Um decreto do governo vai aumentar o limite do crédito fundiário para a agricultura familiar.
A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta dia 11, e muda o limite de R$ 80 mil para R$ 140 mil para a compra de terras.
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De acordo com o secretário de Agricultura Familiar, Jefferson Coriteac, a decisão vai facilitar e possibilitar ao agricultor aumentar a produção, o patrimônio ou ainda poder comprar terras que antes não era possível.
O aumento dos preços internacionais das commodities e a demanda da China devem fazer de 2018 um ano positivo para o agronegócio do Paraná.
O setor, um dos poucos que cresceu na crise econômica, se prepara para avançar ainda mais, mesmo com uma estimativa menor para a produção grãos.
“A safra paranaense de grãos será menor, por questões climáticas, como a La Niña, mas dentro dos patamares históricos. Vamos continuar a crescer na produção de frango, suínos e peixes, e devemos manter a posição de maior produtor de proteína animal do País”, diz o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.
Ortigara ressalta que o agronegócio representa 30% da economia do Paraná e tem contribuído para o bom desempenho do Estado em indicadores de outros setores, como a indústria, comércio, serviços e geração de empregos. “A riqueza gerada no campo impacta toda a cadeia produtiva paranaense”, afirma.
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A estimativa da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) é de que o faturamento do agronegócio volte a crescer acima de 10%. “Em 2017 devemos ter fechado com receita próxima de R$ 71 bilhões, mas com crescimento bem menor, em torno de 2% a 3% em relação a 2016”, explica Flávio Turra, gerente técnico da Ocepar.
Segundo ele, para 2018, com a retomada dos preços, a venda dos estoques de passagem e o aumento da industrialização da produção a perspectiva é que o setor volte a crescer a taxa de dois dígitos. A meta da entidade é que as 220 cooperativas do Estado atinjam um faturamento conjunto de R$ 100 bilhões nos próximos anos.
GRÃOS - Depois de um ano considerado excepcional para a safra paranaense, que bateu o recorde de 41,6 milhões de toneladas, 2018 deve ter uma colheita menor, mas que deve ser compensada pela melhora das cotações, de acordo com Turra. A China, principal comprador de produtos do Paraná, deve continuar a demandar tanto grãos quanto carnes.
A projeção do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, é que a safra total 2017/2018 fique em 35,5 milhões de toneladas, 10% abaixo da anterior.
“O que tivemos na safra 2016/2017 foi uma combinação de fatores favoráveis, com clima e alta produtividade. Foi uma marca histórica. Mas tudo indica que, mantido o clima bom, a produção da safra 2017/2018 será boa”, diz Francisco Carlos Simioni, diretor-geral do Deral.
INVESTIMENTOS - As cooperativas programam investimentos de R$ 2,2 bilhões para 2018, em novas plantas industriais, principalmente de abate de processamento de frango e suínos. É também na área de suínos que está em curso o maior investimento das cooperativas - um frigorífico que a Frimesa vai construir em Assis Chateaubriand, na região Oeste.
Considerado o maior da América Latina, o frigorífico, com capacidade para abater 15 mil cabeças, deve levar a produção de suínos do Estado para um novo patamar nos próximos anos.
Em produção de carne suína, o Paraná está em segundo lugar, com 21% de participação, atrás apenas de Santa Catarina, com 26%. A expectativa é que, como o novo projeto, o Estado passe a ser também o maior produtor.
FRANGOS - Maior produtor e exportador de frango do País, o Paraná é responsável por 36,57% das exportações nacionais. Exportou US$ 2,34 bilhões de janeiro a novembro de 2017 - 10% mais do que no mesmo período do ano passado.
A previsão do Sindicato da Indústria Avícola do Paraná (Sindiavipar), é que a produção e a exportação de aves do Estado cresça entre 4% e 6% em 2018. O setor deve se beneficiar da retomada do consumo interno em 2018, depois da queda provocada pela recessão.
