Fake News: TSE lança página para esclarecer eleitores

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) lançou na quinta dia 11, uma página na internet para ajudar a esclarecer o eleitorado brasileiro acerca das informações falsas e falaciosas que vêm sendo disseminadas pelas redes sociais. No entendimento da Justiça Eleitoral, a divulgação de informações corretas, apuradas com rigor e seriedade, é a melhor maneira de enfrentar e combater a desinformação.

 

Pelo link Esclarecimentos sobre informações falsas, qualquer pessoa poderá ter acesso a informações que desconstroem boatos ou veiculações que buscam confundir os eleitores brasileiros. Diante das inúmeras afirmações que tentam macular a higidez do processo eleitoral nacional, nessa página o TSE apresenta links para esclarecimentos oriundos de agências de checagem de conteúdo, alertando para os riscos da desinformação e clamando pelo compartilhamento consciente e responsável de mensagens nas redes sociais.

 

Vale referir que o Tribunal Superior Eleitoral tem encaminhado todos os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para verificação por parte dos órgãos de investigação, especialmente Ministério Público Eleitoral e Polícia Federal. A finalidade é garantir a verificação de eventuais ilícitos e a responsabilização de quem difunde conteúdo inverídico.

 

Até o presente momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração realizado durante as eleições 2018 foi confirmada ou comprovada.
Acesse e tire suas dúvidas

 

Por Assessoria

 

 

 

 

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PF frustra planos de facção que pretendia explodir presídios federais

A Polícia Federal, em conjunto com o Depen (Departamento Penitenciário Nacional), deflagrou na quinta dia 11, as operações Pé de Borracha e Morada do Sol, contra uma facção criminosa que atuava dentro da Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, que tinha como objetivo atacar, com explosivos, unidades do Sistema Prisional Federal e em especial do Depen.

 

Os criminosos também pretendiam sequestrar, torturar e assassinar agentes públicos para pressionar o governo federal e o Supremo Tribunal Federal a fim de "restabelecer as chamadas visitas íntimas no âmbito das penitenciária federais, suspensas desde julho do ano de 2017".

 

Segundo a PF, a análise de bilhetes trocados pelos principais líderes da facção criminosa, que mesmo cumprindo pena em unidade de segurança máxima, conseguiam enviar e receber informações criminosos, apesar do esquema de monitoramento durante as visitas sociais, resultou nas duas operações que frustraram os planos da facção criminosa.

 

"Os repasses de bilhetes se davam através de celas vizinhas por meio de "terezas", pequenas cordas criadas a partir de fios retirados de roupas. Neles continham inúmeras ordens criminosas redigidos de próprio punho pelos principais líderes da facção, para serem colocadas em prática por comparsas em diversos pontos do território nacional", diz a PF. Os bilhetes foram apreendidos pelos agentes de execução penal do Depen. O órgão então acionou a PF.

 

As investigações identificaram ainda que a facção criminosa já tinha feito, inclusive, o levantamento da rotina de vários servidores públicos, fora do ambiente de trabalho, para serem "sequestrados e/ou assassinados" em seus dias de folga.

 

Os policiais estão sendo cumprido três mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão, três deles em celas da Penitenciária Federal de Porto Velho e um em imóvel da capital de Rondônia. A justiça determinou também medidas cautelares, como a proibição de visitas íntimas e a inclusão em regime disciplinar diferenciado. (Com Agência Brasil)

 

 

 

'Não há hipótese de apoiar o PT', diz Alvaro Dias na internet

Depois de conquistar 859 mil votos no primeiro turno da disputa presidencial, o candidato do Podemos , senador Alvaro Dias (PR), usou o Facebook nesta terça-feira para dizer que "não há hipótese de apoiar o PT" no segundo turno entre o candidato do petista, Fernando Haddad, e Jair Bolsonaro (PSL).


Em uma transmissão ao vivo, Alvaro Dias não disse como votará, mas explicou que, por coerência, não tinha como ficar ao lado dos petistas, tão criticados por ele durante toda a campanha. Ele disse ainda que a presidente do Podemos, Renata Abreu, comunicou a ele que pretende fazer uma consulta popular para saber a posição do partido.

 

— Com coerência quero dizer: não imaginem a hipótese de eu apoiar o PT no segundo turno desta eleição. Essa hipótese não existe, é surreal. Porque (essa posição) valoriza a coerência, a verdade, a coragem e jamais vou esquecer o que disse nestes últimos 15 anos: que trata-se de uma organização criminosa que assaltou o Brasil nos últimos anos. Minha posição será ainda resolvida pelo partido. Não apoiarei o PT mesmo que o partido decidisse apoiar, mas a decisão que vier terá o meu respeito — disse Alvaro Dias.

 

 

A posição é semelhante a do Novo, que teve João Amoêdo como candidato. O partido informou nesta terça que não apoiará nem Bolsonaro nem Haddad , mas ressaltou que é "absolutamente contrário" ao PT. (Com Globo.com)

 

 

 

 

 

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Policia identifica responsável por vídeo e descobre que não era arma verdadeira

Em ação deflagrada na manhã de quarta-feira (10), a Polícia Federal identificou a pessoa responsável pelo vídeo divulgado no dia do primeiro turno das eleições 2018 em que o eleitor vota utilizando uma arma de fogo.

 

Após realizar uma busca e apreensão no Paraná, os investigadores descobriram tratar-se de “um simulacro de arma”, ou seja, uma arma falsa.

