Uma mulher de 37 anos tentou evitar assalto hoje de manhã, ao ser atacada na Rua Javali, no bairro Residencial Mário Covas, em Campo Grande.
Ela percebeu que os bandidos não estavam armados e se negou a entregar a bolsa, que era exigida por eles.
Os dois ladrões a abordaram quando ela caminhava pela rua, por volta das 6h30. Eles chegaram em uma moto preta, com detalhes em vermelho. Os suspeitos exigiram que ela entregasse seus pertences, mas a mulher segurou firme a bolsa.
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Como houve resistência, um dos homens desceu da moto e empurrou a vítima contra um muro. Também a ameaçou, dizendo que iria agredi-la mais. A mulher só desistiu de contestar os bandidos quando percebeu que o condutor da moto também iria descer do veículo e partir para cima dela.
Depois que pegaram a bolsa, eles fugiram e tomaram rumo ignorado. A Polícia Civil obteve a informação que um dos suspeitos era margo, branco, estatura mediana, tinha "boa aparência" e durante o assalto não aparentava estar sob efeito de drogas. Ele ainda trajava calça em tecido, camiseta de cor escura e não usou capacete durante a ação.
Os policiais também receberam detalhes sobre a moto, que pode auxiliar na investigação. (Com Correio do Estado)
O Liverpool acertou a venda de Philippe Coutinho para o Barcelona por 160 milhões de euros (R$ 620 milhões).
O meia viaja para a Espanha ainda neste sábado dia 06, para finalizar os detalhes da transação, que envolve o pagamento de 120 milhões de euros à vista e outros 40 milhões conforme variáveis estipuladas em contrato.
O anúncio oficial ainda não foi feito porque os catalães aguardam os exames médicos.
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Pelo novo clube, Coutinho assinará vínculo de cinco anos, mas não poderá jogar a Liga dos Campeões nesta temporada -ele já disputou a competição pelo Liverpool. Até a Copa do Mundo, portanto, o jogador será utilizado somente no Campeonato Espanhol, que o Barça lidera, e na Copa do Rei, na qual a equipe está nas oitavas de final.
Coutinho abriu mão de 10 milhões de euros para ir para o Barcelona. O valor corresponde a uma bonificação que seria paga a ele pelos ingleses. O iraniano Kia Joorabchian e o brasileiro Giuliano Bertolucci, representantes do clube espanhol nas tratativas, negociaram neste sábado dia 06, com a diretoria do Liverpool na Inglaterra. Eles estão no país desde quinta-feira.
Após aceitar a saída do atleta, o Liverpool retirou as camisas do jogador de suas lojas oficiais na Inglaterra. O brasileiro vestia a camisa 10 na equipe de Merseyside. O seu número no Barça ainda não foi confirmado.
Assim que o Barça fizer o anúncio oficial, vai encerrar uma das maiores novelas do futebol europeu dos últimos meses e garantirá a terceira maior transação da história, atrás somente de Neymar, que custou 222 milhões de euros ao PSG, e Mbappé, que está por empréstimo no mesmo clube e será adquirido em julho por 180 mi de euros.
O Liverpool resistia em abrir negociação pelo jogador e o técnico Jürgen Klopp se recusava a comentar a possível saída de seu principal destaque, mas a insistência dos catalães e o desejo do atleta de sair acabaram sendo fatores decisivos.
No início da temporada europeia, no meio do ano passado, Coutinho chegou a ficar de fora dos primeiros jogos do Liverpool enquanto o Barça investia para tentar contratá-lo. O cenário se repetiu recentemente, com o jogador desfalcando o time inglês nos dois últimos jogos. Nas duas ocasiões, o clube alegou problemas físicos para justificar as ausências do camisa 10.
Em janeiro do ano passado, Coutinho havia renovado seu contrato com o Liverpool até 2022 e recebido aumento salarial. A equipe, agora sem seu principal armador, ocupa atualmente a quarta colocação do Campeonato Inglês e está nas oitavas de final da Liga dos Campeões, em que vai enfrentar o Porto.
O tratamento preventivo contra a tuberculose tem crescido, especialmente em grupos de maior risco, como pessoas que vivem com HIV e crianças de até 5 anos de idade, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).
