Inflação do IGP-10 avança para 1,69% em dezembro, diz FGV

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu para 1,69% em dezembro deste ano. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,19%, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A taxa é também superior ao 1,23% de dezembro de 2018.

 

Em 12 meses, o indicador acumula taxa de inflação de 6,39%, abaixo dos 7,92% registrados em 2018.

 

Segundo a FGV, a alta do IGP-10 foi puxada pelos preços no atacado e no varejo.

 

O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, subiu de 0,25% em novembro para 2,26% em dezembro, enquanto que a inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, cresceu de 0,03% para subiu 0,75% no período.

 

Por outro lado, a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,20% em novembro para 0,06% em dezembro.

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Caminhoneiros ameaçam paralisação pelo País; movimento está dividido

Uma nova paralisação de caminhoneiros pode ter início nesta terça dia 17, em várias regiões do País.
 
A mobilização, que começou a circular em grupos de Whatsapp nas últimas semanas, é apoiada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logísticas (CNTTL), instituição ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
 
 
O movimento dos caminhoneiros, porém, está completamente dividido em relação a uma nova greve. O caminhoneiro Wallace Landim, o "Chorão", que tem representado os pleitos dos caminhoneiros na interlocução com o governo, disse ao jornal Estado de São Paulo que a classe está sendo alvo de interesses políticos e que os principais pedidos dos trabalhadores já estão com data para que sejam atendidos.
 
"Temos uma pauta importante, que já está na mesa e que tem data para ser atendida. Temos de ter muita seriedade em relação ao que está sendo feito. O que estão querendo é usar o transportador como massa de manobra para um movimento político", disse.
 
 
Na próxima terça-feira, 17, segundo Chorão, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) se comprometeu em publicar o novo Código Identificador da Operação de Transportes (Ciot), ferramenta que vai ajudar a fiscalizar a punir empresas que tem contratado caminhoneiros com preços abaixo do mínimo estabelecido na tabela do frete.
 
 
Outra reivindicação é o reajuste do piso mínimo do frete, o que, segundo Chorão, já tem o compromisso do governo de ser feito em 20 de janeiro do ano que vem. Sua expectativa da classe é que esse aumento fique entre 14% e 18%. Outras negociações estão em andamento ainda para tratar do preço do diesel.
"Concordo que estamos no limite de nossa situação, mas é preciso enxergar que as coisas estão em andamento. Nossa maior crítica hoje é o atravessador, a empresa que está entre o produtor e o caminhoneiro.
 
 
É preciso eliminar esse atravessador e facilitar a contratação direta do caminhoneiro, seja cooperado ou autônomo", comentou.
Nas redes sociais, representantes da CUT têm divulgado vídeos nos quais negam motivações políticas. "Estão tentando desvirtuar o movimento dos caminhoneiros, com essa história de que se trata de um movimento político.
 
 
Quem faz isso tenta desmobilizar a classe, é covarde", afirmou Sandro Cesar, presidente da CUT no Rio de Janeiro, em vídeo distribuído entre os trabalhadores. "Quero saber se tem alguém, em algum lugar desse Brasil, que está feliz com o preço da gasolina, do gás, do óleo diesel. Se tem alguém feliz com isso, deve ter outros interesses."
 
 
Nesta época do ano, quando o volume de transporte de grãos cai, é comum haver uma oferta maior de caminhões no mercado. Como todos querem trabalhar, algumas empresas acabam praticando preços muito inferiores aos previstos na tabela do frete, que foi adotada durante a primeira paralisação de grande porte do setor, ocorrida durante a gestão do ex-presidente Michel Temer.
 
 
Para aplacar a greve, o governo cedeu e instituiu uma tabela mínima de preços para o transporte. A indústria, no entanto, critica até hoje o mecanismo e diz que este tem prejudicado os negócios.
 
 
"Se não tivermos nossos pedidos atendidos, serei o primeiro a ir para a rua e puxar as mobilizações. Mas não estamos nesse momento. É preciso olhar as coisas com seriedade e não entrar em movimentos que nunca representaram os caminhoneiros", disse Chorão.(Com Bem Paraná).
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Acidente envolvendo 6 veículos deixa 5 pessoas mortas na BR-116, na Serra de SC

Um acidente envolvendo seis veículos deixou cinco pessoas mortas e pelo menos duas feridas na manhã desta sexta dia 13, na BR-116 em Capão Alto, na Serra catarinense.

 

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão envolveu três caminhões e três carros. O acidente foi registrado por volta das 6h40min, no km 269 da rodovia. Dois veículos pegaram fogo e ficaram completamente destruídos.

 

Ainda de acordo com a PRF, as cinco pessoas que morreram estavam em um Uno com placas de Lages. Duas mulheres que estavam em outro carro ficaram feridas, uma delas gravemente. Os ocupantes dos outros veículos não sofreram ferimentos.

 

Além do Uno com placas de Lages, os outros veículos envolvidos no acidente são um C3 de Lages, um Focus de Bento Gonçalves, e três carretas, de Sananduva (RS), Flores da Cunha (RS) e Belo Horizonte (MG).

 

De acordo com a Arteris Planalto Sul, concessionária responsável pela rodovia, o local do acidente é de difícil acesso e comunicação. O trecho foi interditado e houve formação de filas nos dois sentidos. O congestionamento chegou a se estender por quatro quilômetros. (Com NSC Total)

 

 

 

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Som que possa ser ouvido do lado de fora do carro vai render cinco pontos na carteira e multa

Motoristas que costumam ouvir som no carro muito alto estarão sujeitos à perda de cinco pontos na carteira e a multa de R$ 127,69. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou ontem, quarta-feira, uma resolução que determina a autuação do condutor que for pego com som automotivo que possa ser ouvido do lado de fora do veículo.

 

Pela Resolução nº 624, a infração, considerada grave, independe do volume e da frequência do som. A medida só exclui ruídos produzidos por buzinas, alarmes, sinalizadores de marcha-a-ré, sirenes pelo motor e outros componentes obrigatórios do próprio veículo. Também não estarão sujeitas às penalidades as emissões sonoras de publicidade, divulgação ou entretenimento público previamente autorizados.

 

A regra entrará em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU), que ainda não tem prazo para ser feita. (Com Extra.com)

 

 

 

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