O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje dia 30, que o Brasil não está passando por choque externo por causa da pandemia da covid-19. Guedes participa de audiência pública virtual na Comissão Mista do Congresso de Acompanhamento das Medidas Relacionadas à Covid-19.
Segundo Guedes, as previsões iniciais de queda da economia neste ano eram de 6%, sendo que desse percentual um terço viria de impacto externo, gerado por queda das exportações e interrupção de comércio, entre outras. “E dois terços seriam da disrupção interna, pelo fato de fazermos o isolamento social, interrupção de cadeias de pagamento e desaquecimento”, explicou.
O ministro disse, no entanto, que o choque externo não está acontecendo. “As exportações para os Estados Unidos e para a Argentina, os dois maiores parceiros depois da China, caíram acima 30%. Para União Europeia caíram 2% [ou] 3%. Mas para a China, [as exportações] subiram 25%, 26%. Como a China é mais do que a soma de Estados Unidos, Argentina e União europeia, as exportações brasileiras estão inalteradas".
O ministro disse que se a queda da economia prevista inicialmente que era de 6% agora está em 4%. (Com Agência Brasil)
Os produtos industrializados registraram aumento de 1,32% na saída das fábricas, em março. A taxa é superior à observada em fevereiro, de 0,81%, mas inferior à registrada em março de 2019, de 1,59%. O dado, do Índice de Preços ao Produtor (IPP), foi divulgado hoje dia 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O IPP acumula taxa de inflação de 2,50% no ano e de 6,45% em 12 meses, de acordo com o IBGE.
Das 24 atividades industriais pesquisadas, 21 registraram inflação em seus produtos em março. Os maiores impactos foram registrados nos alimentos, 6,16%, e outros produtos químicos, 5,49%.
Em março, três atividades registraram deflação (queda de preços) e ajudaram a frear a inflação: refino de petróleo e produtos de álcool, 9,79%; indústrias extrativas, 17,12%, e impressão, queda de 0,44%.
Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, a maior taxa de inflação foi observada nos bens de capital (máquinas e equipamentos), de 2,71%. Os outros grupos também tiveram inflação: bens de consumo semi e não duráveis, 2,25%; os bens de consumo duráveis, 0,41%, e os bens intermediários (insumos industrializados usados no setor produtivo), de 0,69%. ( Com Agência Brasil)
Com a falta de tratamentos e vacinas concretas para amenizar os sintomas do coronavírus, diversas clínicas, hospitais e institutos vêm desenvolvendo métodos para encontrar uma cura da covid-19, surto que ainda não evidenciou padrões de contágio e que vem dificultando a vida de pesquisadores quanto às tratativas em potencial.
Dessa forma, estudos à base de infusão de plasma sanguíneo de pacientes já curados do novo vírus vem ganhando cada vez mais espaço entre contaminados em estado grave, na tentativa de transplantar os anticorpos já desenvolvidos nos organismos curados e fortalecer o sistema imunológico das vítimas em situação de risco, com suas aplicações sendo observadas pelo Ministério da Saúde, a fim de obter respostas concretas sobre o possível sucesso da metodologia em questão.
O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, já iniciou o tratamento com plasma sanguíneo há mais de duas semanas, em 17 pacientes com quadros graves de infecção, agravada ou não por outros problemas de saúde. Apesar dos resultados, até o momento, terem sido relativamente satisfatórios para a equipe médica local, muito há a ser concluído sobre a relevância da transfusão de anticorpos, já que é aplicada em consonância com diversos outros medicamentos, ou seja, não há certeza sobre qual deles possa estar suavizando os sintomas dos pacientes.
“O objetivo do estudo é saber se há efeitos desfavoráveis com essa prática, se o uso do plasma é seguro em um convalescente de risco grave da covid”, disse José Mauro Kutner, médico coordenador da pesquisa no Albert Einstein.
Recentemente, outros centros clínicos também passaram a experimentar tratamento de infusão sanguínea em outros pacientes internados, como foi o caso do Instituto Estadual do Cérebro que, em parceria com o IEC, o Laboratório de Virologia Molecular da UFRJ e o Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti, o Hemorio, iniciou os testes em três contaminados pelo novo coronavírus e vem observando os resultados nos últimos 10 dias.
Atualmente, já conta com mais de 620 cadastrados como doadores de plasma que estão curados da covid-19 e entre a faixa etária de 18 a 60 anos, indicando que a expansão do experimento para outros hospitais e outras redes de atendimento poderão iniciar nas próximas semanas, quando os primeiros resultados começam a ser mais concretos. (Com Mega Curioso)
A farmacêutica Pfizer anunciou que uma vacina eficaz contra a covid-19 pode estar pronta até o final de 2020 para uso emergencial nos Estados Unidos. A produção em larga escala, disponibilizando-a para o público em geral, dependeria da aprovação do produto em testes de segurança.