No entanto, a organização aponta que, apesar de o valor investido pelos países no cuidado e prevenção da doença ter aumentado em um período de dez anos, as pessoas com perfil para o tratamento preventivo não têm recebido o atendimento adequado.
Em 2017, foram investidos em todo o mundo quase US$ 7 bilhões em ações de combate à tuberculose. Mais de 80% desses recursos são provenientes do orçamento dos próprios países, como é o caso do Brasil, em que todo o investimento na área é nacional. Já em nações de menor renda, as doações internacionais ultrapassam o investimento doméstico. Em nível mundial, o déficit de investimento supera os US$ 2 bilhões.
Dos 30 países com maior incidência de tuberculose, apenas nove têm investimento doméstico em programas de combate à doença, dentre eles o Brasil.
A organização cita a política brasileira de investimento para o controle da doença como exemplo mundial. Em 2017, o orçamento do plano estratégico contra a tuberculose foi de US$ 67 milhões. Uma das ações previstas para o segundo semestre de 2018 é uma campanha para as pessoas privadas de liberdade, consideradas uma das populações mais vulneráveis à doença, notificarem os sintomas de tuberculose. Para isso, o Ministério da Justiça e Segurança Pública repassou à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mais de R$ 27 milhões.
A OMS defende que as lacunas de financiamento devem ser preenchidas tanto com o investimento de mais recursos domésticos quanto com doações internacionais, principalmente em países de média e baixa renda, que concentram a maior parte da carga de tuberculose no mundo.
No fim do ano passado, a organização Médicos sem Fronteiras lançou uma campanha e um abaixo-assinado para que os países invistam mais no combate à tuberculose, que recebeu mais de 30 mil assinaturas. A organização ainda tem investido na produção de tecnologias de saúde e na realização de testes clínicos para as novas drogas delamanide e bemaquilina em países com alta carga de tuberculose.
"Os testes clínicos ainda devem ser feitos por mais dois anos. A eficiência dessas drogas já está mais do que comprovada, o que a OMS vai fazer é tirar todas as dúvidas para provar que o tratamento é efetivo e possível, porque tem alguns aspectos relacionados à segurança e ao uso em larga escala. Mas, como é um tratamento para pessoas pobres, não existe interesse da indústria farmacêutica em investir tempo e dinheiro num produto que ele não vai ter lucro expressivo", afirma o infectologista Rafael Sacramento, que trabalhou com testes clínicos das drogas contra tuberculose no Quirguistão, na Ásia Central.
Em busca da meta
O Brasil tem a meta de eliminar a tuberculose como problema de saúde pública até 2035. Nos próximos 17 anos, o país terá de reduzir a atual taxa de registro de novos casos de tuberculose de 32 para menos de 10 casos a cada 100 mil habitantes e a taxa de óbito para 1 a cada 100 mil.
Em nota, o Ministério da Saúde esclareceu que o Brasil já conseguiu atingir as metas dos Objetivos do Milênio (ODM) de combate à tuberculose e, em 2015, e aderiu ao compromisso global de redução de 95% dos óbitos e 90% do coeficiente de incidência da doença até 2035.
Segundo a pasta, em 2016, foram registrados 69,5 mil casos novos de tuberculose . No período de 2007 a 2016, o coeficiente de novos casos da doença caiu em 1,2%, passando de 37,9 para 33,7 a cada 100 mil habitantes.
A mortalidade por tuberculose também apresentou redução. Em 2015, o Brasil registrou 4,6 mil óbitos por tuberculose, número 11,5% menor que o registrado em 2006, passando de 2,6 para 2,3 a cada 100 mil habitantes, 2015. No mesmo ano, a tuberculose foi a doença infecciosa que mais causou mortes no mundo.
"Se você quer curar 95% das pessoas [meta da OMS] não pode ter 5% de óbito. Aí você reduz 5% de óbito, mais 15% de abandono [do tratamento], já tem 20%, então você só cura 80%. Ainda tem que tirar as falhas, que são aqueles que não curaram", afirma Valeria Rolla, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Outro desafio é reduzir os índices de subnotificação e a perda de informações sobre os resultados de pacientes que já iniciaram o tratamento. Segundo a OMS, no Brasil 71% dos casos registrados de tuberculose são curados e 10% deles não apresentam resultado. No caso do tratamento da coinfecção por HIV e tuberculose, 40% dos tratamentos são bem-sucedidos, 30% das tentativas de cura apresentam falha e outros 30% não têm registro de avaliação dos resultados.