A previsão da Associação Brasileira de Proteína Animal é que o consumo de carne de frango per capita volte a crescer, passando de 41 quilos para 42 quilos. Em 2011, o consumo chegou a 47 quilos per capita. “Essa retomada, no entanto, vai depender da velocidade da recomposição da renda. Isso deve influenciar o consumo de carnes e também de lácteos” diz o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara.
VULNERÁVEIS - De acordo com o secretário, o Estado vai dar continuidade aos programas para desenvolvimento do setor, com foco em sanidade, manejo de solos, microbacias, fomento à agricultura familiar e atenção especial a regiões mais vulneráveis, como as atendidas pelo programa Pró-Rural, que tem R$ 150 milhões com recursos do Banco Mundial (Bird).
O programa vem levando desenvolvimento e renda para produtores da região Central do Paraná. Atualmente são 132 municípios beneficiados com capacitação de agricultores, regularização fundiária, aquisição de patrulhas para estradas rurais e projetos de agroindustrialização. (Com DERAL)
A exemplo do que acontece na maior parte dos municípios de Mato Grosso do Sul, a situação das ruas e avenidas de Ivinhema tem causado vários transtornos aos moradores e desta vez, o fato aconteceu no bairro Triguinã, na tarde da última terça dia 09.
Um veículo ficou totalmente danificado depois de cair em um buraco na Rua Manoel Carlos Tosta.
Segundo informação do site Ivi Notícias, o motorista estava trabalhando quando passou pela via e caiu no buraco encoberto com água de chuva. O cidadão necessitou de ajuda de vizinhos e populares para retirar o automóvel do local, que ficou impossibilitado de funcionar em razão da lama acumulada.
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Mais duas regiões enfrentam problemas no município, Água Azul e Vitória e também foram alvo de reportagens que contam com a participação da população. Um internauta denunciou que na Rua Vicente Brando Staut, uma verdadeira cratera está tomando conta da via e as pessoas precisam passar pelas calçadas ou mesmo quintal das casas.
Outro relato é de um morador do bairro Vitória, explicando que a prefeitura fez manutenção há dois meses, porém, os reparos não funcionaram. "Moradores jogam entulhos com intenção de tapar os buracos e tornam a situação ainda pior. Com esses buracos, fica mais difícil o transporte dos moradores tanto com veículos quanto caminhando", conclui.
RETORNO MUNICIPAL
O secretário de obras Adalberto Frésca disse que “colocar o maquinário nessas pequenas tréguas é uma maneira de minimizar os problemas causados pelas chuvas, pois muitas ruas e estradas estão intransitáveis, e a administração está em busca de soluções mesmo com esse período chuvoso”.
Segundo o prefeito Tuta, “está sendo feito tudo o que for possível no momento para amparar a população, tendo em vista que as ruas e estradas danificadas atrapalham até o trafego de moradores, e assim que a chuva der uma trégua será feito um trabalho intenso para melhorar essa situação em Ivinhema, no distrito de Amandina e na área rural”, finalizou. (Com Correio do Estado)
A 43ª edição do horário de verão brasileiro, que começou no dia 15 de outubro de 2017, tem apenas mais 38 dias pela frente.
O encerramento desta edição será no dia 18 de fevereiro.
Já a edição de 2018/2019 será duas semanas mais curta. No final do ano passado, o presidente Michel Temer assinou decreto que retarda o início do horário diferenciado. O ajuste dos relógios deverá começar no primeiro domingo de novembro, e não mais no terceiro domingo de outubro, como normalmente. O fim do horário de verão ficará mantido no terceiro domingo de fevereiro.
A mudança foi um pedido do ministro Gilmar Mendes, então presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), para evitar que a mudança de horários esteja em vigor na realização do segundo turno de eleições nacionais, que ocorrem no último domingo de outubro. O horário de verão vale para os estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. No dia 18 de fevereiro, os relógios devem atrasar uma hora quando der zero hora.
