O Brasil precisa se aliar a outros países para conseguir regular as plataformas de redes sociais, na opinião da pesquisadora Débora Salles, coordenadora geral de pesquisa do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro - Netlab. 

Em entrevista à Agência Brasil, a doutora em Ciência da Informação analisa os impactos da decisão da empresa americana Meta de diminuir a moderação de mensagens potencialmente mentirosas ou ofensivas em suas plataformas. Para a especialista, as falas do fundador da empresa, Mark Zuckerberg, comprovam que as redes sociais podem decidir quais conteúdos serão produzidos e vistos por seus usuários, mas preferem não dar transparência a essas decisões.
Agência Brasil: As redes sociais sempre foram consideradas lenientes na moderação de conteúdos prejudiciais. O que muda na prática com o anúncio da Meta?
Débora Salles: Na prática, houve um anúncio de menor moderação de conteúdo e a ideia, pelo que ele diz, é tentar diminuir a quantidade e a variedade de conteúdos que são removidos das plataformas. Primeiro tem uma coisa muito importante que está aí nas entrelinhas, que é a Meta admitindo que determina aquilo que a gente pode ou não pode ver nas suas redes sociais e que essa decisão não é transparente. Então a gente está lidando com uma decisão arbitrária e a partir de agora os critérios vão ser menos rigorosos para a remoção de conteúdo.
Pelo que ele [Mark Zuckerberg] fala, conteúdos Ilegais e obviamente criminosos vão continuar sendo removidos mas, em contrapartida, coisas que entram na seara de liberdade de expressão, opiniões, questões mais subjetivas, a tendência é que isso continue no ar.
E a gente pode se preparar, eu acho, para um cenário de menor transparência, ao invés de mais transparência, o que, em alguma medida, a gente tinha expectativa que fosse melhorando. A Meta deixou claro que isso não deve acontecer, pelo menos não no futuro próximo.
Agência Brasil: Ou seja, a Meta confirma as críticas que sempre foram feitas, de que eles têm poder para moderar conteúdo com desinformação, por exemplo, mas não o fazem...
Débora Salles: Sim. E também que existem várias ferramentas que eles poderiam usar para tentar melhorar a qualidade da informação nas plataformas. E que, na verdade não é uma limitação técnica, é muito mais uma questão de retorno de investimento e de objetivos de negócios.
Eles ganham muito e pretendem diminuir os custos sempre para ganhar mais. Então quando eles reclamam da legislação europeia e das obrigações que a União Europeia colocou para as empresas, isso tudo gera custo para eles, né? E ele [Zuckerberg] deixou claro que eles vão agir fortemente para tentar limitar a regulação em outros territórios, como no caso do Brasil.
Agência Brasil: Por que é mais interessante pra essas empresas ter um ambiente digital menos regulado e menos transparente?
Débora Salles: Tem algumas questões. A primeira delas é que é rentável manter a gente atento e engajado. Então, quanto mais polêmica, quanto mais engajamento a gente tiver com o conteúdo, melhor para eles. E a gente tende a polemizar, a ter mais controvérsia diante de conteúdos que são falsos ou que podem nos deixar indignados. Isso é interessante para a plataforma porque ela ganha dinheiro com a nossa interação, com a nossa presença ali.
Quanto à transparência, é o caminho para a gente chegar a algum tipo de responsabilização. A gente fala de regulação, mas até para saber quais são os problemas a gente precisa de transparência. E as empresas vêm, há alguns anos, diminuindo as ferramentas que elas ofereciam para acesso a dados e elas só oferecem essas ferramentas quando são obrigadas, como é o caso agora na Europa. A transparência incomoda, né? A gente entender porque e o que está sendo moderado ou recomendado dá munição pra sociedade lidar melhor com os impactos dessas plataformas.
Agência Brasil: A Meta também decidiu encerrar a parceria que tinha com organizações pra fazer a checagem e a moderação dessas informações e delegar aos usuários. Como você vê isso?