Prevenção
O Ministério da Saúde ressalta, em um de seus boletins periódicos, que o resultado almejado para 2035 "só será alcançado caso haja melhoria no cenário atual de alguns indicadores operacionais e epidemiológicos ? por exemplo, a redução do coeficiente de incidência de aids". Especialistas apontam ainda outros desafios, principalmente no âmbito social e de desenvolvimento de políticas preventivas.
"Para atingir os objetivos do desenvolvimento sustentável, é preciso mais do que novas drogas, é necessária prevenção. E outros fatores, como o estímulo aos doentes para se tratarem; transferência de renda; benefícios sociais; do ponto de vista trabalhista, afastamento do trabalho (no Brasil já existe); saneamento - e tudo o mais que envolve qualidade de vida, que é muito mais complexo", explicar Dráurio Barreira, médico sanitarista e gerente técnico da Unitaid, organização internacional que busca novos métodos de prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV e da tuberculose no mundo.
Entre as formas de prevenção, Dráurio sugere a melhora na detecção da tuberculose latente. Ele alerta que uma em cada três pessoas no mundo tem no organismo o bacilo da tuberculose, mas não está doente.
"Num momento de imunodeficiência, seja por velhice, por diabetes, por aids, uso de medicamento ou qualquer motivo que faça cair a imunidade, a tuberculose pode vir, pode deixar de ser latente e transformar-se em doença. Então, como a gente tem mais de 2 milhões de pessoas infectadas, a prevenção é fundamental", explicou Barreira.
O médico ressalta, no entanto, que este tipo de prevenção implica em que o paciente tome remédios mesmo sem ter desenvolvido a doença e ainda tem custo elevado para o sistema de saúde. Outro tipo de prevenção eficaz que ele destaca é a vacina, mas que ?ainda está um pouco longe do horizonte?, segundo médico, pois pode levar alguns anos para ser desenvolvida.
Plano Nacional
Em junho do ano passado, o Ministério lançou o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como problema de saúde pública. A política ratifica o compromisso com do Brasil com a OMS de reduzir a incidência da doença na população. A estratégia para alcançar a meta envolve a redução do percentual de abandono de tratamento e a melhora no percentual de cura das pessoas diagnosticadas com tuberculose e no monitoramento do controle da doença.
O plano destaca ainda que os principais objetivos das ações devem ser de prevenção e cuidado integrado do paciente, melhorias no diagnóstico precoce, tratamento adequado, fortalecimento da participação da sociedade civil, melhoria dos sistemas de registro, além da realização de mais pesquisas.
O Ministério também prepara campanha com o objetivo de chamar a atenção para o diagnóstico rápido e da busca por tratamento da tuberculose pelas pessoas que vivem com HIV. (Com Agência Brasil)
Depois de uma discussão com a mãe, um jovem de 22 anos foi preso, na noite de quarta dia 03, suspeito de atear fogo na própria casa, no bairro Castanho, em Jundiaí, no interior de São Paulo.
Estavam no imóvel, além da mãe dele, os três irmãos. Ninguém ficou ferido, apesar de um cômodo ter ficado completamente destruído.
O rapaz teria se trancado no quarto, de acordo com informações da Polícia Militar, acendido o isqueiro e colocado fogo em roupas e objetos. A mulher, assim que percebeu as chamas, acionou o Corpo de Bombeiros.
O suspeito foi autuado em flagrante por crime de incêndio. Ele já respondia em liberdade por roubo.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição e a comercialização de três lotes de queijos da marca Friolack, da empresa gaúcha Laticínio Friolack Ltda., cuja sede fica no município de Chapada, Rio Grande do Sul.
De acordo com a entidade, os produtos estavam contaminados pela bactéria Listeria monocytogenes, capaz de provocar listeriose e infecções no sistema nervoso central.
Os produtos proibidos pela agência são os lotes 290 do Queijo Prato Lanche – Fatiado e Interfolhado, 303 do Queijo Mussarela Fatiado e 312 do Queijo Coalho. A Anvisa, em resolução publicada no Diário Oficial da União, afirma que “a empresa precisa remover o estoque existente no mercado”.