De acordo com o CEO da Pfizer Albert Bourla, os testes da nova vacina já tiveram início na Alemanha. O passo seguinte é a realização de testes no território norte-americano, a partir da próxima semana, caso as autoridades reguladoras locais permitam. Ele informou ainda que os resultados devem sair já no mês de maio.
Essa potencial vacina contra o novo coronavírus está sendo desenvolvida pela Pfizer em parceria com a empresa alemã BioNTech. Intitulado BNT162, o composto baseado em mRNA (RNA mensageiro) foi aplicado em 12 participantes de um estudo clínico no último dia 23.
Há ainda a previsão de aplicação de doses que variam de 1 a 100 microgramas em 200 voluntários saudáveis, com idade entre 18 e 55 anos, para testar a eficiência e a segurança da imunização. Nos Estados Unidos, os testes dependem de liberação da agência reguladora Food and Drug Association (FDA).
Produção em massa
Caso os testes com a vacina BNT162 sejam bem-sucedidos, a distribuição do composto imunizante para uso emergencial poderia acontecer no próximo outono nos EUA, entre os meses de setembro e novembro, conforme Bourla. Já a autorização para uso geral ocorreria até o final de dezembro, com o fornecimento de milhões de doses ainda em 2020.
A Pfizer e a BioNTech estimam que há potencial para aumentar rapidamente a capacidade de produção para centenas de milhões de doses em 2021, dependendo do sucesso técnico do programa de desenvolvimento e da aprovação das autoridades de saúde. (Com TecMundo)
Nesta quarta dia 29, o desembargador federal Antonio Cedenho, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendeu a liminar que determinava a readequação do calendário do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus.
O desembargador afirmou que uma mudança no calendário poderia afetar os estudantes e atrasar o ingresso no ensino superior. Além disso, disse que o Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo para a solicitação de isenção de prova e a justificativa de ausência na prova do ano passado.
Nesta quarta-feira (29) o desembargador federal Antonio Cedenho, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) suspendeu a liminar que determinava a readequação do calendário do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus.
O desembargador afirmou que uma mudança no calendário poderia afetar os estudantes e atrasar o ingresso no ensino superior. Além disso, disse que o Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo para a solicitação de isenção de prova e a justificativa de ausência na prova do ano passado.
Cedenho também destaca que, para a realização das provas do Enem serão tomadas diversas providências para que tudo saia dentro do previsto. Para ele os locais de provas precisam ser previamente escolhidos e preparados para a aplicação do Exame em todo o país.
“Isso sem contar que, publicados os resultados, estes são utilizados pelo Sisu, Prouni e Fies, de modo que a alteração do cronograma pode afetar negativamente uma sucessão de eventos e atrasar o início do ingresso de estudantes no ensino superior”, justificou o desembargador.
Mais de 46,2 milhões de brasileiros já tiveram a primeira parcela de R$ 600 do Auxílio Emergencial creditada em suas contas, o que representa a liberação pelo governo federal de R$ 32,8 bilhões, segundo o Ministério da Cidadania. O total de contemplados supera a população de países como o Canadá (37,5 milhões de habitantes), e a Argentina (44,5 milhões).
O aplicativo criado pela Caixa teve 67,5 milhões de downloads e permitiu 49,2 milhões de cadastros. A Central de Atendimento 111, para tirar dúvidas das pessoas, recebeu mais de 98,6 milhões de ligações. Os números foram atualizados pela Caixa Econômica Federal no fim da tarde dessa quarta-feira (29).
A estimativa do ministério é de que até 70 milhões de brasileiros recebam os recursos. "Já superamos 45 milhões de brasileiros contemplados, isso contando 14,2 milhões ligados ao Programa Bolsa Família, outros milhões do Cadastro Único Federal (que não são do Bolsa Família) e já estamos virando a casa dos 15 milhões via aplicativo", disse o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.
O auxílio emergencial contempla integrantes do Bolsa Família e pessoas inscritas em outros programas que constam do Cadastro Único do Governo Federal, além de microempreendedores individuais, autônomos e contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que se encaixam nos critérios da lei.
Os beneficiários do Bolsa Família elegíveis recebem o crédito no mesmo calendário e na mesma forma do benefício regular. (Com Agência Brasil)











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