Um torcedor do Corinthians resolveu expor a sua paixão pelo clube durante o registro do filho, nascido em 27 de outubro de 2018. Ele registrou a criança com o nome de Corinthienzo Samuel de Jesus Soares.
Na data do registro, o pai, Leandro Soares, comemorava a vitória do Corinthians por 2 a 1 sobre o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro. De acordo com a família, todos são fanáticos pelo time alvinegro e a criança de apenas três meses possui diversas roupas do clube.
Em contato com a Veja São Paulo, Leandro afirma que não concede entrevistas para não expor o filho. Além disso, esclarece que o registro da criança apenas vazou nas redes sociais por conta de uma foto que ele tirou para mostrar a um amigo.
A veracidade da certidão de nascimento foi confirmada pelo cartório, que explicou oferecer orientações para nomes fora do comum. Mas não existe a proibição de registrar a criança com o nome que o pai escolher.
Nas redes sociais, o nome Corinthienzo já virou piada entre os internautas. Muitos deles criticam a escolha do pai. “Cancela o Brasil, porque depois desse Corinthienzo não temos mais salvação”, “já pensou se Corinthienzo cresce e vira palmeirense? Acho que o pai morre na mesma hora”, “Corinthienzo. Coitado deste guri”, “se eu fosse o Corinthienzo ia pegar uma raiva do Corinthians”, comentaram. (Com Estadão Conteúdo)
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A Mega-Sena sorteia nesta quarta dia 13, um prêmio de R$ 10 milhões. O sorteio do concurso 2.124 da modalidade será realizado no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.
Aplicado na poupança o prêmio pode render mais de R$ 37 mil por mês. O valor é suficiente para comprar mais de 60 carros esportivos.
As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) desta quarta, em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online (www.loteriasonline.caixa.gov.br).
Bolão
Os apostadores podem dividir cotas de apostas com amigos e familiares. Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10,00, mas cada cota não pode ser inferior a R$ 4,00. É possível realizar um bolão de no mínimo 2 e no máximo 100 cotas. Basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica, informando os números da aposta e a quantidade de pessoas que participarão. Também é possível comprar cotas de bolões organizados pelas próprias Unidades Lotéricas. Neste caso, poderá ser cobrada uma Tarifa de Serviço adicional de até 35% do valor da cota. (Com Caixa)
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A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná adicionou a ex-primeira dama Fernanda Richa na lista de denunciados, junto com Beto Richa, seu filho, André Richa e o contador da família, Dirceu Pupo Ferreira, que segue preso.
Desde o início existiam indícios da participação de Fernanda Richa no crime. Contudo, segundo os procuradores, num primeiro momento, eram necessários mais esclarecimentos sobre a participação dela nos fatos.
Durante a prisão de Beto Richa, a ex-primeira dama assumiu abertamente a atuação conjunta com seu marido no caso da compra do terreno de luxo, o que, no entender do MPF, contribuiu para fortalecer o quadro probatório.
Dentre as provas que apontam para a sua responsabilidade, estão e-mails trocados com Dirceu Pupo sobre os terrenos que foram dados como parte do pagamento na negociação que é objeto da denúncia. Na ocasião, informou ao contador que "veria com Beto" o anúncio dos lotes, o que mostra que atuou junto com seu marido na prática do crime, sendo dele a palavra final na negociação.
Na mesma mensagem, Pupo informa a Fernanda que o valor de cada terreno era de aproximadamente R$ 500 mil. Pouco tempo depois, os lotes foram dados em negociação em que foi declarado valor abaixo do mercado (aproximadamente R$ 250mil cada). A denúncia consta que o subfaturamento foi utilizado como expediente para viabilizar a lavagem de dinheiro.
De acordo com uma planilha da empresa que vendeu o imóvel, uma diferença de R$ 930 mil foi entregue em dinheiro e ?por fora? ao vendedor. Segundo a força-tarefa, o dinheiro é proveniente dos desvios descobertos na operação Integração.
