A foto do parto humanizado foi feita em Balneário Camburiú, Santa Catarina.
A fotógrafa especializada em nascimentos Bruna Costa fez um registro emocionante de um parto cesárea. No clique, Bruna conseguiu captar o momento exato em que o bebê agarrou o dedo da obstetra ao nascer.
“E quando a baby tira a mão para fora e pega na mão da obstetra antes mesmo de nascer”, escreve a fotógrafa em sua conta no Instagram ao compartilhar a imagem do parto cesárea . A recém-nascida, chamada Luana, é filha da catarinense Mariana Floriano de Senna, de Balneário Camburiú, que pareceu emocionada ao ver a cena. “Minha princesa! Minha vida! A mão mais linda que Deus criou, emocionante o nosso momento! Mamãe te ama!”, comenta na publicação de Bruna.
Depois do nascimento, que correu de forma tranquila e saudável, a pequena continuou, surpreendentemente, segurando a mão da obstetra e Bruna fez outro registro desse novo momento. “E a nossa bebezinha linda de ontem continuou segurando as coisas, menina forte”, escreve a fotógrafa.
Sensíveis e emocionantes, os cliques de Bruna tocaram os internautas, que reuniram uma série de comentários positivos tanto sobre o momento quanto sobre o trabalho feito pela fotógrafa.
“Parabéns pelo registro e sensibilidade”, diz uma seguidora. “Se você não ganhar um prêmio com essa foto, a gente inventa um para você”, escreve outra. “Que cena linda!”, completa mais uma.
Parto cesárea humanizado
O parto cesárea de Mariana Floriana de Senna foi humanizado, respeitando os processos naturais da criança e da mãe.
O debate sobre a humanização do parto é cada vez mais forte entre mães e profissionais da saúde. Com o crescimento da preocupação de uma gestação segura e respeitosa, novas formas de pensar o parto começam a surgir. Além do parto normal humanizado, algumas mulheres estão buscando a cesárea humanizada. Como foi o caso de Mariana, mãe da pequena registrada pela fotógrafa Bruna, pelo que indica uma das hastags usadas pela profissional nas fotos.
A premissa é a mesma: o processo de gerar e dar à luz é humano, natural e instintivo. Ou seja, a saúde física e emocional da mãe e do bebê é respeitada durante os nove meses de gravidez, durante o parto e o pós-parto, visando sempre o bem-estar de ambos. Quando acontece um parto cesárea , isso também é levado em conta, a diferença é que há a intervenção cirúrgica durante o nascimento para garantir a saúde dos dois. (Com Delas - iG)
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As granjas brasileiras registraram a produção de 928,42 milhões de dúzias de ovos no quarto trimestre de 2018. Segundo dados divulgados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior valor da série da histórica da pesquisa, iniciada em 1987.
A produção de ovos do quarto trimestre foi 1% maior do que a registrada no terceiro trimestre e 8,2% superior ao resultado do quarto trimestre de 2017.
A pesquisa também analisa as aquisições de leite e de couro pelas unidades beneficiadoras do país. A aquisição de leite registrou aumentos de 7,2% em relação ao terceiro trimestre de 2018 e de 2,5% na comparação com o quarto trimestre de 2017. Já a aquisição de couro teve queda de 2,1% em relação ao terceiro trimestre e alta de 2% em relação ao quarto trimestre do ano anterior.
Abate de animais
O IBGE também divulgou hoje as pesquisas de abates de bovinos, suínos e de frangos. O abate de bovinos chegou a 8,09 milhões de cabeças de bovinos no quarto trimestre de 2018, uma queda de 2,3% na comparação com o terceiro trimestre. O resultado é 0,4% maior do que o do quarto trimestre de 2017.
No quarto trimestre de 2018, foram abatidas 11,1 milhões de cabeças de suínos, representando queda de 4,0% em relação ao trimestre imediatamente anterior e um crescimento de 0,4% na comparação com o mesmo período de 2017.