Débora Salles: É bem complicado a gente dizer que vai ficar a cargo dos usuários fazer essa moderação porque não tem transparência do que é feito com as denúncias. Então, se eu vou no Instagram e falo que um post desrespeitando os termos de uso, não fica claro quem avalia, como avalia e se aquilo ali vai sair do ar ou não. É uma decisão arbitrária e que muitas vezes é ignorada, dificilmente algo sai do ar.
E as notas da comunidade, que é como ele {Zuckerberg] diz que vai administrar informações falsas, inspirado no que o X hoje oferece, é uma ferramenta facilmente manipulável, pelo menos no X. Apesar de ser algo que poderia ser interessante, como a Wikipedia, que a comunidade vai lá e constrói o conhecimento, a gente vê, na verdade, como uma ferramenta que em várias situações é sequestrada por aqueles que querem disseminar desinformação. E como não é algo orgânico, e não é algo transparente, a gente não sabe muito bem o que faz uma nota da comunidade ser aceita, nem sabe o que faz aquilo emplacar de verdade. Então é diferente do da checagem que a gente sabe como, por quem tá sendo feita, e quais são os procedimentos. E muitas dessas agências de checagem [que trabalham em parceria com a Meta] são dependentes dessas plataformas, do ponto de vista financeiro, não só porque o conteúdo delas circula nessas plataformas, mas porque muitas tem financiamento direto por meio de programas de parceria.
Então, sem dúvida, para essas agências vai ser um baque. E eu acho que pra integridade da informação das plataformas vai ser uma uma perda grande. A checagem não dá conta de tudo, mas sem dúvida é uma ferramenta muito importante, especialmente em momentos de crise, que você precisa ter acesso à informação de qualidade.
Agência Brasil: E o que os posicionamentos da Meta, inclusive a respeito de se aliar ao governo Trump para pressionar contra a regulação em outros países, podem ter de consequência aqui no Brasil?
Débora Salles: Fica bem claro que se não for por meio de regulação, a gente não vai poder contar com essas empresas para garantir segurança nas plataformas. Eu acho que a regulação da Europa tem se mostrado forte em alguns pontos, mas ainda deficitária em outros. Ela não é a bala de prata que vai resolver todos os nossos problemas, mas ela é sem dúvida, um marco que deveria nos inspirar. Porque ficou explícita a vontade de usar o poder dessas plataformas, que são mais poderosas do que muitos países, e o poder do próprio Governo dos Estados Unidos, para garantir a não regulação.
E é algo que a gente precisa se perguntar: por que tanta vontade de não regular, quando a gente está vendo na Europa que não virou censura? Ninguém na Europa está dizendo que não pode mais falar o que pensa. Na verdade, a gente está vendo, pela primeira vez, o que é tirado do ar, e porque é tirado do ar. Que tipo de ferramenta a plataforma usa para tirar do ar, como as pessoas podem reclamar de algum tipo de ação que elas sofreram ali dentro. A gente não está vendo em momento algum na Europa o fim da liberdade de expressão. Então esse argumento é retórico. Ele não tem lastro na realidade.
Acho que a gente vê de alguma forma um alinhamento no discurso dessas empresas e de atores políticos que estão tentando confundir um pouco as coisas. Falar de liberdade de expressão sem falar na garantia de direitos é complicado. E se a gente não tem transparência, a gente não consegue garantir direito nenhum ali naqueles espaços. Então acho que a gente pode se preparar para uma resistência muito feroz dessas empresas a qualquer iniciativa que atribua responsabilidade a elas, seja pelo conteúdo orgânico ou pela publicidade.
Agência Brasil: Aqui no Brasil, as redes sociais da Meta são as que tem a maior penetração. Considerando isso, você acha possível alguma ação coercitiva, como aconteceu no caso da suspensão do X?
