Um avião com 157 pessoas caiu neste domingo dia 10, apenas seis minutos depois de decolar da capital da Etiópia, Adis Abeba. Segundo informações da empresa aérea Ethiopian Airlines, não há sobreviventes.
De acordo com o Portal Uol, a queda de um Boeing 737 MAX 8 da empresa aérea Ethiopian Airlines ocorreu no entorno de Bishoftu, região também conhecida como Debre Zeit, distante cerca de 50 quilômetros ao sul da capital do país.
A causa do acidente ainda é desconhecida, mas dados da rede Flightradar24 ADS-B mostraram que a velocidade vertical da aeronave ficou instável depois da decolagem. A aeronave decolou às 8h38 (2h38 em Brasília) e iria para Nairóbi, capital do Quênia.
De acordo com a companhia aérea, estavam no avião 149 passageiros e oito tripulantes. As pessoas a bordo são de 33 nacionalidades diferentes. Entre as vítimas, estão 32 quenianos e 17 etíopes, segundo o porta-voz da companhia aérea. A aeronave 737 Max-8 é um modelo lançado em 2016 e foi adicionado à frota da Ethiopian Airlines no ano passado. (UOL)
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Um trabalhador caiu em uma máquina de trituração de frangos e morreu na tarde desta quinta dia 07, em Eldorado (MS), município distante 441 km de Campo Grande.
De acordo com as informações da polícia, o homem operava a máquina de triturar, por volta das 17h, quando caiu. No equipamento já havia algumas carnes e o corpo do rapaz também foi triturado.
Consta no boletim de ocorrência que o homem caiu, foi sugado pela máquina e teve morte instantânea.
No momento do acidente, o trabalhador realizava atividades rotineiras, quando em determinado momento, ao jogar os temperos, que faz a preparação das carnes de embutidos (salsichas, mortadelas e outros) ele caiu e foi sugado. (Com Mídia Mix)
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Os brasileiros que se divertiram e pularam em vários bloquinhos pelo País mal se despediram do carnaval e já estão de olho nos próximos feriados. É melhor não se animar muito: quatro deles vão cair no fim de semana e o número de emendas neste ano é menor do que em 2018.
Veja abaixo a lista de dias de descanso que ainda estão por vir (feriados estaduais e municipais não estão mencionados).
Feriados nacionais
• 19 de abril: Sexta-feira Santa (sexta-feira)
• 21 de abril: Páscoa / Tiradentes (domingo)
• 1.º de maio: Dia do Trabalho (quarta-feira)
• 7 de setembro: Independência do Brasil (sábado)
• 12 de outubro: Nossa Senhora Aparecida (sábado)
• 2 de novembro: Finados (sábado)
• 15 de novembro: Proclamação da República (sexta-feira)
• 25 de dezembro: Natal (quarta-feira)
Pontos facultativos
• 20 de junho: Corpus Christi (quinta-feira)
• 28 de outubro: Dia do Servidor Público (segunda-feira)
• 24 de dezembro: Véspera de natal (terça-feira) - após 14h
• 31 de dezembro: Véspera de ano-novo (terça-feira) - após 14h (Com MSN)
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta dia 07,, durante uma transmissão ao vivo via rede social, que discute com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o fim das lombadas eletrônicas.
Ele afirma que novos equipamentos não serão instalados e defende que as lombadas eletrônicas já existentes não terão suas validades renovadas.
“Há uma quantidade enorme de lombadas eletrônicas no Brasil, é quase impossível viajar sem receber uma multa. A gente sabe, ou desconfia, que o objetivo não é reduzir os acidentes", analisou Bolsonaro.
De acordo com ele, as empresas de estadas pedagiadas "descobriram que o monitoramento pode fazer parte do tipo de serviço que aumenta a arrecadação". (Com R7)
A força-tarefa que apura o rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), com 193 mortes confirmadas e 115 desaparecidos, põe em primeiro plano agora a investigação sobre o departamento da empresa criado justamente para impedir essas tragédias. Surgido após o rompimento da estrutura de Mariana em 2015, maior desastre ambiental do País, o setor de geotecnia da Vale não só teria deixado de agir para reduzir riscos nessas estruturas, como teria trocado empresas e pressionado auditores para obter laudos de segurança, segundo os investigadores.
