com empresários, ruralistas, políticos e se nega a negociar com os servidores que atendem a população do Paraná. Se não houver proposta alguma, não temos outro recurso a não ser paralisar as atividades em uma greve unificada das categorias do serviço público", afirmou Hermes Silva Leão, presidente da APP-Sindicato.
O governo se comprometeu, no último dia 29 de abril - quando houve paralisação das categorias -, em apresentar uma proposta de pagamento da defasagem. Foram realizadas 8 reuniões desde então, entre integrantes do governo e dos sindicatos de servidores, que comprovaram que há recursos para pagar a dívida. O governo, porém, não apresentou proposta de pagamento.
Por Assessoria
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Um homem de 31 anos morreu ao ser atropelado por um veículo Escort de cor vermelha no começo da noite deste sábado dia 15, no km 124 da BR-476, em Curitiba. Segundo uma testemunha, o rapaz estaria discutindo com a companheira e, ao atravessar a rodovia, foi atropelado pelo carro. O motorista fugiu, abandonando o automóvel no local. Horas depois, ele foi apreendido pelo Dedetran e foi pego pelo teste do bafômetro.
De acordo com o policial federal Amarildo, as equipes de atendimento nada puderam fazer, pois a vítima já se encontrava morta. “Populares disseram que o casal atravessou em um local que não era apropriado. O rapaz morreu e a companheira teve ferimentos leves, sem a necessidade de atendimento médico”, contou à reportagem da Banda B.
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Eugênio Roncen Perboni de 63 anos foi morto com golpes de machado na noite de quinta dia 13, no Bairro Esperança em Dois Vizinhos.
A vítima foi golpeada até a morte pelo sobrinho de 14 anos que foi detido pela Polícia Militar. O crime foi motivado após o adolescente se desentender com o tio, que segundo relatos do agressor, recusava comida e pegava dinheiro dele.
Socorristas do Siate foram acionados, mas apenas constataram a morte. O corpo foi recolhido pelo IML (Instituto Médico-Legal) de Francisco Beltrão.
O agressor deve prestar depoimento na Delegacia de Polícia Civil e poderá ser encaminhado para uma casa de reabilitação. (Com Catve)
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“Pai, eu te amo. Pai, eu te amo”. Antes de ser morta pelo pai, Aline Miotto Nadolny, de 27 anos sussurrou a frase no ouvido de Luiz Carlos Nadolny, de 48, que confessou o crime está preso na Delegacia de Piraquara, região metropolitana de Curitiba.
A declaração não impediu que a terapeuta ocupacional fosse morta por esganadura na quinta-feira da semana passada, dia 6. O crime foi motivado por Aline ter se negado a ajudar o pai, que queria que ela conversasse com a ex-esposa, mãe da terapeuta, para diminuir o valor de uma pensão paga a outra filha mais nova deles.
Luiz Carlos não tem passagem pela polícia e se mostra muito arrependido por ter cometido o crime. Ele alegou que tudo aconteceu em um momento de raiva, durante uma conversa que teve com a filha, no momento em que Aline saía de casa para trabalhar, ainda no bairro Alto da XV, em Curitiba. “Havia um desacordo dele com a mãe da vítima, sobre o valor de uma pensão para uma irmã menor. Ela se negou a ajudar e falar com a mãe e, em razão disso, o suspeito alega que teve um rompante de ódio e a atacou”, descreveu, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (14), o delegado Reinaldo Zequinão, da Delegacia de Piraquara, onde o corpo da terapeuta foi localizado.
De acordo com o delegado, câmeras de segurança foram importantes para se chegar até o pai como autor do crime. “Não foi um assassinato premeditado, ele tinha a intenção de conversar com a filha, quando dentro do carro aconteceu isso. Então, para chegar a autoria, foi necessário um trabalho minucioso. Uma denúncia anônima e imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para levantarmos o carro usado, um Sandero vermelho. Como entre os familiares dela, a esposa do pai tinha o veículo, conseguimos descobrir o que tinha acontecido”, destacou.
Confissão
Trabalhando diretamente nas investigações, o superintendente da Delegacia de Piraquara, Job de Freitas, disse que o pai, ao ser ouvido na delegacia, imediatamente confessou o crime. “Após o terceiro dia de investigação, suspeitamos do pai, porque no começo até investigamos o marido. Ao ser ouvido, Luiz Carlos imediatamente confessou o assassinato e demonstrou muito arrependimento. Afirmou que não sabia o que fazer com o corpo e veio até Piraquara para desovar”, descreveu.
Segundo Job, o pai foi para casa normalmente após o crime. “Não contou para ninguém o que aconteceu e inclusive ligou para a ex-mulher, que disse que a Aline estava linda no caixão. A ficha acabou caindo alguns dias depois, quando decidiu cooperar e confessar o crime”, relatou o superintendente, confirmando que a filha se declarou ao pai enquanto era morta. “Dizia que amava ele. Os dois não se vinham pessoalmente há três anos, mas não tinham problemas de relacionamento até então”, concluiu.
Pai preso
A Vara Criminal de Piraquara determinou, na tarde de ontem, a prisão de Nadolny, que confessou ter matado a terapeuta ocupacional Aline Miotto. Com a decisão, ele está preso na delegacia da cidade. (Com Banda B)
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