Débora Salles: É bem complicado, porque as pessoas, em geral, faz parte de como elas fazem relações públicas e as plataformas têm os usuários do seu lado. Os usuários não querem ficar sem Instagram. Então você tirar um Instagram do ar não é tão fácil quanto tirar o Twitter. Eu acho também que ficar tirando as plataformas do ar não é o que vai resolver o problema. A gente vai precisar de muita força institucional e talvez só o Brasil não vai ter essa força sozinho. A gente talvez precise falar de América Latina para conseguir fazer frente essas plataformas, porque elas juntas são mais poderosas do que um Estado-Nação hoje em dia.
Agência Brasil: E o que é possível fazer, considerando essas tendências?
Débora Salles: A gente precisa criar critérios vinculativos de transparência e de responsabilidade para essas empresas que estão atuando no Brasil. Criar esses critérios, essas obrigações é essencial. E a gente precisa de uma movimentação institucional muito forte para conseguir fazer frente a isso, e pedir acesso a dados, pedir por direitos dos usuários, que hoje em dia ficam à mercê dessas empresas. Às vezes, as pessoas excluídas de uma plataforma de forma errada e não podem fazer muita coisa, por exemplo. E também criar parâmetros para que elas se responsabilizem de forma mais contundente, porque atualmente nem com a publicidade existe um cuidado. Tem crimes sendo cometidos nessas plataformas e gerando receita para elas, então a gente precisa responsabilizar certas situações que acontecem diariamente nesses ambientes e que ainda não tem consequências.
A gente vê que o modelo europeu funcionou porque ele não foi feito por países individualmente. Imagina somente a Espanha, ou Portugal...São dezenas de milhares de pessoas e isso não faz verão. Mas quando você coloca a Europa inteira enquanto bloco pleiteando alguma coisa, tem muito peso.
Sem dúvida, o Brasil é um país enorme, um mercado muito relevante, mas do ponto de vista institucional, não tem tanta força. Então a gente se unir com outros países da América Latina, por exemplo, pode ser um caminho, porque enquanto bloco a gente ganha mais força. E as plataformas agem em blocos quando precisam. Na tramitação do PL 2630, existia uma campanha em que todas elas se envolveram, para garantir que o PL não fosse para frente. Então acho que a gente precisa fazer alianças, talvez transnacionais.
A Meta foi procurada para se posicionar a respeito das críticas mas não respondeu à reportagem.
Por - Agência Brasil
A Coalizão Direitos na Rede divulgou nesta quarta-feira (8) um manifesto contra a alteração nas políticas de moderação da Meta – controladora das plataformas Facebook, Instagram e Threads. 

A big tech anunciou, nesta semana, o fim do programa de checagem de fatos que verifica a veracidade de informações que circulam nas redes; o fim de restrições para assuntos como migração e gênero; e a promoção de “conteúdo cívico”, entendido como informações de teor político-ideológico.
“Sob o pretexto de ‘restaurar a liberdade de expressão’, as propostas delineadas não apenas colocam em risco grupos vulnerabilizados que usam esses serviços, mas também enfraquecem anos de esforços globais para promover um espaço digital um pouco mais seguro, inclusivo e democrático”, diz o texto assinado por mais de 75 entidades.
“A empresa sinaliza que não terá mais ações de moderação de conteúdos contra desinformação, discurso de ódio e outras políticas de proteção a favor das pessoas mais vulnerabilizadas. O CEO da Meta explicitamente admite aceitar os riscos de que essas novas políticas possam filtrar menos conteúdos nocivos do que as anteriores”, acrescenta o texto.
O documento é assinado, entre outras entidades, pelo Instituto de Defesa de Consumidores (Idec), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia (ABJD), Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), Ação Educativa, e Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social.
De acordo com o texto, atualmente, já são falhas as políticas de moderação de conteúdo das redes da Meta, tornando possíveis práticas de violência de gênero, ações contra a proteção de crianças e adolescentes, e permitindo o crescimento de grupos que propagam discurso de ódio e desinformação.
Para a coalizão, as novas medidas propostas pioram a situação ao negligenciar os impactos reais dessas práticas de violência online, "além de abrir caminho para a proliferação de conteúdos prejudiciais que desestabilizam sociedades e minam processos democráticos”.