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Mas, no ano passado, um debate se formou a cerca da validade do horário de verão para a economia. Para muitos, a economia já não se justifica, já que o consumo de energia está pulverizada em diversos horários do dia, e não apenas entre o fim da tarde e início da noite, o que justificava a hora a mais para o dia. O governo chegou a pensar em uma consulta pública, mas desistiu por causa da proximidade do começo do horário especial. (Com Bem Paraná)
A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) orientou os produtores rurais a esperar para aderir ao programa de regularização do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).
Isso porque, segundo o presidente da entidade, Luiz Cornacchioni, a entidade junto da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) vai tentar derrubar no Congresso os vetos que o presidente Michel Temer fez.
Segundo ele, como o prazo para regularização vai até o dia 28 de fevereiro, o agricultor deve acompanhar o andamento do processo. “Como o prazo é muito curto, o produtor rural corre o risco de ficar inadimplente, o que é pior ainda. Enquanto isso, nós vamos tentar reverter os vetos, não é uma missão simples, até porque a Câmara e o Senado estão em recesso. É preciso ficar em alerta para qualquer mudança”, explicou.
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Cornacchioni explicou que a princípio a Abag vai tentar barrar dois vetos do presidente Temer, entre eles o que muda a alíquota de contribuição de pessoa jurídica.
Apesar disso, ele comemorou a sanção do projeto. “Agora nós temos um mecanismo para trabalhar, lembrando que depois da reversão do Supremo Tribunal Federal (STF) nós ficamos em um limbo sobre o que fazer. Por um lado é bom, já que não tínhamos uma regra até o fim de 2017”, afirmou.
Em nota, a FPA informou que vai tentar derrubar os vetos do projeto. (Com Canal Rural)
Os acusados de matar a ex-cantora do grupo musical Kaoma, Loalva Braz Vieira Machado Ramos, de 63 anos, foram condenados, na última terça dia 09), pela juíza Aline Dias, do Rio de Janeiro.
Wallace de Paula Vieira, que trabalhava como caseiro na pousada da cantora, onde ocorreu o crime, pegou pena de 37 anos de reclusão por roubo com resultado morte (latrocínio) e por causar incêndio em casa habitada. Já os réus Gabriel Ferreira dos Santos e Lucas Silva de Lima, foram condenados, respectivamente, a 28 e 22 anos pelo crime de latrocínio. O regime inicial para cumprimento da pena é fechado e os réus não podem recorrer em liberdade.
De acordo com a denúncia, Loalva estava dormindo em sua pousada, no dia 19 de janeiro de 2017, quando os acusados arrombaram a porta do quarto e a agrediram intensamente, com pauladas, golpes de faca, chutes, socos e enforcando-a, enquanto a vítima pedia socorro. Após as agressões, o trio levou bens da residência da cantora, entre eles jóias, dinheiro em espécie, celular, cartão bancário, a imagem de uma santa, aparelhos de surdez e maquiagem.
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Em seguida, colocaram Loalva em seu carro para saírem do local, mas o veículo parou por problemas mecânicos. Os três retiraram a cantora, agrediram-na e a arrastaram, fazendo com que ela desmaiasse. Depois, a colocaram de volta no veículo, ainda viva, com a cabeça em contato com um botijão de gás e atearam fogo, causando a sua morte e carbonizando o corpo. Wallace, que era funcionário da pousada, ainda incendiou também o imóvel.
Para a magistrada, a autoria dos réus é inconteste, uma vez que foram presos em flagrante delito logo após a prática do crime e com base nos depoimentos das testemunhas, na confissão dos próprios réus e na apreensão de parte dos objetos subtraídos.
“O crime foi premeditado pelos três réus, partindo sua ideia do réu Wallace, que era empregado da própria vítima, dormia no local, tinha conhecimento da rotina da pousada e de sua movimentação financeira, do alto valor lá guardado (R$ 15 mil) e sabia que, no dia e hora do local do delito, a vítima se encontrava sozinha e no seu quarto”, destacou.
Na decisão, a juíza lembrou que a cantora era conhecida nacional e internacionalmente pela interpretação de sucessos como “Chorando se Foi” e “Dançando Lambada” e que Loalva buscava retomar a sua carreira.
Por Assessoria








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