Correios vão vender seguros nas agências em 2024

Em busca da diversificação de serviços e como estratégia de recuperação financeira, os Correios passam a oferecer produtos de seguros nas agências e nos canais digitais.

O serviço será ofertado em parceria com a vencedora do processo licitatório, a Previsul, que propôs a aplicação de R$ 150 milhões em investimentos na empresa pública.

O início das operações está previsto para janeiro de 2024, quando as mais de 10 mil agências distribuídas em todos os municípios brasileiros passarão a vender seguros de vida, residencial, funeral e de riscos variados, para atender a clientes tanto na área profissional, quanto na pessoal.

Em nota, a instituição informou que com o investimento, os Correios poderão colocar em funcionamento uma nova divisão, que será responsável exclusivamente pela oferta do serviço.

Segundo o presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, esta é a primeira de uma série de ações que a empresa deve anunciar nos próximos meses, dentro da estratégia de recuperação de receita. Após uma crise que teve início antes da pandemia e o próprio impacto causado na economia pela covid-19, a empresa foi retirada do Programa Nacional de Desestatização e aposta na extensão da rede de agências e na longa experiência de atendimento ao público para alcançar a recuperação econômica. “Nossa estratégia é diversificar e ampliar os serviços dos Correios, de forma a aumentar a relevância da estatal no mercado e atender às necessidades da população, proporcionando aos consumidores opção confiável e acessível no segmento de seguros”, explica Fabiano.

A Previsul é uma empresa com 110 anos de experiência no setor, que integra o Grupo Caixa Seguradora, controlado pela Caixa Econômica Federal e pela empresa francesa CNP Assurance. Como vencedora da licitação, ela poderá oferecer o serviço de seguros nos Correios por dez anos, podendo depois renovar o contrato pelo mesmo período.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Matrícula dos selecionados no Sisu termina nesta terça-feira

O prazo para os selecionados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), referente ao segundo semestre de 2023, realizarem a matrícula diretamente nas instituições de ensino termina nesta terça-feira (4).

Cada instituição tem um edital próprio, onde definiu os dias, horários e locais de atendimento dos candidatos. E cabe aos candidatos verificarem essas informações.

O resultado da chamada única do Sisu foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) em 27 de junho, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. As inscrições estão abertas desde quinta-feira (29).

De acordo como MEC, ao todo, a segunda edição de 2023 do programa federal teve 305.797 inscritos. Puderam se inscrever gratuitamente os candidatos que prestaram as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2022 e obtiveram nota maior do que zero na prova de redação. Porém, o estudante que fez o Enem na condição de treineiro não poderá concorrer a vagas.

Lista de espera

Os candidatos que não foram selecionados na chamada regular do Sisu, neste segundo semestre, podem manifestar interesse em participar da lista de espera até as 23h59 (horário de Brasília) também desta terça-feira, pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

A nova convocação dos candidatos da lista de espera para a matrícula está prevista para 10 de julho e será feita pelas próprias instituições de ensino.

O estudante deve buscar informações sobre as convocações da lista de espera na mesma instituição para a qual se inscreveu. As convocações são gerenciadas e realizadas pelas unidades.

Sisu

O Sistema de Seleção Unificada gerencia as vagas oferecidas aos candidatos pelas universidades e instituições públicas de ensino superior, em todo o país, duas vezes ao ano, sendo uma por semestre. Pelo programa federal, o estudante se inscreve gratuitamente para concorrer à vaga. Se for selecionado e realizar a matrícula dentro do prazo, o estudante não pagará mensalidades, já que ingressará em uma instituição de ensino superior pública.

O edital do Sisu prevê que as instituições públicas de ensino superior participantes adotem notas mínimas e/ou médias mínimas para inscrição em seus cursos, como os de bacharelado ou de licenciatura.

Para esclarecer dúvidas sobre o Sisu, o MEC disponibiliza o telefone de atendimento 0800 616161.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

MEC divulga resultado da primeira chamada do Prouni

O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (4), em Brasília, o resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni).

Os interessados em participar do processo seletivo do segundo semestre de 2023 devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.            

Foram disponibilizadas 276.566 bolsas – 215.530 integrais e 61.036 parciais – em cursos de graduação e cursos superiores sequenciais de formação específica.  

Exigência

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Desde 1º de maio, o salário mínimo no Brasil é de R$ 1.320.  

Para fins de classificação e eventual pré-seleção no Prouni, o ministério utiliza a edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em que o participante obteve o melhor desempenho. ,

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Piso de enfermeiros privados deve ser pago na falta de acordo coletivo

O Supremo Tribunal Federal (STF) informou, nesta segunda-feira (3), que o pagamento do piso salarial nacional para os profissionais de enfermagem do setor privado deve ser garantido no caso de falta de acordo entre sindicatos e empresas de saúde.

Na sexta-feira (30), a Corte encerrou o julgamento da validade do pagamento do piso. Por maioria de votos, os ministros entenderam que o piso deve ser pago aos profissionais que trabalham no sistema de saúde de estados e municípios nos limites dos valores repassados pelo governo federal.

No entanto, houve impasse na votação sobre o pagamento aos profissionais celetistas, que trabalham em hospitais privados, e os ministros estabeleceram o “voto médio” para resolver a questão.

Segundo a assessoria da Corte, a negociação coletiva é obrigatória, mas foi estabelecido que o piso dos enfermeiros privados deve ser pago se não houver acordo.

Além disso, ficou definido que o piso vale para carga horária de 8 horas diárias e 44 horas semanais. Dessa forma, se a jornada for diminuída, o piso também será.

As mudanças passam a valer no prazo de 60 dias após a publicação da ata do julgamento.

O novo piso para enfermeiros contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é de R$ 4.750, conforme definido pela Lei nº 14.434. Técnicos de enfermagem recebem, no mínimo, 70% desse valor (R$ 3.325) e auxiliares de enfermagem e parteiras, 50% (R$ 2.375). Pela lei, o piso vale para trabalhadores dos setores público e privado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

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