A amazonense Mayra Dias, de 26 anos, foi coroada a Miss Brasil 2018 durante cerimônia realizada na noite deste sábado dia 26, na cidade do Rio de Janeiro.
Jornalista e apresentadora de TV, Mayra é natural do município de Itacoatiara. O segundo lugar foi para o estado da Bahia e o terceiro para a Miss Ceará.
Com o feito, Mayra se torna a segunda amazonense da história a receber a coroa do Miss Brasil. A primeira foi Terezinha Morango, em 1957, a vice no Miss Universo daquele ano. “Agora mais do que nunca é trazer o Miss Universo para o nosso País. Vou comemorar”, disse Mayra logo após a coroação durante entrevista.
A jornalista de 26 anos desbancou outras 26 candidatas.
"Eu não consigo nem descrever", disse a jovem ao ser questionada sobre o que estava sentido ao receber o título.
Entre as cinco finalistas, ficaram ainda as candidatas de Alagoas, Bahia, Ceará e Santa Catarina.

A vencedora recebeu a coroa da Miss Brasil Be Emotion 2017, Monalysa Alcântara, do Piauí — ela foi a terceira mulher negra a vencer a premiação.
Pouco antes do anúncio, passaram pelo palco o grupo Dream Team do Passinho e a cantora Fernanda Abreu, que se apresentaram durante a cerimônia. A noite ainda foi marcada por uma homenagem a Martha Vasconcelos, 69, Miss Brasil e Miss Universo em 1968.
Mayra será a candidata do Brasil ao Miss Universo 2018, ainda sem data e local confirmados. Além do título, ela recebe uma coroa confeccionada pela designer de joias Gabriela Tannus, em prata com brilhantes e esmeraldas, e um Cruzeiro, de sete dias, da MSC pelas praias brasileiras.
Depois de mais de 50 anos de trabalho na erradicação e prevenção da febre aftosa nos rebanhos, o Brasil recebe nesta quinta dia 24, a certificação de país livre da doença com vacinação, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). As ações, compartilhadas entre os governos federal e estaduais e o setor privado, incluem a vacinação nos pastos, a vigilância nas fronteiras e a estruturação da rede laboratorial do país.
A maioria dos estados brasileiros já tinha o reconhecimento de zona livre da aftosa com vacinação. Agora, com o novo status sanitário, a comercialização de carnes e animais vivos será facilitada tanto dentro quanto fora do país. “Isso mostra que o país, com um dos maiores rebanhos do mundo, tem se preocupado com as questões sanitárias. Isso passa mais credibilidade e segurança a compradores”, disse o superintendente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi.
Segundo ele, a certificação de país livre de aftosa pode, inclusive, agregar valor a outros setores, como o da suinocultura.
Depois de mais de 50 anos de trabalho na erradicação e prevenção da febre aftosa nos rebanhos, o Brasil recebe nesta quinta dia 24, a certificação de país livre da doença com vacinação, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). As ações, compartilhadas entre os governos federal e estaduais e o setor privado, incluem a vacinação nos pastos, a vigilância nas fronteiras e a estruturação da rede laboratorial do país.
A maioria dos estados brasileiros já tinha o reconhecimento de zona livre da aftosa com vacinação. Agora, com o novo status sanitário, a comercialização de carnes e animais vivos será facilitada tanto dentro quanto fora do país. “Isso mostra que o país, com um dos maiores rebanhos do mundo, tem se preocupado com as questões sanitárias. Isso passa mais credibilidade e segurança a compradores”, disse o superintendente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi.
Segundo ele, a certificação de país livre de aftosa pode, inclusive, agregar valor a outros setores, como o da suinocultura.
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O presidente Michel Temer disse nesta sexta dia 25, que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhonheiros em greve. Ele fez um pronunciamento no Palácio do Planalto.
Temer optou por acionar as forças federais depois de se reunir com ministros para uma "avaliação de segurança" sobre a situação no país, já que a greve dos caminhoneiros continuou, apesar do acordo firmado entre governo e representantes da categoria na noite de quinta dia 24.
"Comunico que acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos senhores governadores que façam o mesmo", disse o presidente.
Segundo assessoria do Ministério da Segurança Pública, as forças federais incluem: Exército, Marinha, Aeronáutica e Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Temer disse que tomou a decisão para evitar que a população fique sem produtos de "primeira necessidade".
"Não vamos permitir que a população fique sem gêneros de primeira necessidade. Não vamos permitir que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas. Não vamos permitir que crianças sejam prejudicadas pelo fechamento de escolas. Como não vamos permitir que produtores tenham seu trabalho mais afetado", afirmou Temer.
Temer disse que o governo atendeu os pedidos dos caminhoneiros, mas, segundo ele, uma "minoria radical" dos grevistas não quis cumprir o acordo.
Em razão da paralisação, há registros de falta de alimentos em supermercados e de combustível em postos de gasolina, o transporte coletivo em diversas cidades foi afetado, indústrias pararam atividades e voos começaram a ser cancelados por falta de combustível nos aeroportos.
O governo federal e representantes de caminhoneiros anunciaram proposta para suspender a greve por 15 dias. Contudo, as manifestações continuaram pelo país.
Mais cedo, Padilha afirmou que é preciso "dar um tempo" aos caminhoneiros, pois o fim da greve não ocorre de forma imediata. O ministro afirmou que o governo "confia" que a categoria vai cumprir o acordo nos próximos dias.
