Idosa chama fisioterapeuta de 'neguinho pretinho' e é autuada por injúria racial

Uma discussão de uma paciente idosa com funcionários de uma clínica de fisioterapia, no Bairro de Lourdes, Centro-Sul de Belo Horizonte, na tarde desta segunda, virou caso de polícia. N.R.G, de 71 anos, teria chamado o fisioterapeuta D.V.S., de 34, de “neguinho pretinho”, o que o levou a chamar a polícia.

 

Militares da 4ª Companhia do 1º Batalhão da PM foram ao local e ouviu o relato do fisioterapeuta e duas testemunhas que afirmaram que a idosa teria dito para o especialista não colocar as “mãos sujas” nela, além de chamá-lo de “neguinho pretinho”.

 

 

Já a paciente, porém, negou que tenha usado a expressão e sugeriu que não queria o atendimento do fisioterapeuta, pois ele teria machucado seu ombro.

 

O caso foi encaminhado à Central de Flagrantes 2, sendo que a mulher foi relacionada no boletim de ocorrência da PM como autora de injuria racial. Já o especialista, negou que tenha causado qualquer lesão à idosa e se dispôs apresentar arquivos médicos desmentindo a versão ela. (Com EM.COM.BR.)

 

 

 

Criança morre ao ser arrastada por enxurrada e se afogar em bueiro

Uma criança de 10 anos morreu durante uma enxurrada na tarde desta segunda dia 19, na cidade de Toritama, no Agreste pernambucano.

 

O caso foi no bairro de Fazenda Velha. O menino João Victor estava brincando na rua durante a chuva com outras crianças quando foi sugado pela força da água para um bueiro da rede de esgoto.

 

 

Minutos após desaparecer nas águas, populares conseguiram resgatar a criança, que foi socorrida para o Hospital Nossa Senhora de Fátima, também localizado no município. O menino chegou sem vida à unidade de saúde.

 

Em nota, a Prefeitura de Toritama informou apenas que sabia da correnteza forte no local, mas não disse o motivo de o bueiro estar aberto. O Conselho Tutelar também foi acionado para apurar se houve alguma negligência familiar. (Com Folha PE)

 

 

 

Hashtag: |
Homem asfixia namorada após briga por ciúme de vídeo pornô em celular

O comerciante José Carlos de Oliveira Júnior, de 37 anos, foi preso após matar a namorada, a servidora pública Giselle Evangelista, asfixiada.

 

Ele contou à polícia nesta segunda dia 19, que recebeu um vídeo em um grupo de mensagens no celular e isto teria deixado a vítima com ciúmes. O casal estava junto há dois anos.



"Tudo gerava briga, ciúmes. Eu não perdi a cabeça naquele dia, já tinha perdido há muito tempo", declarou durante entrevista à imprensa na Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios.

 

Segundo o delegado responsável pelo caso, Dannilo Proto, "no dia do fato, eles brigaram no apartamento. Ela ia sair da casa dele, mas, na discussão, a vítima cuspiu na cara dele. Então ele deu um empurrão, a derrubou no chão e a esganou com as mãos."

 

 

Enquanto ele a asfixiava, pensou em desistir, mas lembrou da Lei da Maria da Penha, que protege as mulheres, e decidiu continuar. Depois, disse que ainda tentou fazer procedimentos para reanimar a vítima, colocando um ventilador próximo e fazendo massagem cardíaca."

 

Familiares da vítima encontraram o corpo de Giselle na casa onde José Carlos mora. Eles contaram à polícia que não conseguiram contato com o casal durante o fim de semana e por isso foram ao local.

 

O homem foi preso em Pirenópolis (GO) e autuado por feminicídio. Segundo a polícia, ele seguia para Minaçu, onde tem parentes, mas o carro quebrou na estrada.

 

O advogado do agressor, Wesley Pereira das Dores, alegou que o seu cliente está fazendo tratamentos psicológicos. "Ele está tomando remédio controlado, então estamos esperando laudos dos psiquiatras dele para acabar de nos inteirarmos do caso e ver quais as medidas vamos tomar", esclareceu.

 

De acordo com o Código Penal, a pena varia entre 12 e 30 anos de prisão.

 

 

 

Hashtag: |
Petrobras anuncia mudanças na divulgação do preço da gasolina e do diesel

Para dar mais transparência à composição do preço final dos combustíveis, a partir de hoje dia 19, a Petrobras passa a divulgar o preço médio do litro da gasolina e do diesel nas refinarias e terminais do Brasil, sem incluir os tributos.

 

Os valores estarão disponíveis no site da estatal.

 

Com o reajuste previsto para entrar em vigor amanhã dia 20, o preço médio do litro da gasolina A, comercializado pela empresa, será de R$ 1,5148 e o do litro do diesel A será R$ 1,7369. O valor médio nacional considera os preços à vista, sem encargos, praticados nos diversos pontos de venda em todo território nacional.

 

Como a legislação garante a liberdade de preços no mercado, as revisões de preços feitas pela Petrobras podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, de acordo com os repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis e derivados.

 

Acumulado

 

Segundo dados disponibilizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina em outubro de 2016, quando foi adotada a nova política de preços da Petrobras, era de R$ 3,69 por litro. Em fevereiro de 2018, havia subido para R$ 4,23 o litro, uma variação de 54 centavos. Segundo a Petrobras, os ajustes feitos pela empresa respondem por 9 centavos desse total.

 

No caso do diesel, o preço médio em outubro de 2016 era de R$ 3,05 por litro e agora está em R$ 3,40. Da variação de 35 centavos, os ajustes feitos pela Petrobras respondem por 12 centavos.


A estatal ressalta que não fez alterações na política de preços para diesel e gasolina. “Os preços dos derivados são atrelados aos mercados internacionais e podem variar diariamente, como outras commodities, a exemplo da soja, do trigo e do aço. De acordo com as cotações internacionais, pode haver manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias”, diz a nota da Petrobras.

 

Gás de cozinha

 

O site da Petrobras passa a informar também o valor médio do GLP residencial, vendido pela estatal para as distribuidoras que fazem o envase em botijão de gás de cozinha. Atualmente, o preço médio sem tributos equivale a R$ 23,16 por botijão de 13 quilos.

 

A revisão da política de preços do GLP de uso residencial foi feito em janeiro, para reduzir a volatilidade de preços do produto.

 

“A revisão alterou a frequência dos reajustes de mensal para trimestral e introduziu um mecanismo de compensação pelas diferenças entre os valores que seriam praticados pela política anterior e aqueles adotados pela metodologia atual, sem, portanto, impactar negativamente o resultado da companhia. A referência continua a ser o preço do butano e propano comercializado no mercado europeu acrescido de margem de 5%”. (Com Agência Brasil)

 

 

 

feed-image
SICREDI 02