Essa suspeita motivou um pedido oficial dos Ministérios Públicos Federal e Estadual e das Polícias Civil e Federal para afastar todos os responsáveis por essa área, além dos principais executivos da Vale, até a próxima segunda-feira. Na lista estão cinco engenheiros e diretores de Geotecnia, além de Alexandre Campanha, gerente executivo de Governança de Geotecnia Corporativa e Marilene Christina de Assis Araujo, gerente de Gestão de Estruturas Geotécnicas. Nenhum deles, até agora, deixou suas funções e a Vale pode ser responsabilizada criminalmente.
No dia 2, o diretor-presidente Fábio Schvartsman pediu afastamento temporário de suas funções. Na mesma linha agiram Gerd Peter Poppinga, diretor executivo de ferrosos e carvão; Lúcio Flavio Cavalli, diretor de Planejamento e Desenvolvimento de Ferrosos e Carvão; e Silmar Magalhães Silva, diretor de Operações do Corredor Sudeste da Vale. O MP solicitou que os quatro, Campanha, Marilene e mais três integrantes de postos-chave deixem todas as atividades na Vale.
O principal ponto da análise da força-tarefa é a troca de empresas contratadas pela mineradora para dar laudos de segurança em Brumadinho. A mudança ocorreu em 2018, e pode ser um indício de que a multinacional sabia dos problemas na estrutura e buscou formas de continuar operando. Em setembro, a Tractebel, que prestava serviço para a Vale, informou que os dados analisados não permitiam declarar estabilidade da estrutura naquele mês. "Já ouvimos várias pessoas dentro desta linha de investigação", afirma um integrante da força-tarefa.
Em seguida ao comunicado da Tractebel , a Vale informou à empresa de auditoria externa que, por essa "divergência", não mais usaria seus serviços. Foi quando o trabalho acabou assumido pela empresa Tüv Süd, "que se encarregou de emitir a declaração de estabilidade em setembro de 2018 (com fator de segurança inferior às recomendações técnicas)", cita a força-tarefa. Um dos engenheiros da Tüv Süd que chegaram a ser presos nas investigações, Makoto Namba, disse em depoimento ter sidoi pressionado pela Vale a emitir o laudo. A questão sobre a "divergência" e os problemas levantados pela Tüv Süd são os mesmos: água em excesso na barragem, o que é apontado pelos técnicos até agora como a principal hipótese para o desastre.
A promotora Andressa Lanchotti, que coordena a força-tarefa, não comentou a troca das empresas pela Vale, e se limitou a dizer que "as investigações vão muito bem". Na recomendação enviada à mineradora por ela, promotores, procuradores e delegados, cita-se textualmente que "a área de geotecnia corporativa da Vale atuou de forma sistemática para alcançar declarações de estabilidade de barragens de estruturas que não atendiam aos parâmetros legais e estipulados pela própria empresa".
A Vale informou ao Estado nesta quinta que ainda não tem posicionamento a respeito do afastamento dos dez executivos e funcionários - e tem prazo até segunda-feira. Caso não haja o afastamento, a força-tarefa pode pleitear à Justiça até a suspensão parcial de atividades. O documento oficial da força-tarefa revela a intenção também de responsabilizar individualmente os citados pela tragédia.
O documento alerta também que o Conselho de Administração e a presidente do Comitê Consultivo Independente Extraordinário para Investigação, a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Ellen Gracie, já haviam sido notificados dos riscos em outras barragens no início de fevereiro. Mesmo assim, afirma, as medidas de segurança, como a retirada de moradores de áreas de risco, só foram tomadas depois que a Agência Nacional de Mineração (ANM) se posicionou.
O Estado apurou que a Vale enfrenta questões jurídicas e financeiras para a saída dos funcionários. Para o afastamento definitivo do presidente e dos ttrês diretores foi calculado gasto de cerca de R$ 80 milhões.
