Motorista embriagado e sem CNH perde controle da direção e destrói casa

Bêbado, Fabiano Ferreira Tehfi, 30 anos, foi preso após perder o controle do carro que conduzia e destruir a frente de uma casa na Rua Roda Velha, no Bairro Núcleo Industrial, em Campo Grande (MS).

 

O caso aconteceu por volta das 3h30 desta quarta dia 07.

 

Além de conduzir veículo sob efeito de álcool, o condutor não tem CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

 

 

Conforme boletim de ocorrência, o motorista seguia em um veículo Chevrolet Corsa, quando perdeu o controle da direção e invadiu a casa que pertence a Jamir Ribeiro dos Santos. Por causa da pancada, a parede do imóvel foi derrubada e a porta arrancada. Ninguém ficou ferido.

 

A Polícia Militar de Trânsito foi acionada e durante atendimento percebeu que o condutor apresentava sinais de embriaguez. Ele, então, foi submetido ao teste do bafômetro e o resultado deu positivo de 0,82 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões. Fabiano foi preso em flagrante por conduzir veículo sob efeito de álcool e levado à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro. Ele não sofreu ferimentos no acidente.


Dirigir sob influência de álcool é infração gravíssima, segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Além de pagar multa no valor de R$ 2.934,70, o condutor perde o direito de dirigir por 12 meses. Em caso de reincidência, o valor dobra para R$ 5.869,40. Além da esfera administrativa, o flagrante pode resultar em prisão se a medição do etilômetro indicar mais de 0,34 mg/L. (Com Campo Grande News)

 

 

 

Seita é acusada de escravizar fiéis prometendo livrá-los da 'besta' no apocalipse

A promessa de proteção contra a “besta” no dia do apocalipse era o principal argumento com que líderes da seita religiosa conhecida como Comunidade Evangélica Jesus, a Verdade que Marca atraía fiéis, que eram submetidos a longas jornadas de trabalho, sem remuneração.

 

A comunidade foi alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) realizada em Minas Gerais, São Paulo e Bahia, em conjunto com o Ministério do Trabalho, para apurar os crimes de redução de pessoas a condição análoga à de escravo, tráfico de pessoas, estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, que podem levar a até 42 anos de prisão. Ao menos 13 pessoas foram detidas.

 

 

Essa é a terceira vez que a seita é alvo de operação. As investigações apontaram que os líderes já estavam expandindo a seita para outros locais. Ontem, foram cumpridos 22 mandados de prisão preventiva e 42 de busca e apreensão nos três estados. Em Minas Gerais, a ação ocorreu em Pouso Alegre, Minduri, São Vicente de Minas, e Poços de Caldas. Os agentes interditaram estabelecimentos comerciais nas cidades.

 

As investigações apontaram que os fiéis eram atraídos em uma igreja de São Paulo e levados para as comunidades, onde eram submetidos a trabalho escravo.


Também prestavam serviços em diferentes comércios ligados a seita. “Eles captavam fiéis, que posteriormente se transformam em trabalhadores fiéis e traziam para o Sul de Minas, Bahia e Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde eram colocados em casas comunitárias e estabelecimentos comerciais dos mais variados.

 

Vão desde a pastelaria até a oficina mecânica, além de fazendas onde há produção de frutas e verduras, sem que recebam um centavo pelo trabalho”, explicou o delegado Alexsander de Castro, um dos responsáveis pelo caso. (Com EM.COM.BR)

 

 

 

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