Covid-19: problemas com testes podem ser notificados à Anvisa

Os eventuais problemas identificados durante o uso de testes para o novo coronavírus (covid-19) devem ser notificados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com o órgão, embora já seja de conhecimento dos profissionais de saúde, a regra está sendo reforçada durante a pandemia provocada pela doença.

 

“A prática é essencial, pois depois de recebidas e organizadas, as informações formam um banco de dados que serve de subsídio para o planejamento e a execução de ações de inspeção, fiscalização e coleta de amostras para análises”.

 

Segundo a Anvisa, a medida tem o objetivo de manter o monitoramento contínuo dos produtos, visando a garantia da sua qualidade, segurança e eficácia. Nesse sentido, a Agência dispõe de ferramentas para que os relatos sejam feitos de forma correta, de acordo com o tipo de regularização do produto e também com o tipo de notificação.

 

Orientações


A Agência conta com uma área exclusiva no portal com orientações e canais para o registro de notificações de queixas técnicas de produtos para a saúde. As informações devem ser inseridas no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa). Para preencher corretamente, basta seguir as instruções do Manual do Usuário para notificação de queixa técnica de kit para diagnóstico in vitro.

 

Registro


Mais de 120 pedidos de registro de testagens relacionadas à Covid-19, incluindo testes rápidos, foram avaliados pela Anvisa desde o dia 18 de março. A relação de produtos regularizados para detecção da covid-19 é atualizada diariamente e pode ser consultada no portal da Anvisa. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

Saúde Começa hoje a 3ª fase da Campanha Nacional de Vacinação contra gripe

A terceira fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe será iniciada hoje dia 11. De acordo com o Ministério da Saúde, ela será dividida em duas etapas. A primeira vai até 17 de maio e tem como público-alvo pessoas com deficiência; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes; e mães no pós-parto até 45 dias. 

 

Na segunda etapa, a partir do dia 18 de maio e até 5 de junho, serão incluídos professores de escolas públicas e privadas e adultos de 55 a 59 anos de idade.

 

A exemplo das demais fases, a meta do governo é vacinar pelo menos 90% de cada um desses grupos. Na segunda fase da campanha – iniciada em 16 de abril e encerrada no dia 8 de maio em todo o país – apenas 36% (ou 5,6 milhões de pessoas) do público-alvo foram vacinados. No último balanço divulgado pelo ministério semana passada, 10 milhões de pessoas do grupo pretendido ainda foram vacinadas.

 

A segunda fase da campanha teve como público-alvo povos indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, trabalhadores portuários, membros das forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

 

Profissionais de transporte coletivo (motoristas e cobradores), caminhoneiros e portuários foram os que registraram a menor procura na segunda fase da campanha. Até o momento, apenas 467 mil doses foram aplicadas, quando a estimativa era a de vacinar 2,6 milhões de profissionais.

 

Primeira fase

 

Na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação, dirigida a idosos com 60 anos ou mais e a trabalhadores da saúde, mais de 18,9 milhões de idosos foram vacinados, o que corresponde a 90,66% deste público. No caso dos trabalhadores da saúde, 3,8 milhões de profissionais foram imunizados, o que corresponde a apenas 75,5% da meta.

 

“Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS (Sistema Único de Saúde) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de apresentação de prescrição médica”, informou, por meio de nota, o Ministério da Saúde.

 

Gripe Influenza

 

Até 18 de abril deste ano, houve 1.696 casos de pessoas hospitalizadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave por conta da gripe Influenza em todo o país. O governo contabiliza 163 mortes pela doença.

 

Do total de casos cuja subtipagem foi identificada, 468 foram de influenza A (H1N1), com 66 óbitos; 45 casos e 10 óbitos por influenza A (H3N2), 263 de influenza A não subtipado, com 43 mortes; e 399 casos e 44 óbitos por influenza B. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

 

 

 

Inscrições para o Enem 2020 começam nesta segunda dia 11

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 começam nesta segunda dia 11, e vão até o dia 22 de maio. Elas poderão ser feitas por meio da página do Enem na internet.