No país, foram abatidas 1,42 bilhão de cabeças de frangos, no quarto trimestre de 2018. Esse resultado significou queda em relação ao trimestre imediatamente anterior (-0,7%) e ao mesmo período de 2017 (-0,9%). (Com Agência Brasil)
Nas últimas décadas o poker cresceu e se tornou uma modalidade esportiva de grande sucesso. Nesse espaço de tempo, o número de campeonatos regionais, nacionais e internacionais também aumentou e hoje em dia o alto nível dessas competições surpreende o público.
Campeonato brasileiro é um dos maiores do mundo.
Criado em 2006 por um grupo de entusiastas interessados na evolução do poker no Brasil, a Brazilian Series of Poker, conhecida como BSOP, se desenvolveu até se tornar uma das maiores séries de competições do mundo. Na prática, é o campeonato brasileiro da modalidade.
O circuito não parou de crescer desde sua criação e a cada ano acumula novos recordes e marcas cada vez mais importantes. Na estreia da competição, havia uma média de 60 participantes por etapa. Em 2010, o número já tinha aumentado para 630, uma porcentagem de aumento superior a 1.000%.
Poucos anos depois, uma das etapas da competição ultrapassou o recorde mundial do número de participantes e fez com que o torneio se tornasse o primeiro maior da América Latina e segundo maior do mundo.
Nesse período a competição também passou a contar até mesmo com etapas em solo internacional. A temporada de 2017 foi realizada em Punta del Este no Uruguai e a de 2019, que começa agora em fevereiro, estreia em Puerto Iguazu na Argentina.
A primeira edição do BSOP Iguazu havia ocorrido em 2018. Na ocasião, mais de 950 competidores se uniram para disputar a premiação do evento principal e o competidor argentino Oscar Hilario foi o vencedor.
Ao todo o BSOP conta com sete etapas disputadas em todos os principais destinos turísticos do país que valem pontos e premiações e no final do circuito, o atleta mais bem colocado leva o título de grande campeão.
Com a desse ano já são 14 temporadas de BSOP e o evento costuma ser equilibrado e contar com campeões de todos os cantos do país.
Para se ter uma ideia, nas últimas três edições os vencedores foram o paulista Rodrigo Caprioli (2016), o paranaense Afiff Prado (2017) e o sul-mato-grossense Saulo Sabioni (2018).

Campeonatos regionais conquistam destaque.
A Federação Paranaense de Texas Holdem (FPTH) foi fundada em 2008 para representar os interesses da Confederação Brasileira de Texas Holdem (CBTH) no estado e ampliar o interesse pelo poker no estado do Paraná.
Criado apenas um ano após a fundação da FPTH e três anos após o início do BSOP, o Campeonato Paranaense de Texas Holdem também conta com muito prestígio e percorre todo os estado, o que dá chance para que todos os paranaenses pratiquem o esporte das cartas.
O cenário competitivo da região é muito forte e a seleção formada pelos competidores paranaenses Alisson Piekazewicz, Daniel Almeida, Dayane Kotoviezy, Pedro Grochocki, Leocir Carneiro, Marcos Brito e Thiago Crema mostrou toda essa força quando venceu a edição de 2018 do Campeonato Brasileiro por Equipes (CBPE).
O CBPE costuma ser realizado em São Paulo em conjunto do BSOP e após vencer as outras 19 seleções, o Paraná se juntou a São Paulo (2017), Santa Catarina (2016), Rondônia/Acre (2015), Amazonas (2014) e Rio de Janeiro (2013) como uma das detentoras do título.
O fato de nenhuma região ter conseguido conquistar o bicampeonato mostra como o poker está bem desenvolvido em todo o Brasil e também o alto nível que o cenário nacional já alcançou.

Eventos paralelos e internacionais também ganharam relevância.
Além dos grandes torneios brasileiros, o palco internacional também conta com competições surpreendentes e uma das maiores surpresas do ano ocorreu quando o atleta Ramón Collilas ganhou o famoso PokerStars Players Championship. O torneio contou com um buy-in impressionante de 25.000 dólares, mas as mesas foram disputadas por mais de 1.000 competidores graças a distribuição dos Platinum Passes, uma espécie de passe destinado aos vencedores de competições prestigiadas, como os eventos do BSOP.
