Termina hoje prazo para inscrição no Fies

Após prorrogação, termina às 23h59 de desta terça dia 24, o prazo para inscrição no Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) para vagas no segundo semestre deste ano. As inscrições devem ser feitas na página do Fies, na internet.

 

Nesta edição, são ofertadas pelo menos 155 mil vagas, das quais 50 mil com juro zero. O programa concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas que tenham avaliação positiva do Ministério da Educação.

 

O resultado da seleção do Fies será divulgado no dia 30 deste mês, em chamada única. Os candidatos pré-selecionados deverão complementar as informações da inscrição do dia 30 deste mês até 3 de agosto e, em seguida, fechar a contratação do financiamento.

 

Pode concorrer às vagas quem fez uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, teve média igual ou superior a 450 pontos e não tirou zero na redação.

 

Modalidades

 

O novo Fies tem modalidades de acordo com a renda familiar do candidato. A que tem juro zero destina-se a candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos (R$ 2.862). Nesse caso, o financiamento mínimo é 50% do curso, e o limite máximo semestral de R$ 42 mil.

 

A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre três (R$ 2.862) e cinco salários mínimos (R$ 4.770). Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de desenvolvimento. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Energia elétrica impulsiona inflação oficial na prévia de julho

O aumento médio de 6,77% no custo da energia elétrica no país foi o principal responsável pela inflação de 0,64% registrada pela prévia de julho do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o IPCA-15. Entre a segunda quinzena de junho e a primeira quinzena de julho (período de apuração da pesquisa), houve reajustes da tarifas nas concessionárias de São Paulo, Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte.

 

Segundo o IBGE, o custo com habitação, que subiu 1,99%, foi puxado também por aumentos de preço do gás de botijão (1,36%), gás encanado (1,24%) e tarifa de esgoto (1,27%).

 

Outros grupos de despesa que influenciaram a prévia de julho da inflação oficial foram os alimentos, com taxa de 0,61%, e os transportes, com alta de preços de 0,79%.

 

O aumento de preços dos alimentos foi puxado por produtos como leite longa vida (18,3%), frango inteiro (6,69%), frango em pedaços (4,11%), arroz (3,15%), pão francês (2,58%) e carne (1,1%). Por outro lado, alimentos que tinham sentido uma alta de preços na prévia de junho devido à greve dos caminhoneiros, desta vez tiveram deflação: batata-inglesa (24,8%), tomate (23,57%), cebola (21,37%), hortaliças (7,63%) e frutas (5,24%).

 

A inflação dos transportes foi influenciada bastante pelo aumento da passagem aérea (45,05%). Os combustíveis, que haviam tido alta de 5,94% em junho, tiveram deflação de 0,57%, por causa da queda de preços do óleo diesel (6,29%), etanol (0,78%) e gasolina (0,37%). (Com Catve)

 

 

 

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Temperaturas altas deixam 30 mortos no Japão

Temperaturas que beiram os 40 graus, causou a morte de mais de 30 pessoas no Japão.

 

A informação para os próximos dias é de que a temperatura permaneça alta, segundo informações da AMJ (Agência Meteorológica do Japão).

 

Até sexta dia 20, 10 mil pessoas tiveram que ser hospitalizadas, devido a choques térmicos, segundo dados das autoridades locais divulgados pela agência japonesa "Kyodo".

 

Três mil chamadas de emergências já foram atendidas pelo corpo de bmnbeiros da capital japonesa, que sofre com temperaturas próximas dos 40 graus.

 

Uma criança de seis anos faleceu na terça dia 17, após participar de uma aula ao ar livre. O Ministério da Educação japonês recomendou que as instituições de ensino tomem cuidados evitando casos como esse. (Com Agência Brasil)

 

 

 

'Doutor Bumbum' é preso pela polícia do Rio

Policiais do 31º BPM (Barra da Tijuca) prenderam na tarde desta quinta dia 19, o médico Denis Furtado, conhecido como Dr. Bumbum. Denis César Barros Furtado, de 45 anos, e sua mãe, Maria de Fátima Barros Furtado, 66, estavam foragidos.

 

Ele é acusado da morte da bancária Lilian Calixto, de Cuiabá (MT), ocorrida no último domingo, depois de submetê-la a procedimento estético irregular, realizado em sua cobertura, no mesmo bairro.

 

Denis foi detido em um centro empresarial na zona oeste e foi encaminhado para a 16ª DP (Barra da Tijuca).

 

O médico foi indiciado por homicídio doloso e associação criminosa e teve a prisão decretada pela Justiça. A polícia ainda não confirma que a mãe foi presa. (Com Estadão)

 

 

 

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Após Copa do Mundo, economia ‘cai na real’ e pessimismo volta

Encerrada a Copa do Mundo, as atenções (do público e da imprensa) desviam-se dos gramados russos e voltam-se à dura realidade brasileira.

 

Com um persistente cenário de crise política e os efeitos da greve dos caminhoneiros ainda reverberando, as perspectivas de recuperação econômica recuam e o pessimismo toma conta.


Deonízia Gabardo, proprietária da Comemorare, empresa de artigos de festas, comenta que o movimento durante o evento Fifa foi positivo, com incremento de aproximadamente 15% no faturamento. Depois da eliminação brasileira nas quartas de final da competição, contudo, a situação voltou “à estaca zero”, como afirma a empresária.“O ano todo veio muito tranquilo, movimento muito baixo, aquém das expectativas e abaixo do ano passado. Não sei, estou um pouco preocupada”.

 

No setor gastrônomico, a situação é parecida. De acordo com Fabio Aguayo, presidente do Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares do Município de Curitiba (Sindiabrabar), a Copa do Mundo ajudou a incrementar entre 20 e 60% o movimento nos bares e casas noturnas da cidade. O problema, agora, é como será a situação para o restante do ano.


“O setor de gastronomia é um dos que mais sente esses impactos (de retração econômica), porque o cidadão se recolhe. Por isso, segunda, terça e quarta vemos lugares paraticamente desertos. Em tempos bons, os estabelecimentos tem movimento de segunda a segunda”, comenta Aguayo.


Os indicadores mais recentes, inclusive, reforçam o pessimismo. Nesta semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) piorou sua previsão de crescimento para a economia brasileira em 2018 para 1,1%, interrompendo uma sequência de três revisões positivas. Já o Banco Central anunciou que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, recuou 3,34% em maio na comparação com abril, alcançando seu pior resultado desde dezembro de 2016. Já o IPCA, índice de inflação oficial do país, teve alta de 1,26% em junho, na maior alta para o mês desde 1995 e o maior índice desde janeiro de 2016, quando considerado todos os meses.


Diante de um cenário desses, não é de surpreender que todos os indicadores de confiança do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), tenham registrado queda no mês de junho.


Até mesmo setor imobiliário que vinha com boa perspsectiva, agora se preocupa. Apesar de ter crédito, faltam comrpadores, que estão preocupados em fazer uma dívida grande como a compra de um imóvel em tempos de incerteza. (Com Bem Paraná)

 

 

 

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