O texto diz ainda que a Meta ataca de forma aberta os esforços democráticos de nações em proteger suas populações contra os danos provocados pelas big techs. “Com isso, prioriza, mais uma vez, os interesses estadunidenses e os lucros de sua corporação em detrimento da construção de ambientes digitais que prezam pela segurança de seus consumidores”.
“O anúncio [da Meta] é emblemático de um problema estrutural: a concentração de poder nas mãos de corporações que atuam como árbitros do espaço público digital, enquanto ignoram as consequências de suas decisões para bilhões de usuários. Esse retrocesso não pode ser visto como um mero ajuste de políticas corporativas, mas como um ataque frontal desse monopólio de plataformas digitais às conquistas de uma internet mais segura e democrática”.
Por - Agência Brasil
A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas públicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.

Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros - de 9 a 17 anos - usam a internet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.
O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de nove a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).
“Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensiná-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propício para o adoecimento físico e mental”, disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.
Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.
Ofensas
Ainda segundo a TIC Kids Online, entre os usuários de nove a 17 anos, 29% contaram ter passado por situações ofensivas, que não gostaram ou os chatearam no ambiente digital. Desses, 31% relataram sobre o que aconteceu para seus pais, mães ou responsáveis; 29% para um amigo ou amiga da mesma idade; 17% para irmãs, irmãos ou primos; e 13% não revelaram para ninguém.
A gerente do Centro Marista de Defesa da Infância, Bárbara Pimpão, explica que alguns casos de situações ofensivas na internet podem evoluir para cyberbullying [violência virtual que ocorre geralmente com as pessoas tímidas e indefesas].
“Crianças e adolescentes que estão sendo expostas repetidamente a mensagens que têm o objetivo de assustar, envergonhar ou enfurecer podem sofrer consequências psicológicas, físicas e sociais, como baixa autoestima, depressão, transtornos de ansiedade e insônia”, disse, em nota.
A entidade apontou as seguintes dicas e cuidados para os responsáveis em relação ao acesso de crianças e adolescentes a ferramentas digitais:
1. Fazer monitoramento e controle parental do telefone celular.
2. Ficar alerta a situações ofensivas.
3. Explicar sobre perigos do contato com estranhos.
4. Conversar sobre o uso excessivo da internet.
5. Acessem juntos conteúdos para conscientização.
Por- Agência Brasil
O cinema brasileiro vive um momento histórico. A atriz Fernanda Torres recebeu nesta segunda-feira (6), em Los Angeles, nos Estados Unidos, o prêmio Globo de Ouro de melhor atriz na categoria Drama.

A premiação, entregue pela primeira vez a uma brasileira, é um reconhecimento ao trabalho de Fernanda no filme Ainda Estou Aqui. Na produção, ela interpreta a advogada Eunice Paiva, viúva de Rubens Paiva, deputado federal assassinado pela ditadura militar em 1971.
Fernanda concorria com grandes estrelas de Hollywood como Nicole Kidman, Angelina Jolie, Tilda Swinton, Pamela Anderson e Kate Winslet.
Há 25 anos, Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, disputou a mesma categoria pela atuação em Central do Brasil. Ela não venceu, mas o filme ganhou o Globo de Ouro na categoria melhor filme estrangeiro.
"Isso é uma prova que a arte dura na vida, até durante momentos difíceis pelos quais a Eunice Paiva passou e com tanto problema hoje em dia no mundo. Esse é um filme que nos ajudou a pensar em como sobreviver em tempos como esses. Então, para a minha mãe, para a minha família, para os meus filhos e para todos, muito obrigada ao Golden Globes”, disse Fernanda, ainda durante o discurso de agradecimento.
Tanto Ainda Estou Aqui como Central do Brasil foram dirigidos pelo cineasta Walter Salles.
Este ano, na categoria de melhor filme estrangeiro, o Globo de Ouro ficou com a produção francesa Emilia Pérez.