A tentativa de obter os passes e participar do Players Championship movimentou o cenário internacional do esporte e o fato do campeão Colillas ter conquistado o título após ingressar no torneio com um deles entusiasmou os fãs do esporte ao redor do mundo.
Não faltam torneios para os entusiastas.
Em qualquer nível que se fale, não faltam torneios para os fãs e entusiastas dessa modalidade esportiva que não para de crescer e movimentar o Brasil e o mundo. Todas as competições mencionadas continuarão esse ano e 2019 promete ser ainda mais surpreendente.
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Especialistas do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, da prefeitura do Rio, da Procuradoria-Geral de Justiça do estado e do Ministério Público do Trabalho farão nesta terça dia 12, uma vistoria detalhada no Centro de Treinamento George Helal, do Flamengo, conhecido como Ninho do Urubu, onde morreram dez atletas da base há quatro dias.
A partir das constatações, o local pode sofrer interdição total ou parcial. Informações preliminares foram divulgadas depois de uma reunião de integrantes do clube, Ministério Público (MP), Defensoria Pública, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e da prefeitura do Rio.
O procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, ressaltou que a diretoria do Flamengo assumiu as responsabilidades em relação à tragédia e comprometeu-se a dar apoio e acolhimento às famílias dos jogadores. O presidente do clube, Rodolfo Landim, fez nesta segunda dia 11, um pronunciamento, sem responder a perguntas.
Segundo Landim, o foco é prestar assistência às famílias das vítimas, tanto é que o clube disponibilizou psicólogos e trouxe parentes dos atletas de outras cidades para o Rio de Janeiro. De acordo com ele, o Flamengo estuda a possibilidade de indenização.
“Falamos da nossa vontade de indenizar essas famílias o mais rapidamente possível, buscando com a Defensoria um processo de mediação, fazendo com que isso possa terminar o mais rápido possível. Pois, às vezes, os processos judiciais demoram muito tempo”, disse Landim.
O procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro, Fábio Goulart Vilella, disse que haverá um esforço da entidade para fiscalizar todos os centros de treinamento no estado do Rio.
Vítimas
De acordo com informações, o fogo começou por volta das 5h do último dia 8, enquanto a maioria dos jovens ainda dormia. Dez adolescentes morreram no incêndio. Eles pertenciam às categorias de base do clube. Muitos vieram de outras cidades para realizar o sonho de jogar em um time da primeira divisão e que tem uma das maiores torcidas do país.
Três jogadores ficaram feridos e foram hospitalizados. Um jogador teve alta médica. Segundo o Flamengo, Francisco Dyogo segue em curva de melhora, mas continua com demandas ventilatórias de oxigênio e ainda precisa de suporte com catéter nasal. Ele permanece internado no CTI.
O chefe do Departamento Médico do Flamengo, Dr. Márcio Tannure, e o médico das categorias de base do clube, Dr. Mauro Fonseca, além do clínico cardiologista do Hospital Vitória, responsável pela internação dos meninos, Dr. Fernando Bassan, acompanham a evolução dos quadros. (Com Agência Brasil)
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O Horário Brasileiro de Verão 2018-2019 termina no próximo final de semana. Exatamente à 0 hora do dia 17 de fevereiro, os relógios deverão ser atrasados em uma hora nos Estados em que o Horário de Verão é válido. Com isso, os relógios voltarão às 23 horas de sábado, 16 de fevereiro.
O Horário de Verão é válido nos seguintes Estados: Paraná, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal. Com o m do Horário de Verão, o relógio atrasa, ou seja, "ganhamos" uma hora e, por isso, algumas pessoas muitas vezes vão dormir mais tarde. Porém, essa ?hora extra? deveria ser utilizada para descansar e tornar a adaptação mais rápida.
O Horário de Verão é polêmico, uns amam e outros odeiam. Existem projetos para acabar com o horário diferenciado e o novo Governo Federal deverá decidir, no final deste ano, se mantém ou acaba com o Horário de Verão 2019-2020. Um dos principais motivos apresentados por aqueles que pedem o fim do Horário de Verão é que a economia de energia, seu principal objetivo, não está sendo alcançado nos últimos anos.