 

Enem digital


A partir deste ano o Enem terá duas modalidades de provas, as impressas, com aplicação prevista para os dias 1º e 8 de novembro, e as digitais, para os dias 22 e 29 de novembro. O participante que optar por fazer o Enem impresso não poderá se inscrever na edição digital e, após concluir o processo, não poderá alterar sua opção.

 

A estrutura dos dois exames será a mesma. Serão aplicadas quatro provas objetivas, constituídas por 45 questões cada, e uma redação em língua portuguesa. Durante o processo de inscrição, o participante deverá selecionar uma opção de língua estrangeira - inglês ou espanhol.

 

Neste ano, será obrigatória a inclusão de uma foto atual do participante no sistema de inscrição, que deverá ser utilizada para procedimento de identificação no momento da prova. O valor da taxa de inscrição é de R$ 85 e deverá ser pago até 28 de maio.

 

Isenção de taxa


De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), todos os participantes que se enquadrarem nos perfis especificados nos editais, mesmo sem o pedido formal, terão isenção da taxa. A regra vale tanto para os participantes que optarem pelo Enem impresso quanto para os que escolherem o Enem digital e se aplica, inclusive, aos isentos em 2019 que faltaram aos dois dias de prova e não tenham justificado ausência.

 

Portanto, no ato da inscrição para o Enem 2020, terão isenção de taxa os candidatos que estejam cursando a última série do ensino médio este ano, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública declarada ao Censo da Educação Básica; tenham feito todo o ensino médio em escolas da rede pública ou como bolsistas integrais na rede privada e tenham renda per capita familiar igual ou inferior a um salário mínimo e meio; ou declarem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por serem membros de família de baixa renda e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), que requer renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

 

A consulta aos resultados dos pedidos de recurso para a isenção de taxa de inscrição do Enem, os interessados devem acessar a Página do Participante, no aplicativo ou no site do Enem, e conferir as informações.

 

Acessibilidade


A Política de Acessibilidade e Inclusão do Inep visa dar atendimento especializado aos participantes que necessitarem. Para facilitar a compreensão no momento da inscrição, os atendimentos específicos (gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar) foram incluídos na denominação "especializado". As solicitações para esses atendimentos também deverão ser feitas entre 11 e 22 de maio. Os resultados serão divulgados em 29 de maio. Para os pedidos que forem negados, está prevista uma fase para apresentação de recursos. O resultado final estará disponível no dia 10 de junho.

 

Os pedidos de tratamento por nome social serão feitos entre 25 e 29 de maio, com previsão de divulgação dos resultados em 5 de junho. O período para apresentação de recursos será entre 8 e 12 de junho e a disponibilização dos resultados finais em 18 de junho. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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Autoridades dos EUA entram em quarentena após exposição ao coronavírus

Três autoridades que orientaram a resposta dos Estados Unidos (EUA) à pandemia de covid-19 estão em quarentena, depois de entrar em contato com alguém que teve teste positivo para a doença, disseram os porta-vozes.

 

Um deles é Anthony Fauci, 79 anos, do alto escalão da equipe de resposta ao coronavírus da Casa Branca. O caso é considerado de risco relativamente baixo com base no grau de sua exposição, segundo um representante do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas.

 

Fauci, diretor do instituto, teve teste negativo para a infecção e continuará sendo monitorado regularmente, afirmou em comunicado.

 

Robert Redfield, diretor do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), "trabalhará remotamente pelas próximas duas semanas", após uma "exposição de baixo risco" na quarta-feira (6) a uma pessoa na Casa Branca que tem a doença, informou o CDC em nota.

 

Redfield tem 68 anos. Ele está "se sentindo bem" e não apresenta sintomas, acrescentou a nota.

 

Se for necessário ir à Casa Branca, Redfield seguirá as recomendações de segurança do CDC, como medir a temperatura, rastrear sintomas todos os dias, cobrir o rosto e distanciar-se, afirmou o CDC.

 

O comissário da Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA), Stephen Hahn, que tem 60 anos, também está em quarentena por algumas semanas depois de entrar em contato com alguém que teve teste positivo para a doença, disse um porta-voz da FDA à Reuters.

 

Imediatamente, Hahn fez um teste para diagnosticar o vírus e os resultados foram negativos, disse o porta-voz da FDA também em comunicado.