Por - Agência Brasil
O ano de 2024 foi repleto de grandes lançamentos no cinema, com títulos como Divertida Mente 2, Deadpool & Wolverine, Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice, Moana 2 e Wicked. Hollywood aposta em 2025 para manter o ritmo de sucesso, com uma série de blockbusters aguardados para dominar as telonas. O ano de 2025 começa com a estreia de Lobisomem (Wolf Man) em janeiro, seguido pelo primeiro grande filme de super-herói, Capitão América: Admirável Mundo Novo, em fevereiro. Tom Cruise retorna em Missão: Impossível, em maio, e os novos reboots de Superman e Quarteto Fantástico em julho. Outubro é marcado pela volta da franquia Tron, enquanto novembro traz a sequência de Wicked e dezembro encerra o ano com o aguardado Avatar 3.
Confira abaixo os 25 filmes que prometem agitar as salas de cinema em 2025:
Janeiro
Lobisomem (Wolf Man): Após o sucesso de O Homem Invisível (2020), o diretor Leigh Whannell revive mais uma franquia clássica da Universal. Estrelado por Christopher Abbott e Julia Garner, o filme promete reimaginar o lendário monstro.
Flight Risk: Mel Gibson retoma a direção pela primeira vez desde Até o Último Homem (2016) para este thriller de ação estrelado por Mark Wahlberg. O enredo segue um assassino contratado para eliminar um alvo (Topher Grace) durante um voo, com a participação de Michelle Dockery como uma agente federal.
Fevereiro
Capitão América: Admirável Mundo Novo: Sam Wilson (Anthony Mackie), agora o novo Capitão América, enfrenta o Presidente Thaddeus “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford), que revela sua transformação no Hulk Vermelho, em uma nova batalha épica.
The Monkey: Adaptação do conto de Stephen King, dirigida por Osgood Perkins, onde gêmeos encontram o macaco de brinquedo de seu pai no sótão, desencadeando uma série de mortes misteriosas. O elenco inclui Theo James, Elijah Wood e Tatiana Maslany.
Março
Branca de Neve (Live-Action): Após controvérsias envolvendo o elenco e comentários sobre o enredo, a versão live-action de Branca de Neve chega aos cinemas com Rachel Zegler no papel-título e Gal Gadot como a maligna Rainha Má.
Abril
A Minecraft Movie: A adaptação cinematográfica do popular jogo de blocos traz Jack Black, Jason Momoa e Emma Myers para um mundo místico onde tudo é construído a partir de blocos.
Maio
Thunderbolts: Os anti-heróis da Marvel se unem para missões secretas, com personagens como Yelena Belova (Florence Pugh) e o Soldado Invernal (Sebastian Stan) em uma trama de ação e espionagem.
Missão: Impossível – O Acerto Final: Tom Cruise retorna para o que pode ser sua última missão como Ethan Hunt, com a participação de Hayley Atwell, Ving Rhames e Simon Pegg.
Karate Kid: Lendas: Ralph Macchio e Jackie Chan se encontram novamente para treinar um novo "karate kid", Ben Wang, enquanto conectam os universos do filme original e do remake.
Junho
Ballerina: Ana de Armas se junta ao universo de John Wick como Eve, uma bailarina e assassina treinada em busca de vingança pela morte de seu pai.
Como Treinar o Seu Dragão (Live-Action): Soluço e Banguela retornam em uma versão live-action da famosa franquia animada.
Elio: A nova animação da Disney-Pixar segue Elio Solis (Yonas Kibreab), um jovem fascinado pelo espaço sideral que se envolve em uma série de aventuras com formas de vida alienígenas.
Extermínio: A Evolução: Danny Boyle e Alex Garland se reúnem para a sequência de Extermínio (2002), com Cillian Murphy reprisando seu papel como Jim, em um cenário de apocalipse zumbi.
M3GAN 2.0: A inteligência artificial de M3GAN retorna, agora com uma ameaça ainda maior e mais terrorífica.
Julho
Jurassic World Rebirth: Cinco anos após os eventos de Jurassic World Dominion, o reboot da franquia Jurassic Park apresenta um novo elenco, incluindo Jonathan Bailey, Scarlett Johansson, Rupert Friend e Ed Skrein, sob direção de Gareth Edwards.
