Um avião de passageiros caiu enquanto aterrissava no aeroporto de Katmandu, capital do Nepal, na manhã desta segunda dia 12, deixando 50 mortos, de acordo com a Reuters e Associated Press.
A aeronave da companhia aérea bengalesa US-Bangla transportava 67 passageiros e quatro tripulantes.
O general Gokul Bhandari, porta-voz do exército do Nepal, afirmou que o balanço de vítimas não está claro mas que 50 pessoas morreram no acidente, segundo a Associated Press. Responsáveis do Kathmandu Medical College, hospital mais próximo do aeroporto, disseram que estão atendendo 16 sobreviventes.
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Não havia brasileiros entre os passageiros do voo que tinha saído de Dacca (capital de Bangladesh). Um porta-voz da aeronave da companhia aérea US-Bangla afirmou à Associated Press que 32 dos passageiros eram de Bangladesh, 33 do Nepal, um da China e um das Maldivas. A nacionalidade da tripulação não foi divulgada.
Causas do acidente
A BBC afirma que o avião, Bombardier Q400, caiu do lado leste da pista do aeroporto Tribhuvan e que a aeronave pousaria às 14h20 no horário local (5h30, em Brasília), citando informações do site de monitoramento aéreo FlightRadar24.
As causas do acidente ainda são investigadas e ainda não está claro, segundo a Reuters, se o piloto acionou o sinal de socorro.
O gerente-geral do aeroporto, Raj Kumar Chettri, afirmou à Reuters que momentos depois do avião conseguir autorização para pousar, o piloto comunicou à torre de comando que queria se dirigir à posição nordeste. Questionado se havia algum problema, ele negou.
O avião foi visto dando duas voltas na direção nordeste e o piloto foi novamente interrogado pela torre de comando. Mas ele voltou a negar qualquer problema.
A torre de comando, então, comunicou ao piloto que o alinhamento da aeronave estava incorreto. Chettri afirmou que o avião tocou a barreira de cerca o aeroporto, tocou no solo e pegou fogo.
A Flightradar24.com, que monitora voos em todo o mundo, registrou que aeronave estava a 1,3 mil metros de altitude quando se preparava para aterrissar. Ela subiu a para 2 mil metros cerca de dois minutos antes de cair. De acordo com o site, o avião tinha 17 anos.
A fabricante lamentou o ocorrido e afirmou que divulgará mais informações posteriormente.
A imprensa local informou que o aeroporto foi fechado após a queda do avião.
Segurança aérea precária
O acidente em Katmandu foi o último a atingir o montanhoso Nepal, que tem um histórico de segurança aérea precária. No passado, o país registrou uma série de incidentes.
Pequenos aviões fazem a malha doméstica e com frequência apresentam problemas nas remotas pistas de pouso, segundo a Reuters.
Em março de 2014, pássaros se chocaram com o parabrisas de um jato MASM.KL, da Malaysia Airlines, quando ele aterrissava em Katmandu. No mesmo mês, um Airbus A320, operado por uma companhia aérea Indiana, pegou fogo após pousar.
Em setembro de 2012, também no aeroporto de Katmandu, um avião transportando montanhistas foi atingido por um pássaro e caiu logo após a decolagem, matando as 19 pessoas que estavam a bordo, de acordo com a Associated Press. (Com G1)
O jato privado turco que caiu no Irã neste domingo dia 11, matando 11 pessoas (oito passageiros e a tripulação), pertencia à empresa Basaran Holding, gigante do setor energético, de construção e turismo.
Entre as passageiras estava a Mina Basaran, filha do proprietário do grupo.
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As oito amigas viajavam no Bombardier Challenger 604 para comemorar a despedida de solteira da herdeira de 28 anos, cujo casamento estava marcado para o próximo mês.
O avião particular estava voltando dos Emirados Árabes em direção à Turquia quando ocorreu a tragédia ao longo do trajeto entre Sharjah e Istambul. A aeronove se chocou contra uma montanha após ter pegado fogo, caindo na província de Chahar Mahaal e Bakhtiari, no sudoeste do Irã. As outras três pessoas da tripulação também morreram na hora, segundo autoridades iranianas.
Conforme relata a Irna, agência de notícias oficial do Irã, o piloto havia pedido para voar em uma altitude mais baixa minutos antes do jato sair dos radares.
A Polícia Militar (PM) prendeu na noite deste domingo, 11, um homem condenado por obrigar jovens a pular de um trem em movimento, em dezembro de 2003, na cidade de Mogi das Cruzes, localizada na região metropolitana de São Paulo. Ele estava foragido.
Vinicius Parizatto foi preso por volta das 21h20 na rodovia Ayrton Senna, no Km 28, em Guarulhos, também na Grande São Paulo, após uma abordagem padrão da polícia ao carro em que ele estava.
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Ao verificar identidade, os agentes constataram que ele era foragido, responsável pelo episódio que terminou com a morte de Cleiton da Silva Leite e a amputação do braço de Flávio Augusto do Nascimento Cordeiro.
Segundo a PM, Parizatto não resistiu à prisão e foi encaminhado para a 4ª Delegacia de Polícia de Guarulhos. Em 2011, ele havia sido condenado a 31 anos, nove meses e três dias de prisão.