Desde 2008, um decreto presidencial estabelece as datas para o início e término do programa, usado para gerar economia de energia. Contudo, o horário de verão vem perdendo importância.
Nos últimos anos, o horário de pico no consumo de energia se deslocou do início da noite para o início da tarde, principalmente no verão, quando um maior número de aparelhos de ar condicionado está em operação. O programa foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932 e vem sendo adotado continuadamente desde 1985. A extinção em definitivo do horário de verão em todo o território nacional está sendo analisada na Comissão de Infraestrutura (CI).
A proposta (PLS 438/2017) é do senador Airton Sandoval (MDB-SP) e está sendo relatada pelo senador Valdir Raupp (MDB-RO).Sandoval questiona a alegação de que, ao se adiantar o horário legal em parte do território nacional, proporciona-se maior aproveitamento da luz solar, o que reduz o uso de energia com iluminação artificial.
Para o senador, essa tese não sobrevive a uma análise econômica mais ampla. Na justificativa do projeto, ele cita vários estudos feitos em países diversos que vinculam a adoção do horário de verão com o desenvolvimento de doenças e problemas de saúde, como aumento de infartos do miocárdio, aumento da pressão arterial e agravamento do diabetes mellitus tipo 2.
Segundo o autor, a privação do sono causada pelo horário de verão tem vários efeitos: irritabilidade, comprometimento cognitivo (aprendizagem), perda ou lapsos de memória, comprometimento do julgamento moral (que levaria à prática de crimes).
Sonolência, bocejos, alucinações, comprometimento do sistema imunológico, agravamento de doenças cardíacas, arritmias cardíacas, redução no tempo de reação (causa acidentes no trânsito), tremores, dores, redução da precisão (leva a acidentes de trabalho), aumento dos riscos relacionados com a obesidade e supressão do processo de crescimento (em adolescentes) também são outros efeitos relacionados pela variação do horário.
No início de julho do ano passado, Layane Dias comemorava o estágio que acabara de conquistar e planejava uma viagem em família no mês seguinte. Para a jovem, na época com 20 anos, era o início de uma nova fase.
Ela afirma que jamais imaginaria que estava prestes a passar pelo período que considera o mais complicado de sua vida.
Dias antes de iniciar o estágio, Layane começou a sentir dores frequentes pelo corpo. Para ter forças para trabalhar, a jovem teve de recorrer a medicamentos. No entanto, cada vez mais debilitada, teve de abandonar o estágio.
O quadro de saúde dela foi piorando até que, semanas depois, a estudante perdeu os movimentos da perna. A situação tornou-se ainda mais difícil e a jovem deixou de sentir parte do próprio corpo. “Dos seios para baixo, não conseguia sentir mais nada”, diz à BBC News Brasil.
Segundo Layane, o neurocirurgião que a acompanhou apontou que a bactéria Staphylococcus aureus – que pode causar mazelas em diferentes níveis ao atingir a corrente sanguínea – entrou no organismo da jovem por meio de uma infecção no nariz e a deixou paraplégica.
“O médico me perguntou se eu tive alguma espinha na região do nariz ou algo assim, porque essa bactéria, comumente, é desenvolvida nas fossas nasais. Foi então que contei que havia colocado um piercing no lado esquerdo do nariz, no mês anterior”, relata a jovem.
“Quando contei isso, ele me disse: o piercing foi a entrada da bactéria em seu corpo. Ouvir isso me deixou em choque”, conta.
O piercing
Layane sempre se considerou uma jovem vaidosa. Além de estudante de Recursos Humanos, também fazia alguns trabalhos como modelo fotográfica.
Ela revela que sempre gostou de piercings. “Já tinha colocado na parte direita do nariz por três vezes”, comenta. Em junho passado, a estudante mudou o lado do piercing. “Foi a primeira vez em que coloquei na parte esquerda do nariz. Também foi a primeira vez em que saiu sangue durante o procedimento para colocar o piercing.” (Com BBC Brasil)
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