 

Todas as três autoridades deveriam depor nesta terça-feira (12) a um comitê do Senado que examina as medidas que os estados e o governo federal estão adotando para reabrir empresas e escolas após o fechamento pelo coronavírus. (Com Agência Brasil)

 

 

 

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Dólar cai para R$ 5,74 em dia de tranquilidade no exterior

Em um dia de tranquilidade nos mercados externos, o dólar caiu depois de cinco altas seguidas. O dólar comercial fechou esta sexta dia 8, vendido a R$ 5,74, com queda de R$ 0,10 (-1,7%). Mesmo com o recuo de hoje, a moeda encerrou uma semana tensa com alta de 5,56%.

 

O euro comercial fechou a R$ 6,218, com recuo de 1,62%. A libra comercial encerrou o dia vendida a R$ 7,117, com queda de 1,37%.

 

O dólar operou em queda durante toda a sessão. No início da manhã, a cotação estava próxima da estabilidade, mas a queda intensificou-se a partir das 10h30, quando a moeda passou a ser vendida abaixo de R$ 5,80. A divisa acumula alta de 43,04% em 2020.

 

O Banco Central (BC) hoje não interveio no mercado. A autoridade monetária não leiloou contratos novos de swap cambial – que equivalem à venda de dólares no mercado futuro – nem rolou (renovou) contratos antigos que vencerão em junho.

 

Nos últimos dias, os investidores repercutiram a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que reduziu a Selic (taxa básica de juros) para 3% ao ano. Além de reduzir a taxa além do estimado, o BC indicou que pretende promover um novo corte de até 0,75 ponto percentual em junho, o que poderia levar a Selic para 2,25% ao ano.

 

Juros mais baixos tornam menos atrativos os investimentos em países emergentes, como o Brasil, estimulando a retirada de capitais estrangeiros. As tensões políticas internas também se refletiram nas negociações.

 

No entanto, o clima favorável nos mercados internacionais aliviou a pressão sobre o câmbio hoje. O dólar caiu perante quase todas as moedas do mundo, num dia de alívio no exterior. Apesar de a taxa de desemprego nos Estados Unidos ter saltado de 4,4% em março para 14,7% em abril, o indicador veio melhor que as expectativas das instituições financeiras, que estimavam que a taxa passaria para 16%.

 

Ações

 

No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou esta sexta-feira aos 80.263 pontos, com alta de 2,75%, depois de dois dias seguidos de baixa. Apesar de ter oscilado bastante nos últimos dias, o indicador terminou a semana com recuo de apenas 0,3%.

 

O Ibovespa beneficiou-se do clima mais tranquilo no mercado externo. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia com ganho de 1,91%.

 

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. No entanto, a perspectiva de que diversos estados norte-americanos amenizem as medidas de distanciamento social e o relaxamento das restrições em diversos países europeus têm reanimado os agentes econômicos.

 

As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades. No entanto, o relaxamento de restrições em vários países da Europa e regiões dos Estados Unidos, após a superação do pico da pandemia, tem amenizado o impacto sobre os mercados globais. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Mega-Sena deve pagar hoje prêmio de R$ 80 milhões

O Concurso 2.260 da Mega-sena, que será sorteado hoje dia 9 às 20h, no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo, deverá pagar um prêmio de R$ 80 milhões a quem acertar as seis dezenas.

 

O aumento no valor do prêmio, que passou de R$ 56 milhões no último concurso (2.259) para R$ 80 milhões hoje, ocorre porque o sorteio deste sábado tem final zero e, com isso, recebe parte da arrecadação de outros concursos.

 

Este é o terceiro sorteio da Mega-Semana das Mães, que oferece uma chance extra ao apostador. Em semanas consideradas especiais, a Caixa faz três concursos - geralmente na terça, quinta e no sábado.

 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) nas lotéricas de todo o país, pelo portal Loterias Caixa e pelo app Loterias Caixa disponível para usuários da plataforma iOS.

 

Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na poupança, receberá mais de R$ 172 mil em rendimentos mensais. O dinheiro do prêmio é suficiente para abrir 400 lojas franqueadas de famosas marcas de cosméticos, investindo R$ 200 mil em cada unidade. O valor de uma aposta simples na Mega-Sena é de R$ 4,50. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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