 

A ação no Paraná foi uma das três realizadas simultaneamente pela PF para investigar e coibir crimes relacionados às eleições de 2018. As outras duas foram em São Paulo e Sergipe e miravam pessoas que gravaram vídeo incitando o ódio contra candidatos. O objetivo dos investigadores é identificar todos os responsáveis por produzir e divulgar informações que possam atrapalhar o andamento da disputa eleitoral.

 

“A gente tem como chegar, é preciso que o cidadão saiba que os atos no mundo virtual também têm consequências e, se for crime, o autor da postagem será identificado. Ninguém é anônimo na rede”, afirmou o delegado Guilherme Torres, da Diretoria de Inteligência Policial da PF. Nesse caso do vídeo do voto com a arma falsa, o responsável irá responder pelo crime de violação de sigilo porque a lei eleitoral proíbe o uso de equipamento de captação de vídeo e foto no momento do voto.

 

A PF conseguiu identificar o autor do vídeo com a arma falsa por meio de um laudo prosopográfico que compara as características faciais como as proporções e curvas. Os investigadores conseguiram separar uma imagem do rosto que aparece no vídeo e comparar com imagens postadas pelo suspeito nas redes sociais.

 

Após a identificação, a PF pediu à Justiça autorização para busca e apreensão contra Maykon Santana Aníbal, de 26 anos. Na residência, os investigadores encontraram a arma falsa e tomaram o depoimento de Aníbal. Ele teria confessado que gravou o vídeo e alegou ter bebido.

 

ÓDIO

No RS, jovem é marcada com suástica


Em Porto Alegre, uma mulher de 19 anos afirmou ter sido marcada na barriga por três agressores em represália por estar usando uma camiseta com a frase #Elenão, em referência ao candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Sua denúncia foi registrada em delegacia, e a polícia está apurando. Foi mais um caso de uma série de denúncias de agressões que teriam sido cometidas por apoiadores do presidenciável do PSL nos dias que anteriores e posteriores à eleição.
Em seu relato, a mulher, que não quis se identificar com medo de represálias, afirmou que ao descer do ônibus na última segunda-feira (8) foi abordada por três homens por conta de sua camisa contra Bolsonaro na rua Baronesa de Gravataí, em Porto Alegre. Na sua versão, um deles lhe deu um soco e depois os agressores a seguraram enquanto a marcavam com a suástica com um canivete. No entanto, o delegado Paulo Jardim, que cuida do caso, nega se tratar de uma suástica. “Eu disse é um símbolo religioso, universal, budista, é viagem isso aí (dizer que é suástica)”, disse. 

 

 

 

 

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A vida imita a arte. Filha mata a mãe como na Novela

A novela de João Emanuel Carneiro, Segundo Sol, serviu supostamente de inspiração para uma tragédia familiar.

 

Paloma Botelho de Vasconcellos, de 21 anos, matou a própria mãe com injeção de ar, o mesmo modo que Laureta (Adriana Esteves) usa para matar seus inimigos sem deixar rastros. O crime ocorreu no dia 2, no Rio de Janeiro – mesmo dia em que a cafetina matou Galdino (Narcival Rubens). 

 

Na trama, Laureta matou Januária (Zeca de Abreu) da mesma forma e, até hoje, não descobriram que a morte foi criminal. Da mesma forma que na ficção, Dircelene Botelho foi enterrada na última quarta dia 03, sem qualquer suspeita da polícia e familiares, como se tivesse tido uma morte natural. Contudo, o padrasto de Paloma descobriu o assassinato depois de rever as imagens do circuito de imagens das câmeras.

 

De acordo com a Polícia Civil, Paloma teve a ajuda do namorado, Gabriel Neves, 26 anos. Antes de aplicarem a injeção de ar, os dois tentaram asfixiar a comerciante com um saco plástico.

 

Segundo o inspetor responsável pelo caso, Paloma admitiu que se inspirou na cena de Laureta. “Eles aplicaram um pano com formol no nariz da vítima. Depois a ‘colocaram no saco’, como no filme Tropa de Elite [2007], amarrando com uma fita na cabeça”, disse ao Notícias da TV o inspetor da Polícia Civil Alexandre Gheren, 44 anos, da 105ª DP, em Petrópolis. “A Paloma admitiu no depoimento que, como a mãe ainda se mexia depois da asfixia, usou a injeção da Laureta para matá-la”, contou. (Com informações do site Notícias da TV)

 

 

 

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PF faz operação contra tráfico internacional de drogas por navios

Policiais federais e militares da Capitania dos Portos cumprem nesta quarta dia 10, 18 mandados de prisão temporária contra suspeitos de tráfico internacional de drogas por via marítima. A ação, que conta com o apoio da Receita Federal e da Aeronáutica, tem como foco uma quadrilha especializada em transportar cocaína por meio de contêineres em navios que seguem para a Europa. A droga é transportada em meio a cargas lícitas, de acordo com a PF (Polícia Federal).

 

Ainda segundo a PF, a organização criminosa usa pequenas embarcações que encostam nos navios ancorados nos portos e levam a carga de drogas para dentro deles. Como o pequeno barco se aproxima pelo mar, ele fica escondido da visão das autoridades portuárias. Uma vez dentro do navio, a cocaína é colocada ilegalmente em contêineres previamente escolhidos de acordo com o destino.

 

Participam da operação 200 policiais federais. Além dos mandados de prisão temporária, estão sendo cumpridos 22 de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e da Paraíba. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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