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De acordo com o diretor industrial da Friolack, Cristiano Giacomini, novos testes foram realizados nos laboratórios da empresa e da Universidade do Vale do Taquari (Univates) após a publicação da medida e nenhuma irregularidade foi constatada. Ele informa que apenas uma pequena parte das mercadorias disponibilizadas para comercialização foi recolhida até agora, mas que a empresa cumprirá a determinação.
Em nota, a Friolack afirma que está tomando medidas para elucidar o caso, conforme trecho abaixo. A empresa afirma também que não há registros no SAC com reclamações dos produtos.
“A FRIOLACK é uma empresa que está há dezoito anos no mercado de produtos laticínios, com inúmeros prêmios conquistados, se preocupa com a qualidade e com controle microbiológico efetivo de todos os produtos e linhas produtivas. Acreditamos se tratar de um equívoco que será esclarecido. A empresa está adotando todas as medidas necessárias para a rápida elucidação do fato, diga-se de passagem, eventual e sem precedentes.”
Lei estadual retirava profissionais de educação de presídios e unidades socioeducativas.
Considerando o risco de possível ruptura no sistema educacional em presídios do Paraná, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, suspendeu trecho de lei estadual que retirava professores e profissionais de educação de presídios e unidades socioeducativas do estado.
A norma em questão é a Lei Estadual 19.130/2017, que institui a Diária Especial por Atividade Extrajornada Voluntária e a Gratificação Intramuros (Graim). A lei prevê a devolução de todos os ocupantes de cargos e funções atualmente em exercício nos estabelecimentos penais e socioeducativos às suas escolas de origem, a partir de 1º de janeiro.
Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o estado pretende substituir todas as gratificações atualmente pagas pela Graim, cujo valor seria muito inferior ao previsto nos contratos atuais, inclusive mediante a recontratação de parte dos servidores, admitidos mediante concurso específico, por meio de processo seletivo simplificado e com remuneração reduzida.
Na ação direta de inconstitucionalidade, a entidade sindical sustenta que a medida visa unicamente à redução de custos com educação, sem se importar com o real propósito das unidades educacionais nas unidades prisionais e socioeducativas, voltadas para a formação escolar e profissional.
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Tal situação, argumenta o sindicato, viola o direito social à educação o princípio da dignidade da pessoa humana, resultando na precarização do sistema de educação de jovens e adultos em conflito com a lei. Ainda de acordo com a argumentação, a dispensa coletiva de mais de 600 profissionais de educação promoverá de uma só vez a ruptura de planejamentos pedagógicos, de todo o trabalho educacional desenvolvido e das relações entre professores, estudantes e servidores, estabelecidas ao longo de 30 anos de atuação continuada.
No dia 20 de dezembro, início do recesso do Judiciário, a confederação, tendo em vista a proximidade da data prevista para a devolução dos profissionais, pediu a remessa do processo ao plantão da Presidência do STF, para análise da cautelar em caráter excepcional de urgência.
Ao analisar o pedido, a ministra Cármen Lúcia apontou a impossibilidade de se aguardar o exame da matéria pelo relator , ministro Ricardo Lewandowski, e a submissão da questão ao Plenário, tendo em vista a previsão legal de retorno dos servidores a seus órgãos de origem a partir desta segunda-feira (1º/1) e a demonstração de que já foram iniciadas as medidas materiais e administrativas para tanto, sem condições de reversão imediata e em idênticas condições.
“Em obediência a uma alegada proposta de redução orçamentária e de custos com servidores públicos, essa abrupta alteração administrativa irradiaria efeitos sobre os servidores que ocupam cargos/funções em estabelecimentos prisionais e unidades de atendimento socioeducativo decorrentes de seleções com prazos de validade ainda em curso, frustrando justas expectativas de permanência nas lotações para as quais foram aprovados, nos termos definidos em edital, com consequente decesso pecuniário”, assinalou.
Segundo a ministra, os fatos narrados e a possível ruptura no sistema educacional vinculado aos estabelecimentos penais e às unidades socioeducativas recomendam a suspensão dos efeitos do artigo 25, caput, da lei estadual. Por outro lado, o reexame da cautelar pelo relator ou pelo Plenário apenas estenderia por algum tempo a adoção das providências, que podem ser produzidas a qualquer momento, “até mesmo de maneira gradativa”. (Com Revista Consultor Jurídico)








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