Na quinta, entre outros pontos, o governo propôs aos caminhoneiros manter a redução de 10% do preço do óleo diesel nas refinarias e reajustar o preço com periodicidade mínima de 30 dias.
A partir disso, a cada 30 dias, a Petrobras vai estipular o preço que será cobrado nas refinarias ao longo do mês. A União vai compensar a Petrobras por eventuais perdas e a estimativa é de que repasse R$ 4,9 bilhões à estatal até o final do ano. (Com G1)
O acordo que o governo tenta fechar com os caminhoneiros vai custar R$ 5 bilhões. Segundo estimativas da área econômica, esse é o valor para garantir que os reajustes de preços do diesel sejam mensais e não diários até o final deste ano.
Os caminhoneiros não aceitaram a proposta do governo, que só pretendia zerar a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) sobre o diesel. Com o avanço dos protestos, que comprometeram a distribuição de mercadorias e combustíveis no país, a Petrobras anunciou, na quarta dia 23, descontos de 10% no diesel nas refinarias por 15 dias para dar tempo ao governo negociar com o setor.
Isso não foi suficiente para atender à demanda principal dos caminhoneiros: a previsibilidade dos reajustes de preços. O governo cedeu e se comprometeu a garantir descontos de 10% por mais 15 dias – que custarão R$ 350 milhões – e assumiu subsidiar a Petrobras que, por sua vez, passará a fazer reajustes mensais em vez de repassar as variações de preço diariamente para as refinarias, como funciona hoje.
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Governo e representantes de caminhoneiros chegaram a um acordo e a paralisação será suspensa por 15 dias.
Em troca, a Petrobras mantém a redução de 10% no valor do diesel nas refinarias por 30 dias enquanto o governo costura formas de reduzir os preços. A Petrobras mantém o compromisso de custear esse desconto, estimado em R$ 350 milhões, nos primeiros 15 dias. Os próximos 15 dias serão patrocinados pela União.
O governo também prometeu uma previsibilidade mensal nos preços do diesel até o final do ano sem mexer na política de preços da Petrobras e irá subsidiar a diferença do preço em relação aos valores estipulados pela estatal a cada mês. “Nos momentos em que o preço do diesel na refinaria cair e ficar abaixo do fixado, a Petrobras passa a ter um crédito que vai reduzindo o custo do Tesouro”, disse o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.
O governo também se comprometeu a zerar a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para o diesel até o fim do ano e negociará com os estados buscando o fim da cobrança de pedágio para caminhões que trafegam vazios, com eixo suspenso. “Chegou a hora de olhar para as pessoas que estão sem alimentos ou medicamentos. O Brasil é um país rodoviário. A família brasileira depende do transporte rodoviário. Celebramos esse acordo, correspondendo a essas solicitações, dizendo humildemente aos caminhoneiros que precisamos de vocês”, disse o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.
Sem unanimidade
A decisão de suspender a paralisação, porém, não é unânime. Das onze entidades do setor de transporte, em sua maioria caminhoneiros, que participaram do encontro, uma delas, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que representa 700 mil caminhoneiros, recusou a proposta. O presidente da associação, José Fonseca Lopes, deixou a reunião no meio da tarde e disse que continuará parado. “Todo mundo acatou a posição que pediram, mas eu não. [...] vim resolver o problema do PIS, do Cofins e da Cide, que tá embutido no preço do combustível”, disse Lopes.
Os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Valter Casimiro (Transportes), além do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, se sentaram à mesa com representantes dos caminhoneiros decididos a ter um respiro na paralisação, que afeta distribuição de produtos em todo o país. Os ministros entendem que o governo e a Petrobras têm mostrado iniciativa suficiente.
Os representantes dos caminhoneiros pedem o fim da carga tributária sobre o óleo diesel. Eles contam com a aprovação, no Senado, da isenção da cobrança do PIS/Pasep e da Cofins incidente sobre o diesel até o fim do ano. A matéria foi aprovada ontem pela Câmara e segue agora para o Senado. Caso seja aprovava, a isenção desses impostos precisará ser sancionada pelo presidente da República.
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O Facebook divulgou dados retirados de um trabalho interno batizado de "Relatório de Transparência dos Padrões da Comunidade", desenvolvido com o objetivo de combater conteúdos e usuários falsos.
Entre janeiro e março, 583 milhões de contas falsas foram desativadas, a maior parte em poucos minutos depois de terem sido registradas, garante a empresa. Além disso foram derrubados 837 milhões de spams criados por esses perfis fraudulentos.
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"Ao todo, estimamos que entre três a quatro por cento das contas ativas do Facebook nesse período (janeiro a março) ainda eram falsas", diz comunicado do Facebook.
A empresa destaca também a remoção de 21 milhões de conteúdos de nudez ou pornografia adulta nos três primeiros meses do ano.
"Para assuntos como violência gráfica e discurso de ódio, nossa tecnologia ainda não funciona tão bem, então é necessária a verificação do conteúdo por nossas equipes de revisão. Removemos ou aplicamos notificações de aviso em cerca de três milhões e meio de conteúdos violentos no primeiro trimestre de 2018 – 86% deles foram inicialmente identificados pela nossa tecnologia antes de serem denunciados ao Facebook. Também removemos 2,5 milhões de conteúdos com discurso de ódio no primeiro trimestre de 2018 – 38% dos quais foram sinalizados por nossa tecnologia."





