Superman: No primeiro filme do novo Universo DC, Clark Kent/Superman (David Corenswet) enfrenta Lex Luthor (Nicholas Hoult), dirigido por James Gunn.
Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado: Uma nova sequência de Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, na linha de outras franquias de terror dos anos 90 como Pânico.
O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos: O filme de estreia da Primeira Família de Super-Heróis no MCU, trazendo a formação clássica do Quarteto Fantástico com uma nova abordagem.
Agosto
Sexta-Feira Muito Mais Louca 2: Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan retornam como mãe e filha em uma nova versão de Sexta-Feira Muito Louca, mais de 20 anos após o sucesso original.
Anônimo 2: Bob Odenkirk reprisa o papel de Hutch Mansell, o ex-assassino, em Nobody 2, sequência do aclamado Nobody (2021).
Setembro
The Bride!: A diretora Maggie Gyllenhaal oferece sua visão de terror sobre a personagem da Noiva de Frankenstein, ambientada na Chicago dos anos 1930.
Outubro
TRON: Ares: O segundo reboot de TRON, estrelado por Jared Leto como Ares, traz também Jeff Bridges de volta ao papel de Kevin Flynn, conectando as duas gerações da franquia.
Novembro
O Sobrevivente: Glen Powell assume o papel de Ben Richards, em um remake de O Sobrevivente (1987), filme de ação estrelado por Arnold Schwarzenegger, sobre um policial injustamente acusado que tem a chance de conquistar sua liberdade em um game show mortal.
Wicked: For Good: Continuação do musical Wicked, agora chamado Wicked: For Good, seguindo a trajetória de Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande), com ambas seguindo destinos opostos que as tornarão a Bruxa Má do Oeste e a Boa Bruxa do Norte, respectivamente.
Dezembro
Avatar: Fire and Ash: James Cameron traz de volta a épica saga de Avatar com o terceiro filme da série, que promete explorar ainda mais os mistérios de Pandora e a luta entre os Na'vi e os humanos.
Esses filmes são apenas alguns dos títulos que devem agitar as bilheteiras em 2025. Prepare-se para um ano repleto de ação, fantasia, drama e muito mais!
Neste sábado (4 de janeiro de 2025), o empresário e influenciador Thiago Nigro compartilhou em suas redes sociais um vídeo com imagens do feto de sua esposa, Maíra Cardi, após a influenciadora sofrer um aborto espontâneo. A criança seria o primeiro filho do casal, que está junto desde março de 2023.
Em um story publicado no Instagram, Thiago escreveu: “Nessa noite, a Maíra expeliu. Tantas coisas passando na cabeça… já tinha bracinho, dedinho...”. O influenciador, que possui 9,3 milhões de seguidores na plataforma, gerou uma forte reação entre os internautas, que consideraram a postagem inadequada. O vídeo foi posteriormente removido do perfil de Thiago, mas não está claro se a exclusão foi feita pelo próprio influenciador ou se foi retirada pela própria plataforma. No entanto, o conteúdo foi baixado por outros usuários e está sendo compartilhado novamente nas redes sociais.
Maíra Cardi também se manifestou nas redes sociais sobre o episódio e respondeu às críticas que recebeu. A influenciadora chamou as redes sociais de “tóxicas” e afirmou que passará a utilizar a plataforma apenas para fins profissionais.
“Não quero ouvir que eu matei meu filho por marketing ou que eu inventei uma gravidez. São tantos médicos envolvidos. Quem faria isso? Quem aceitaria fazer algo tão baixo, tão porco? Eu não devia estar me justificando aqui”, afirmou Maíra em um vídeo postado no Instagram.
Ela também compartilhou suas emoções, dizendo: “A vida continua, mas isso não significa que não esteja chorando e sofrendo. Mas quando a gente sofre, a gente segue. É assim que a gente faz. E comigo não vai ser diferente. Venho pedir um pouco de compaixão, porque eu vou continuar trabalhando.”


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