Lavagem de dinheiro
A denúncia, que inicialmente foi oferecida apenas contra o ex-governador Beto Richa, seu filho, André Richa, e do contador Dirceu Pupo Ferreira, imputa o crime de lavagem de dinheiro proveniente de propinas do pedágio e de outros esquemas de corrupção durante o governo. Os fatos são relacionados à compra de um terreno num condomínio de luxo no Bairro Santa Felicidade, em Curitiba, no final de 2012.
De acordo com a acusação, naquele ano, Ferreira, que era homem de confiança da família Richa, e André visitaram um terreno de 2 mil metros quadrados, anunciado por R$ 2 milhões. Após negociação, o vendedor aceitou como pagamento dois lotes de terrenos em Alphaville, avaliados na época em aproximadamente R$ 500 mil cada, pertencentes à família Richa, e mais R$ 930 mil pagos com dinheiro em espécie proveniente de propinas desembolsadas pelas concessionárias de pedágio e por outros esquemas de corrupção do governo Beto Richa. O dinheiro em espécie foi entregue por Ferreira no escritório da incorporadora.
Para esconder a origem dos valores pagos em espécie, os denunciados lavraram escritura pública de compra e venda ideologicamente falsa, simulando uma simples permuta do terreno de luxo com os lotes em Alphaville no valor de apenas R$ 500 mil, subfaturando o valor real da venda e ocultando a existência de pagamentos em dinheiro vivo.
Escrituras públicas de outros terrenos adquiridos na mesma época no mesmo condomínio fechado demonstraram que os valores declarados na escritura dos Richa estavam completamente fora de mercado. Consta da denúncia, por exemplo, que lotes vizinhos foram negociados por R$ 2,5 milhões e R$ 1,6 milhão. Pouco tempo depois o mesmo terreno foi vendido pela família Richa por R$ 3,2 milhões, o que demonstra o crime de lavagem de dinheiro na aquisição do imóvel.
O imóvel foi colocado em nome da Ocaporã Administradora de Bens, que formalmente estava no nome de Fernanda Richa e seus filhos, mas e-mails apreendidos durante a investigação comprovaram que o ex-governador tinha a palavra final sobre as atividades da empresa relacionadas à compra e venda de imóvel, incluindo os terrenos em Alphaville. As mensagens e a assunção de responsabilidade na referida petição da defesa demonstram também que Fernanda Richa atuava com ele nas transações.
Por Assessoria
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BRF anuncia recall de produtos com a marca Perdigão por risco de presença da bactéria Salmonella enteritidis. Os lotes de alguns produtos de carne de frango in natura a serem recolhidos de forma voluntária somam 164,7 toneladas no mercado doméstico e a ação inclui a retirada preventiva de 299,6 toneladas destinadas ao exterior, produzidas nos dias 30 de outubro e 5, 6, 7, 9, 10 e 12 de novembro de 2018 na unidade de Dourados (MS).
No mercado local os produtos, com validade de um ano da data de fabricação são cortes congelados de coxas e sobrecoxas, meio peito sem osso e sem pele, filezinho (sassami), miúdos/coração e filé de peito. “A BRF esclarece que caso esses alimentos não sejam completamente fritos, cozidos, assados ou manuseados conforme descrito nas embalagens, a Salmonella enteritidis representa risco à saúde”, diz a empresa no comunicado de recall divulgado nesta quarta dia 13.
Em comunicado ao mercado disponível na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a BRF explica que “a decisão de recolher todos os lotes, ao invés de partes da produção afetadas, segue o princípio da precaução e o compromisso da BRF com Segurança Alimentar, Qualidade e Transparência”, e que o incidente e o recolhimento dos produtos foram reportados a autoridades brasileiras como o Ministério da Agricultura e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com a qual acordou as bases do recolhimento voluntário.
A companhia diz que iniciou proativamente o inventário e recolhimento dos produtos em rota ou junto aos clientes no mercado interno e externo, e destacou um grupo de especialistas para investigar as origens “deste único caso para garantir a adoção das medidas apropriadas para evitar recorrência”.
