A implantação das placas de identificação veicular padrão Mercosul foi suspensa por 60 dias. A decisão foi publicada pelo Ministério das Cidades por meio da deliberação 169 na última quarta dia 21.
A justificativa para a suspensão temporária é a necessidade da conclusão de um estudo que está sendo feito pelo grupo técnico instituído pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
A resolução 729 do dia 8 de março do Contran determinou que a partir de setembro os novos modelos de placas deveriam ser utilizados por novos veículos ou para aqueles que mudassem de domicílio ou de propriedade.
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Alguns dos contrapontos observados para a suspensão temporária estão:
Os sistemas de informação dos países não estão equalizados e não possuem as mesmas estruturas, o que gerará problemas técnicos;
Com a Placa Mercosul, devido a diferença tributária dos países, grandes frotas podem migrar seus emplacamentos para os países vizinhos, acarretando prejuízos para os municípios;
A chapa da placa será fabricada por multinacionais, estimando-se que terão mais de R$18 bilhões de lucro por ano, enquanto as empresas brasileiras serão meras estampadoras;
Equipamentos agrícolas serão obrigados a conterem placas novamente, onerando ainda mais os produtores agrícolas, que terão que repassar esses gastos ao preço dos produtos.
A estimativa é de que a placa custará cerca de R$400, pesando no bolso do contribuinte. (Com Imprensa Sindepar)
Criança de 3 anos foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros depois de ficar com a tampa de uma garrafa pet presa na garganta, no bairro Dom Bosco, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul.
De acordo com os Bombeiros, mãe da criança acionou a equipe informando que a menina estava chorando e assustada. Quando socorristas chegaram ao local, constataram que a criança estava com uma tampa de garrafa obstruindo parcialmente as vias aéreas.
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Foi realizada a manobra de desobstrução e retirado o objeto da garganta da criança. Após avaliação dos socorristas, ela foi encaminhada pela mãe a uma unidade de saúde. Criança é especial e mordeu os lábios e dedos durante o período que ficou com o objeto preso na garganta. (Com Correio do Estado)
Padres presos por suspeita de desviarem dízimos e doações da Diocese de Formosa, no Entorno do Distrito Federal, afirmam que eram coagidos a cometer o crime pelo Dom José Ronaldo a cometer os crimes.
As alegações foram feitas em depoimento ao Ministério Público.
Segundo a promotora de Justiça Fernanda Balbinot, uma das responsáveis pelo caso, o bispo liderou uma reunião para alinhar o posicionamento. Os clérigos que não concordassem com os crimes seriam transferidos para outras cidades.
"No último dia 21 de dezembro, todos os membros do clero e da Diocese de Formosa foram convocados. Nessa reunião, os padres eram pessoalmente chamados para dizer se estavam, não em comunhão com a igreja, mas sim em comunhão com o bispo", disse a promotora.
Dom José Ronaldo também teria trocado posições estratégicas da igreja. "Estes indivíduos que estão sendo investigados foram colocados nessas posições a mando do bispo e, a partir de então, iniciaram o esquema de apropriação de valores", afirma Fernanda.
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"Inclusive, há a notícia que os padres que se recusaram a dizer que estavam em comunhão com o bispo e suas práticas, foram transferidos para paróquias em locais mais distantes, com parcos recursos financeiros, e em graves dificuldades", explica ela.
A operação foi deflagrada na última segunda dia 19. A investigação aponta desvios superiores a R$ 2 milhões. No total, 9 pessoas, incluindo o bispo e outros clérigos, além de duas pessoas apontadas como "laranjas" no esquema, foram presas.
Procurado, o advogado de Dom José Ronaldo disse à TV Anhanguera, afiliada de Rede Globo em Goiás, que não vai comentar as denúncias. (Com G1)
De acordo com reportagem do jornal britânico “The Sun”, a modelo brasileira Erika Canela, eleita Miss Bumbum 2016, entrou com uma ação contra Cristiano Ronaldo por assédio.
Segundo Canela, o atacante do Real Madrid a assediou por telefone depois que ela o rejeitou.
"Ele me bombardeou com mensagens ofensivas e insultos quando o rejeitei", disse Erika Canela ao “The Sun”.
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“Me chamaram de prostituta e me disseram que arruinariam a minha vida. Parei de comer, não consegui dormir e não queria mais sair", acrescentou a Miss Bumbum.
"Ele me perguntou 'Você quer vir para minha casa? Quero te ver. Eu moro ao seu lado. Podemos descansar juntos ", teria dito o craque português, ainda de acordo com Erika.
Ela explicou que teve problemas com o telefone celular e já tinha alguns compromissos profissionais, por isso não conseguiu encontrar o jogador. Com a negativa, Ronaldo teria ficado irritado. “Falei com ele e ele ficou irritado. Foi um pouco duro comigo e eu não gostei. Eu adoraria sair com ele, mas ele iria me usar como um objeto", afirmou Erika. O caso teria acontecido em 2017, em Lisboa.
Cristiano Ronaldo está concentrado com a seleção de Portugal para disputar dois amistosos: um contra o Egito, na próxima sexta dia 23, e outro contra a Holanda, na segunda dia 26.
Um idoso de 77 anos foi preso suspeito de estuprar a neta de 6 anos em Ceilândia, no Distrito Federal.
De acordo com o site Metrópoles, o homem foi detido na última terça dia 20, após ser denunciado pela mãe da vítima.
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Segundo a Polícia Militar, a mulher flagrou o agressor beijando a barriga da menina e mexendo nas partes íntimas dela. A própria vítima explicou como o avô teria cometido o abuso com o auxílio de uma boneca.
O criminoso foi preso em flagrante e levado para a 24ª Delegacia de Polícia (Ceilândia).
O cofundador do aplicativo de mensagens WhatsApp Brian Acton incentivou os usuários do Facebook a deletarem suas contas na plataforma, em meio à pior crise vivida pela rede social desde sua criação.
Em postagem no Twitter na terça dia 20, Acton escreveu: "It is time. #deletefacebook" ("É hora. #deletefacebook").
A hashtag circulou pelo Twitter nos últimos dias, após o jornal The New York Times revelar que a Cambridge Analytica, consultoria que participou da campanha de Donald Trump, obteve dados sigilosos de 50 milhões de usuários do Facebook e usou as informações para ajudar a eleger o presidente americano em 2016.
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A manifestação de Acton tem peso porque ele e Jan Koum, fundador do WhatsApp, venderam o aplicativo para o Facebook em 2014 por cerca de US$ 20 bilhões. Mesmo depois da venda, Acton trabalhou até 2017 no WhatsApp.
Segundo o jornal, o acesso às informações no Facebook era feito através do aplicativo thisisyourdigitallife, da empresa GSR (Global Science Research), que pagava usuários para responderem uma série de perguntas e, em troca, a pessoa consentia que o programa tivesse acesso às suas informações no Facebook, como localização e likes.
O aplicativo, porém, não avisava que além dos dados dos usuários, também captava as informações de todos os amigos, chegando ao total de 50 milhões de pessoas. Esses dados foram vendidos então pela GSR para a Cambridge Analytica.
Os detalhes do esquema foram revelados por um ex-funcionário da Cambridge Analytica, e o roubo de dados teria acontecido entre 2014 e 2015.
O governo dos EUA, de acordo com a Bloomberg e o Wall Street Journal, questiona o Facebook sobre a legalidade do repasse de dados. (Com Folhapress)





