Os promotores ainda investigam porque as recomendações de segurança em painéis internacionais sobre barragens, outra das medidas práticas de segurança adotadas pela Vale pós-Mariana, também foram ignoradas. Um dos alertas, de outubro de 2018, referia-se justamente à barragem que rompeu.
Procurada, a Tractebel informa que "continua contribuindo com as autoridades". Ela já teria sido ouvida pelos promotores sobre o caso. Também por nota, a Tüv Süd disse que "está investigando minuciosamente seus processos internos, bem como possíveis causas para o trágico colapso".
Famílias
Promotores que acompanham o caso também se queixam da dificuldade em negociar com a Vale. Nesta quinta-feira, após a quinta audiência de conciliação com a mineradora para discutir o pagamento de auxílio emergencial aos afetados pela tragédia, os representantes do MPF, Edmundo Dias, e do MP-MG, André Sperling, reclamaram da morosidade da Vale.
"Sempre que é possível um adiamento, eles estão tentando fazer. O que estamos falando aqui é de pagamentos emergenciais. Só para conseguir o necessário para que as pessoas sobrevivam tem havido dificuldade", disse Sperling, frisando que as discussões ainda não envolvem as indenizações definitivas.
Mas o representante do MPF destacou que a audiência trouxe avanços, já que a empresa concordou com o pagamento de uma cesta básica por núcleo familiar durante 12 meses. Procurada, a Vale não se pronunciou a respeito. (Com Estadão Conteúdo/Terra)
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Na busca por métodos de contracepção após a gravidez, muitas mulheres acabam optando por colocar o DIU (Dispositivo Intrauterino). No fim de 2007, a americana Melinda Nichols, de Ohio, decidiu realizar o procedimento após o nascimento do seu terceiro filho.
Algumas semanas depois de colocar o DIU, a mulher voltou ao médico para ver se estava tudo bem, mas o exame de raio x mostrou que o objeto tinha sumido do seu corpo. O médico disse que provavelmente seu organismo havia expelido o DIU, explicando que isso era comum e pediu para que ela escolhesse outro método contraceptivo. Então, ela decidiu fazer uma ligadura de trompas.
Por 11 anos, Melinda deixou de dar importância para esse acontecimento até que em novembro de 2018 ela começou a sentir dores nas costas e fez um raio x abdominal para analisar. Quando os resultados chegaram, os médicos informaram a mulher que ela deveria procurar seu ginecologista porque o DIU estava "em um lugar estranho". A radiografia mostrou que o implante aparentemente perfurou o colo do útero e migrou para a cavidade abdominal.
"Eu fiquei chocada. Não tinha a menor ideia de que ele ficou dentro de mim por 11 anos! Às vezes eu sentia uma dor esquisita na lateral da barriga. Mas quem vai ao médico só porque sente uma dor estranha de vez em quando?", disse ao The New York Post.
Segundo o ginecologista e obstetra Stephen Chasen, do hospital Weill Cornell Medicine, de Nova York, esse é um caso raro e é causado, principalmente, pela inexperiência do médico que realizou a colocação.
Além disso, outra possibilidade é que o DIU tenha desgastado parte do útero e ido para outro lugar do abdômen. "Nestes casos de desgaste, não está claro por que isso acontece ou se pode ou não ser evitado", disse Chasen.
Em janeiro deste ano, Melinda teve o DIU removido através de uma laparoscopia. "Se você tem um DIU, tenha certeza que ele está no lugar correto. Se te disserem que ele foi expelido, garanta que eles SABEM que foi isso que aconteceu", revelou a mulher ao site.
O que é o DIU?
A sigla DIU significa dispositivo intrauterino e se refere ao método contraceptivo em que uma pequena haste em forma de Y é colocada dentro do útero.
Esta pequena haste fica por um tempo dentro do útero (que varia de 5 a 10 anos) e libera substâncias que tornam o útero um local hostil para o espermatozoide, impedindo que ele fecunde o óvulo. (Com Minha Vida)
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