A produção em Dourados segue “sob um processo rigoroso de manutenção e liberação dos produtos para assegurar que a ocorrência foi pontual e não se repetirá”, afirma a empresa. (Com Estadão Conteúdo)
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O Ministério da Economia encaminhou um texto para a Casa Civil que pretende unificar os documentos no número do CPF. A ideia ter apenas um número geral para o cidadão. A expectativa é que o decreto seja assinado pelo presidente Jair Bolsonaro nas próximas semanas.
Segundo a Economia, o decreto foi elaborado para reduzir as exigências para a verificação das informações declaradas pelos usuários ao estabelecer que o procedimento de identificação dos cidadãos. “A publicação do decreto será mais um passo na direção da consolidação de um cadastro que reúna os dados do cidadão”.
A pasta salienta que não se trata da criação de um novo documento, mas sim de uma unificação dos já existentes. O CPF passaria a valer como número de carteira de trabalho, PIS/Pasep, certificado de reservista e título de eleitor .
“O objetivo é que os cidadão usuários de serviços públicos, que antes precisavam apresentar diversos documentos e informar diferentes números de cadastro, apenas precisam informar o CPF para que sejam localizados nos sistemas da administração pública federal”.
Após a publicação do decreto, os órgãos terão três meses para alterar seus sistemas e usar o CPF como o registro único. Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o passaporte ficam de fora da lista, já que são passíveis de apreensão.
CNH vale por dez anos
No último sábado, o presidente Jair Bolsonaro, disse nas redes sociais que o governo deve ampliar a validade da CNH. O prazo deve subir dos cinco anos atuais para 10 de validade.
Segundo ele, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, vai anunciar essa e outras novidades para o trânsito, como o fim da obrigatoriedade de aulas com simulador.
De acordo com ele, estariam no pacote de mudanças na “questão do emplacamento” e a revisão ou extinção de “medidas que afetam o caminhoneiro”.
Ele completou criticando o Conselho Nacional de Trânsito. “O Contran emite cerca de 100 resoluções por ano atrapalhando a vida de quem transporta no Brasil.” (Com Veja.com)
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O texto-base da reforma da Previdência foi concluído pela equipe de governo e agora aguarda a análise do presidente Jair Bolsonaro, ainda internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Segundo o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, que esteve nesta terça dia 12, reunido com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em Brasília, o presidente dará a palavra final sobre o projeto que será enviado à Câmara dos Deputados.
“Evidente que existem pontos que serão levados à presença do presidente para que ele possa tomar sua posição, possa definir de que forma isso possa chegar à Câmara Federal”, disse Marinho.
O secretário informou que o texto foi construído por diversas áreas do governo, além da contribuição de economistas e avaliação do projeto enviado pelo ex-presidente Michel Temer ao Congresso. Ele não antecipou nenhuma regra.
Marinho disse que o texto final é “bem diferente” da minuta do projeto que vazou para a imprensa na semana passada. Nessa minuta, o governo proporia idade mínima única de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem no Brasil. Além disso, a minuta de projeto ainda previa um mínimo de 20 anos de contribuição para o trabalhador receber 60% da aposentadoria chegando, de forma escalonada, até o limite de 40 anos, para o recebimento de 100%.
Perguntado sobre quando o projeto será apresentado à sociedade, Marinho respondeu que isso vai ocorrer o mais rapidamente possível. “Vamos aguardar que o presidente convalesça, que ele esteja em plena condição de exercício do seu mandato, que eu espero que seja amanhã ou quinta-feira, e, apresentado [o texto] ao presidente, ele vai definir o prazo”, disse o secretário.
Militares
Sobre a inclusão de militares na reforma, mais cedo o senador Major Olímpio, líder do PSL, disse, ao deixar o Ministério da Economia, que os próprios militares apresentaram uma proposta para a Previdência.
“Os próprios comandantes militares, o ministro da Defesa [general Fernando Azevedo] têm se debruçado sobre isso. Os militares que estão fazendo propostas. Tudo vai cair aqui dentro da área técnica, da área econômica. Os militares, que são sempre solução para o nosso país, não são problema, também estão fazendo suas propostas. Vamos ver a viabilidade dessas propostas”, disse.
O senador também esteve reunido com Guedes, no ministério. (Com Agência Brasil)
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