Últimos desejos da rainha Elizabeth II incluem ver família feliz: 'Sabia que os conflitos faziam parte da vida'

O que pode ter sido um dos últimos desejos da rainha Elizabeth II, que morreu aos 96 anos no dia 8, foi que sua família ficasse unida e feliz. Uma fonte próxima ao rei Charles III disse à revista People que a monarca sabia que havia conflitos, mas "não guardava rancor".

 

Nos diversos eventos que antecederam o funeral, realizado no dia 19, ficava perceptível a tensão entre o príncipe Harry, sua mulher Meghan Markle, duquesa de Sussex, e demais membros da família real, em especial o pai dele, rei Charles III, e o irmão mais velho, William, príncipe de Gales.

A People avaliou que essa observação pode ainda ser um reflexo do ida de Harry para os EUA depois de abandonar as obrigações da realeza, em 2020. Lá, ele e Meghan Markle, que é afro-americana, deram uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey na qual denunciaram ter sido vítimas de racismo na "firma", mas isentaram a então rainha de envolvimento.

 

— Você pensaria que todos os membros da família se uniriam e apoiariam o rei, especialmente. Talvez algumas feridas possam ser curadas no processo — disse uma fonte próxima a Charles III à revista People. — Ela [rainha Elizabeth II] sabia que os conflitos faziam parte da vida e não guardava rancor. Acima de tudo, ela queria ver sua família feliz.overlay-clever

Outro desejo da rainha, que foi atendido, foi ser sepultada ao lado de seus pais na Capela Memorial do Rei George VI no Castelo de Windsor, onde também descansam sua irmã, a princesa Margaret, e seu marido, o príncipe Philip.

— Ela não queria ver uma estátua de si mesma ou mesmo ter uma câmara funerária separada dentro da Capela de São Jorge — disse o historiador Robert Hardman, autor de "Queen of our times: The life of Elizabeth II", também à People.

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Época

Presidente do TSE apresenta sala de totalização de votos

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, apresentou hoje (28) a representantes das entidades fiscalizadoras das eleições a chamada sala de totalização, em que servidores da Justiça Federal farão o monitoramento da soma dos votos nas Eleições 2022.

O local, formado por divisórias de vidro, montadas dentro do Centro de Divulgação das Eleições (CDE), no terceiro andar do TSE, estará aberto, a partir das 16h30 do próximo domingo (2), para que as entidades fiscalizadoras das eleições possam acompanhar o andamento da totalização de votos.

“É uma sala aberta, uma sala clara, não é nem uma sala secreta, nem uma sala escura”, afirmou Moraes, referindo-se a boato de que haveria contagem de votos em uma sala secreta no TSE.

A Seção de Totalização, como é oficialmente chamada, é composta por diversos computadores e telas nas quais os servidores do TSE monitoram o sistema de totalização de votos – um conjunto de programas desenvolvidos pela Justiça Eleitoral especificamente para somar os boletins de urna impressos. “Essas pessoas não contam votos, essas pessoas monitoram o ambiente de informática para que os sistemas, já lacrados, sejam executados de forma adequada, sem sobressaltos”, explicou Júlio Valente, secretário de Tecnologia da Informação do TSE.

O presidente do TSE reforçou que a contagem é feita pelos sistemas desenvolvidos e lacrados pela Justiça Eleitoral e cujos códigos foram previamente inspecionados pelas entidades fiscalizadoras das Eleições 2022. “A sala de totalização acompanha justamente para evitar algum problema na rede, para evitar alguma sobrecarga”, acrescentou o ministro.  

Diversos representantes de partidos e de algumas das dezenas entidades fiscalizadoras das eleições, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público (MP), a Polícia Federal (PF), o Tribunal de Contas da União (TCU), da Controladoria-Geral da União (CGU) e o ministro da Defesa, Paulo Sergio Nogueira, estiverem presentes, nesta manhã no TSE, para conhecer a sala de totalização. Também compareceram os membros de missões de observação internacionais.

Todos assistiram a uma apresentação do secretário Júlio Valente sobre o funcionamento da sala de totalização. De acordo com ele, nenhum questionamento foi feito durante a apresentação.

O TSE convidou também todos os candidatos a presidente e vice-presidente da República a participarem da apresentação da Seção de Totalização na manhã desta quarta-feira (4), mas nenhum dos candidatos ou candidatas compareceu ao local.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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Principais bancos não vão oferecer consignado com Auxílio Brasil

Mais de um mês após virar lei - e seis meses após ser apresentado como Medida Provisória - o crédito consignado atrelado a programas como o Auxílio Brasil finalmente foi regulamentado pelo Ministério da Cidadania na terça-feira (27).

Com isso, bancos e financeiras já podem oferecer o serviço. Mas, para isso, as instituições interessadas terão que primeiro se credenciar junto ao governo.

 

Como as regras para o serviço só foram definidas nesta terça, as instituições ainda terão definir em que condições pretendem oferecer o crédito, e que passar por esse processo de credenciamento. Assim, ainda não há data para início da oferta.  

 

Até o momento, nenhuma instituição confirmou as condições ou data para início da oferta. Dentre as instituições bancárias e financeiras procuradas pelo g1, apenas cinco informaram que ainda analisam a oferta da linha de crédito consignada ao Auxílio Brasil.

Analisam a proposta:

  • Banco do Brasil: com a publicação da Portaria, está avaliando as regras exigidas por essa regulamentação para verificar a viabilidade de operacionalizar a linha.
  • Caixa: informou que a linha está em análise pelo banco, e que as condições "serão oportunamente divulgadas e oferecidas aos clientes".
  • Safra: informou que está analisando.
  • Banco PAN: está avaliando a sua participação. Por ora, o banco não está recebendo propostas para cadastro.
  • Agibank: Ainda está avaliando os impactos da instrução normativa. Ainda não tem um prazo definido para confirmar se vai ou não iniciar ou não o produto.

 

Não vão ofertar a linha de crédito:

  • Bradesco: não vai operar a linha.
  • Itaú: não oferece o consignado para os beneficiários do Auxílio Brasil, e não tem perspectiva de vir a oferecer.
  • Nubank: não oferece consignado.
  • Santander: o banco não oferece crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil.
  • BMG: não irá operar essa modalidade de produto.
  • Banco Inter: não irá oferecer o serviço aos seus clientes neste momento.

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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