Outros dois homens também participaram do crime: Juliano Aparecido de Freitas foi condenado a 24 anos e 6 meses de prisão pela morte de Cleiton e a tentativa de homicídio de Flávio. Já Danilo Gimenez Ramos aguarda julgamento de recurso.
O caso
Cleiton Silva e Flávio Cordeiro tinham saído para passear no dia 7 de dezembro de 2003 quando encontraram os skinheads, que os obrigaram a pular de um trem em movimento nas proximidades da estação Brás Cubas, em Mogi das Cruzes.
O primeiro jovem sofreu morte cerebral uma semana após o crime. Ele morreu após ficar internado em estado grave, com traumatismo craniano e perda de massa encefálica. Seus órgãos foram doados. Com os ferimentos que sofreu, Cordeiro teve um braço amputado. (Com Estadão)
José Ladi Villagra Barboza, 34 anos, foi condenado a 23 anos e seis meses de prisão, acusado de matar o filho, de 5 anos, durante brincadeira de “roleta russa”, em 2014.
O júri popular foi realizado na última semana, em Amambai (MS).
O crime aconteceu em dezembro de 2014, em Coronel Sapucaia. Após ingerir bebida alcóolica, acusado pegou um reólver calibre 38, colocou uma munição no tambor e passou a praticar roleta russa com o filho e a enteada.
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Primeiro, apontou a arma para a cabeça da menina e puxou o gatilho, mas arma não disparou. Em seguida, ele apontou contra o peito do menino e revólver disparou quando apertou o gatilho.
Após o crime, José escondeu o corpo da criança em um matagal e se dirigiu a um bar para continuar bebendo. O crime foi descoberto depois que a enteada fez a denúncia.
No julgamento, o acusado negou que estivesse fazendo roleta russa e alegou que a arma disparou por acidente quando ele limpava o revólver. Ele disse ainda que escondeu o corpo porque teria ficado apavorado.
Os jurados acataram a tese do Ministério Público Estadual (MPE) e condenaram o homem por homicídio duplamente qualificado, pela morte do filho e ocultação de cadáver.
Na época do crime, José estava separado da mãe da criança, mas sempre pegava o filho para passar alguns dias em sua casa. Ele ainda pode recorrer do julgamento, mas terá que aguardar resultado do eventual recurso na cadeia. (Com Correio do Estado)
Funcionários dos Correios entrarão em greve a partir desta segunda dia 12, em todo o Brasil por tempo indeterminado. Apesar de a paralisação estar marcada para começar amanhã, profissionais que trabalham de madrugada já entram em greve a partir das 22h deste domingo.
Ainda não há determinação para que se mantenha um percentual mínimo de funcionários trabalhando. Nas greves de 2017, o número de pessoas que aderiram à paralisação não ultrapassou mais de um quarto dos servidores da categoria.
Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT), a paralisação é motivada principalmente por mudanças no plano de saúde dos funcionários que envolvem a retirada de cobertura de pais, cônjuges e filhos e a cobrança de mensalidades.
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Após tentativas sem sucesso de acordo entre a empresa e os funcionários, o impasse será julgado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) a partir desta segunda.
Em nota à imprensa, os Correios afirmam que não conseguem sustentar financeiramente o plano de saúde: “A forma de custeio do plano de saúde dos Correios segue, agora, para julgamento pelo TST. A empresa aguarda uma decisão conclusiva por parte daquele tribunal para tomar as medidas necessárias, mas ressalta que já não consegue sustentar as condições do plano, concedidas no auge do monopólio, quando os Correios tinham capacidade financeira para arcar com esses custos.” (Com Veja)
Produtores paranaenses começam a se beneficiar do aumento nos preços da soja e do milho nos mercados externo e interno.
De acordo com o Deral, Departamento de Economia Rural, da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, neste ano o preço da soja já subiu 11% e do milho, 8%. O economista analista de mercado, Camilo Moter, explica que essa valorização é decorrente do longo período de seca na Argentina, um dos grandes produtores mundiais de soja ao lado dos Estados Unidos e Brasil.
O farelo da soja segundo Camilo teve uma alta ainda maior, em torno de 20%.
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O produtor paranaense está se beneficiando também do clima. De acordo com o Deral, antes existia a perspectiva de La Niña fraco, com falta de chuvas, o que não ocorreu. A falta de chuvas provocou o atraso no plantio. Depois, durante o desenvolvimento das lavouras a luminosidade ficou abaixo do ideal, ocasionando alongamento do ciclo da soja, retardando também a colheita. O economista do Deral, Marcelo Garrido, conta que essa sucessão de eventos climáticos, que poderiam prejudicar a cultura por aqui, acabou beneficiando as plantas.
O Deral mantém a expectativa de colheita de 19 milhões e 300 mil toneladas no Paraná na safra 2017/18. Conforme o último levantamento do Deral, 46% da área plantada já foi colhida. Mesmo assim, a colheita continua atrasada.
O Deral conta que o milho também está se valorizando, embora o fator de alta esteja mais relacionado ao mercado interno. Segundo o departamento, o preço do milho começou a aumentar mais pela incerteza no desempenho da segunda safra brasileira do grão, que está sendo plantada. Cerca de 17% da primeira safra de milho plantada no Estado já foi colhida e 70% da área total que deve ser ocupada com a segunda safra já foi plantada. (Com Deral)





















